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sexta-feira, agosto 05, 2011
Técnica de Relaxamento
Técnica de relaxamento baseando no acompanhamento da respiraçao. 4 seg inalação 6 seg para soltar o ar. Baseado no trabalho de Mayer Waves.
Liberte Endofina - Alivie a Dor De Cabeça/ Enchaqueca
No audio deste video são usadas ondulações de frequências entre 2 e 4hz . Esse video foi criado com o objetivo de estimular a produçao de endorfina e aliviar dores de cabeça.
sexta-feira, julho 29, 2011
Técnica da Tangerina (ativar a capacidade de leitura)
Primeiro organizar o material à sua frente, depois faça isto em 30 segundos:
- Feche os seus olhos e relaxe;
- Entre em contacto consigo mesmo (Sentir da cabeça ao dedão do pé);
- Deixe a coluna ereta;
- Procurar posição confortável para leitura;
- Expulse o ar com força e deixar o ar entrar sem fazer força contando regressivamente de 10 até 1;
- Relaxe a respiração;
- Declare o objetivo da leitura: “Durante 10 minutos quero e vou ler e entender este texto pois preciso dele para me desenvolver”, repetir 3 vezes mentalmente; AUMENTANDO A CONSCIÊNCIA DO MOMENTO PRESENTE E DE SI MESMO gradualmente;
- Sempre de olhos fechados;
- Imagine uma tangerina na sua mão direita;
- Sita o cheiro da tangerina, imagine a sua cor, textura, peso;
- Mentalmente jogue a tangerina entre as mãos, sentindo o seu peso;
- Segure a tangerina com a sua mão dominante;
- Leve a sua mão, sem encostar, para cima da parte superior traseira da sua cabeça;
- Faça um toque ao de leve na sua cabeça (na parte superior traseira da sua cabeça);
- Coloque a tangerina neste lugar, sinta-a ali;
- Mentalize a tangerina, flutuando na parte traseira superior da sua cabeça;
- Balance a cabeça suavemente de lado e sinta a tangerina acompanhando o movimento;
- Esta tangerina é mágica e vai ficar ai enquanto estiver a lendo;
- Preste atenção ao seu estado mental e físico, relaxado porém alerta (focado);
- Ainda com os olhos fechados, imagine o seu campo de visão a abrir-se (visão periférica);
- Mantendo o relaxamento e em estado mais alerta (focado), abra os olhos lentamente;
- Sinta a tangerina atrás da sua cabeça;
- Sinta a sua visão periférica, perceba as suas laterais ao mesmo tempo;
- Leia relaxado, mantendo a atenção (foco), mantendo a visão periférica;
- Encontre a maior velocidade de leitura, captando o essêncial do conteúdo e entendimento;
- Sinta a Tangerina no lugar, relaxado e focado;
- Existe uma ligação direta entre a sua visão e o seu cérebro.
quarta-feira, julho 06, 2011
A Regra 80:20
Oitenta por cento dos seus resultados vê de 20% do seu esforço e a PNL não é excepção, mas quais 20%?
Para ser mais produtivo:
- Focalize o resultado, não o esforço.
- Procure padrões nos seus resultados excelentes. Como os produziu?
- Seja selectivo nos seus esforços, não exaustivo.
- Concentre-se em produtividade excepcional. Não procure esforço médio.
- Faça networking - isso multiplica os seus resultados sem esforço adicional.
- Procure ser excelente em poucas coisas em vez de competente em muitas.
- Identifique as suas capacidades essenciais e desenvolva-as.
- Delegue o mais que puder. (Porquê fazer coisas nas quais não é bom?).
- Faça apenas as coisas que faz melhor e de que mais gosta.
- Objective um número limitado de oportunidades bem-escolhidas em vez de perseguir todas as oportunidades disponíveis.
- Tenha uma ampla gama de projectos em qualquer dado momento, mas não concentre esforços neles a não ser que mostrem resultados.
- Aproveite ao máximo os momentos de sorte - você provavelmente criou-os.
- Desligue-se de momentos de má sorte - você provavelmnete criou-os.
domingo, junho 05, 2011
DESCOBRIR AS ESTRATÉGIAS DO AMOR
Consegue lembrar-se duma época em que se sentia totalmente amado?
Consegue lembrar-se duma época específica?
Enquanto regressa a esse momento e o volta experimentar… (ponha a pessoa no estado).
V: para sentir esses sentimentos de amor, é absolutamente necessário que o seu parceiro lhe mostre amor...
…levando-o/a determinados lugares?
…comprando-lhe coisas?
…olhando-o/a para si de uma certa forma?
Para se sentir totalmente amado é absolutamente necessário que a essa pessoa lhe mostre amor dessa forma? (Analise a fisiologia.)
A: Para sentir esses profundos sentimentos de amor, é absolutamente necessário que o seu parceiro lhe
…diga que ele/ela o ama, de uma certa maneira? (Analise a fisiologia.)
K: Para sentir esses profundos sentimentos de amor, é absolutamente necessário que o seu parceiro lhe
… toque de uma certa maneira? (Analise a fisiologia.)
Agora descobra a submodalidade. Quão especificamente? Mostre-me, diga·me, demonstre-me.
Teste dentro e fora da estratégia. Avalie a congruência da fisiologia.
(Poder sem Limites, pág. 155)
domingo, maio 22, 2011
O Padrão do Perdão
(Connirae e Steve Andreas)
Este padrão foi desenvolvido por Connirae e Steve Andreas, juntamente com os participantes de um seminário intensivo de seis dias, realizado em Março de 1990. É útil para qualquer pessoa que esteja com raiva ou ressentida, principalmente se for uma situação duradoura e se o indivíduo que praticou a ofensa já tenha falecido ou afastado da vida da pessoa. O esquema deste padrão pressupõe um considerável treino em PNL, particularmente em submodalidades e mudança (e alinhamento) de posições perceptivas.
Significado Geral. O objectivo deste padrão é trazer paz e solução à pessoa que está a sentir raiva ou ressentimento. Perdoar os outros (ou a si próprio) não significa aceitar o comportamento que nos prejudicou (ou prejudicou a outros), nem a renúncia aos valores que foram violados. Uma parte importante do padrão consiste em reafirmar os seus próprios valores e critérios e usá-los para desenvolver maneiras de lidar com eles, com recursos. A solução e integração criadas pelo perdão tornará mais fácil a tomada de atitude para manter os seus valores e padrões no futuro.
1. Ressentimento/Raiva. Identifique a pessoa e o incidente que o faz permanecer com raiva ou ressentido, em relação aos quais gostaria de chegar a um sentimento de perdão e solução. Verifique de que maneira pensa sobre essa pessoa ou incidente agora. (Calibre as respostas não verbais do cliente).
2. Perdão. Identifique uma experiência de perdão que teve no passado. Existem duas escolhas principais para esta experiência de recursos:
a) Uma vez ficou ressentido com alguém, mas quando pensa nessa pessoa agora, tem um sentimento de perdão e compaixão.
b) Alguém o prejudicou e você perdoou-o imediatamente, porque reconheceu que ele o prejudicou acidentalmente, ou que estava a fazer o melhor que podia, etc. Por exemplo, uma criança que o magoou, e você instantaneamente reconheceu que ela não podia agir de modo diferente, ou compreender as consequências daquilo que fez. (Calibre as respostas não verbais do cliente).
3. Análise contrastante. Compare as experiências dos passos 1. e 2. para determinar as diferenças de submodalidades entre as duas, particularmente a localização.
4. Teste as diferentes submodalidades. Uma de cada vez, mude as submodalidades a respeito da experiência de ressentimento/raiva, para torná-la semelhante à experiência de perdão. Verifique quais as submodalidades "impulsionadoras" mais poderosos para mudar o ressentimento/ raiva em perdão. (Tipicamente, a localização será a mais forte).
5. Verifique a Ecologia. "Alguma parte de si tem objecção a perdoar essa pessoa?" As objecções mais comuns são de dois tipos:
6. Significado. O perdão significaria concordar com o comportamento prejudicial que violou os valores e padrões da pessoa, ou algo sobre o próprio cliente. Ressignifique.
7. O perdão eliminaria uma função positiva, por exemplo, evitar a repetição de tal evento. Separe a função positiva da raiva ou do perdão, e ofereça respostas comportamentais específicas para realizar essa função protectora sem necessidade de se zangar.
Satisfaça todas as objecções – pelo menos condicionalmente –
antes de passar para o passo 7.
8. Passe para "Outra" Posição. Primeiro fique na posição de observador, observando a si próprio e a pessoa que o "prejudicou" de fora, no contexto em que foi prejudicado. Depois entre na outra pessoa, notando o que pode aprender de novo sobre a experiência dela. Que informação conseguiu sobre a maneira como essa pessoa vê, ouve, sente, e compreende os eventos? (Isso será muito mais fácil e mais efectivo após o alinhamento das posições perceptivas.) "Você dá-se conta de que esta pessoa (e você mesmo) estava a fazer o melhor que podia nessa situação, considerando as suas experiências anteriores, conhecimento limitado, ou motivação, etc.?" Certifique-se de que este pressuposto está presente.
9. Transforme o Ressentimento/Raiva em Perdão. Faça isso "mapeando" todas as submodalidades, iniciando com os impulsionadores mais poderosos identificados no passo 4. (Muitas vezes, a mudança de lugar pode ser suficiente). À medida que faz isso, seja sensível a todas as objecções emergentes, ou relutância, e satisfaça-as antes de continuar.
10. Teste. "Pense na pessoa contra a qual tinha ressentimento/raiva. Como se sente agora em relação a ela?" Calibre as respostas não-verbais, comparando com aquilo que observou previamente, nos passos 1. e 2. Geralmente, agora o incidente que o prejudicou pertence ao passado, enquanto a pessoa que foi perdoada está no presente e/ou futuro, e com um sentimento de neutralidade ou compaixão.
11. (Opcional) Generalização na Linha do Tempo. Se a pessoa teve muitas experiências de ressentimento/raiva, poderá ser útil fazer a experiência de saber como perdoar, entrar na linha do tempo, depois voltar na linha do tempo antes dessas experiências de ressentimento e raiva terem ocorrido. Deixe-se andar no tempo até o presente, enquanto o seu inconsciente transforma essas experiências. Esse processo de "re-escolha" pode ter um impacto dramático sobre um grande número de experiências passadas e também instalar o perdão como uma capacidade "através do tempo" que vem a tornar-se parte do sentido de si mesma da pessoa, no presente e no futuro.
quarta-feira, maio 11, 2011
Metáforas
Roger Ellerton, PhD
A metáfora é uma maneira indirecta de comunicação através duma história ou figura de retórica que pode revelar a cultura de uma organização ou os pensamentos íntimos de qualquer indivíduo. Também pode envolver uma comparação (quieto como um rato) ou a comparação dos padrões dum problema para oferecer soluções ou sugestões (uma fábula: O menino que gritava lobo). Na PNL, a metáfora inclui comparações de semelhanças, parábolas e alegorias e é valiosa na sua capacidade de melhorar a comunicação.
Estrutura profunda do pensamento
A estrutura profunda do pensamento é baseada nas sensações internas, nas memórias, nas crenças e nos valores. Isso é revelado pelos nossos comportamentos e nas pessoas é referido como personalidade. Nas organizações, chamamos cultura corporativa.
Pode ouvir alguém dizer no trabalho que "nós precisamos de munição", "coloque a sua jaqueta de artilheiro", "reúna as tropas", "tragam a artilharia pesada" ou "precisamos derrotar o inimigo". Essas expressões são figuras de retórica e revelam as crenças internas de um indivíduo (isto é, o trabalho visto como uma guerra) ou se empregados por um grupo de pessoas como a cultura duma organização ou equipa. Outras pessoas podem ver o trabalho como um "zoológico" ou a vida como algo que a ser suportado e suas acções e palavras irão reflectir isso. A metáfora que você tem para sua vida, ou trabalho ou casa irá dar o tom de como vê as coisas, virá à tona no seu comportamento e nas palavras que usa, e irá influenciar as suas interações com os outros.
Compreender a metáfora duma pessoa ou duma organização pode fornecer insights dos pensamentos íntimos deles, das memórias, crenças e valores e lhe proporcionar a oportunidade de ajudar.
Trabalhando com metáforas
Se uma pessoa ou organização acredita que a sua metáfora não está a servir, poderá mudá-la para disparar diferentes maneiras de pensar ou para ver as questões duma perspectiva diferente. Ao invés duma metáfora de guerra (indicando conflito), você pode auxiliar uma equipa mudando a metáfora para uma de desporto (indicando competição). Isto é, "chute a bola para frente", "evite ficar impedido", "precisamos duma grande jogada". Ou pode querer assumir a perspectiva ganha-ganha e ver como cada pessoa pode apoiar a outra. Muitas vezes, as metáforas dão-lhe novos insights e oportunidades de investigação e é uma maneira útil de transferir aprendizagem ou conceitos entre contextos diferentes.
Comunicação com a mente inconsciente
As metáforas passam informações indirectamente para alguém. Uma história interessante ignora qualquer bloqueio ou resistência consciente e intromete-se na mente inconsciente, onde dispara uma busca inconsciente por significado, recursos e aprendizados. É por isso que as fábulas podem ter um impacto tão grande nas crianças. A metáfora é uma maneira muito boa de se comunicar com alguém em transe.
Metáforas podem ser desenvolvidas para um público (por exemplo, uma apresentação), ou para uma pessoa específica. Enquanto ouve a metáfora, a sua mente inconsciente irá procurar significado e aprendizagens apropriados para si.
Criando uma metáfora
Uma metáfora bem-sucedida precisa acompanhar primeiro a experiência actual do cliente ao usar a mesma sequência estratégica, sistemas representação e submodalidades do seu estado presente. O conteúdo não precisa ser o mesmo. De facto, quanto mais diferente e interessante melhor. Precisa ser uma transição suave para o estado desejado que terá a sua própria sequência de passos, sistemas de representação e submodalidades.
domingo, maio 08, 2011
As estratégias
Em PNL chama-se de estratégia a sequências de actividades sensoriais desenvolvidas de acordo com regras determinadas. De forma mais simples, uma estratégia é o procedimento pelo qual uma pessoa faz algo determinado duma forma concreta, sendo diferente para cada pessoa. Cada pessoa tem estratégias diferentes para fazer as coisas.
Assim, usamos estratégias diferentes para escovarmos os dentes, para irmos dormir, para tomar uma decisão ou para escrever no computador. Estas estratégias vão-se desenvolvendo ao longo da nossa vida dentro do nosso processo individual de aprendizagem. Descobrir as nossas próprias estratégias permite-nos aperfeiçoá-las, fazê-las mais adequadas. Descobrir as estratégias dos demais facilita-nos uma melhor comunicação e a possibilidade de moldar a sua estratégia para conseguir determinados recursos de forma mais eficaz.
Se alguém faz algo bem, descobrir a sua estratégia irá permitir-nos fazer da mesma maneira. Se alguém faz algo que lhe produz sofrimento, descobrir a sua estratégia poderá permitir-me ajuda-lo a romper com essa estratégia, oferecendo-lhe novas oportunidades e recursos.
Para descobrir uma estratégia podemos utilizar três opções:
1. Observar os predicados, isto é, as palavras que se utilizam ao falar. Se alguém diz: “Olhar este assunto por esta nova perspectiva, noto uma certa sensação que me obriga a perguntar-me se devo mudar de atitude”, está a usar uma estratégia na qual primeiro vê, depois sente, a continuação tem um diálogo interno e, por último, decide.
2. Observar os sistemas de representação da outra pessoa, isto é, os seus acessos oculares e as microcondutas (pequenos gestos da cara ou do corpo).
As estratégias representam-se com letras: V=visual; A=auditivo; K=cinestésico; Ou=gustativo, olfativo. Também podemos incluir uma referência se é recordado, criado ou digital: Vr/Vc; Ac/Ar; K; A/Ad (diálogo interno). Por último, podemos introduzir uma referência se o acesso é externo ou interno, isto é, se provem de uma estimulação do nosso interior ou do exterior de nós mesmos: Ve/Vi; Ae/AI; Ke/Ki. No exemplo anterior, a sequência seria: Vc –> Ki –> Ad –> Saída
3. Fazer perguntas directas sobre a forma como a outra pessoa faz as coisas: O que acontece em primeiro lugar?, o que vem depois?. Pode ser útil fazer perguntas do estilo: ”Como fazes tal coisa?, o que precisa para fazer tal coisa?, o que acontece quando fazes tal coisa?
As estratégias eficazes podem-se aplicar a outros conteúdos diferentes. Sabendo-se qual é a estratégia para aprender matemáticas, pode aplicar essa mesma estratégia para aprender a pilotar um helicóptero. Se sabe qual é a sua estratégia de motivação para o desporto, pode também aplicar essa mesma estratégia para se motivar na hora de fazer algumas actividades que lhe resistem. Segue-se um exercício sobre a estratégia de motivação doutra pessoa.
Exercício
Passo 1: Peça à outra pessoa que lhe descreva como é que faz para se motivar. Outra forma de fazê-lo é pedir-lhe que se lembre de algum momento ou actividade no qual está especialmente motivado.
Passo 2: Fixe-se nos predicados que emprega no seu vocabulário. Observe os seus movimentos oculares e as microcondutas., em que ordem se produzem? Primeiro vai numa informação visual recordada e depois se diz algo? Como é a sequência? Calibre. Então deve perguntar mais caso necessite de mais informação ou se não lhe ficou clara a sequência.
Passo 3: Peça à outra pessoa que lhe descreva ou que pense em alguma situação onde não está motivada em absoluto, que seja difícil de alcança-la. Fixe-se na sequência dos predicados e dos acessos oculares. Necessita esclarecer algo mais por meio de perguntas?
Passo 4: Examine as diferenças entre a estratégia de motivação e a estratégia de desmotivação. Há diferenças nos predicados ou nas sequências dos acessos oculares? As suas microcondutas mudam?
Passo 5: Ajude a aplicar a estratégia de motivação nalguma actividade para a qual não está motivado. Se a sua sequência de desmotivação era, por exemplo, Vr à Ai à Ki à Saída, e sua sequência de motivação era Vc à Ai à Ke, o que ocorre se a alguma actividade na qual está desmotivado, lhe põe a estratégia de motivação?
Passo 6: Peça que comprove se a estratégia de motivação foi efectiva.
Passo 7: Ponte para o futuro
Podem-se criar estratégias para actividades ilimitadas: tomada de decisões, criatividade, aprendizagem, compra, venda, etc. As estratégias podem-se ancorar.
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