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sábado, outubro 31, 2015

O porteiro do prostíbulo

Não havia no povoado pior ofício do que porteiro do prostíbulo (bordel). Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O facto é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse: - A partir de hoje, o Senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e os seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, Senhor - balbuciou - mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Então sinto muito, mas se é assim, já não poderá continuar a trabalhar.
- Mas Senhor, não me pode despedir, eu trabalhei nisto a toda a minha vida, não sei fazer outra coisa.
- Olhe, compreendo, mas não posso fazer nada pelo Senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi-se embora. O porteiro sentiu-se como se o mundo desmoronasse. E o que fazer agora? Lembrou-se que no prostíbulo, quando se quebrava alguma cadeira ou mesa, ele arranjava-a, com cuidado e carinho.
Pensou que essa poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só tinha alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, tinha de viajar dois dias numa mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabei de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar... já que...
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bem.
Na manhã seguinte, como tinha prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque não me o vende?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem de mula.
- Façamos um acordo - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que está sem trabalho de momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias...aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho esperava-o na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo ao nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe os seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que as compre para mim, pois não tenho tempo para viajar e fazer compras. Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu a sua caixa de ferramentas e o seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi-se embora. E o nosso amigo guardou as palavras que escutara: “não tenho tempo para viajar e fazer compras”.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que tinha vendido.
De facto, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a espalhar-se pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas. Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam os seus clientes. Com o tempo, alugou uma pequena loja para expor as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou a pequena loja, na primeira loja de ferragens do povoado.
Estavam todos contentes e ferramentas compravam-nas a ele. E agora, já não viajava, os fabricantes enviavam-lhe os seus pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.
Um dia lembrou-se de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc..
E depois foram os pregos e os parafusos... Em poucos anos, o nosso amigo transformou-se, com o seu trabalho, num rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito entregou-lhe as chaves da cidade, abraçou-o e lhe disse:
-É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
-O Senhor?!?! - disse o prefeito sem acreditar. O Senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do Senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder - disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PROSTÍBULO!!!
Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades. Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água: “A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna-os”.
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas. Não há comparações entre o que se perde por fracassar e o que se perde por não tentar. 

segunda-feira, março 16, 2015

As Abóboras

Era uma vez um cocheiro que conduzia uma carroça cheia de abóboras.
A cada solavanco da carroça, olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.
Então parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava a sua viagem, lá vinha outro solavanco e... tudo se desarrumava novamente. Então começou a ficar desanimado e pensou:
"Jamais vou conseguir terminar a minha viagem! É impossível seguir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!”
Enquanto estava a pensar, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras, e observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem nos seus devidos lugares.
Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para olhar os problemas, perdemos tempo e distanciamo-nos das nossas metas.


Bem hajam!

sexta-feira, agosto 02, 2013

O Judeu e a Vaca

Todos os dias, da manhã até o cair da noite, Jacob Simen não fazia outra coisa senão maldizer a sorte ingrata. Blasfemava contra o destino que o forçava a viver naquela insuportável e torturante penúria. A casa em que morava era pequena, incómoda e sem conforto: não dispunha senão de dois quartos para os pequenos e de uma sala minúscula com duas janelas, onde mal podia receber, nos dias de festa, meia dúzia de amigos e vizinhos.
A paciente Sorele não concordava com as queixas e revoltas do marido. A vida para eles não era, por certo, invejável. Lá isso não era! Podia, porém, ser pior, muito pior...
- "Pior do que isso, mulher, nunca"!, clamava Jacob, arrepelando-se, irritado.
- "Repara na apertura e no desconforto em que vivemos! Não cabemos nesta casa e não vejo como nem quando será possível arranjar outra melhor".
Um dia, afinal, a cidade foi visitada por um sábio famoso que o povo apelidara Baal Schem.
Sorele sugeriu, cheia de confiança, ao esposo:
- "Por que não vais ouvir o velho Baal Schem? Dizem que ele tem feito espantosos milagres. Possivelmente poderá auxiliar-nos".
Tal lembrança parecia traduzir uma providência fácil, acertada e feliz. Nesse mesmo dia, Jacob Simon foi ter à presença do santo rabi e desafiou o rosário interminável das suas queixas e misérias: que vivia num casebre triste e miserável e seu maior sonho era possuir uma casa ampla e espaçosa.
- "Meu filho", ponderou o sábio, cheio de paciência e bondade, "posso, realmente, com a valiosa proteção dos guias invisíveis, realizar prodigioso milagre em teu benefício. Serei capaz de transformar a tua casa, pobre e acanhada, num lugar amplo, claro e confortável. Para tanto torna-se indispensável que pronuncies, agora mesmo, um juramento: vais ter que jurar, pelo nome sagrado de Moisés, e pela memória de todos os profetas, que seguirás fielmente todas as minhas determinações".
- "Juro"!, declarou Jacob com voz firme e inabalável sinceridade.
- "Muito bem. Agora uma pergunta: Tens uma vaca, não é verdade"?
- "Sim, com efeito. Tenho uma vaca".
- "Leva, então, hoje mesmo, a vaca pra dentro da tua casa"!
- "A vaca para dentro de casa"!?
- "Senhor! Na casa em que moro mal cabem os meus filhos. Onde colocarei a vaca"?
- "Lembra-te, amigo, de teu juramento! Põe a vaca dentro de casa".
Não houve remédio. Era preciso obedecer cegamente ao milagroso conselheiro. Aquela vaca, sob o teto de seu lar representava uma tortura constante. O monstruoso animal quebrava, destruía e sujava tudo. Para que os vizinhos não envolvessem o caso com os impiedosos comentários ditados pelo ridículo, a delicada Solere conservava as janelas e portas cuidadosamente fechadas durante o dia.
Decorridos três dias, voltou Jacob, a alma vencida pelo desespero, à presença do Baal Schem.
Era preciso pôr termo, o mais depressa possível, àquela situação torturante!
- "Tens uma cabra"? indagou o sacerdote, à meia voz.
- "Sim".
- "Leva também a cabra para dentro de tua casa"! ordenou, sem hesitar, o prudente rabi.
A nova determinação do milagroso guia deixou Jacob sucumbido pelo desalento. A vaca, por si só, tornava a vida, dentro da casa, insuportável. A cabra e a vaca, juntas seriam uma calamidade! Que horror!
Antes de terminar a primeira semana, Jacob receando que o desespero o levasse à loucura, voltou a implorar o auxílio do santo e virtuoso conselheiro. Sentia-se esgotado; na sua casa não havia mais sossego; as crianças sofriam. Ele preferia morrer a continuar a viver daquela maneira miserável e anti-humana.
Disse, então, o santo milagroso:
- "Retira, então hoje a cabra. Amanhã, logo que o sol nascer, farás a mesma coisa com a vaca. Procederás, a seguir, a uma cuidadosa limpeza em tua casa, arrumando os móveis como se achavam. Ao cair da tarde irei visitar-te para ver realizado o milagre"!
No dia seguinte, o sábio encontrou o judeu risonho e satisfeito. Sentia-se perfeitamente feliz em companhia da meiga Solere e de seus quatro filhos.
- "Que tal"?, indagou Baal Schem.
- "Eis a verdade, ó Rabi! Livre da vaca e livre também da cabra, a nossa casa é uma delícia! Sinto-me bem dentro dela. Já podemos respirar e viver! Há até lugar de sobra para as crianças"!
Estava feito o prodigioso milagre.
Baal Schem transformara, numa casa ampla e confortável, o mísero casebre do judeu!


Bem hajam.

quarta-feira, novembro 02, 2011

correr pela vida


Um dia, um coelho que vivia entre muitos outros resolveu viajar. Queria conhecer coisas novas. Viajou, viajou, aprendeu muitas coisas. Desenvolveu-se e depois resolveu voltar e compartilhar com os seus, as suas descobertas. Quando já estava próximo da toca, uma raposa que o vira aproximar-se, começa a persegui-lo. O coelho corre, a raposa corre, o coelho corre mais ainda ... e a coelhada na toca fica a torcer - e o coelho consegue entrar na toca, escapando da raposa. Foi uma grande vibração. Foi aplaudido. Houve até um coelho mais jovem que lhe trouxe uma toalha para secar o suor, e quando percebeu que o outro recuperara o fôlego, perguntou-lhe:
- Conta-me, como é que conseguiu escapar da raposa?
- Simples. Foi uma questão de intenção! A raposa corria atrás do jantar, eu corria pela minha vida.

Bibliografia:
Modelagem de Excelência
Vieira, Dra. Deodete Packer
Editora Eko, Blumenau, 1996, Pág. 98

sexta-feira, outubro 21, 2011

Para ser Zen


Quando quiser cultivar nabo, em vez de comprá-lo no mercado, a primeira coisa a fazer é conseguir algumas sementes de nabo. A seguir, é preciso encontrar um lugar no solo, prepará-lo, cavar um buraco, plantar as sementes, cobri-las, regá-las e fertilizá-las. 
A natureza então faz a sua parte, e a semente brota, germina e dá nabos.
O lugar no solo onde você planta as sementes deve ser um lugar que receba a luz do sol, pois se as planta num porão, encontrará a planta embotada e deformada, se chegar mesmo a crescer. E se não rega a planta, ela morre. Se você a coloca num solo não cultivado, ela não conseguirá brotar. Se deixar de fertilizá-la, ela crescerá fraca.
É preciso um pouco de consideração e preparo antes que possa transformar uma semente de nabo num nabo maduro; assim acontece com a programação de seus objectivos, pois a programação é a mesma coisa que semear a terra para o cultivo de nabos. 


Bibliografia :
O Método Silva de Controle Mental para mudar a sua vida
Silva, José
Goldman, Burt, Editora Record, 4a Edição, Pág. 179


terça-feira, julho 26, 2011

Sorte

Conta-se que uma vez dois irmãos foram admitidos numa Empresa com função de "faz-tudo", visto que tinham pouca instrução.
Um dia, foi oferecida a oportunidade para todos os que quisessem de, após o fim do serviço, poderem fazer formação suplementar por conta da Empresa.
Um dos irmãos imediatamente agarrou essa hipotese. O outro, porém, acomodado à própria situação, disse: Eu, hein, fazer hora-extras sem receber para isso...
Noutras ocasiões, a história repetiu-se: outras oportunidades eram oferecidas - cursos de datilografia, informática, noções de contabilidade, treinamentos em relacionamento humano, etc. - um agarrava de frente a oportunidade, investindo o seu tempo no desenvolvimento pessoal e profissional; o outro, sempre com "belas" justificações para não ser "explorado", apresentava desculpas das mais diversas tais como: E o meu futebol,... o meu programa de televisão, o bar com os "amigos", etc...
Passado algum tempo, aquele irmão que tinha investido o seu tempo com afinco no seu aperfeiçoamento foi-se destacando... Tanto que à medida que foram surgindo vagas dentro da Empresa, eram-lhe oferecidas. E isto, exigia ainda mais empenho, e prontamente dedicava-se mais e mais...
Tempos depois, chegou a gerente, não apenas mais um gerente mas o melhor gerente da Empresa.
E foi feita uma festa em homenagem ao rapaz.
Na festa, alguém que não sabia do parentesco entre o ainda "faz tudo" e o então gerente, aproximou-se daquele e disse: Formidável este gerente!
  • Sim... é o meu irmão... - disse o "faz tudo".
  • O seu irmão? - exclamou, incrédulo, o interlocutor - E ele é gerente e você "faz tudo"...
  • É... ele teve sorte...! - concluiu ele.

segunda-feira, junho 20, 2011

DICK TOMEY TREVISAN: JOGO 22 A 0

(Anthony Robbins - Poder sem limites)

Um dos melhores motivadores que conheço é Dick Tomey Trevisan, chefe de futebol da Universidade do Havaí. Ele realmente entende como as representações internas das pessoas afectam os seus desempenhos.
Certa vez, num jogo contra a Universidade de Wyoming, a sua equipe estava a ser empurrada por todo o campo. No intervalo, a contagem era 22 a 0, e a sua equipa não parecia estar no mesmo campo que o Wyoming.
Pode imaginar em que espécie de estado os jogadores de…
Quando se reuniram no vestiário, no intervalo. Ele observou-os cabisbaixos, expressões desanimadas, e percebeu que, a menos que mudasse os seus estados, estariam perdidos no segundo tempo. Pela fisiologia em que estavam, cairiam na armadilha de se sentirem como fracassados e, a partir desse estado, não teriam os recursos para vencerem.
Dick trouxe, então, um poster de papelão de artigos mimeografados, que coleccionava há anos. Cada um dos artigos descrevia equipas que estavam a perder por uma margem igual ou maior e tinham reagido contra essa probabilidade quase impossível e ganhado o jogo. Fazendo os jogadores lerem os artigos, tentou injectar uma crença toda nova, uma crença de que poderiam, na realidade, recuperar… O que aconteceu?
No segundo tempo e jogou o jogo de sua vida, impedindo que o Wyoming marcasse mais pontos no segundo tempo inteiro, e ganhando por 27 a 22.
Fizeram isso porque ele foi capaz de mudar as representações internas deles e as suas crenças sobre o que era possível.

MEL FISHER. É O HOMEM QUE POR DEZESSETE ANOS PROCUROU UM TESOURO

Com certeza, já ouviu falar de Mel Fisher. É o homem que por dezessete anos procurou um tesouro enterrado no mar, e acabou descobrindo barras de ouro e prata valendo cerca de 400 mil dólares. Num artigo que li a respeito dele, perguntaram a um dos membros da tripulação por que Mel Fisher havia se empenhado por tanto tempo. Respondeu que Mel tinha a habilidade de manter a todos excitados. Todos os dias, Fisher dizia para si e para a tripulação: "Hoje é o dia, é no fim do dia, amanhã é o dia". Mas só dizer isso não era suficiente. Também dizia isso em harmonia com seu tom de voz, as imagens de sua mente e seus sentimentos.
Todos os dias ele se punha num estado tal que pudesse continuar a tomar medidas, até ser bem-sucedido. Ele é um exemplo clássico da Fórmula do Sucesso Final.
Conhecia o seu objectivo, tomou medidas, aprendeu o que dava certo, e, se não dava, tentava outra coisa, até ser bem-sucedido.

sábado, maio 28, 2011

O eco da montanha


Um pai passeava com o seu filho na montanha, quando de repente o filho caiu, levantou-se e gritou :
"AAAhhhhhhhhhhhhhhh!!!"

Com surpresa, ele ouviu uma voz repetir, na montanha:

"AAAhhhhhhhhhhhhhhh!!!"

Pergunta curiosa : Quem és tu ?

Recebe como resposta :

"Quem és tu ?"

Enervado por esta resposta, ele grita :

"Medroso!"

E ouve  :

"Medroso!"

Então ele olha para o pai e pergunta :

"O que se passa pai ?"

O pai sorriu e respondeu :

"Meu filho, ouve bem agora"

E ele gritou para a montanha :

"Admiro-te!"

A voz respondeu:

"Admiro-te!"

Ele grita outra vez :

"És um campeão!"

A voz responde :

"És um campeão!"

O rapaz ficou admirado mas não compreendeu. Então o pai ·explicou:

"As pessoas perdem-se, caiem e levantam-se, é a vida. A vida devolve-te o que tu dizes e fazes. A nossa vida é simplesmente o reflexo das nossos actos. Se queres amor no
mundo, começa por o ter no teu coração. Se queres que a tua equipa funcione, começa por confiares mais em ti próprio. Isto funciona para tudo na nossa vida.

A  vida dar-te-á tudo o que tu quiseres. A vida não é uma coincidência: mas sim o reflexo do que se pensa e faz.

domingo, maio 08, 2011

Mel Fisher. O homem que procurou um tesouro durante dezassete anos.


Já ouviu falar de Mel Fisher. Foi o homem que por dezessete anos procurou um tesouro enterrado no mar, e acabou por descobrir barras de ouro e prata no valor de cerca de 400 mil dólares. Uma vez perguntaram a um dos membros da tripulação porque é que Mel Fisher se tinha empenhado por tanto tempo. Respondeu que Mel tinha a habilidade de manter a todos excitados. Todos os dias, Fisher dizia para si e para a tripulação: "Hoje é o dia, e no fim do dia, amanhã é o dia". Mas só dizer isso não era suficiente. Também dizia isso em harmonia com seu tom de voz, as imagens de sua mente e seus sentimentos.
Todos os dias ele punha-se num estado tal que pudesse continuar a tomar medidas, até ser bem-sucedido. Ele é um exemplo clássico da Fórmula do Sucesso Final.
Conhecia o seu objectivo, tomou medidas, aprendeu o que dava certo, e, se não dava, tentava outra coisa, até ser bem-sucedido.

sábado, abril 30, 2011

A árvores dos desejos

Uma vez um homem estava a viajar e, acidentalmente, entrou no Paraíso. No conceito indiano de Paraíso, existe a árvore dos desejos. Onde simplesmente se senta debaixo dela, deseja qualquer coisa e imediatamente o seu desejo é realizado - não há intervalo entre o desejo e sua realização.
O homem estava cansado, e pegou no sono sob a árvore dos desejos. Quando despertou, estava com muita fome, então disse: "Estou com tanta fome, desejaria poder conseguir alguma comida de qualquer lugar."
Imediatamente apareceu comida vinda do nada - simplesmente uma deliciosa comida flutuando no ar. Ele estava tão faminto que não prestou atenção de onde a comida viera. Começou a comer imediatamente e a comida era tão deliciosa... Depois, a fome tendo desaparecido, olhou à sua volta. Agora estava satisfeito. Outro pensamento surgiu na sua mente: "Se ao menos eu conseguisse algo para beber..."
Como não há proibições no Paraíso, imediatamente apareceu um excelente vinho. Bebendo vinho relaxadamente na brisa fresca do lugar, sob a sombra da árvore, começou a pensar: "O que está a acontecer? O que se está a passar? Estou a sonhar ou existem espíritos ao meu redor zombando comigo?"
E os espíritos apareceram, e eram ferozes, horríveis, nauseantes. Ele começou a tremer e um pensamento surgiu na sua mente: "Agora vou ser assassinado, com certeza!!!!"
Conforme seu desejo, foi o que aconteceu.
Esta é uma antiga parábola e de imenso significado. A sua mente é a arvore dos desejos - o que pensa mais cedo ou mais tarde realiza-se. Às vezes o intervalo é tão grande que se esquece completamente que, de alguma forma, desejou aquilo; então, não faz ligação com a fonte. Mas se olharmos profundamente, perceberemos que todos os nossos pensamentos, medos e receios estão a formar as nossas vidas. Eles criam nosso Inferno ou criam nosso Paraíso. Criam nossos tormentos, ou criam nossas alegrias. Eles criam o negativo ou criam o positivo. Todos aqui são mágicos. E todos estão fiando e tecendo um mundo mágico ao seu redor, e aí são apanhados.
A própria aranha é pega na sua própria teia. Ninguém o está a torturar a não ser você mesmo. E uma vez que isso seja compreendido, mudanças começam a acontecer. Então pode dar a volta, pode transformar o seu Inferno em Paraíso; é simplesmente uma questão de pintá-lo a partir de um ângulo diferente.
O seu Paraíso depende de VOCÊ!!!

sábado, abril 16, 2011

Porque evitar o "NÃO" e a linguagem negativa.


O objectivo da linguagem é a comunicação entre os seres humanos, portanto quanto mais precisa for a linguagem, melhor será o resultado da nossa comunicação.
O que é a palavra não? Uma abstração. O "não", por si só, não diz nada, logo o cérebro fixa-se no que vem depois do "não".
As nossa mente para saber em que não pensar, precisam primeiro pensar.
Não pense num balão azul. Pense num balão azul.
Analise as duas frases acima. Em que pensou quando leu uma e leu outra?
Na mesma coisa, num balão azul.
Assim sendo, quando queremos obter um resultado, o melhor é referirmo-nos ao que queremos, por exemplo: Em caso de incêndio use a escada. É muito comum encontrarmos em muitos prédios: "Em caso de incêndio não use o elevador". Principalmente numa situação de pânico, é muito mais difícil e demorado pensar primeiro no que não fazer para depois pensar no que fazer. A linguagem mais rápida e que obtém melhores resultados é a linguagem afirmativa; dizer o que deve ser feito. O uso duma linguagem negativa provoca o comportamento que se quer evitar.
É muito comum encontrarmos em determinados sítios uma etiqueta onde está escrito: “Não se esqueça de…”. E, também, é muito comum esquecermo-nos nessas situações. Se a linguagem do aviso for mudada, será mais fácil atingir o objectivo: “Lembre-se de…”. Em muitos centros comerciais onde o estacionamento é pago, por vezes encontramos cartazes espalhados em todo o centro comercial que dizem: Não se esqueça de validar o ticket de estacionamento. E é muito comum encontramos pessoas a voltar do estacionamento que se esqueram de que? Validar o cartão.
O adequado sera: Lembre-se de validar o ticket de estacionamento.
Já teve, provavelmente, a experiência de pensar em "Não posso esquecer de ......." e obter o resultado de esquecer exactamente aquilo que na realidade se queria lembrar.
Qual o resultado que a campanha "Se conduzir… não beba…”. Ou “Não use drogas"?
O consumo de substâncias tem vindo a aumentar de ano para ano.
Além da palavra não, quanto mais a palavra droga é utilizada, mais é repetida, mais é reforçada e lembrada, levando muitos adolescentes a ficar cada vez mais curiosos a respeito, pois é por ser tão falada que decidem experimentá-la.
Não seria mais adequado dizer: Se beber álcool, chame um táxi ou peça uma boleia.
O foco de qualquer campanha deve estar no objectivo a ser alcançado e colocado numa linguagem afirmativa.
Em vez duma campanha pela não violência, é muito mais eficaz uma Campanha pela Paz.
A não-violência, traz-nos à mente imagens e situações de violência, que queremos evitar; e afasta as pessoas em vez de motivá-las, fazendo com que pensemos em violência em vez de paz.
Nunca, evite, e outras negativas, tem o mesmo efeito que um não.
Nas filas de trânsito, nunca tranque o cruzamento, evite trancar o cruzamento ou não tranque o cruzamento fazem-nos pensar na mesma coisa: trancar o cruzamento.
Deixe o cruzamento livre, é a linguagem afirmativa, objectiva e eficaz.
Você diria a alguém:
"Pinte esta parede de não azul". (qualquer cor, menos azul?)
Ou, "Não pinte esta parede de azul". (não é para pintar, ou não de azul? ou de que cor?)
Exemplos com crianças:
Não mexa nisto,           melhor, vá brincar com aquilo.
Cuidado para não cair                olhe o degrau, preste atenção à escada.
Em algumas situações é muito adequado usar o não:
Você não precisa de comer toda a comida que está no prato.
(Se você quer que a criança coma toda a comida).
Você não precisa ir estudar agora. (Se você quer que vá estudar agora).
São situações em que desejamos que a pessoa faça o que estamos dizendo que não.
Todos nós conhecemos pais, chefes e outras pessoas que, querendo ajudar, dizem-nos e aos outros o que não fazer. Pois o que fazem, de forma inconsciente, é chamar a nossa atenção exactamente para o que não queriam que fizéssemos. "Não se preocupe.", "Não entre em pânico", "Não fique aborrecido", "Não acho que você seja chato".
Usar a linguagem negativa consigo mesmo é algo que a maioria das pessoas faz.
"Não vou pensar mais nisto" e continuamos a pensar, "Evite comer doces se quer emagrecer", só para citar alguns exemplos. Existe a tendência a pensar no que não queremos fazer e, em seguida, muitas vezes, começar a fazê-lo.
Em vez de dizer o que não queremos, podemos dizer o que queremos.
Tente isto. Pense numa frase negativa que costuma dizer a si próprio e experimente transformá-la em afirmativa.
Em vez de dizer "Não quero comer doces" ou "Não quero engordar", tente dizer, "Quero comer comidas saudáveis" ou "Quero emagrecer". Isso não só é mais agradável como, na verdade, reorienta a mente e prepara-o para um número maior de realizações desejadas, focalizando as coisas positivas que quer que aconteça.
Se aplicar isto na sua vida, em breve vai começar a obter os resultados que desejam.
Bem hajam. Espero as vossas reacções…