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sábado, junho 07, 2014

A Catedral de Londres (Motivação / Valores)

Aquilo que nos move na vida é a nossa motivação, que é totalmente dirigida por aquilo que é mais importante para nós e que ainda que possamos reagir à vida, nem sempre é claro, mas de facto são os motores da na vida – refiro-me, é claro, aos nossos valores, que suportam a nossa identidade e que nos definem como seres unido no mundo.
Sem dúvida, que se quisermos atingir o que quer que seja, é absolutamente fundamental “motivação”. Este estado difere de pessoa para pessoa e estão intimamente ligada à nossa história pessoal, ou melhor, à forma como está “arrumada” a nossa história pessoal.
Deixo-vos aqui uma história, para que cada um de vós possa encontrar o significado profundo da motivação e vale a pena lê-la várias vezes e até fazer de tema de conversa de café ou até mesmo em família, com os filhos, avós, etc.
Dizem que Christopher Wren, arquiteto encarregado da construção da Catedral de Londres, decidiu passear incógnito pelo canteiro de obras para ver como os pedreiros trabalhavam.
Ficou pensativo enquanto observava três operários. Um trabalhava muito mal; outro, de forma correta; o terceiro, por sua vez, realizava o seu trabalho com muito mais força e dedicação que os demais. Sem se conter, o arquiteto aproximou-se do primeiro e perguntou:
- Boa tarde. O que é que o senhor está a fazer?
- Eu? – disse o pedreiro. – Trabalho de sol a sol, num serviço muito cansativo. Não vejo a hora de terminar.
Depois foi até ao segundo operário e fez a mesma pergunta:
- Boa tarde. O que é que o senhor está a fazer?
- Estou aqui para ganhar dinheiro a para que possa sustentar a minha mulher e meus quatro filhos. 
Finalmente, Wren se dirigiu ao terceiro trabalhador:
- Boa tarde. O que é que o senhor está a fazer?
O pedreiro levantou a cabeça e, com um olhar cheio de orgulho, respondeu:
- Eu? Estou a construir a Catedral de Londres, cavalheiro.
Fica o desafio! Aguardo reações. Email: mig-ferreira@hotmail.com.

Bem hajam

sexta-feira, maio 09, 2014

Auto - Motivação

Deixo-vos aqui uma história real, dum homem que investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, dormindo apenas quatro horas por dia. Dormia ali mesmo, entre um pequeno torno e algumas ferramentas espalhadas. Para poder continuar nos seus negócios. Empenha a sua casa e as jóias da esposa. Quando, finalmente, apresenta o resultado do seu trabalho a uma grande empresa, recebe a resposta que o seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.
O homem desiste?
Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima de gozo dos seus colegas e de alguns professores, que o chamam de "louco".
O homem fica ofendido?
Não! Dois anos depois de ter concluído o curso de Qualidade, a empresa que o recusara, finalmente, faz um contrato com ele.
Seis meses depois, vem a guerra. A sua fábrica é bombardeada duas vezes.
O homem desespera-se e desiste?
Não! Reconstrói a sua fábrica, mas novamente um terremoto arrasa-se.
Poderá pensar: bom, agora sim, ele desiste! Mais uma vez, não!
Imediatamente após a guerra há uma escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel, nem para comprar alimentos para a sua família. Entra em pânico e decide não continuar mais os seus propósitos?
Não! Criativo, adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas.
Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem as chamadas "bicicletas motorizadas". A demanda por motores aumenta e logo ele não conseguiria atender a todos os pedidos!
Decide montar uma fábrica para a novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país.
Como a ideia parece excelente, consegue ajuda de 3.500 lojas, as quais lhe adiantam uma pequena quantia em dinheiro.
Hoje, a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística!
Esta conquista foi possível porque o Sr. Soichiro Honda, o homem da nossa história, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.
Quantos de nós, desistimos por muito menos?
Quantas vezes o fazemos antes de enfrentar minúsculos problemas?
Todas as coisas são possíveis, quando sustentadas por sonhos e valores consistentes.

domingo, fevereiro 02, 2014

Motivação: O problema da “cenoura”

Na natureza humana, existe uma forte tendência de motivar através de recompensas, “fazes isto e eu dou-te aquilo”, acontecendo nos diversos contextos da vida social, organizacional e educacional. Contudo, os bonus financeiros e outras premiações não trazem necessariamente motivação e, podem até acarretar efeitos negativos.
A maioria dos esquemas motivacionais é baseada no enfoque da cenoura – um desempenho excepcional é recompensado. Esta é a base de todos os esquemas de bónus, financeiros e de outros incentivos. Parece razoável recompensar alguém, como agradecimento pelos serviços prestados, acima e além de suas obrigações. Há um forte argumento, contudo, no sentido de que as recompensas motivam só em circunstâncias limitadas, e podem até ser contraprodutivas.
Sito estes autores, McDermott e O’Connor (2000), que referem algumas razões pelas quais uma recompensa extra e mais bónus são ineficazes e podem ser desmotivadores: recompensas oferecidas não são o que as pessoas valorizam. A maior parte das recompensas não é financeira e, contrário ao conceito geral, o dinheiro não aparece na lista dos três valores que as pessoas mais prezam; As recompensas podem azedar as relações, e frequentemente não fazem nada pela colaboração e cooperação das equipes. Em particular, naquelas épocas em que as recompensas rareiam, e somente uma pessoa ou equipe pode ganhar, cria-se uma luta ao invés de cooperação; Por fim, as recompensas podem transformar as tarefas em meios para o fim. Se for prometida uma recompensa por uma tarefa, faz sentido terminá-la o mais rápido e urgente possível. A pessoa tenderá a evitar as partes mais difíceis da tarefa devido ao alto risco de falhas, desestimulando a criatividade.

Bem hajam e cuidado com as recompensas que oferecem, 

sábado, janeiro 18, 2014

Curriculum Vitae Criativo

O texto que se segue foi escrito por um candidato a um emprego, numa selecção de pessoal na Volkswagen. Claro que a pessoa foi aceite.
”Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar
com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei
com o espelho, já fingi ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora.
Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda sigo, caminhando através do desconhecido.
Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear, muito apressado, e chorei ao ouvir determinada música no autocarro.
Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de esquecer.
Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar as estrelas, já subi a uma árvore para roubar fruta, já caí por uma escada.
Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para sempre e voltei no instante seguinte.
Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas, sentindo a falta de uma única.
Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na piscina e não quis sair mais, já bebi whisky até sentir os lábios dormentes, já olhei para a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar.
Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei a meio da noite e senti medo de me levantar.
Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas era um “para sempre”… pela metade.
Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros novos e que a vida é um ir e vir permanente.
Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados.
Bem hajam. Vale a pela viver a vida com ela é.

segunda-feira, setembro 23, 2013

O Fazendeiro

Houve um homem chamado Ali Hafed, no Irã. Fazendeiro, estava contente com a sua situação. A sua fazenda era excelente e rendosa, tinha esposa e filhos, criava carneiros, camelos e plantava trigo. "Se um homem tem esposa, filhos, camelos, saúde e paz de Deus", dizia ele, é um homem rico! Ali Hafed continuou rico até que, um certo dia, um sacerdote veio visitá-lo e começou a falar em diamantes. 
E o sacerdote comentou: Eles cintilam como um milhão de sóis, é na verdade, a coisa mais linda do mundo." 
De repente, Ali Hafed passou a sentir-se que o que tinha era pouco. E começou a ficar descontente com o que possuía. Perguntou ao sacerdote: "Onde se podem encontrar esses diamantes? Preciso possuí-los." 
O sacerdote respondeu: Dizem que é possível achá-los em qualquer parte do mundo. Procure um riacho de águas transparentes que corra sobre a areia branca, em região montanhosa, e ali achará diamantes." 
Ali Hafed, então tomou uma decisão, vendeu a fazenda, confiou a esposa e os filhos aos cuidados de um vizinho, e lançou-se na sua jornada à procura de diamantes. Viajou pela Palestina, depois ao longo do vale do Nilo, até que afinal, encontrou-se junto às colunas de Hércules, entrando a seguir em Espanha. 
Estava Ali, quebrado, sem recursos, e sem condições de se comunicar com a família. Num acesso de desespero, profundamente deprimido, lançou-se ao mar e morreu. Nesse ínterim, o homem que adquiriu a fazenda de Ali Hafed achou uma curiosa pedra negra, enquanto o seu camelo matava a sede num riacho da propriedade. Levou a pedra para casa, colocou-a sobre a lareira e esqueceu-se dela. Um dia apareceu o sacerdote, outra vez. Olhou acidentalmente para a pedra negra e notou um lampejo colorido brotando de um ponto de onde saíra um lasca. 
E disse ao fazendeiro: "Um diamante! Onde o achou?" 
 "Encontrei-o nas frias areias do riacho de águas claras onde levo o meu camelo para beber," disse o fazendeiro. Juntos, arrebanhando as túnicas e correndo tão depressa quanto permitiam as sandálias, dispararam rumo ao riacho. Começaram a cavar e acharam mais diamantes! Esse achado transformou-se na Mina de Diamantes Golconda - a maior mina do mundo! A mina de Golconda é de onde veio o diamante Koh-i-Noor, que faz parte das jóias da coroa da Inglaterra, e de onde veio, também, o diamante Orloff, que faz parte das jóias da coroa da Rússia. (Autor desconhecido) 

Bem hajam e olhem para o que está mais perto…

sábado, setembro 07, 2013

O apoio ao mais fraco

No outono, quando se vêem bandos de aves a voar, formando um grande V no céu, indaga-se o porquê de voarem desta forma. Sabe-se que quando cada ave bate as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave imediatamente de trás. Ao voar em forma de V, o bando beneficia-se com muito mais força de vôo do que uma ave que voa sozinha.
Pessoas que têm a mesma direcção e sentido de comunidade podem atingir os seus objectivos de forma mais rápida e fácil, pois viajam beneficiando-se de um impulso mútuo.
Sempre que uma ave sai do bando, sente subitamente o esforço e a resistência necessários para continuar a voar sozinha. Rapidamente, entra outra vez em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado pela ave que voa imediatamente à sua frente.
Se tivéssemos o mesmo sentido, manter-nos-íamos em formação com os que lideram o caminho para onde também desejamos seguir.
Quando a ave líder se cansa, ela muda de posição dentro da formação e outra assume a liderança.
Vale a pena nos revezarmos em tarefas difíceis, e isto serve tanto para as pessoas quanto para as aves que voam juntas. As aves de trás gritam encorajando as da frente para que mantenham a velocidade.
Finalmente quando uma ave fica doente ou, se fere, duas aves saem da formação e a acompanham para ajudá-la e protegê-la. Ficam com ela até que consiga voar novamente ou morra. Só então, levantam voo, sozinhas, ou noutra formação.
Se tivéssemos o sentido das aves também ficaríamos da mesma forma um ao lado do outro para apoiar o mais fraco.


Bem hajam e bons voos.

quarta-feira, abril 03, 2013

A diferença


Era uma vez um escritor que morava numa praia tranquila, junto a uma aldeia de pescadores. Todas as manhãs caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa a escrever.

Certo dia, ao caminhar pela praia, viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar mais perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
“Por que é que está a fazer isso?”- perguntou o escritor.
“Você não vê!” – explicou o jovem – “A maré está baixa e o sol a brilhar. Irão secar e morrer se ficarem aqui na areia”.

O escritor espantou-se.
“Meu jovem, existem milhares de quilómetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Deitas umas tantas de volta ao oceano, mas a maioria vai perecer de qualquer forma”.

O jovem pegou em mais uma estrela-do-mar e lançou-a de volta ao oceano e olhou para o escritor:
“Para esta aqui, eu fiz a diferença…”

Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, nem sequer dormir. Na manhã seguinte, voltou à praia, procurou o jovem, e juntos, começaram a deitar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que fazem a diferença, que querem fazer do mundo, um lugar melhor.

A todos vós, um bem hajam.

Miguel Ferreira

quinta-feira, abril 19, 2012

Como Trabalhar em Equipa




Ao longo destes anos tive o privilégio de trabalhar com equipas formidáveis, e todos eles agradeço a aprendizagem que tem sido constante. Bem sabemos que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, isto é, se não tiver conhecimento sempre haverá uma pessoa acima de si. Por isso é muito importante estar sempre atualizado e em formação permanente. Nos tempos atuais é difícil é arranjar um novo emprego, e por vezes ainda mais difícil é mantê-lo, no entanto uma oportunidade jamais poderá ser desperdiçada mas sim aproveitá-la ao máximo para estar sempre em progressão, quer seja individualmente, quer em equipa ou empresa. Para que seja um funcionário exemplar, especialmente no trabalho em equipa deixo aqui algumas das principais dicas de como trabalhar em grupo e não prejudicar o próximo e a si mesmo e ainda assim destacar-se, pois grande parte do ano será passado nesse contexto com outras pessoas.
1 – Paciência: Um dos principais obstáculos para se trabalhar em grupo é conciliar as opiniões diversas, por isso nesse momento o que deve falar mais alto é a devida paciência. A melhor forma de resolver esse problema e saber expor a opinião tendo noção que alguém pode considerar ou não gostar, procurando chegar a um acordo, sabendo ouvir o que outros tem a dizer sobre determinado assunto mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

2 – Seja compreensivo: O orgulho pode prejudicar por não deixar a pessoa admitir que está errado, ou até aceitar novas ideias. Porém esse orgulho pode levar o profissional a grandes problemas dentro da empresa. O correto é que esteja sempre aberto a novos projetos e aceitar o que o próximo sugere, porque toda a equipa pode beneficiar com um todo.

3 – Nada de críticas: Com a convivência diária realmente é muito difícil não acontecer algum tipo de conflito entre o grupo. Portanto esse problema não se pode tornar pessoal e deixar afetar o trabalho em equipa. Pense muito bem no que vai dizer ao seu colega, e jamais critique na sua identidade pessoal, falando de maneira construtiva sobre as ideias do mesmo para que possa melhorar o serviço e o trabalho de todos no grupo\empresa. Quando surgirem conflitos entre os colegas de grupo, é de vital importância não deixar que isso interfira no trabalho em equipa. Avalie as colocações do colega, com isenção total sobre suas impressões de carácter. Pode criticar (de forma construtiva) as ideias, nunca a pessoa, pois dessa forma o outro poderá sentir-se atacado, e ai defende-se.

4 – Dividir: Algumas pessoas pensam que ao fazer tudo sozinhas estarão mais afrente do que os seus outros colegas. Isto é mito, porque no caso de algum problema toda a responsabilidade fica por sua conta, ficando ainda mais difícil de resolver. Aproveite ao máximo a força e energia da equipe, dividindo as tarefas com todos, pois delegar, compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.
5 – Disposição: Jamais se esqueça das suas obrigações, deixando-as por conta dos “amigos de trabalho”. Saiba separar a divisão de tarefas e deixar de trabalhar, a diferença é grande, significativa e pode-o prejudicar. De qualquer forma, colabore sempre mostrando disposição.
6 – Solidariedade e participação: Esteja sempre à disposição para ajudar o seu colega e dar sempre o melhor de si. Quando precisar não se sinta constrangido para pedir ajuda a alguém da equipa. Esteja disponível, seja flexível e saiba como pedir um favor educadamente.
7 – Comunicação e dialogo: Nunca deixe acumular um problema, pois mais a frente poderá ser ainda maior. Converse sobre e tente encontrar com o grupo a melhor solução para que ninguém saia prejudicado.

8 – Planeamento: Quando se tem um planeamento, tudo se torna muito mais fácil, e dessa forma cada um terá uma tarefa, uma meta a ser alcançada e um prazo a ser concluído. Assim ninguém fica perdido e tudo se torna mais organizado.
Acredito que ao seguir estas dicas o seu cotidiano na equipa, empresa ou até mesmo na família, tudo será muito mais agradável e as hipóteses de progresso serão muito maiores, pois o serviço e a dinâmica grupal fluirão como deve ser. O mais importante e ter dialogo com os seus colegas/ familiares, ter respeito e ser sempre educado.
Bem hajam e bom trabalho.

Miguel Ferreira