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segunda-feira, outubro 07, 2013

Não vá pelas aparências

Num reino antigo havia um príncipe, filho único do rei, que de repente enlouqueceu. Arrancou as suas roupas, ficou nu, entrou debaixo da mesa e começou a cocoricar como um galo. Pensava que era um galo. O rei ficou desesperado, chamou todos os médicos, mágicos e fazedores de milagre para tentarem curar o príncipe, mas de nada adiantou. O rei começou a aceitar o fato de que o seu filho tinha ficado louco para o resto da vida. Um dia, entretanto, um sábio chegou ao palácio e disse que podia curar o príncipe. O rei ficou muito desconfiado porque o homem parecia também um maluco, mais maluco ainda do que o príncipe. O sábio disse: - "Somente eu posso curar o seu filho, porque só um louco maior pode curar outro louco. Os seus médicos, mágicos e fazedores de milagres falharam porque eles não conheciam a loucura". O rei achou o argumento lógico e como o caso parecia sem jeito, resolveu experimentar. Assim que o sábio tirou as suas roupas, entrou debaixo da mesa com o príncipe e começou a cocoricar como um galo, o príncipe tomou posição de defesa: - "Quem é você? O que pensa que está a fazer"? O homem disse: - "Eu sou um galo, um galo mais experiente do que você. Você é apenas um aprendiz de galo". O príncipe aceitou: - "Se você também é um galo, está bem. Mas você parece um ser humano". - "Não vá pelas aparências", respondeu o sábio, "veja o meu espírito, a minha alma. Eu sou um galo tanto quanto você". Os dois ficaram amigos. Prometeram longa amizade e juraram que lutariam juntos contra o mundo. Passaram-se uns dias. O sábio começou a vestir-se. O príncipe replicou: - "O que está a fazer? Ficou maluco? Um galo a usar roupa de gente"! O homem respondeu: - "Estou apenas a procurar enganar aqueles tolos seres humanos. Lembre-se de que, mesmo vestido, nada mudou em mim. Sou um galináceo e ninguém pode mudar isso. Só porque estou vestido, acha que me tornei um ser humano"? O príncipe aceitou a explicação. Dias mais tarde o sábio persuadiu-o de que se vestisse, porque o inverno estava a chegar. Um dia, de repente, o sábio pediu comida do palácio. O jovem ficou atento e desconfiado gritou: - "O que é que está a fazer? Você vai comer como um ser humano qualquer. Nós somos galos e comemos como galos". O homem respondeu calmamente: - "Podes comer qualquer coisa e aproveitar qualquer coisa. No que se refere ao meu galo, não faz a menor diferença. Podes viver como um ser humano e continuar a ser um galináceo. Não vá pelas aparências". Desta maneira, o sábio, aos poucos, foi persuadindo o príncipe a voltar ao mundo da realidade, até que foi considerado normal.  
Reflictam na morar da história. Bem hajam!

Miguel Ferreira

terça-feira, agosto 06, 2013

Programação neurolinguística - inovação na terapia


Iniciei a minha caminhada na programação neurolinguística no ano de 2004, com aquele que considerei ser o curso da minha vida, a saber: o pratitioner (nível 1 em PNL). Recordo-me que passado um mês, após a realização do primeiro módulo (4 dias seguidos), já conseguia aplicar grande parte da metodologia apreendida.


A PNL, como modelo pragmático, dava não só a possibilidade de me conhecer a fundo, como também de desenvolver no domínio da prática clínica resultados muito mais rápidos e eficazes, enriquecendo as habilidade cognitivas do paciente que, por sua vez, passaria a ter uma maior compreensão de si próprio, assim como dos outros que o rodeavam. 

Devo dizer que, simplesmente pela expansão da percepção do problema do paciente, usando as três posições perceptivas, a pessoa desenvolvia mais aceitação da realidade, nomeadamente, dos obstáculos que não lhe possibilitavam ver, que por de trás destes, estava o objetivo que realmente pretendiam alcançar, e que na maior parte dos casos nem era consciente, pois era tal o foco no obstáculo, que todo o sistema nervoso se focalizava nisso, ficando quase que totalmente associada àquilo que não queria.

Assim, com uma maior compreensão de si mesmo, dos outros e da própria vida em si, a pessoa passava a gerar mais aceitação e com isso aumentava consideravelmente o grau de tolerância e flexibilidade, ao mesmo tempo que criava estados de satisfação e serenidade. Paralelamente desenvolvia a comunicação assertiva (respeitando os seus interesses e também os dos outros), a qual implicava quase sempre a implementação de recursos fundamentais, tais como a segurança, a confiança e a tranquilidade.

Tradicionalmente, a psiquiatria estipula o tratamento da depressão nervosa, em seis meses, com o uso de psicofármacos, não garantindo eficácia. Ao longo da minha experiencia profissional tenho encontrado muitíssimos casos, vítimas da visão limitadora acerca desta desordem emocional, por muitos, chamada de “doença mental” e por outros, apenas por desordem emocional. O facto é que, os estudos comprovam que a intervenção integrada de múltiplas abordagens aumenta significativamente a eficácia dos tratamentos.

Posto isto, devo dizer que foi neste panorama de resignação que iniciei a minha carreira em clínica privada. Não obstante, não desisti e a impotência (muitas vezes maior que as estratégias de ajuda efectiva) deram lugar à PNL. Esta metodologia inovadora, cuja maior vantagem é a sua rapidez, permite, em poucas sessões, aprender novas estratégias mentais e assim resolver situações que antes levariam meses de terapia. Algo igualmente inovador foi descobrir que a depressão não passava duma estratégia mental disfuncional, inconsciente, ou seja, sem intenção da pessoa. Mas, mesmo sem intenção, o facto é que era da responsabilidade do ser pensante e como tal, passível de ser modificada, independentemente do grau de dependência de psicofármacos, como é habitual nesse tipo de tratamento. 

Desta feita, e após vários anos de experiências gratificantes, constatei que, com os métodos e técnicas revolucionárias da programação neurolinguística, a pessoa mais facilmente resolve os conflitos interiores que geram medo, ansiedade, depressão e outras emoções limitantes. Mas, não são só os estados negativos que podem ser alvo da PNL. O mesmo se passa com os estados positivos que nos realizam e impulsionam - de forma fácil e divertida - para a concretização dos nossos objetivos, despertando recursos do subconsciente e, assim, melhorar significativamente os relacionamentos afetivos, pessoais e profissionais, sobretudo, com aquela pessoa que está sempre connosco, em concreto, nós mesmos. Para além disso, com a PNL aprendemos a relaxar e a resolver situações stressantes em poucos segundos. 

Para concluir esta partilha sobre uma das minhas grandes paixões, não posso deixar de agradecer a todos aqueles que se esforçaram na busca da síntese para a eficácia, utilizando a grande ferramenta que nem sempre empregamos da melhor forma possível – a comunicação.

Bem hajam e sejam felizes.
Miguel Ferreira (Master, Pratitioner e Trainer em PNL)

sexta-feira, agosto 02, 2013

O Judeu e a Vaca

Todos os dias, da manhã até o cair da noite, Jacob Simen não fazia outra coisa senão maldizer a sorte ingrata. Blasfemava contra o destino que o forçava a viver naquela insuportável e torturante penúria. A casa em que morava era pequena, incómoda e sem conforto: não dispunha senão de dois quartos para os pequenos e de uma sala minúscula com duas janelas, onde mal podia receber, nos dias de festa, meia dúzia de amigos e vizinhos.
A paciente Sorele não concordava com as queixas e revoltas do marido. A vida para eles não era, por certo, invejável. Lá isso não era! Podia, porém, ser pior, muito pior...
- "Pior do que isso, mulher, nunca"!, clamava Jacob, arrepelando-se, irritado.
- "Repara na apertura e no desconforto em que vivemos! Não cabemos nesta casa e não vejo como nem quando será possível arranjar outra melhor".
Um dia, afinal, a cidade foi visitada por um sábio famoso que o povo apelidara Baal Schem.
Sorele sugeriu, cheia de confiança, ao esposo:
- "Por que não vais ouvir o velho Baal Schem? Dizem que ele tem feito espantosos milagres. Possivelmente poderá auxiliar-nos".
Tal lembrança parecia traduzir uma providência fácil, acertada e feliz. Nesse mesmo dia, Jacob Simon foi ter à presença do santo rabi e desafiou o rosário interminável das suas queixas e misérias: que vivia num casebre triste e miserável e seu maior sonho era possuir uma casa ampla e espaçosa.
- "Meu filho", ponderou o sábio, cheio de paciência e bondade, "posso, realmente, com a valiosa proteção dos guias invisíveis, realizar prodigioso milagre em teu benefício. Serei capaz de transformar a tua casa, pobre e acanhada, num lugar amplo, claro e confortável. Para tanto torna-se indispensável que pronuncies, agora mesmo, um juramento: vais ter que jurar, pelo nome sagrado de Moisés, e pela memória de todos os profetas, que seguirás fielmente todas as minhas determinações".
- "Juro"!, declarou Jacob com voz firme e inabalável sinceridade.
- "Muito bem. Agora uma pergunta: Tens uma vaca, não é verdade"?
- "Sim, com efeito. Tenho uma vaca".
- "Leva, então, hoje mesmo, a vaca pra dentro da tua casa"!
- "A vaca para dentro de casa"!?
- "Senhor! Na casa em que moro mal cabem os meus filhos. Onde colocarei a vaca"?
- "Lembra-te, amigo, de teu juramento! Põe a vaca dentro de casa".
Não houve remédio. Era preciso obedecer cegamente ao milagroso conselheiro. Aquela vaca, sob o teto de seu lar representava uma tortura constante. O monstruoso animal quebrava, destruía e sujava tudo. Para que os vizinhos não envolvessem o caso com os impiedosos comentários ditados pelo ridículo, a delicada Solere conservava as janelas e portas cuidadosamente fechadas durante o dia.
Decorridos três dias, voltou Jacob, a alma vencida pelo desespero, à presença do Baal Schem.
Era preciso pôr termo, o mais depressa possível, àquela situação torturante!
- "Tens uma cabra"? indagou o sacerdote, à meia voz.
- "Sim".
- "Leva também a cabra para dentro de tua casa"! ordenou, sem hesitar, o prudente rabi.
A nova determinação do milagroso guia deixou Jacob sucumbido pelo desalento. A vaca, por si só, tornava a vida, dentro da casa, insuportável. A cabra e a vaca, juntas seriam uma calamidade! Que horror!
Antes de terminar a primeira semana, Jacob receando que o desespero o levasse à loucura, voltou a implorar o auxílio do santo e virtuoso conselheiro. Sentia-se esgotado; na sua casa não havia mais sossego; as crianças sofriam. Ele preferia morrer a continuar a viver daquela maneira miserável e anti-humana.
Disse, então, o santo milagroso:
- "Retira, então hoje a cabra. Amanhã, logo que o sol nascer, farás a mesma coisa com a vaca. Procederás, a seguir, a uma cuidadosa limpeza em tua casa, arrumando os móveis como se achavam. Ao cair da tarde irei visitar-te para ver realizado o milagre"!
No dia seguinte, o sábio encontrou o judeu risonho e satisfeito. Sentia-se perfeitamente feliz em companhia da meiga Solere e de seus quatro filhos.
- "Que tal"?, indagou Baal Schem.
- "Eis a verdade, ó Rabi! Livre da vaca e livre também da cabra, a nossa casa é uma delícia! Sinto-me bem dentro dela. Já podemos respirar e viver! Há até lugar de sobra para as crianças"!
Estava feito o prodigioso milagre.
Baal Schem transformara, numa casa ampla e confortável, o mísero casebre do judeu!


Bem hajam.

terça-feira, julho 30, 2013

Mestre lenhador

Um dos desportos tradicionais do Alasca é o corte de árvores. Há lenhadores famosos com um grande domínio, habilidade e energia no uso do machado. Um jovem que queria tornar-se também num grande lenhador, ouviu falar do melhor dos lenhadores do país e decidiu ir ao seu encontro.
Quero ser seu discípulo. Quero aprender a cortar árvores como você.
O jovem aplicou-se a aprender as lições do mestre. Depois de algum tempo, acreditou que o tinha superado. Sentia-se mais forte, mais ágil, mais jovem, estava seguro de vencer facilmente o velho lenhador. Assim desafiou o seu mestre a competir oito horas, para saber qual dos dois poderia cortar mais árvores.
O mestre aceitou o desafio, o jovem lenhador começou a cortar árvores com entusiasmo e vigor. Entre uma árvore e outra olhava o seu mestre, mas a maior parte das vezes encontrava-o sentado. O jovem voltava então as suas árvores. Seguro de vencer e sentindo pena pelo seu velho mestre.
Ao cair do dia e para grande surpresa do jovem, o velho mestre tinha cortado muito mais árvores que ele.
— Como era possível? — Surpreendendo-se — Quase todas as vezes que o observei, você estava a descansar! (…)
— Não, meu filho, eu não descansava. Estava a afiar o meu machado. Essa é a razão por teres perdido.
O tempo empregue a afiar o machado é valiosamente recompensado.
O reforço no processo de aprendizagem, que dura toda a vida, é como afiar o machado.

Continue a afiar o seu nesse sítio!


Bem hajam.

domingo, junho 23, 2013

A Águia e o Pardal

O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. O seu vôo preciso, perfeito, enchia os seus olhos de admiração. Sentia vontade de voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade de ser forte com a águia, mas não conseguia ser assim. Todavia, não se cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza. Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia desapareceu da sua visão. Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia tinha desaparecido. Foi quando levou um enorme susto, ao deparar de forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou por bater de frente com o belo pássaro. Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado a observa-lo. Sentiu um calafrio no peito, as suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. A águia na sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe: - Porque me estás a vigiar, Andala? - Quero ser uma águia como tu, Yan. Mas o meu vôo é baixo, pois as minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar os seus limites. - E como te sentes, amigo, sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com as tuas pequenas asas? - Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar esse sonho... - O pardal suspirou olhando para o chão... E disse: - Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. És tão única, tão bela. Passo o dia a observar-te. - E não voas? Ficas o tempo inteiro a observar-me? Indagou Yan. - Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente... - Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isso não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. Sê firme no teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti te possa guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu. Acredita! - E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente. Andala, apenas mais uma coisa: - Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade a teus sonhos. Se não pões em prática a tua vontade, o teu sonho sempre será apenas um sonho. Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade no teu coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas. Serás livre! Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. Confia em ti e voa, entrega as tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles. Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha. Transforme... Quebre os limites... ACREDITE!!! SEJA LIVRE e VOE... 

Bem hajam. Miguel Ferreira

domingo, abril 14, 2013

A vidraça e os lençois


Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passaram na casa, enquanto estavam a tomar café, a mulher reparou através da janela, que a vizinha pendurava lençóis no estendal e comentou com o marido: - Que lençóis tão sujos, está ela a pendurar no estendal! Está a precisar dum sabão novo! Se eu tivesse confiança, perguntava-lhe se queria que a ensinasse a lavar a roupa! O marido escutava, calado. Alguns dias depois, novamente, durante o pequeno-almoço, novamente a vizinha pendurava lençóis no estendal e a mulher comentou com o marido: - A nossa vizinha continua a pendurar os lençóis sujos! Se eu tivesse confiança, perguntava-lhe se queria que a ensinasse a lavar a roupa! E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia o seu discurso, enquanto a vizinha pendurava as suas roupas no estendal. Passado um mês, a mulher surpreendeu-se ao ver os lençóis muito brancos a serem estendidos e, toda empolgada, foi dizer ao marido: - Vê, ela aprendeu a lavar a roupa! Será que a outra vizinha a ensinou? Porque eu não fiz nada! O marido calmamente respondeu: - Não, hoje eu levantei-me mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
Bem hajam e “boas limpezas”.

Miguel Ferreira

quarta-feira, novembro 09, 2011

Paz Perfeita


Uma certa vez, um rei teve de escolher entre duas pinturas, qual a que representava mais a paz perfeita. A primeira era um lago muito tranquilo, este lago era um espelho perfeito onde se reflectiam algumas plácidas montanhas que o rodeavam, sobre elas encontrava-se um céu muito azul com nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que reflectia a paz perfeita.
Já a segunda pintura também tinha montanhas, mas eram escabrosas e não tinham uma só planta, o céu era escuro, tenebroso e dele saíam faíscas de raios e trovões. Tudo isto não era pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás de uma cascata havia um pequeno galho que saía duma fenda na rocha. Nesse galho encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho calmamente sentado no seu ninho. Paz Perfeita. O rei escolheu essa segunda pintura e explicou:

"Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas Ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, Permanecemos calmos e tranquilos no nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz."

Este conselho real serve para todos nós que vivemos rotinas cheias de compromissos, obrigações e turbulências. Olhe para a pintura da sua alma, descubra o seu verdadeiro lugar no mundo e faça o seu "ninho" de paz e harmonia. Não se deixe levar pelo ambiente, construa na sua vida aquilo que é melhor para si mesmo e seja FELIZ!!!

Bem hajam e sejam Felizes.

domingo, outubro 16, 2011

WORKSHOP: AUTO-ESTIMA AGORA!




ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA ESTE WORKSHOP DINÂMICO-PRÁTICO: AUTO-ESTIMA – AGORA!

28 DE OUTUBRO – 20:00 – 23:30.

EM FÁTIMA, HOTEL DOM GONÇALO - http://www.hoteldg.com/portal/


RESERVE JÁ A SUA PRESENÇA,




A equipa ChunkingUp-PNL



Obrigado e boas motivações!


Informações e inscrições: chunkingup@gmail.com

sábado, outubro 01, 2011

O GRANDE SEGREDO EM COACHING

Independentemente da metodologia empregue, o sucesso de uma intervenção está directamente ligado ao estado emocional interno do coach, o responsável pela intervenção. Isto significa que, essencial em coaching, e também em qualquer relação de acompanhamento ou ajuda, o estado emocional funcional para a situação é o responsável directo pela ajuda, pelos resultados obtidos e pela transformação do outro. O chamado em PNL "estado emocional de recursos" deveria, por isso, estar central em qualquer curso. Ora isso significa que os processos pessoais de "autodescoberta e crescimento pessoal" são o honesto pilar à volta do qual qualquer formação gira.

José Figueira - http://www.pnl-portugal.com/

sábado, agosto 27, 2011

As 3 Gerações da PNL


Este artigo é baseado numa das grande referências actuais da PNL: Robert Dilts.

Cada vez mais, a palavra “excelência”, muito utilizada na PNL dos primeiros tempos, encaminha os seus passos para uma direcção e missão com sentido do Amor, do humor, da essência e da integração.


1° Geração
A Primeira Geração da PNL desenvolveu-se nos anos 70 da mão de seus criadores, Bandler e Grinder, derivado do estudo e modelagem de terapeutas brilhantes e eficazes como Milton Erickon (hipnose), Gregory Bateson (Escola de Palo Alto), Virginia Satir (Terapia Sistêmica) e Fritz Perls (Gestalt). Centrava-se fundamentalmente no indivíduo e pressupunha uma relação terapêutica um a um. A maioria das técnicas desta primeira geração enfocavam na solução de problemas nos níveis de comportamentos e capacidades.

2° Geração
A Segunda Geração da PNL, nos anos 80, abrange temas mais à frente do campo terapêutico e orienta-se para objectivos e estratégias para consegui-los, enfatizando muito mais as relações com outros e com nós mesmos. A Modelagem e as suas ferramentas começam a ser utilizadas em áreas de negociações, liderança, motivação, vendas, saúde e educação.
As suas técnicas enfocavam-se em níveis mais elevados como crenças, valores e meta-programas. As suas ferramentas integram a linha do tempo, o jogo com distintas posições perceptivas e a integração de conflitos.

3° Geração
A Terceira Geração da PNL começou a desenvolver-se desde meados dos 90. As suas aplicações são mais sistémicas e centram-se em níveis mais altos de aprendizagem, interação e desenvolvimento. As suas técnicas enfocam-se em esclarecer os níveis mais profundos: a identidade, a visão, a missão e o espiritual. Pretende criar espaço para toda a pessoa, reconhecê-la na sua totalidade. Enfatiza a mudança do campo unificado do sistema e aplica-o ao desenvolvimento de organizações, culturas, equipes e indivíduos. Incorporam-se como princípios fundamentais a auto-organização e o alinhamento de planos e níveis. “Se não nos alinharmos duma visão além de nós mesmos as pessoas estancam-se no seu ego. Formamos parte de algo mais amplo que nós mesmos”. O é que alguém necessita para adquirir uma visão mais ampla, para se sentir completamente vivo? Despertar, despertar à experiência emergente de estar vivo.

Cada nível precisa de diferentes instrumentos para se expressar e cada geração honra às outras e complementam a anterior.
Pode-se afirmar que a actual PNL não só procura explorar como pensa a inteligência cognitiva mas também como vive o que vive da inteligência emocional (como aceita, dá espaço e apadrinha essas emoções), como somatiza a inteligência corporal ou somática (se flui, bloqueia, tensa…), que repercussões tem na inteligência do campo energético, no sistema onde atuamos e tratando sempre de encontrar a “direção” na nossa Sabedoria Essencial.

Não podemos mudar o que não conhecemos. É necessário ter consciência de como dirigimos estas inteligências para poder sobreviver da melhor maneira que soubermos e é hora de aprender a sonhar melhor. É possível. Tão somente terá que ficar em progressão. Geraram-se instrumentos para trabalhar cada uma destas inteligências visto que cada uma tem a sua forma particular de processar.

Uma colocação analítica não é sempre o melhor para encontrar a solução. Organiza muito os factores mas não reorganiza nossa realidade total. Se além disso pensamos em termos somáticos, considerando o que sente o corpo e também em termos energéticos, do campo de movimento e vibração que produz algo, podemos encontrar poderosas chaves de solução ao conectar com um Tudo integrado. Um pensamento “brilhante” do ponto de vista analítico que gera uma tensão profunda de cervicais não está integrado no sistema por mais “brilhante” que aparente ser. Pode ser que não esteja alinhado com o resto de nosso Ser.

Uma presença serena, brincalhona e plena no Aqui e Agora, uns olhos brilhantes nos que te podes mergulhar como num oceano, uma escuta activa que não julga e potência o melhor do que fala, um sorriso que acolhe e uma risada que se contagiou em várias ocasiões a toda a sala. 

É este o fruto vivo do trabalho da PNL.

domingo, agosto 21, 2011

Nivel Practitioner (Crítérios)

Estas são algumas das muitas competências que o Practitioner em PNL desenvolve.
Sem dúvida a formação que faz toda a "diferença."
Consulte: http://www.ippnl.com/


Pressupostos da PNL
a.Conhecimento dos pressupostos (crenças de excelência) em que a PNL se baseia
b.Predisposição para a integração dos pressupostos

Quadro geral dos objectivos da PNL
a.Saber definir a situação actual e a situação desejada
b.Procurar e empregar recursos
c.Saber testar e aplicar a ponte para o futuro
d.Conhecimento prático das cinco condições para a formulação de objectivos realizáveis
e.Capacidade de emprego do modelo TOTE como sendo o mínimo cibernético essencial para uma intervenção objectiva
f.Domínio no conhecimento dos elementos da experiência subjectiva: a relação entre a percepção dos acontecimentos externos, o pensamento, o estado emocional, a fisiologia, (no mínimo o papel das) convicções, e o resultado em forma de comportamento
g.Consciência da hierarquia de valores

Técnicas de transformação
a.Pelo menos a consciência de três formas de reconhecimento de padrões e reenquadramento
b.Domínio de diversas maneiras de procurar, activar e instalar recursos (pelo menos o”círculo de excelência”, a “neutralização de âncoras negativas” e a “transformação da história pessoal”)

Técnicas de percepção
a.Poder aferir reacções não-verbais (calibragem) e assim poder avaliar em que estado interior a pessoa se encontra num determinado momento
b.Distinguir os sistemas de representação: visual, auditivo tonal e digital, cinestésico, gustativo e olfactivo
c.Em estado de transformar as experiências através da transformação da das qualidades sensoriais (trabalho com sub modalidades)
d.Reconhecimento de predicados e movimento dos olhos como indicação do sistema de representação em que a pessoa se encontra
e.Observação de congruências e incongruências

Reconhecimento de padrões e modelos
a.Em estado de reconhecer estratégias internas, capaz de analisar as etapas de representações necessárias numa pessoa para que ela atinja efeitos pessoais positivos e negativos
b.Reconhecimento de estratégias de motivação
c.Conhecimento da estratégia da criatividade
d.Reconhecimento de padrões de aprendizagem

Comunicação e partes
a.Poder utilizar o reenquadramento em 6 passos, especificamente, a busca da motivação inconsciente atrás do comportamento e a transformação deste comportamento
b.Conhecimento da negociação entre partes, saber utilizar o modelo para a solução de conflitos internos, chegar ao ponto de encontro ao nível dos critérios
c.Trabalhar com metáforas, o domínio do emprego como padrão dentro dum quadro organizativo de transformação

A organização do tempo
a.A investigação da linha do tempo pessoal
b.Saber empregar a visualização do passado, presente e futuro, como quadro geral para uma intervenção

Múltiplas percepções
a.Em estado de vivenciar associação e dissociação, reviver experiências e dominar a técnica da distanciação
b.Poder mudar de posição perceptiva
c.Conhecimento pleno e mudança de posição através dos níveis lógicos de comunicação

Competências básicas
a.Rapport, possuir a capacidade de calibrar, sincronizar e conduzir, empregando para isso diversos canais como: valores, escolha de palavras, postura, gestos, respiração, etc.
b.Reconhecer, utilizar, e lidar com matchen e mismatchen

Padrões linguísticos
a.Conhecimento e emprego do Modelo Meta
b.Emprego do Modelo Milton relatado aos pressupostos da PNL
c.Utilização do reenquadramento de conteúdo, contexto e significado
d.Domínio do Chunking up, douwn e lateral

Formas de testar
a.Domínio das técnicas: não só poder explicá-las como utilizá-las com flexibilidade
b.Maneira de trabalhar ecológica e demonstração de ecologia no comportamento.

segunda-feira, agosto 15, 2011

O sucesso é o oposto de falhanço

 Facto : desde de desistir de fumar a esquiar, nós só temos sucesso se tentarmos, falharmos e aprendermos.  Os estudos indicam que as pessoas que se preocupam com os erros desistem, mas aqueles que não se importam de falhar aprendem a fazer bem. O Sucesso constrói-se sobre o erro.

Via PNLiana (talvez seja isto...)


"Eu quero desaprender para aprender de novo.Raspar as tintas com que me pintaram.Desencaixotar emoções, recuperar sentidos."  

                                                      Rubem Alves

sexta-feira, julho 29, 2011

Técnica da Tangerina (ativar a capacidade de leitura)


Primeiro organizar o material à sua frente, depois faça isto em 30 segundos:
- Feche os seus olhos e relaxe;
- Entre em contacto consigo mesmo (Sentir da cabeça ao dedão do pé);
- Deixe a coluna ereta;
- Procurar posição confortável para leitura;
- Expulse o ar com força e deixar o ar entrar sem fazer força contando regressivamente de 10 até 1;
- Relaxe a respiração;
- Declare o objetivo da leitura: “Durante 10 minutos quero e vou ler e entender este texto pois preciso dele para me desenvolver”, repetir 3 vezes mentalmente; AUMENTANDO A CONSCIÊNCIA DO MOMENTO PRESENTE E DE SI MESMO gradualmente;
- Sempre de olhos fechados;
- Imagine uma tangerina na sua mão direita;
- Sita o cheiro da tangerina, imagine a sua cor, textura, peso;
- Mentalmente jogue a tangerina entre as mãos, sentindo o seu peso;
- Segure a tangerina com a sua mão dominante;
- Leve a sua mão, sem encostar, para cima da parte superior traseira da sua cabeça;
- Faça um toque ao de leve na sua cabeça (na parte superior traseira da sua cabeça);
- Coloque a tangerina neste lugar, sinta-a ali;
- Mentalize a tangerina, flutuando na parte traseira superior da sua cabeça;
- Balance a cabeça suavemente de lado e sinta a tangerina acompanhando o movimento;
- Esta tangerina é mágica e vai ficar ai enquanto estiver a lendo;
- Preste atenção ao seu estado mental e físico, relaxado porém alerta (focado);
- Ainda com os olhos fechados, imagine o seu campo de visão a abrir-se (visão periférica);
- Mantendo o relaxamento e em estado mais alerta (focado), abra os olhos lentamente;
- Sinta a tangerina atrás da sua cabeça;
- Sinta a sua visão periférica, perceba as suas laterais ao mesmo tempo;
- Leia relaxado, mantendo a atenção (foco), mantendo a visão periférica;
- Encontre a maior velocidade de leitura, captando o essêncial do conteúdo e entendimento;
- Sinta a Tangerina no lugar, relaxado e focado;
- Existe uma ligação direta entre a sua visão e o seu cérebro.