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sábado, fevereiro 13, 2010
Ameaças ou oportunidades
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
VÍTIMAS DO AMOR
Não confunda o “ser amado ou aprovado” pelos outros com o seu valor pessoal. Independentemente de quanto os outros o possam amar ou valorizar em benefício próprio, não podem, pelo simples facto de o amarem, «dar-lhe» valor intrínseco como pessoa. Se conseguir realmente aceitar a verdade importante de que não necessita de se classificar a si próprio de nenhuma maneira, deixará de ter a necessidade desesperada da aprovação dos outros, e assim estará apto a beneficiar das vantagens práticas inerentes à aprovação dos outros e não mais a fazer depender absurdamente o seu valor como ser humano do amor ou aprovação dado ou não pelos outros. Todos de alguma forma temos a ideia de que necessitamos de amor. Desde muito cedo, através da música, dos filmes, livros, esta necessidade é veiculada, e muitas vezes que não somos nada sem o amor. É claro, se isto fosse verdade, estaríamos todos mortos. Tenho explorado muitas teorias de diversos autores, e muitos deles defendem que necessitamos de amor. Também concordo que os bebés e as crianças necessitam de amor, pois caso não haja alguém que trate delas e lhes preste assistência, morrem por abandono. As crianças dependem literalmente dos outros, particularmente dos pais para conseguirem alimento, vestuário, abrigo e assistência médica para vingarem e serem felizes. Todos nos entristecemos e indignamos sempre que lemos ou ouvimos falar de crianças que sofrem ou mesmo morrem devido a maus tratos e negligência por parte dos adultos responsáveis por elas. Mas nós, adultos bem racionais, agora já não somos essas crianças, e em termos expressos, dizer que necessitamos de qualquer coisa “é quase” que o mesmo que afirmar que morreríamos se a não tivéssemos. As únicas coisas de que necessitamos para sobreviver são os alimentos, a água, o abrigo e o ar que respiramos, tudo o resto é facultativo. É claro, que nos sentimos bem quando somos amados ou admirados por pessoas que nos são queridas e que nos sentiríamos muito menos felizes se nunca recebêssemos amor ou aprovação dos outros. Contudo, querer alguma coisa é totalmente diferente de necessitar dela.
Se acredita que os adultos humanos necessitam de amor e aprovação e que não podem viver felizes sem eles, convido-o a considerar estas ideias alternativas:
1) Caso necessite sempre de amor terá de parecer adorável, particularmente para aqueles de cujo amor desesperadamente «necessita». Conhece alguém que tenha parecido adorável durante todos os momentos da vida? Talvez hoje pareça adorável, ou seja, tenha algumas características de personalidade e outros atributos que outras pessoas pensam ser adoráveis. Mas poderá alguém garantir que continue adorável amanhã?
2) Mesmo que exija amor da parte de algumas das pessoas que o rodeiam não é provável que o consiga de todas elas. Algumas podem desaprová-lo porque lhe falta alguma qualidade que consideram importante ou porque possui uma característica que elas pensam ser desagradável. Pode ser exageradamente baixo, ou magro ou ter a cor de pele pouco atractiva ou, ainda, falar com voz esganiçada. Não há muito que possa fazer em relação a estas características inatas. Outras podem desaprová-lo durante toda a vida só porque não confiam em si devido a qualquer erro cometido no encontro anterior. Ainda, outras estarão mais interessadas em conseguir que as ame a elas!
3) A partir do momento em que conseguiu o amor de que pensava necessitar, também tenderá a preocupar-se sobre quanto tempo este durará e se a outra pessoa o ama suficientemente. Se existir uma ansiedade face a estes aspectos, é possível que o outro se comece a sentir incomodado pela sua necessidade contínua de confirmação.
4) Tenho colaborado com variadas as pessoas com uma necessidade extrema de amor e aprovação, que tendem a procurar a atenção dos outros de forma compulsiva e tentam ser populares mostrando-se espirituosos e excelente companhia para alguém que consigam persuadir a ouvi-los. Acontece que quando isto não funciona, estas pessoas adoptam uma atitude de pena de si próprios e queixam-se de serem ignorados. Descobrimos aqui uma capa que esconde uma série de sentimentos de menor valia pessoal. Na realidade, o que estas pessoas estão a dizer é: «Tenho necessidade de ter o teu amor ou aprovação porque sou alguém que não presta e que não consegue gerir a vida sozinha, e por isso necessito desesperadamente do teu amor e aprovação.» Acontece que, quanto mais se disfarçam os sentimentos de menos valia pessoal menos provável é que se seja capaz de lidar com eles, aprendendo a desembaraçar-se sozinha, com ou sem a aprovação dos outros.
Agora pense no custo que terá de pagar por se render aos desejos incessantes de lutar pelo amor e aprovação de determinadas pessoas. Quanto mais tenta conseguir a aprovação dos outros (ser sempre amigo e estar sempre presente, pondo os desejos dos outros à frente dos seus) mais acabarão por viver a vida segundo o desejo deles, em vez de lutar pelos seus próprios objectivos e valores.
É claro que muitas pessoas ficarão satisfeitas por estar sempre na disposição de lhes satisfazer os seus mais íntimos desejos mas, no limite, acabarão por perder todo o respeito e consideração por si. As suas incessantes atenções podem, inclusivamente, aborrecê-las ao ponto de o começarem a desprezar.
Somos o que pensamos
"Somos o que pensamos. Tudo o que somos, surge com os nossos pensamentos, e com os nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo" (Buda)
Somos o que pensamos, os caminhos que fazemos como os nossos pensamentos, o leme que conduz o navio até ao seu destino desejado. O processo do pensar é constante e ininterrupto. Até quando meditamos, a mente não descansa completamente, nem se pensarmos numa folha em branco (processo que particularmente uso para início da meditação), a mente trabalha, pensa. Por isso enquadrei, desde muito tempo, que ler, devorar livros, é um descanso à mente, ela é guiada por pensamentos de outrem – veja bem: guiada, mas não comandada.
Tal como disse Buda, “somos o que pensamos” ou ainda Pessoa "Somos do tamanho de nossos sonhos". Não precisamos ler livros de auto-ajuda, nem ir a sítios para moldar o nosso pensamento e condutas, nem tampouco mergulhar na filosofia ou ir a Psiquiatras, Psicólogos, e outros... Se eu escolho pensar no bem, eu sinto o bem; se escolho pensar no que me angustia, será isso que sentirei; se pensar na morte da bezerra, vou com certeza apenas esperar o enterro da coitadinha...
É claro que o aqui exposto não é a descoberta do tesouro, pois não estou a dizer nada de novo, não descobri coisa nenhuma, são frases e pensamentos por demais discutidos e tendo em cima deles, frases de efeito criadas e recriadas. Porém, esquecemo-nos disso com uma facilidade enorme, e quando damos por ela, lá estamos associados a algo desagradável e a criar emoções que nos dominam por completo, todo e qualquer raciocínio lógico, contudo tal como qualquer treino, estudo ou aprendizagem, também o domínio da mente poderá ser um objectivo a alcançar. Encontramos isto sobretudo no oriente, que em contraste com o ocidente, procuram melhorar a existência espiritual.
Nos tempos que correm, é pois fundamental, ajudarmo-nos a pensar de forma saudável, para que tenhamos condições emocionais para enfrentar todos os factores externos que de certa forma nos podem prejudicar a estabilidade.
"Penso, logo existo"... Nisto também Descartes estava certo. Existamos, da forma como gostaríamos de existir.
terça-feira, fevereiro 09, 2010
APRENDER A APRENDER
Um dos trabalhos mais fascinantes é sem dúvida encontrar respostas para as nossas inquietações. Tenho tido o privilégio de fazer exactamente isso. Nos tempos que correm, nem sempre é fácil conseguir viver da melhor forma, ou melhor, de forma tranquila e motivada, pois são imensos os factores exteriores que muito nos condicionam e atormentam.
É nesta busca incessante de resultados e bem-estar, que todos nós fazemos o melhor que sabemos e podemos nas circunstâncias em que co-habitamos.
Mas será que sabemos de facto uma boa forma de estar e agir. Com certeza que é a melhor que aprendemos.
A propósito disto, conhecem aquela história do mestre lenhador…
Ora, um dos desportos tradicionais do Alasca é o corte de árvores. Há lenhadores famosos com um grande domínio, habilidade e energia no uso do machado. Um jovem que queria tornar-se também num grande lenhador, ouviu falar do melhor dos lenhadores do país e decidiu ir ao seu encontro.
— Quero ser seu discípulo. Quero aprender a cortar árvores como você.
O jovem aplicou-se a aprender as lições do mestre. Depois de algum tempo, acreditou que o tinha superado. Sentia-se mais forte, mais ágil, mais jovem, estava seguro de vencer facilmente o velho lenhador. Assim desafiou o seu mestre a competir oito horas, para saber qual dos dois poderia cortar mais árvores.
O mestre aceitou o desafio, o jovem lenhador começou a cortar árvores com entusiasmo e vigor. Entre uma árvore e outra olhava o seu mestre, mas a maior parte das vezes encontrava-o sentado. O jovem voltava então as suas árvores. Seguro de vencer e sentindo pena pelo seu velho mestre.
Ao cair do dia e para grande surpresa do jovem, o velho mestre tinha cortado muito mais árvores que ele.
— Como era possível? — Surpreendendo-se — Quase todas as vezes que o observei, você estava a descansar!
— Não, meu filho, eu não descansava. Estava a afiar o meu machado. Essa é a razão por teres perdido.
O tempo empregue a afiar o machado é valiosamente recompensado.
O reforço no processo de aprendizagem, que dura toda a vida, é como afiar o machado.
Fica aqui a minha sugestão, procure explorar a forma como vive a sua vida e modele que vive bem a sua volta.
Continue a afiar o seu machado, nesse sítio!
quinta-feira, novembro 05, 2009
O Monge Mordido
O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho picou-o e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.
Foi então à margem, pegou num ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e salvou-o.
O monge voltou e juntou-se aos discípulos na estrada .
Eles tinham assistido à cena e receberam-no perplexos e penalizados.
- Mestre deve estar muito doente! Porque foi salvar esse bicho mau e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos!
Veja como ele respondeu à sua ajuda, picou a mão que o salvara!
Não merecia sua compaixão!
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
(Autor desconhecido)
quinta-feira, outubro 15, 2009
O QUE A PNL PODE FAZER POR SI
- Para ajudar os outros a desenvolver os seus potenciais.
- Desabrochar interiormente - criar relacionamentos mais ricos na sua vida.
• PNL: baseia-se em exemplos de excelência e na compreensão da maneira como essas pessoas fazem o que fazem, de modo que também nós possamos adoptar esses modelos de excelência e usá-los nas nossas próprias vidas.
Pais, terapeutas, consultores, médicos, educadores, gerentes, advogados, profissionais de vendas, treinadores, e outros que dependem da qualidade da sua comunicação.
domingo, outubro 11, 2009
domingo, outubro 04, 2009
AS TRÊS COMPETÊNCIAS BÁSICAS DOS COMUNICADORES EXCELÊNTES
1. SABEM O QUE QUEREM!
2. ESTÃO ALERTA ÀS REACÇÕES QUE RECEBEM!
3. POSSUEM A FLEXIBILIDADE PARA MODIFICAR O COMPORTAMENTO ATÉ RECEBEREM A RESPOSTA QUE QUEREM!
sexta-feira, outubro 02, 2009
Os Cinco Passos Para o Sucesso
Você deve ter um objectivo para tudo que faz. Escolher não fazer nada ou perambular pela vida é um objectivo – perceba que você é que escolheu isso e se pergunte: "Como é que este objectivo me está servindo?" Quando você não tem nada específico para alcançar, tem muita gente que tem e, muitas vezes, você se depara ajudando-as a atingir o objectivo delas! Quando isso acontece, você pode sentir que alguém tirou vantagem de você ou pode culpar a outra pessoa. Ou deve perceber que foi você que escolheu esse caminho e, ao fazer isso, criou os resultados decorrentes. Não há ninguém para ser responsabilizado. Fique consciente das escolhas que você está fazendo na sua vida e das consequências (recompensas) que surgem. Qual é o seu objectivo ao ler este artigo? Se for simplesmente ler este artigo – congratule-se, você está a caminho de alcançá-lo! Ou você pode querer considerar o seguinte objectivo: encontrar pelo menos uma ideia neste artigo que se você a aoptar hoje, pode mudar a sua vida para melhor.Quando você estiver pronto, porque não estabelece outros objetivos que gostaria de alcançar na área da saúde, dos relacionamentos, da carreira, da família...?
2. Faça alguma coisa
Muitas pessoas com um objetivo claro não agem para alcançá-lo. Quantas vezes você não ouviu um amigo (ou até você mesmo) falar apaixonadamente sobre construir ou alcançar algo ou fazer uma viagem especial e, no entanto, ele nunca se empenhou completamente e aquilo permanece apenas um sonho.Apenas para ilustrar, suponha que o meu objetivo é viajar esse fim de semana para Toronto (a cerca de 440 km a oeste de Ottawa, onde eu vivo) para desfrutar dos restaurantes e da vida noturna. A não ser que eu faça algo, tal como entrar no carro e dirigir para Toronto (ou tomar um ônibus, trem ou avião), isso irá permanecer como um objetivo que eu gostaria de alcançar no próximo fim de semana, no próximo mês, no próximo ano,...
3. Use a sua acuidade sensorial
Você precisa prestar atenção e ter alguma forma de medir para saber se está ou não fazendo progresso em relação ao seu objetivo. Ou, talvez, você já o alcançou ou está indo na direçcão errada.Retornando ao nosso exemplo de desfrutar um agradável final de semana em Toronto, suponha que eu estou dirigindo na estrada da vida, quando uma placa indica "Cidade de Quebec a 30 km" (a cidade de Quebec fica a cerca de 460 km a LESTE de Ottawa!). Eu posso notar essa informação ou como fazemos muitas vezes – escolher ignorá-la e continuar a minha jornada. Você já não fez isto? Eu sei que já fiz quando não estava prestando atenção ao que era importante para mim e ao que estava acontecendo na minha vida!
4. Seja Flexível
Realmente, alguns vêem as placas de sinalização da vida e escolhem não reconhecer que precisam mudar de rumo, de comportamento, etc.No nosso exemplo, eu posso escolher e perceber que dirigi 400 km na direção errada (leste, quando meu destino era oeste) e esperar, que se eu persistir bastante tempo nessa direção, eventualmente tudo vai dar certo. Ou eu posso tomar consciência da placa de sinalização e decidir explorar quais são as outras opções disponíveis para mim – retornar no próximo retorno e me dirigir para Toronto, dirigir para a cidade de Quebec e pegar um avião para Toronto, ou escolher passar o fim de semana em Quebec e desfrutar dos seus restaurantes e da vida nocturna.
5. Assuma a Fisiologia e a Psicologia da Excelência
Lembre-se que seus pensamentos (representações internas) afectam a sua fisiologia e que a sua fisiologia afecta os seus pensamentos. Na sua mente, você deve ter pensamentos (imagens, sons, sensações, sabor e cheiros) para alcançar o seu objetivo, enquanto adopta a fisiologia de já o ter alcançado.Isso lembra-me uma história verídica que me foi contada por um estudante de uma das minhas turmas. Ele tinha um amigo que, depois de graduar no segundo grau, queria ser executivo de uma instituição financeira. Depois da graduação, o melhor emprego que ele conseguiu encontrar foi no sector de expedição de correspondência de uma instituição financeira. De modo nenhum isso o intimidou. Todos os dias, ele se apresentava para o trabalho de fato e gravata e se conduzia como se já fosse um executivo – porque na sua mente, ele era um executivo que, só por acaso, estava tendo uma pequena experiência na expedição. Você acha que ele foi notado? Com certeza! Você acha que ele progrediu na instituição financeira – SIM! Alguns anos mais tarde, a administração reconheceu o que ele sabia desde o princípio e oficialmente o nomearam executivo da instituição financeira.
E a PNL é muito mais do que isto!
Roger Ellerton, PhD, é Trainer de PNL certificado, consultor certificado de administração, fundador e sócio gerente da Renewal Technologies. O artigo acima é baseado no seu livro Live Your Dreams Let Reality Catch Up: NLP and Common Sense for Coaches, Managers and You.
Feedback (PNL - Barcelos)
Bem hajam e até uma próxima.
terça-feira, setembro 29, 2009
terça-feira, setembro 15, 2009
segunda-feira, setembro 14, 2009
domingo, setembro 06, 2009
Receitas para o fracasso e frustração
2. Basta pensar positivo. Peça o que quer e pense positivo. Faça afirmações. Passe o dia inteiro a fazer isso. Não precisa fazer mais nada. O Universo vai se encarregar de todo o resto.
5. Esqueça os objetivos. Não faça planos. Improvise. Viva somente o presente. Não ensinaram que o futuro não existe? Que só existe o presente?
7. Sinta-se violentado, humilhado, ignorado, desprezado. As pessoas querem prejudica-lo.
8. Perante um problema, esqueça o que pode fazer. Esqueça o que qualquer um pode fazer. Soluções triviais, “pequenas”, não interessam. Pense nas coisas que não pode fazer. Vai ver que há muitas coisas que não pode fazer, que dependem dos outros, que são impossíveis. Diga o quanto é difícil resolver esse problema. E acredite nisso. As coisas difíceis são mais valorizadas.
quarta-feira, agosto 26, 2009
Flexibilidade

terça-feira, agosto 25, 2009
Testes PNL
segunda-feira, agosto 24, 2009
Levando Luz à Escuridão

domingo, agosto 23, 2009
O que a PNL pode fazer por si.

• Definir resultados atraentes para si mesmo, resultados que, por sua natureza, assumam ímpeto próprio e maximizem as hipoteses de conseguir o que se quer, tanto no âmbito pessoal quanto nos negócios;
• Desenvolver relacionamentos de alta qualidade com as pessoas que estão a sua volta e com as quais entra em contacto no dia-a-dia da sua vida profissional e pessoal;
• Aumentar a sua sensibilidade em relação a si mesmo e aos outros, para melhor se conscientizar das mudanças sutis de comportamento e atitude e dos efeitos da sua forma de comunicar;
• Desenvolver a sua flexibilidade, para que tenha mais opções e, consequentemente, mais influência sobre as situações da sua vida;
• Melhorar a sua capacidade de gerar comprometimento, cooperação e entusiasmo nas pessoas ao seu redor;
• Gerir os seus pensamentos e sentimentos, a assim controlar as suas emoções e seu destino;
• Desenvolver a sua capacidade de aceder ao inconsciente e aproveitar o seu potencial.




