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quarta-feira, junho 24, 2009
sexta-feira, junho 19, 2009
terça-feira, junho 09, 2009
sábado, junho 06, 2009
sexta-feira, junho 05, 2009
quinta-feira, junho 04, 2009
Auto-Bullying

O que acontece e que todos nós de uma forma ou de outra, encararmos sempre o papel de vítima ou agressor, sendo estes dois papeis um conjunto de necessidades herdadas, desde mais tenra idade.
Portanto, existe um medo constante de não estarmos suficientemente preparados, equipados, ornamentados e até mesmo perfeitos em relação ao padrão social definido, ou seja, é pretensão nossa estar pelo menos na “moda”, e deixar aquilo que é “careta”, o que muitas vezes é visto como antiquado e até mau.
Os bons comportamentos, hábitos e até costumes morais são vistos como anormais. Os maus comportamento, a rebeldia, atitudes desviantes e provocatórias são vistas como normais. Acho que estamos a caminhar no sentido oposto; é como se vestisse uma camisola ao contrário…
Quando o tema é bullying (palavra inglesa, que significa, usar o poder ou força para intimidar, implicar
excluir, humilhar, não dar atenção, desprezar, perseguir…), lembro-me sempre da história do patinho feio. O que terá de facto acontecido para que ele se senti-se feio? Talvez a diferença que apresentá-se, e que lhe era espelhado pelos pseudo-irmãos, que para se sentirem no mínimo iguais, subestimaram-no. Ou seja, não será o agressor que para não se sentir vítima, acaba por atacar um ponto de referência especial para que se sinta equilibrado?
Quero com isto dizer, que dentro de nós, de uma forma ou de outra, há uma “parte” que muitas vezes rejeitamos, e ao faze-lo estamos nós próprios a criar a auto-rejeição, ao que chamo de auto-bullying.
Já agora, qual a necessidade da personagem da “bruxa má” da história da branca de neve perguntar ao espelho: “espelho meu… espelho meu… haverá alguém mais bonito do que eu…!”
De onde vêm esta dúvida? Como ao longo do nosso crescimento nos fomos sempre auto-observando e comparando com os outros, por vezes surgem alguns pontos de diferença. A maneira como os encaramos vai definir a nossa auto-imagem e consequente auto-conceito que irá influenciar a oscilação da auto-estima.
Ora quanto mais fragilidade de auto-estima, maior será a probabilidade de sermos agredidos pelo meio, inclusivamente de forma indirecta, como acontece através do visionamento da televisão. É como se estivéssemos sempre em comparação, “eu” e os “outros”, “aqui sou igual”, “aqui sou diferente”, “aqui sou inferior”, “aqui sou superior”.
Assim, nesta necessidade de afirmação, muitas vezes herdada dos pais, aparece o fenómeno do bullying, gerado é claro, pelo auto-bullying, ao diminuir a percepção que temos de nós próprios.
Quase todos os pacientes com que tenho colaborado, foram alvo deste fenómeno, daí chegarem á vida adulta e gerarem desordens emocionais, tais como a depressão, ansiedade, fobias, e outras, fruto da baixa auto-estima de infância e adolescência.
Como tudo isto resulta de um padrão repetitivo, que vêm desde os tempos da escola, onde existiam outros iguais a nós, é muito natural que muitas vezes ainda suceda, estarmos no lugar da vítima, logo nos sentimos inferiorizados, o que nos leva a reagir por vezes de forma exagerada e pouco compreensiva para os outros, que ao não nos entenderem também reagem de forma exagerada, criando aqui uma “bola de neve” de desentendimentos e mal-estar.
É pois urgente resgatarmos a nossa criança interior, e dar-lhe finalmente a noção de que é um ser muito especial e que a vida está cheia de inúmeras possibilidades.
Nestas alturas é muito normal preocupar-nos com os nossos filhos. A minha sugestão é que nos ocupemos connosco a ajudar-nos a nós próprios, no caminho do auto-conhecimento, auto-controlo e empatia, gerando assim relacionamentos interpessoais satisfatórios, construindo assim uma rede social atractiva, que possa fascinar os nossos jovens a aderir a uma forma de estar saudável e em harmonia com tudo aquilo que representa a Natureza e a beleza humana.
quinta-feira, maio 14, 2009
Panorama Social
TORNE-SE UM LAGO

- Qual é o gosto? perguntou o Mestre.
- Mau disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e a levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem mandou o sal no lago, então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! disse o rapaz.
- Sentes o gosto do sal? Perguntou o Mestre.
- Não! disse o jovem.
- O Mestre então sentou-se ao lado do jovem, pegou na sua mão e disse:
terça-feira, maio 12, 2009
O sapato

Imediatamente, Claudio retirou o seu outro sapato e mandou pela janela.
Um rapaz no autocarro que observava a situação, sem o poder ajudar perguntou:
- Desculpe perguntar, mas porque é que mandou fora o seu outro sapato?
E Claudio respondeu:
- Para que alguém o encontre e seja capaz de usá-los.
Quando desceu do autocarro no seu destino, Claudio procurou uma loja, e comprou um novo par de sapatos.
O Elogio
Na visita seguinte que ela fez a mercearia o proprietário recebeu-a com um largo sorriso e disse o quanto estava feliz em vê-la novamente. Esperava que ela estivesse a gostar da sua cidade e, ainda, disse que teria imenso prazer em ajudá-los a estabelecerem-se.
"Suponho que você tenha dito a ele como achei mau o seu atendimento, não disse?" perguntou ela
"Bem, não", respondeu o vizinho. "A bem da verdade, espero que não se importe - disse-lhe que você estava surpresa de ele ter conseguido montar numa cidade pequena uma das mercearias mais bem organizadas que você já tinha visto."
Autor desconhecido
domingo, maio 10, 2009
sábado, maio 09, 2009
Caldeireiro

Após escutar a descrição feita pelo engenheiro quanto aos problemas, e de ter feito algumas perguntas, dirigiu-se à sala de máquinas.
Olhou para o labirinto de tubos retorcidos, escutou o ruído surdo das caldeiras e o silvo do vapor que escapava, durante alguns instantes; com as mãos apalpou alguns dos tubos.
Depois, cantarolando suavemente só para si, procurou no seu avental alguma coisa e tirou de lá um pequeno martelo com o qual bateu apenas uma vez numa válvula vermelha brilhante.
Imediamente, o sistema inteiro começou a trabalhar com perfeição e o caldeireiro voltou para casa.
Quando o dono do navio recebeu uma conta de $1000 queixou-se de que o caldeireiro só havia ficado na sala de máquinas durante quinze minutos e pediu uma conta pormenorizada.
Adivinhem o que o caldeireiro lhe enviou?
segunda-feira, maio 04, 2009
Os quatro principais pilares para a eficácia.

Qualquer que seja o nosso objectivo, consideramos eficácia o alcançar do mesmo. Assim será importante ter em consideração estes quatro pilares, ou se quisermos, alicerces para atingir o resultado desejado. Vejamos!
Relacionamento é o primeiro pilar, que significa especificamente aquela qualidade de confiança mútua e sensibilidade no relacionamento conhecida como “rapport” ou empatia.
Qualquer coisa que faça ou qualquer coisa que queira, ser bem sucedido irá envolver-se relacionar ou influenciar outras pessoas. Desta forma, será muito importante estabelecer rapport/empatia consigo mesmo e depois com os outros.O segundo pilar é a forma como define aquilo que quer, ou seja, Fixar a sua meta - saber o que quer exactamente. Esta chave é fundamental, a precisão. Quanto mais preciso, for sabendo o que é que quer e o porquê, mais será provável que consiga exactamente o que quer, e o mais provável é que saberá quando atingiu a sua meta. Isto é toda uma maneira de pensar - pergunte consistentemente a si mesmo e aos outros o que quer ou que eles querem.
Muitas vezes, não conseguimos, simplesmente porque ainda não nos sabemos comunicar de tal forma que seja fácil dirigir acções para alcançar o que pretendemos.Uma vez definida de forma positiva e precisa a nossa meta, será necessário desenvolver uma capacidade que todos nós já possuímos neste pequenos - Acuidade sensorial - use os seus sentidos: olhando, ouvindo e sentindo o que está a acontecer consigo e á sua volta. Desta forma, poderá dar-se conta se está no caminho da sua meta e pode usar esse feedback para ajustar o que está a fazer se for necessário.
Por fim, e não menos importante, o quarto pilar é a Flexibilidade comportamental, ou seja, tenha muitas opções de acção. Quanto mais escolhas tiver, terá hipóteses terá de sucesso. Se fizermos sempre a mesma coisa, vamos obter sempre o mesmo resultado. Vá mudando a forma como faz o que faz até obter o que quer. Se ainda não conseguiu, óptimo! Há sempre pessoas à nossa volta que nos poderão ajudar, basta ir ao encontro de quem sabe fazer bem e perguntar como é que fazem.
Mesmo que ainda não saibam quem vos pode ajudar, óptimo na mesma. Continuo sempre a vossa disposição.
Bem hajam
sábado, maio 02, 2009
quinta-feira, abril 23, 2009
Kalil Gibran sobre educação

Responda-lhe, não o instrua.


