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terça-feira, junho 09, 2009
sábado, junho 06, 2009
sexta-feira, junho 05, 2009
quinta-feira, junho 04, 2009
Auto-Bullying

O que acontece e que todos nós de uma forma ou de outra, encararmos sempre o papel de vítima ou agressor, sendo estes dois papeis um conjunto de necessidades herdadas, desde mais tenra idade.
Portanto, existe um medo constante de não estarmos suficientemente preparados, equipados, ornamentados e até mesmo perfeitos em relação ao padrão social definido, ou seja, é pretensão nossa estar pelo menos na “moda”, e deixar aquilo que é “careta”, o que muitas vezes é visto como antiquado e até mau.
Os bons comportamentos, hábitos e até costumes morais são vistos como anormais. Os maus comportamento, a rebeldia, atitudes desviantes e provocatórias são vistas como normais. Acho que estamos a caminhar no sentido oposto; é como se vestisse uma camisola ao contrário…
Quando o tema é bullying (palavra inglesa, que significa, usar o poder ou força para intimidar, implicar
excluir, humilhar, não dar atenção, desprezar, perseguir…), lembro-me sempre da história do patinho feio. O que terá de facto acontecido para que ele se senti-se feio? Talvez a diferença que apresentá-se, e que lhe era espelhado pelos pseudo-irmãos, que para se sentirem no mínimo iguais, subestimaram-no. Ou seja, não será o agressor que para não se sentir vítima, acaba por atacar um ponto de referência especial para que se sinta equilibrado?
Quero com isto dizer, que dentro de nós, de uma forma ou de outra, há uma “parte” que muitas vezes rejeitamos, e ao faze-lo estamos nós próprios a criar a auto-rejeição, ao que chamo de auto-bullying.
Já agora, qual a necessidade da personagem da “bruxa má” da história da branca de neve perguntar ao espelho: “espelho meu… espelho meu… haverá alguém mais bonito do que eu…!”
De onde vêm esta dúvida? Como ao longo do nosso crescimento nos fomos sempre auto-observando e comparando com os outros, por vezes surgem alguns pontos de diferença. A maneira como os encaramos vai definir a nossa auto-imagem e consequente auto-conceito que irá influenciar a oscilação da auto-estima.
Ora quanto mais fragilidade de auto-estima, maior será a probabilidade de sermos agredidos pelo meio, inclusivamente de forma indirecta, como acontece através do visionamento da televisão. É como se estivéssemos sempre em comparação, “eu” e os “outros”, “aqui sou igual”, “aqui sou diferente”, “aqui sou inferior”, “aqui sou superior”.
Assim, nesta necessidade de afirmação, muitas vezes herdada dos pais, aparece o fenómeno do bullying, gerado é claro, pelo auto-bullying, ao diminuir a percepção que temos de nós próprios.
Quase todos os pacientes com que tenho colaborado, foram alvo deste fenómeno, daí chegarem á vida adulta e gerarem desordens emocionais, tais como a depressão, ansiedade, fobias, e outras, fruto da baixa auto-estima de infância e adolescência.
Como tudo isto resulta de um padrão repetitivo, que vêm desde os tempos da escola, onde existiam outros iguais a nós, é muito natural que muitas vezes ainda suceda, estarmos no lugar da vítima, logo nos sentimos inferiorizados, o que nos leva a reagir por vezes de forma exagerada e pouco compreensiva para os outros, que ao não nos entenderem também reagem de forma exagerada, criando aqui uma “bola de neve” de desentendimentos e mal-estar.
É pois urgente resgatarmos a nossa criança interior, e dar-lhe finalmente a noção de que é um ser muito especial e que a vida está cheia de inúmeras possibilidades.
Nestas alturas é muito normal preocupar-nos com os nossos filhos. A minha sugestão é que nos ocupemos connosco a ajudar-nos a nós próprios, no caminho do auto-conhecimento, auto-controlo e empatia, gerando assim relacionamentos interpessoais satisfatórios, construindo assim uma rede social atractiva, que possa fascinar os nossos jovens a aderir a uma forma de estar saudável e em harmonia com tudo aquilo que representa a Natureza e a beleza humana.
quinta-feira, maio 14, 2009
Panorama Social
TORNE-SE UM LAGO

- Qual é o gosto? perguntou o Mestre.
- Mau disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e a levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem mandou o sal no lago, então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! disse o rapaz.
- Sentes o gosto do sal? Perguntou o Mestre.
- Não! disse o jovem.
- O Mestre então sentou-se ao lado do jovem, pegou na sua mão e disse:
terça-feira, maio 12, 2009
O sapato

Imediatamente, Claudio retirou o seu outro sapato e mandou pela janela.
Um rapaz no autocarro que observava a situação, sem o poder ajudar perguntou:
- Desculpe perguntar, mas porque é que mandou fora o seu outro sapato?
E Claudio respondeu:
- Para que alguém o encontre e seja capaz de usá-los.
Quando desceu do autocarro no seu destino, Claudio procurou uma loja, e comprou um novo par de sapatos.
O Elogio
Na visita seguinte que ela fez a mercearia o proprietário recebeu-a com um largo sorriso e disse o quanto estava feliz em vê-la novamente. Esperava que ela estivesse a gostar da sua cidade e, ainda, disse que teria imenso prazer em ajudá-los a estabelecerem-se.
"Suponho que você tenha dito a ele como achei mau o seu atendimento, não disse?" perguntou ela
"Bem, não", respondeu o vizinho. "A bem da verdade, espero que não se importe - disse-lhe que você estava surpresa de ele ter conseguido montar numa cidade pequena uma das mercearias mais bem organizadas que você já tinha visto."
Autor desconhecido
domingo, maio 10, 2009
sábado, maio 09, 2009
Caldeireiro

Após escutar a descrição feita pelo engenheiro quanto aos problemas, e de ter feito algumas perguntas, dirigiu-se à sala de máquinas.
Olhou para o labirinto de tubos retorcidos, escutou o ruído surdo das caldeiras e o silvo do vapor que escapava, durante alguns instantes; com as mãos apalpou alguns dos tubos.
Depois, cantarolando suavemente só para si, procurou no seu avental alguma coisa e tirou de lá um pequeno martelo com o qual bateu apenas uma vez numa válvula vermelha brilhante.
Imediamente, o sistema inteiro começou a trabalhar com perfeição e o caldeireiro voltou para casa.
Quando o dono do navio recebeu uma conta de $1000 queixou-se de que o caldeireiro só havia ficado na sala de máquinas durante quinze minutos e pediu uma conta pormenorizada.
Adivinhem o que o caldeireiro lhe enviou?
segunda-feira, maio 04, 2009
Os quatro principais pilares para a eficácia.

Qualquer que seja o nosso objectivo, consideramos eficácia o alcançar do mesmo. Assim será importante ter em consideração estes quatro pilares, ou se quisermos, alicerces para atingir o resultado desejado. Vejamos!
Relacionamento é o primeiro pilar, que significa especificamente aquela qualidade de confiança mútua e sensibilidade no relacionamento conhecida como “rapport” ou empatia.
Qualquer coisa que faça ou qualquer coisa que queira, ser bem sucedido irá envolver-se relacionar ou influenciar outras pessoas. Desta forma, será muito importante estabelecer rapport/empatia consigo mesmo e depois com os outros.O segundo pilar é a forma como define aquilo que quer, ou seja, Fixar a sua meta - saber o que quer exactamente. Esta chave é fundamental, a precisão. Quanto mais preciso, for sabendo o que é que quer e o porquê, mais será provável que consiga exactamente o que quer, e o mais provável é que saberá quando atingiu a sua meta. Isto é toda uma maneira de pensar - pergunte consistentemente a si mesmo e aos outros o que quer ou que eles querem.
Muitas vezes, não conseguimos, simplesmente porque ainda não nos sabemos comunicar de tal forma que seja fácil dirigir acções para alcançar o que pretendemos.Uma vez definida de forma positiva e precisa a nossa meta, será necessário desenvolver uma capacidade que todos nós já possuímos neste pequenos - Acuidade sensorial - use os seus sentidos: olhando, ouvindo e sentindo o que está a acontecer consigo e á sua volta. Desta forma, poderá dar-se conta se está no caminho da sua meta e pode usar esse feedback para ajustar o que está a fazer se for necessário.
Por fim, e não menos importante, o quarto pilar é a Flexibilidade comportamental, ou seja, tenha muitas opções de acção. Quanto mais escolhas tiver, terá hipóteses terá de sucesso. Se fizermos sempre a mesma coisa, vamos obter sempre o mesmo resultado. Vá mudando a forma como faz o que faz até obter o que quer. Se ainda não conseguiu, óptimo! Há sempre pessoas à nossa volta que nos poderão ajudar, basta ir ao encontro de quem sabe fazer bem e perguntar como é que fazem.
Mesmo que ainda não saibam quem vos pode ajudar, óptimo na mesma. Continuo sempre a vossa disposição.
Bem hajam
sábado, maio 02, 2009
quinta-feira, abril 23, 2009
Kalil Gibran sobre educação

Responda-lhe, não o instrua.
segunda-feira, abril 13, 2009
A Crise
is, mas produzia e vendia bons cachorros quentes. Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava. As vendas foram aumentando e, cada vez mais, ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender uma grande quantidade de fregueses, e o negócio prosperava... segunda-feira, abril 06, 2009
“Atitude – a chave do êxito”

É como estar a guiar o “autocarro da nossa vida” e não deixar que sejam os outros ou as circunstâncias da vida a faze-lo. A escolha é sempre sua.
Qual é a diferença entre aqueles que fracassam e os que conquistam o sucesso e uma extraordinária qualidade de vida?
A diferença está em que as pessoas bem sucedidas possuem atitudes comportamentais diferenciadas, que lhes permitem ser ganhadores, obtendo um grande estado de felicidade, conquistando a superação e que comportam abundância e plenitudes humanas.
Muitos estudos e pesquisas têm sido realizados em torno disto.
Quando investigamos vida das pessoas de sucesso, é possível observar que todas possuem certas atitudes em comum, e se as adoptarmos, podemos os mesmos resultados.
De igual forma, existem atitudes comuns para o fracasso e se as evitarmos, não nos tornamos fracassados.
Na realidade, fracasso não existe, o que existe são resultados pouco satisfatórios ou se quisermos “retorno”, ou seja, o “retorno” não é mais do que, o resultados das nossas acções, e quando o resultado é repetitivamente o mesmo é absurdo continuar com as mesmas acções.
Einstein dizia que “a maior loucura é fazer a mesma coisa à espera de resultados diferentes”.
A vida está cheia de obstáculos e estes podem ajudar-nos a crescer e desenvolver, e há quem veja os obstáculos como “essas coisas tenebrosas que nos impedem de ver aquilo que desejamos”.
Tornarmo-nos o maior de todos os obstáculos quando não possuímos atitudes correctas. Assim, o nosso rumo ao sucesso poderá fluir de forma mais tranquila se utilizarmos como meio de transporte a atitude correcta.
Há muitas pessoas que já tiveram o prazer de conhecer algumas das estratégias mais eficazes para obter resultados, ficando até surpreendidas com os conceitos e técnicas ensinadas, mas não conseguem melhorar a sua vida.
Sabem porquê? Porque não mudaram ainda as suas atitudes.
Existem diversas atitudes-chaves que poderemos desenvolver para ampliar o nosso nível de felicidade e sucesso, nomeadamente, o caso do propósito (maneira como formulamos os objectivos), a decisão, a acção, e sobretudo toda a parte relacionada com a fisiologia e psicologia da excelência.
Todas estas atitudes se forem apreendidas, poderão de facto produzir os resultados desejados.
Um estudo realizado na Universidade de Harvard (EUA), descobriu que quando alguém conquista uma posição no mercado, 85% das vezes é atribuído às suas atitudes, e apenas 15% devido à inteligência ou conhecimentos, ou seja, quase 100% do dinheiro e tempo despendidos numa universidade, representam somente 15% do sucesso no trabalho.
É estes 85% que são responsáveis pelo sucesso, que procuro desenvolver e partilhar convosco.
Lembrem-se, a atitude é uma das palavras mais importantes da nossa língua.
Um executivo pode ser um bom executivo sem ter uma boa atitude?
Um bom aluno pode ser um bom aluno sem ter uma boa atitude?
quinta-feira, abril 02, 2009
Modelagem da DEPRESSÃO

1. Culpe-se a si mesmo. É sempre, mesmo sempre, culpa sua!
2. Mesmo que o mundo à sua volta não seja bom, é sempre melhor que você.
3. Repita indefinidamente a si mesmo que tudo o que lhe acontece é o resultado da pessoa que você É (= da sua identidade) e nunca o resultado do que você faz (= nem do seu comportamento nem das suas capacidades). Se calhar é mesmo tudo o que lhe acontece o resultado das gerações ou vidas passadas e não há mesmo nada a fazer.
4. Pense que as coisas sempre serão assim, nada mudará. Faça o que fizer não faz a mínima diferença. Tudo o que fizer afectará da mesma forma o seu futuro.
5. Se alguma coisa correr bem diga a si mesmo que se trata dum resultado da sorte, não tem nada a ver com possibilidades ou recursos da sua parte. Mesmo nada. Isto é mesmo essencial.
6. Se o que você fez e que o acaso quis que resultasse, é sempre mérito de outros, nunca seu. Deixe que os outros recebam o prémio.
7. Se algo estiver a resultar mesmo, lembre-se de repetir a si mesmo que tais resultados não durarão por muito tempo. E sobretudo creia de todo o seu coração, que qualquer resultado positivo, seja ele qual for, não melhorá em nada o seu futuro nem o futuro do mundo.


