segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Livros Estrutura da Magia



Descrição: Se ambiciona mudar alguns aspectos da sua vida, vai encontrar neste manual uma óptima ferramenta que o vai ajudar a alcançar a qualidade de vida que deseja e lhe vai ensinar a controlar não só a sua vida pessoal mas também a profissional. Segundo o autor deste livro basta concentrar-se no poder da sua mente para conseguir fazer, conquistar e criar tudo o que quer para a sua vida.

Um dos melhores livros de iniciação a Pnl, escrito por Anthony Robbins, um dos maiores especialistas do mundo nesta área. Bastante completo, pratico e com exemplos do dia a dia. Muito compreensivo, divertido e de fácil leitura. Um livro capaz de modificar a sua vida para melhor e para sempre. Este livro revela:



- Como descobrir o que realmente quer da vida.

- Conhecer as sete leis do sucesso.

- Como reprogramar a sua mente para eliminar medos e fobias.

- Criar uma relação de empatia com qualquer pessoa.

- Encontrar a chave do sucesso da fortuna e do bem-estar.

O Autor: Anthony Robbins, que já treinou a motivação de desempenho de chefes de estado, membros de famílias reais, atletas olímpicos e estrelas de cinema, ensina-o aqui, a par e passo, como conseguir um desempenho óptimo e como alcançar a independência quer financeira quer emocional. Passou mais de metade da sua vida a ajudar as pessoas a a desenvolver o seu potencial. É considerado o maior especialista nos EUA na área da motivação e desempenho. Dá conferências e palestras assistidas por milhares de pessoas.


Idioma: Português de Portugal. Este é um dos poucos livros de programação neurolinguistica escritos em português de Portugal. Está excelentemente traduzido.


Preço: 22 euros (Iva Incluído, portes não incluídos 6,00 €)

Prazo de entrega: 24 Horas


Encomendar: Em:

Www.estruturadamagia,com

Ou por e-mail para: encomendas@estruturadamagia.com

domingo, fevereiro 21, 2010

Quem são estes dois?...

Siga as nossas sinergias:

http://www.espacointegral.com/portal/

http://ippnl2.blogspot.com/

Terapia da Linha do Tempo

Através da Terapia da Linha do Tempo, poderemos transformar todo o nosso passado e rentabilizá-lo totalmente a nosso favor, para que o presente seja ainda mais fluído, tendo uma maneira de ser e de estar totalmente congruente com os seus valores que sustentam a sua identidade, rumo aos seus objectivos (Missão).

Nota: o domínio desta técnica evitará muitas horas de terapia...
- Aplicação da PNL, nível Practitioner.


http://www.tadjames.com/



sábado, fevereiro 20, 2010

Receitas para o fracasso e frustração

“Conheça o inimigo e a si mesmo, e obterá a vitória sem qualquer perigo; conheça o terreno e as condições da natureza, e será sempre vitorioso.”
É claro que todos nós não queremos o fracasso, nem viver em frustração.
Contudo é tal o nosso potencial, que somos nós próprios que consciente ou inconscientemente construímos o fracasso ou a frustração.
Até para aquilo que não queremos é preciso ter habilidades, é para aqueles que ainda não sabem “como” que aqui vão algumas receitas a evitar ou a deixar de fazer.
1. Tenha objectivos vagos, imprecisos, genéricos. Esqueça os detalhes. Detalhes não são importantes. Diga: “eu quero ser feliz, ganhar muito dinheiro, viajar no fim do ano, etc.”. Isso basta.
2. Basta pensar positivo. Peça o que quer e pense positivo. Faça afirmações. Passe o dia inteiro a fazer isso. Não precisa fazer mais nada. O Universo vai se encarregar de todo o resto.
3. Pense insistentemente nas coisas que não quer. Coisas que detesta. Coisas que teme. Gente que irrita, etc.
4. Queira tudo ao mesmo tempo. Para ontem. Tenha pressa. Faça mil coisas ao mesmo tempo. Afinal, a vida é curta. Foco? Isso é para gente “parada” e você não é assim.
5. Esqueça os objectivos. Não faça planos. Improvise. Viva somente o presente. Não ensinaram que o futuro não existe? Que só existe o presente?
6. Preste atenção as coisas erradas que acontecem a sua volta. Pessoas egoístas, feias, deselegantes, mal-intencionadas. Diga que todo o político é uma praga e procure exemplos para reforçar o seu ponto de vista. Violência, corrupção, tragédias, crises. Imagine um ano catastrófico.
7. Sinta-se agredido, humilhado, ignorado, desprezado. As pessoas querem prejudica-lo. As pessoas falam mal de si. Querem sempre tirar proveito de si. Ninguém quer dar espaço, ninguém respeita ninguém. Perante um mundo assim, o que pode fazer, além de se sentir impotente, revoltado, sem esperanças?
8. Perante um problema, esqueça o que pode fazer. Esqueça o que qualquer um pode fazer. Soluções triviais, “pequenas”, não interessam. Pense nas coisas que não pode fazer. Vai ver que há muitas coisas que não pode fazer, que dependem dos outros, que são impossíveis. Diga o quanto é difícil resolver esse problema. E acredite nisso. As coisas difíceis são mais valorizadas.
9. Tenha horror à disciplina. Diga que a disciplina é como uma prisão. Que a disciplina não combina com a liberdade que quer.
Diga que a disciplina é chata, imposição, cerceamento, falta de criatividade, desrespeito.
Viva uma vida livre: ignore compromissos que assumiu, ou melhor, não assuma compromissos.
Não prometa, não tenha objectivos, não defina prazos, não tenha horário para nada, não tenha orçamento para os seus gastos. Viva a liberdade, já.
10. Condicione a sua felicidade a eventos e pessoas.
Diga: ”só vou ser feliz quando…” Quando tiver muito dinheiro, quando mudar de emprego, quando o meu filho se formar, quando conseguir promoção, quando me reformar, quando o meu chefe for transferido, quando conseguir pagar as dívidas, quando…

Nota: para quem não percebe, é importante clarificar que estas são receitas negativas e que ao pratica-las com certeza que frustração e fracasso surgiram em abundância.Bem hajam e procurem o melhor de vós e de quem vos rodeia.

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Chegue à raiz

Quando nos deparamos com um problema, em vez de investir tempo e energia para resolvê-lo, nós geralmente tentamos mudá-lo de lugar – ou para a mesa de outra pessoa, ou para o departamento, ou até mesmo para a cidade de outra pessoa.

Eu vi isso pessoalmente quando visitei as Filipinas no mês passado. O governo de lá quer transferir muitos dos sem-teto de Manila para outra cidade. Contudo, eles estão sendo mudados de lugar e não sendo capacitados, educados, instruídos nem encorajados. É uma transferência. Não uma solução. O problema ainda existe. Apenas não mais nas ruas de Manila.

Não basta transferir um empregado difícil para outra filial. Eu soube que a nova ‘solução’ para o lixo nuclear é colocá-lo à deriva em uma barca. Pelo menos assim, a energia nuclear não vai ficar em um só lugar. Não, assim ela vai alcançar vários lugares diferentes. Que boa jogada.

Mudar os problemas de lugar não resolve a questão. O problema continua existindo, mesmo se você não precisar vê-lo nem sentir seu cheiro.

Na nossa própria vida, nós geralmente tentamos mudar nossos problemas de lugar, sem tentar resolvê-los realmente. Nós às vezes abandonamos um vício simplesmente para desenvolver outro; porque transferimos a necessidade, em vez de chegar à sua raiz e removê-la. Pode ser que consigamos preencher uma sensação de vazio, mas se houver problemas de inadequação ou insegurança, e eles não forem tratados no nível da causa, eles aparecerão em outras áreas da nossa vida.

Quando as coisas parecem bem, isto não quer dizer que estejam bem. Mesmo quando o caminhão do lixo vai embora do nosso bairro, lembre-se, o refugo vai para outro lugar.

Conheço muitas pessoas que mudaram de emprego ou casa à procura de alguma coisa melhor. Mas porque elas tentam mudar de ambiente, sem assumir responsabilidade de mudarem a si mesmas, a única coisa que muda é o cenário. Os problemas continuam os mesmos. Você não pode largar um emprego por causa de um chefe tirânico. Esse chefe vai aparecer com uma roupa diferente em um cenário diferente no seu próximo emprego. Isso não é uma previsão minha. É uma verdade espiritual.

O que os olhos não vêem o coração não sente não funciona – nem espiritual, nem fisicamente.

Esta semana, vamos examinar com sinceridade os nossos problemas, inclusive aqueles que achamos que já superamos. Será que realmente resolvemos as questões ou simplesmente as mudamos de lugar? Será que procuramos soluções no exterior, quando a verdadeira solução está no interior?

Podemos utilizar o mantra visual abaixo para nos permitir chegar à raiz. A boa notícia é que quando removemos o problema pela raiz, simultaneamente criamos mais espaço dentro de nós para realização genuína e não um mero alívio.

Tudo de bom,

Yehuda


Linguagem - criar armadilhas para nós mesmos

Muitos dos problemas que temos são criados ou mantidos por nós mesmos, e muitas vezes não percebemos esse facto. Não percebendo, é natural começarmos a sentir-nos ameaçados, ansiosos, irritados, injustiçados, prejudicados, etc. Nós podemos aumentar os problemas, assim como podemos diminuí-los e isso não tem nada a ver com a dimensão real do problema. Experimente pensar num dos seus problemas. Agora, diga: “Tenho um enorme problema” Como isso lhe parece?
Provavelmente a imagem que vem a sua mente é de que o problema seja realmente enorme. Que tal uma imagem de uma pedra gigantesca a ameaça-lo e a esmagá-lo? Agora, experimente dizer: “Estou a resolver um problemazinho”. E agora? A sensação é a mesma? “Estou a resolver um problemazinho” não combina com ansiedade, nem com a hipotética imagem de pedra gigante e ameaçadora? Provavelmente ao dizer isto sente-se mais leve e dá uma impressão de que o problema está quase resolvido, afinal, é apenas um “problemazinho”…
Algumas pessoas diriam que isso é apenas um jogo de palavras.
Pois estão redondamente enganadas. A maneira como fala sobre o seu problema pode aumentar ou diminuir as suas hipóteses de resolvê-lo.
Não é “apenas uma questão de semântica” ou “jogo de palavras”. Quem fala dessa maneira está a desprezar uma ferramenta muito valiosa para a solução dos seus problemas: a linguagem. A maneira como falamos reflecte a maneira como pensamos e sentimos.
Mas ao mesmo tempo, a maneira como falamos influência a maneira como pensamos e sentimos. E a maneira como pensamos e sentimos influência a maneira como agimos.
Os resultados que obtemos dependem da maneira como agimos. Como as pessoas “aumentam” os seus problemas através do uso inadequado da linguagem? Uma das formas é fazendo afirmações genéricas e globais como estas: “Ninguém gosta de mim”, “Nunca fui com a cara daquela pessoa”, “Esqueço-me sempre de anotar os pontos importantes”.
Compare com estas frases: “A Maria disse que não gosta de mim”, “Eu senti-me incomodado com o olhar daquela pessoa”, “Esta é a segunda vez que me esqueço de anotar um item importante”. Provavelmente sentiu a diferença no “tamanho” dos problemas.
Existem várias outras formas de aumentar ou diminuir um problema.
Outra forma muito comum de aumentar o tamanho do problema: “Ele pensa que eu sou idiota”. A menos que outra a pessoa tenha dito “tu és um idiota”, esta forma de se expressar aumenta o problema, pois está baseada em suposições e provocam sentimentos negativos como raiva, ressentimento, etc. Quer mais exemplos? “Eu não posso falar a verdade”. “Eu não consigo guardar dinheiro”. Ao usar a expressão “não consigo” ou “não posso”, a pessoa sente-se impotente, sem capacidade de solucionar o problema. Se ao invés disso disser: “Eu não quero falar a verdade”, “Eu não quero guardar dinheiro”, o que mudaria? Geralmente as pessoas não percebem que o “não posso” é na verdade “não quero”, mas não querem assumir essa responsabilidade.
Também não percebem que ao fugir da responsabilidade, estão a abrir mão do poder. Por isso, sentem-se impotentes. A maneira como fala dos seus problemas está ajudá-lo a resolvê-los? Se não está, que mudanças poderá fazer na sua linguagem?

terça-feira, fevereiro 16, 2010

O instinto mais forte do ser humano

O instinto mais forte do ser humano não é o da sobrevivência.

O instinto mais forte do ser humano é a necessidade de olhar para aquilo que é familiar.

Sente-se confortável e seguro diante do que lhe é familiar.

Fica incomodado diante do que é desconhecido. Dependendo da situação, pode até entrar em pânico.

Algumas pessoas conseguem transformar rapidamente o desconhecido em algo familiar.

Fazem isso começando por se focalizarem naquilo que há de familiar no meio do desconhecido.

Outras, tem enormes dificuldades com o desconhecido.

Fazem isso ao focalizarem-se nas diferenças, anulando qualquer sinal de semelhança. Preferem o sofrimento conhecido ao prazer desconhecido.

Em casos extremos, preferem a morte a enfrentar o desconhecido.

sábado, fevereiro 13, 2010

COISAS QUE PODEMOS FAZER, COISAS QUE NAO PODEMOS FAZER.

Perante de um problema, há coisas que podemos fazer e também há coisas que não podemos fazer.
Algumas pessoas dão muita importância para as coisas que não podem fazer.
Ao focar constantemente em coisas que estão fora de seu alcance, desperdiçam a sua energia.
Deixam de fazer as coisas que poderiam fazer.
Deixando de fazer o que poderiam fazer, a situação tende a agravar-se.
Tambem há pessoas que sabem separar o que podem fazer e o que não podem fazer.
Aceitam o facto de que determinadas coisas estão fora do seu alcance, naquele momento.
E passam a focar e fazer efectivamente as coisas que podem fazer.
Essa atitude tende a expandir a sua área de influencia.
Algumas coisas que estavam fora do seu alcance, passam a fazer parte do que elas podem fazer.

Ameaças ou oportunidades

Ameaça ou oportunidade?
Quase sempre é uma questão de ponto de vista.
É uma questão de escolha.
Agimos de acordo com a escolha que fazemos.
Se escolhermos ver uma situação como uma ameaça, senti-mo-nos ameaçados.
Movidos por esse sentimento, teremos resultados coerentes com essa ideia: a ameaça estará presente — na mente de quem se sente ameaçado.
Se escolhermos ver a mesma situação como oportunidade, agiremos com essa possibilidade em mente.
Agiremos para transformar a oportunidade num ganho real.
Estaremos a aumentar as hipóteses de obtermos resultados alinhados com esse ponto de vista — ou essa escolha.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

VÍTIMAS DO AMOR

Não confunda o “ser amado ou aprovado” pelos outros com o seu valor pessoal. Independentemente de quanto os ou­tros o possam amar ou valorizar em benefício próprio, não podem, pelo simples facto de o amarem, «dar-lhe» valor intrínseco como pes­soa. Se conseguir realmente aceitar a verdade importante de que não necessita de se classificar a si próprio de nenhuma maneira, deixará de ter a necessidade desesperada da aprovação dos outros, e assim estará apto a beneficiar das vantagens prá­ticas inerentes à aprovação dos outros e não mais a fazer depender absurdamente o seu valor como ser humano do amor ou aprovação dado ou não pelos outros. Todos de alguma forma temos a ideia de que necessitamos de amor. Desde muito cedo, através da música, dos filmes, livros, esta necessidade é veiculada, e muitas vezes que não somos nada sem o amor. É claro, se isto fosse verdade, estaríamos todos mortos. Tenho explorado muitas teorias de diversos autores, e muitos deles defendem que necessitamos de amor. Também concordo que os bebés e as crianças necessitam de amor, pois caso não haja alguém que trate delas e lhes preste assistência, morrem por abandono. As crianças dependem literalmente dos outros, particularmente dos pais para conseguirem alimento, vestuário, abrigo e assistência médica para vingarem e serem felizes. Todos nos entristecemos e indignamos sempre que lemos ou ouvimos falar de crianças que sofrem ou mesmo morrem devido a maus tratos e negligência por parte dos adultos responsáveis por elas. Mas nós, adultos bem racionais, agora já não somos essas crianças, e em termos expressos, dizer que necessitamos de qualquer coisa “é quase” que o mesmo que afirmar que morreríamos se a não tivéssemos. As únicas coisas de que necessitamos para sobreviver são os alimentos, a água, o abrigo e o ar que respiramos, tudo o resto é facultativo. É claro, que nos sentimos bem quando somos amados ou admirados por pessoas que nos são queridas e que nos sentiríamos muito menos felizes se nunca recebêssemos amor ou aprovação dos outros. Contudo, querer alguma coisa é totalmente diferente de necessitar dela.

Se acredita que os adultos humanos necessitam de amor e aprovação e que não podem viver felizes sem eles, convido-o a considerar estas ideias alternativas:

1) Caso necessite sempre de amor terá de parecer adorável, particularmente para aqueles de cujo amor desesperadamente «necessita». Conhece alguém que tenha parecido adorável durante todos os momentos da vida? Talvez hoje pareça adorável, ou seja, tenha algumas características de personalidade e outros atributos que outras pessoas pensam ser adoráveis. Mas poderá alguém garantir que continue adorável amanhã?

2) Mesmo que exija amor da parte de algumas das pessoas que o rodeiam não é provável que o consiga de todas elas. Algumas podem desaprová-lo porque lhe falta alguma qualidade que consideram importante ou porque possui uma característica que elas pensam ser desagradável. Pode ser exageradamente baixo, ou magro ou ter a cor de pele pouco atractiva ou, ainda, falar com voz esganiçada. Não há muito que possa fazer em relação a estas características inatas. Outras podem desaprová-lo durante toda a vida só porque não confiam em si devido a qualquer erro cometido no encontro anterior. Ainda, outras estarão mais interessadas em conseguir que as ame a elas!

3) A partir do momento em que conseguiu o amor de que pensava necessitar, também tenderá a preocupar-se sobre quanto tempo este durará e se a outra pessoa o ama suficientemente. Se existir uma ansiedade face a estes aspectos, é possível que o outro se comece a sentir incomodado pela sua necessidade contínua de confirmação.

4) Tenho colaborado com variadas as pessoas com uma necessidade extrema de amor e aprovação, que tendem a procurar a atenção dos outros de forma compulsiva e tentam ser populares mostrando-se espirituosos e excelente companhia para alguém que consigam persuadir a ouvi-los. Acontece que quando isto não funciona, estas pessoas adoptam uma atitude de pena de si próprios e queixam-se de serem ignorados. Descobrimos aqui uma capa que esconde uma série de sentimentos de menor valia pessoal. Na realidade, o que estas pessoas estão a dizer é: «Tenho necessidade de ter o teu amor ou aprovação porque sou alguém que não presta e que não consegue gerir a vida sozinha, e por isso necessito desesperadamente do teu amor e aprovação.» Acontece que, quanto mais se disfarçam os sentimentos de menos valia pessoal menos provável é que se seja capaz de lidar com eles, aprendendo a desembaraçar-se sozinha, com ou sem a aprovação dos outros.

Agora pense no custo que terá de pagar por se render aos desejos incessantes de lutar pelo amor e aprovação de determinadas pessoas. Quanto mais tenta conseguir a aprovação dos outros (ser sempre amigo e estar sempre presente, pondo os desejos dos outros à frente dos seus) mais acabarão por viver a vida segundo o desejo deles, em vez de lutar pelos seus próprios objectivos e valores.

É claro que muitas pessoas ficarão satisfeitas por estar sempre na disposição de lhes satisfazer os seus mais íntimos desejos mas, no limite, acabarão por perder todo o respeito e consideração por si. As suas incessantes atenções podem, inclusivamente, aborrecê-las ao ponto de o começarem a desprezar.

Assim, a necessidade extrema de amor e aprovação pode-lhe ser muito prejudicial, e será de todo importante conseguir libertar-se dessa prisão.

Somos o que pensamos

"Somos o que pensamos. Tudo o que somos, surge com os nossos pensamentos, e com os nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo" (Buda)

Somos o que pensamos, os caminhos que fazemos como os nossos pensamentos, o leme que conduz o navio até ao seu destino desejado. O processo do pensar é constante e ininterrupto. Até quando meditamos, a mente não descansa completamente, nem se pensarmos numa folha em branco (processo que particularmente uso para início da meditação), a mente trabalha, pensa. Por isso enquadrei, desde muito tempo, que ler, devorar livros, é um descanso à mente, ela é guiada por pensamentos de outrem – veja bem: guiada, mas não comandada.

Tal como disse Buda, “somos o que pensamos” ou ainda Pessoa "Somos do tamanho de nossos sonhos". Não precisamos ler livros de auto-ajuda, nem ir a sítios para moldar o nosso pensamento e condutas, nem tampouco mergulhar na filosofia ou ir a Psiquiatras, Psicólogos, e outros... Se eu escolho pensar no bem, eu sinto o bem; se escolho pensar no que me angustia, será isso que sentirei; se pensar na morte da bezerra, vou com certeza apenas esperar o enterro da coitadinha...

É claro que o aqui exposto não é a descoberta do tesouro, pois não estou a dizer nada de novo, não descobri coisa nenhuma, são frases e pensamentos por demais discutidos e tendo em cima deles, frases de efeito criadas e recriadas. Porém, esquecemo-nos disso com uma facilidade enorme, e quando damos por ela, lá estamos associados a algo desagradável e a criar emoções que nos dominam por completo, todo e qualquer raciocínio lógico, contudo tal como qualquer treino, estudo ou aprendizagem, também o domínio da mente poderá ser um objectivo a alcançar. Encontramos isto sobretudo no oriente, que em contraste com o ocidente, procuram melhorar a existência espiritual.

Nos tempos que correm, é pois fundamental, ajudarmo-nos a pensar de forma saudável, para que tenhamos condições emocionais para enfrentar todos os factores externos que de certa forma nos podem prejudicar a estabilidade.

"Penso, logo existo"... Nisto também Descartes estava certo. Existamos, da forma como gostaríamos de existir.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

APRENDER A APRENDER

Um dos trabalhos mais fascinantes é sem dúvida encontrar respostas para as nossas inquietações. Tenho tido o privilégio de fazer exactamente isso. Nos tempos que correm, nem sempre é fácil conseguir viver da melhor forma, ou melhor, de forma tranquila e motivada, pois são imensos os factores exteriores que muito nos condicionam e atormentam.

É nesta busca incessante de resultados e bem-estar, que todos nós fazemos o melhor que sabemos e podemos nas circunstâncias em que co-habitamos.

Mas será que sabemos de facto uma boa forma de estar e agir. Com certeza que é a melhor que aprendemos.

A propósito disto, conhecem aquela história do mestre lenhador…

Ora, um dos desportos tradicionais do Alasca é o corte de árvores. Há lenhadores famosos com um grande domínio, habilidade e energia no uso do machado. Um jovem que queria tornar-se também num grande lenhador, ouviu falar do melhor dos lenhadores do país e decidiu ir ao seu encontro.

Quero ser seu discípulo. Quero aprender a cortar árvores como você.

O jovem aplicou-se a aprender as lições do mestre. Depois de algum tempo, acreditou que o tinha superado. Sentia-se mais forte, mais ágil, mais jovem, estava seguro de vencer facilmente o velho lenhador. Assim desafiou o seu mestre a competir oito horas, para saber qual dos dois poderia cortar mais árvores.

O mestre aceitou o desafio, o jovem lenhador começou a cortar árvores com entusiasmo e vigor. Entre uma árvore e outra olhava o seu mestre, mas a maior parte das vezes encontrava-o sentado. O jovem voltava então as suas árvores. Seguro de vencer e sentindo pena pelo seu velho mestre.

Ao cair do dia e para grande surpresa do jovem, o velho mestre tinha cortado muito mais árvores que ele.

— Como era possível? — Surpreendendo-se — Quase todas as vezes que o observei, você estava a descansar!

— Não, meu filho, eu não descansava. Estava a afiar o meu machado. Essa é a razão por teres perdido.

O tempo empregue a afiar o machado é valiosamente recompensado.

O reforço no processo de aprendizagem, que dura toda a vida, é como afiar o machado.

Fica aqui a minha sugestão, procure explorar a forma como vive a sua vida e modele que vive bem a sua volta.

Continue a afiar o seu machado, nesse sítio!

quinta-feira, novembro 05, 2009

O Monge Mordido

"Um monge e os discípulos iam pela estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião a ser arrastado pelas águas.
O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho picou-o e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.
Foi então à margem, pegou num ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e salvou-o.
O monge voltou e juntou-se aos discípulos na estrada .
Eles tinham assistido à cena e receberam-no perplexos e penalizados.
- Mestre deve estar muito doente! Porque foi salvar esse bicho mau e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos!
Veja como ele respondeu à sua ajuda, picou a mão que o salvara!
Não merecia sua compaixão!
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
- Ele agiu conforme a sua natureza, e eu de acordo com a minha.

(Autor desconhecido)

quinta-feira, outubro 15, 2009

O QUE A PNL PODE FAZER POR SI

• PNL ensina-nos a pensar sobre as soluções.
• Maneira única e actualizada de reflectir sobre nosso o mundo.
• Aprender a influenciar a si mesmo e aos seus relacionamentos com os outros, e a ter o tipo de experiência de vida que deseja.
• PNL - Construção de soluções nos negócios, no ensino, na terapia e nas relações pessoais.
• Ir além da eficiência no seu trabalho e na sua vida pessoal, se quiser não apenas ter sucesso, mas também atingir a uma evolução maior.
• Cada um de nós é um milagre esperando para acontecer.
• PNL: oferece novos meios de convivência com os outros e connosco mesmo, com o objectivo de liberar o milagre que somos.
* Habilidades em PNL: para alcançar novos sucessos nas suas carreiras.
- Para ajudar os outros a desenvolver os seus potenciais.
- Desabrochar interiormente - criar relacionamentos mais ricos na sua vida.

• PNL: baseia-se em exemplos de excelência e na compreensão da maneira como essas pessoas fazem o que fazem, de modo que também nós possamos adoptar esses modelos de excelência e usá-los nas nossas próprias vidas.
• Mudar pensamento, sentimentos, comportamento e, até mesmo, crenças, para criar mudança pessoal profunda, e para ajudar os outros a obterem mais recursos e a tornarem-se mais eficazes.
Sucesso pessoal e profissional - depende da capacidade de nos comunicarmos eficazmente:
Pais, terapeutas, consultores, médicos, educadores, gerentes, advogados, profissionais de vendas, treinadores, e outros que dependem da qualidade da sua comunicação.

domingo, outubro 04, 2009

AS TRÊS COMPETÊNCIAS BÁSICAS DOS COMUNICADORES EXCELÊNTES

John Grinder e Richard Bandler descobriram que comunicadores excelentes possuem 3 competências básicas:

1. SABEM O QUE QUEREM!
2. ESTÃO ALERTA ÀS REACÇÕES QUE RECEBEM!
3. POSSUEM A FLEXIBILIDADE PARA MODIFICAR O COMPORTAMENTO ATÉ RECEBEREM A RESPOSTA QUE QUEREM!

sexta-feira, outubro 02, 2009

IPPNL


http://ippnl2.blogspot.com/

Os Cinco Passos Para o Sucesso

1. Tenha Um Objectivo (Meta)

Você deve ter um objectivo para tudo que faz. Escolher não fazer nada ou perambular pela vida é um objectivo – perceba que você é que escolheu isso e se pergunte: "Como é que este objectivo me está servindo?" Quando você não tem nada específico para alcançar, tem muita gente que tem e, muitas vezes, você se depara ajudando-as a atingir o objectivo delas! Quando isso acontece, você pode sentir que alguém tirou vantagem de você ou pode culpar a outra pessoa. Ou deve perceber que foi você que escolheu esse caminho e, ao fazer isso, criou os resultados decorrentes. Não há ninguém para ser responsabilizado. Fique consciente das escolhas que você está fazendo na sua vida e das consequências (recompensas) que surgem. Qual é o seu objectivo ao ler este artigo? Se for simplesmente ler este artigo – congratule-se, você está a caminho de alcançá-lo! Ou você pode querer considerar o seguinte objectivo: encontrar pelo menos uma ideia neste artigo que se você a aoptar hoje, pode mudar a sua vida para melhor.Quando você estiver pronto, porque não estabelece outros objetivos que gostaria de alcançar na área da saúde, dos relacionamentos, da carreira, da família...?

2. Faça alguma coisa

Muitas pessoas com um objetivo claro não agem para alcançá-lo. Quantas vezes você não ouviu um amigo (ou até você mesmo) falar apaixonadamente sobre construir ou alcançar algo ou fazer uma viagem especial e, no entanto, ele nunca se empenhou completamente e aquilo permanece apenas um sonho.Apenas para ilustrar, suponha que o meu objetivo é viajar esse fim de semana para Toronto (a cerca de 440 km a oeste de Ottawa, onde eu vivo) para desfrutar dos restaurantes e da vida noturna. A não ser que eu faça algo, tal como entrar no carro e dirigir para Toronto (ou tomar um ônibus, trem ou avião), isso irá permanecer como um objetivo que eu gostaria de alcançar no próximo fim de semana, no próximo mês, no próximo ano,...

3. Use a sua acuidade sensorial

Você precisa prestar atenção e ter alguma forma de medir para saber se está ou não fazendo progresso em relação ao seu objetivo. Ou, talvez, você já o alcançou ou está indo na direçcão errada.Retornando ao nosso exemplo de desfrutar um agradável final de semana em Toronto, suponha que eu estou dirigindo na estrada da vida, quando uma placa indica "Cidade de Quebec a 30 km" (a cidade de Quebec fica a cerca de 460 km a LESTE de Ottawa!). Eu posso notar essa informação ou como fazemos muitas vezes – escolher ignorá-la e continuar a minha jornada. Você já não fez isto? Eu sei que já fiz quando não estava prestando atenção ao que era importante para mim e ao que estava acontecendo na minha vida!

4. Seja Flexível

Realmente, alguns vêem as placas de sinalização da vida e escolhem não reconhecer que precisam mudar de rumo, de comportamento, etc.No nosso exemplo, eu posso escolher e perceber que dirigi 400 km na direção errada (leste, quando meu destino era oeste) e esperar, que se eu persistir bastante tempo nessa direção, eventualmente tudo vai dar certo. Ou eu posso tomar consciência da placa de sinalização e decidir explorar quais são as outras opções disponíveis para mim – retornar no próximo retorno e me dirigir para Toronto, dirigir para a cidade de Quebec e pegar um avião para Toronto, ou escolher passar o fim de semana em Quebec e desfrutar dos seus restaurantes e da vida nocturna.

5. Assuma a Fisiologia e a Psicologia da Excelência

Lembre-se que seus pensamentos (representações internas) afectam a sua fisiologia e que a sua fisiologia afecta os seus pensamentos. Na sua mente, você deve ter pensamentos (imagens, sons, sensações, sabor e cheiros) para alcançar o seu objetivo, enquanto adopta a fisiologia de já o ter alcançado.Isso lembra-me uma história verídica que me foi contada por um estudante de uma das minhas turmas. Ele tinha um amigo que, depois de graduar no segundo grau, queria ser executivo de uma instituição financeira. Depois da graduação, o melhor emprego que ele conseguiu encontrar foi no sector de expedição de correspondência de uma instituição financeira. De modo nenhum isso o intimidou. Todos os dias, ele se apresentava para o trabalho de fato e gravata e se conduzia como se já fosse um executivo – porque na sua mente, ele era um executivo que, só por acaso, estava tendo uma pequena experiência na expedição. Você acha que ele foi notado? Com certeza! Você acha que ele progrediu na instituição financeira – SIM! Alguns anos mais tarde, a administração reconheceu o que ele sabia desde o princípio e oficialmente o nomearam executivo da instituição financeira.

E a PNL é muito mais do que isto!

Roger Ellerton, PhD, é Trainer de PNL certificado, consultor certificado de administração, fundador e sócio gerente da Renewal Technologies. O artigo acima é baseado no seu livro Live Your Dreams Let Reality Catch Up: NLP and Common Sense for Coaches, Managers and You.

Feedback (PNL - Barcelos)

A cada fim-de-semana que passo num curso Poder Sem Limites (PNL), parece um encontro íntimo com a essência de seres fantásticos que buscam a chave para o bem-estar e sucesso. Este foi sem dúvida um regressar a casa, um encontro onde pode sentir uma vez mais que afinal, o equivoco está dentro e nunca fora de nós, e que esse poder que procuramos apenas precisa ser esclarecido aquele ser sensível e sonhador que habita dentro de nós... basta para isso parar de querer mudar o rumo natural no Universo, que é o ligarmo-nos uns aos outros. Foi isso mesmo que vi, ouvi e senti. O MEU MUNDO FICOU AINDA MAIS BELO. Graças a toda a vossa disponibilidade e hospitalidade. ADOREI AS GENTES DO NORTE!

Bem hajam e até uma próxima.

domingo, setembro 06, 2009

Receitas para o fracasso e frustração

Até para aquilo que não queremos é preciso ter habilidades...

“Conheça o inimigo e a si mesmo e obterá a vitória sem qualquer perigo; conheça terreno e as condições da natureza, e será sempre vitorioso.”
Aqui vão algumas receitas:
1. Tenha objetivos vagos, imprecisos, genéricos. Esqueça os detalhes. Detalhes não são importantes. Diga: “eu quero ser feliz, ganhar muito dinheiro, viajar no fim do ano, etc.”. Isso basta.
2. Basta pensar positivo. Peça o que quer e pense positivo. Faça afirmações. Passe o dia inteiro a fazer isso. Não precisa fazer mais nada. O Universo vai se encarregar de todo o resto.
3. Pense insistentemente nas coisas que você não quer. Coisas que detesta. Coisas que teme. Gente que irrita, etc.
4. Queira tudo ao mesmo tempo. Para ontem. Tenha pressa. Faça mil coisas ao mesmo tempo. Afinal, a vida é curta. Foco? Isso é para gente “parada” e você não é assim.
5. Esqueça os objetivos. Não faça planos. Improvise. Viva somente o presente. Não ensinaram que o futuro não existe? Que só existe o presente?
6. Preste atenção as coisas erradas que acontecem a sua volta. Pessoas egoístas, feias, deselegantes, mal-intencionadas. Diga que todo o político é uma praga e procure exemplos para reforçar o seu ponto de vista. Violência, corrupção, tragédias, crises. Imagine um ano catastrófico.
7. Sinta-se violentado, humilhado, ignorado, desprezado. As pessoas querem prejudica-lo.
As pessoas falam mal de si. Querem sempre tirar proveito de si. Ninguém quer dar espaço, ninguém respeita ninguém. Perante um mundo assim, o que pode fazer, além de se sentir impotente, revoltado, sem esperanças?
8. Perante um problema, esqueça o que pode fazer. Esqueça o que qualquer um pode fazer. Soluções triviais, “pequenas”, não interessam. Pense nas coisas que não pode fazer. Vai ver que há muitas coisas que não pode fazer, que dependem dos outros, que são impossíveis. Diga o quanto é difícil resolver esse problema. E acredite nisso. As coisas difíceis são mais valorizadas.
9. Tenha horror à disciplina. Diga que a disciplina é como uma prisão. Que a disciplina não combina com a liberdade que quer. Diga que a disciplina é chata, imposição, cerceamento, falta de criatividade, desrespeito. Viva uma vida livre: ignore compromissos que assumiu, ou melhor, não assuma compromissos. Não prometa, não tenha objetivos, não defina prazos, não tenha horário para nada, não tenha orçamento para seus gastos. Viva a liberdade, já.
10. Condicione a sua felicidade a eventos e pessoas. Diga: ”só vou ser feliz quando…” Quando tiver muito dinheiro, quando mudar de emprego, quando o meu filho se formar, quando conseguir promoção, quando me reformar, quando o meu chefe for transferido, quando conseguir pagar as dívidas, quando…

quarta-feira, agosto 26, 2009

Flexibilidade


O discípulo de um Filósofo Mestre

Com ele foi ter

No seu leito de morte

Para que pudesse saber:


- Além de tudo o que me deste, pois fui discípulo de sorte,

Teus ensinamentos, tua sabedoria,

Que mais de ti poderei aprender?


Então, o sábio, sua boca abriu:

- Minha língua, consegues ver?

- Sim Mestre!

- Meus dentes, consegues ver?

- Não Mestre!

E foi assim que prosseguiu:

- Sabes porque os não vistes?

Sabes porque dura a língua mais tempo?

Porque esta é flexível,

Mole como a água

Mutável como o vento.

Os dentes, por sua vez, são duros…

Com isto, nada mais te tenho a ensinar…

Vai pela vida,

E não te esqueças de…


Amar!

terça-feira, agosto 25, 2009

Testes PNL


Olá, O "Descubra PNL" mais uma vez sai na frente e traz o que há de melhor sobre a Programação Neurolinguística no Brasil. Seja bem vindo a nossa seção de Testes. Aqui você poderá responder perguntas sobre a PNL e avaliar seus conhecimentos.

segunda-feira, agosto 24, 2009

Levando Luz à Escuridão


Levando luz à escuridão: o princípio da intenção positiva. Robert Dilts

Um dos mais importantes princípios da PNL, muitas vezes incompreendido (e por isso sujeito a controvérsias) é o da "intenção positiva". De uma maneira simples, o princípio afirma que, em algum nível, todo comportamento tem ou teve uma "intenção positiva". Outra maneira seria dizer que todo o comportamento serve (ou serviu) a um "propósito positivo".Por exemplo, a intenção positiva por trás de um comportamento "agressivo" é, muitas vezes, "proteção." A intenção ou propósito positivo por trás do "medo" é normalmente "segurança". O propósito positivo por trás da raiva pode ser o de "manter os limites". "Ódio" pode ter o propósito positivo de "motivar" uma pessoa a agir. As intenções positivas, por trás de algo como "resistência à mudança", podem incluir uma série de assuntos, incluindo o desejo de reconhecer, honrar ou respeitar o passado, a necessidade da pessoa se proteger ao permanecer com o já conhecido, ou a tentativa dela se agarrar a coisas positivas que teve no passado, e assim por diante.Mesmo os sintomas físicos podem servir a uma intenção positiva.O resto do artigo?


domingo, agosto 23, 2009

O que a PNL pode fazer por si.


• Acelerar a sua capacidade de aprendizagem para que não só gerencie a mudança como também a inicie, tornando-lhe possível abrir caminho aos seus interesses e na sua área de trabalho específicos;

• Definir resultados atraentes para si mesmo, resultados que, por sua natureza, assumam ímpeto próprio e maximizem as hipoteses de conseguir o que se quer, tanto no âmbito pessoal quanto nos negócios;

• Desenvolver relacionamentos de alta qualidade com as pessoas que estão a sua volta e com as quais entra em contacto no dia-a-dia da sua vida profissional e pessoal;

• Aumentar a sua sensibilidade em relação a si mesmo e aos outros, para melhor se conscientizar das mudanças sutis de comportamento e atitude e dos efeitos da sua forma de comunicar;

• Desenvolver a sua flexibilidade, para que tenha mais opções e, consequentemente, mais influência sobre as situações da sua vida;

• Melhorar a sua capacidade de gerar comprometimento, cooperação e entusiasmo nas pessoas ao seu redor;

• Gerir os seus pensamentos e sentimentos, a assim controlar as suas emoções e seu destino;

• Desenvolver a sua capacidade de aceder ao inconsciente e aproveitar o seu potencial.

terça-feira, agosto 18, 2009

NOVA PARCERIA (BARCELOS)


>>> 25 Setembro/09, Palestra gratuita sobre Programação Neurolinguística <<<
Inscrições e informações, corpoemente@live.com.pt
>>> 26 e 27 Setembro/09, Workshop, Programação Neurolinguística <<<
Workshop a cargo de Dr. Miguel S. Ferreira
Workshop composto por 2 módulos (2 dias) Duração, 16 horas. Investimento, 150€ + IVA. Inscrições e informações, corpoemente@live.com.pt

domingo, agosto 16, 2009

Estado emocional e mapa positivo

Na sequência de um tema aliciante que tive oportunidade de partilhar com um bom grupo de pessoas, intitulado “Estado Emocional – o motor que faz a diferença”, encontramos a fórmula mágica dentro de nós, sobretudo na forma como construímos a realidade interior, na nossa mente, sendo ai que encontra o nosso mapa da vida que muitas vezes não nos é favorável, pois está um tanto ou quanto desactualizado ou se quisermos desajustado à realidade.
Seria pois muito bom que desenvolvêssemos essa habilidade – criar um bom mapa mental positivo e com isso o tal “motor que faz a diferença”.
Para isso, é fundamental reter algumas das sugestões práticas para que este Verão possa ser uma bateria para o resto do ano, criando assim um estado de espírito gratificante que poderá de facto fazer com que tudo seja melhor:
- Encare os conflitos e tente resolvê-los sem se colocar na posição de vítima.
- Diante de dificuldades, em vez de reclamar, trate-as como um desafio e uma oportunidade de desenvolver sua força interior.
- Tenha objectivos ambiciosos, mas contente-se com o pouco também. Assim, tudo o que conquistar virá de bom grado.
- Semeie pensamentos positivos à sua volta, especialmente em com relação às pessoas mais próximas, pois elas são importantes agentes da sua felicidade e prazer.
- Valorize as pequenas coisas: ouça a sua música preferida, aprecie o pôr-do-sol, a chuva, um sorriso, e tudo o que surgir na sua vida. A felicidade é feita de muitos pequenos momentos felizes.
- Expresse, sempre que possível, as suas emoções. Quando as guarda, elas acabam por afectar a sua clareza e atrapalham a sua felicidade.
- Quando tiver emoções muito intensas, haverá dificuldade para vivenciá-las e expressá-las. Nesse caso, é importante procurar as expressões artísticas (música, dança, desenho, escrita) como canal de expressão dos seus sentimentos. Nunca deixe de expressar as suas emoções por mais difícil que sejam, no momento certo, no local certo, com o estado emocional certo e com a(s) pessoa(s) certas.
A todos umas boas férias e que a felicidade vos atraia mais felicidade.
Bem hajam.

quinta-feira, agosto 06, 2009

Poder Sem Limites - Agosto 2009


UM GRUPO SIMPLESMENTE MARAVILHOSO...
AÇORES - S. MIGUEL - PONTA DELGADA

Para os visuais... depois de verem S. Miguel, o mundo nunca mais será o mesmo...
O PARAÍSO PODERIA SER ALI...

terça-feira, junho 30, 2009

A importância do propósito

Como diria Vince Lombardi, “Todos têm a vontade de vencer, mas poucos têm a vontade de se prepararem para vencer”.
Muitas pessoas querem atingir grandes objectivos na vida e não têm as oportunidades para desenvolverem as suas potencialidades rumo a uma nova existência.
Muitas pessoas não se apercebem que a vida é muito curta para ser desperdiçada e a cada dia desperdiçam horas que podiam ser utilizadas a favor do seu desenvolvimento e realização pessoal.

Acredito que o destino da nossa vida começa a ser moldado quando decidimos, conscientemente, tomar conta do nosso próprio futuro.

Infelizmente, milhares de pessoas não decidem o que querem da vida e quando chegam ao leito de morte, percebem que tiveram uma vida pobre, triste e infeliz, uma vez que, na maior parte dos casos, poucas realizações conseguiram alcançar.
Há uma diferença entre vivermos a vida e moldarmos o nosso próprio destino, citando A. Chekhov que realmente diz tudo: “O homem é aquilo em que acredita”.

O que muitas pessoas não percebem é que o destino não é uma questão de sorte, mas sim de escolha, não é algo a ser esperado, mas sim a ser conquistado. Milhares de pessoas caem na armadilha de viver um dia após o outro, pois vivem anestesiadas com os acontecimentos do dia-a-dia. Vivem como se o sucesso fosse privilégio apenas de alguns, com sentimentos de desamparo e gastam o tempo em coisas e actividades que não as potencializam, nem comportam o senso de crescimento e realização.

Se olharmos, de forma pormenorizada, para pessoas que verdadeiramente conquistaram o sucesso, notamos que subjazem um rol de características comuns: têm um grande senso de propósito, definem os seus objectivos e procuram conquistá-los com a mesma intensidade com que necessitam do ar para viver.

Quando alguém vive em função dos seus propósitos, sente que está a operar uma grande diferença no mundo e diariamente ganha forças para evoluir e ultrapassar os diversos obstáculos.
Em 1953, a Yale University (E.U.A) realizou uma pesquisa com os alunos que estavam a terminar os estudos universitários. Esta pesquisa demonstrou que, apenas, 3% dos alunos que se estavam a licenciar possuíam um programa de planeamento pessoal. Vinte anos depois, constatou-se que os 3% que tinham planeado os seus objectivos, realizaram mais do que os outros 97% juntos. Não o fizeram por causa do seu alto nível intelectual, mas pela sua atitude de propósito.
A maior parte das pessoas gasta mais tempo a planear uma festa ou as suas férias do que a planear as suas vidas e, graças a isso, não raras vezes, passam por grandes períodos de dificuldade e insatisfação pessoal.

Existe uma lei na vida que se prende com o crescimento, a mudança e a evolução, e quando resistimos a esta lei, sofremos consequências gravíssimas. Somos seres vivos, e como tal, devemos manter-nos em crescimento, aos mais diversos níveis.

Tenho trabalhado nestes últimos anos com os resultados obtidos por pessoas que ignoraram esta lei e se esqueceram de procurar o seu auto-desempenho: depressão, ansiedade, stress; medo de seguir em frente nos diversos contextos; dificuldades de relacionamento e comunicação; baixo desempenho pessoal e profissional; uso de drogas e comidas em excesso; hábitos e comportamentos indesejados; E MUITO DINHEIRO GASTO COM A SAÚDE.

Existem muitas pessoas que andam à deriva, sem destino, e uma das coisas mais importantes para a nossa qualidade de vida é viver com objectivos fortes e inspiradores.

Se desejamos sair do nível em que estamos hoje, ou quem sabe, melhorar qualquer aspecto da nossa vida, precisamos de focar-nos no que realmente interessa e desejamos, em termos profissionais, físicos, emocionais, sociais, familiares, financeiros e espirituais.
Clareza é o nosso grande poder!

sexta-feira, junho 26, 2009

"Uma das maiores revoluções de nossos tempos é a descoberta de que, ao mudar as atitudes internas de sua mente, os seres humanos podem mudar os aspectos externos de sua vida. Se você cultiva pensamentos negativos, se acredita que está destinado ao sofrimento, assim será... Crenças limitantes detêm nossas vidas".

(William James)

O inteligente é pensar grande a amorosamente... desejando tudo de mais espetacular para os outros. Quando nos esquecemos de nós, nos tornamos abençoados e inesquecíveis...

quinta-feira, junho 04, 2009

Auto-Bullying


No passado mês de Março, tive o privilégio de fazer parte duma mesa animada de especialistas, cujo tema era Bullying. Este fenómeno, que não é mais do que um “vilão” da sociedade, onde cada um procura afirmar-se de qualquer forma, tendo sempre “espelhos” que nos reflectem exactamente isso – o nosso valor e conceito.
O que acontece e que todos nós de uma forma ou de outra, encararmos sempre o papel de vítima ou agressor, sendo estes dois papeis um conjunto de necessidades herdadas, desde mais tenra idade.
Portanto, existe um medo constante de não estarmos suficientemente preparados, equipados, ornamentados e até mesmo perfeitos em relação ao padrão social definido, ou seja, é pretensão nossa estar pelo menos na “moda”, e deixar aquilo que é “careta”, o que muitas vezes é visto como antiquado e até mau.
Os bons comportamentos, hábitos e até costumes morais são vistos como anormais. Os maus comportamento, a rebeldia, atitudes desviantes e provocatórias são vistas como normais. Acho que estamos a caminhar no sentido oposto; é como se vestisse uma camisola ao contrário…
Quando o tema é bullying (palavra inglesa, que significa, usar o poder ou força para intimidar, implicar
excluir, humilhar, não dar atenção, desprezar, perseguir…), lembro-me sempre da história do patinho feio. O que terá de facto acontecido para que ele se senti-se feio? Talvez a diferença que apresentá-se, e que lhe era espelhado pelos pseudo-irmãos, que para se sentirem no mínimo iguais, subestimaram-no. Ou seja, não será o agressor que para não se sentir vítima, acaba por atacar um ponto de referência especial para que se sinta equilibrado?
Quero com isto dizer, que dentro de nós, de uma forma ou de outra, há uma “parte” que muitas vezes rejeitamos, e ao faze-lo estamos nós próprios a criar a auto-rejeição, ao que chamo de auto-bullying.
Já agora, qual a necessidade da personagem da “bruxa má” da história da branca de neve perguntar ao espelho: “espelho meu… espelho meu… haverá alguém mais bonito do que eu…!”
De onde vêm esta dúvida? Como ao longo do nosso crescimento nos fomos sempre auto-observando e comparando com os outros, por vezes surgem alguns pontos de diferença. A maneira como os encaramos vai definir a nossa auto-imagem e consequente auto-conceito que irá influenciar a oscilação da auto-estima.
Ora quanto mais fragilidade de auto-estima, maior será a probabilidade de sermos agredidos pelo meio, inclusivamente de forma indirecta, como acontece através do visionamento da televisão. É como se estivéssemos sempre em comparação, “eu” e os “outros”, “aqui sou igual”, “aqui sou diferente”, “aqui sou inferior”, “aqui sou superior”.
Assim, nesta necessidade de afirmação, muitas vezes herdada dos pais, aparece o fenómeno do bullying, gerado é claro, pelo auto-bullying, ao diminuir a percepção que temos de nós próprios.
Quase todos os pacientes com que tenho colaborado, foram alvo deste fenómeno, daí chegarem á vida adulta e gerarem desordens emocionais, tais como a depressão, ansiedade, fobias, e outras, fruto da baixa auto-estima de infância e adolescência.
Como tudo isto resulta de um padrão repetitivo, que vêm desde os tempos da escola, onde existiam outros iguais a nós, é muito natural que muitas vezes ainda suceda, estarmos no lugar da vítima, logo nos sentimos inferiorizados, o que nos leva a reagir por vezes de forma exagerada e pouco compreensiva para os outros, que ao não nos entenderem também reagem de forma exagerada, criando aqui uma “bola de neve” de desentendimentos e mal-estar.
É pois urgente resgatarmos a nossa criança interior, e dar-lhe finalmente a noção de que é um ser muito especial e que a vida está cheia de inúmeras possibilidades.
Nestas alturas é muito normal preocupar-nos com os nossos filhos. A minha sugestão é que nos ocupemos connosco a ajudar-nos a nós próprios, no caminho do auto-conhecimento, auto-controlo e empatia, gerando assim relacionamentos interpessoais satisfatórios, construindo assim uma rede social atractiva, que possa fascinar os nossos jovens a aderir a uma forma de estar saudável e em harmonia com tudo aquilo que representa a Natureza e a beleza humana.

quinta-feira, maio 14, 2009

Panorama Social

Uma metodologia brilhante!!! do melhor que conheço.
PANORAMA SOCIAL
A transformação da paisagem inconsciente utilizando PNL e psicoterapia

TORNE-SE UM LAGO


O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? perguntou o Mestre.
- Mau disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e a levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem mandou o sal no lago, então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! disse o rapaz.
- Sentes o gosto do sal? Perguntou o Mestre.
- Não! disse o jovem.
- O Mestre então sentou-se ao lado do jovem, pegou na sua mão e disse:

- A dor na vida duma pessoa é inevitável. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Então, quando sofrer, a única coisa que deve fazer é aumentar a percepção das coisas boas que tem na vida.

Deixe de ser um copo. Torne-se um lago'.


Autor Desconhecido

terça-feira, maio 12, 2009

O sapato


Claudio, um rapaz já de certa idade, ao apanhor o autocarro e enquanto subia, um dos seus sapatos soltou-se e escorregou para o lado de fora.

O autocarro arrancou rapidamente, e a porta fechou-se sem que houvesse hipotese de recuperar o sapato "perdido".
Imediatamente, Claudio retirou o seu outro sapato e mandou pela janela.
Um rapaz no autocarro que observava a situação, sem o poder ajudar perguntou:
- Desculpe perguntar, mas porque é que mandou fora o seu outro sapato?
E Claudio respondeu:
- Para que alguém o encontre e seja capaz de usá-los.

Provavelmente apenas alguém realmente necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé.


Quando desceu do autocarro no seu destino, Claudio procurou uma loja, e comprou um novo par de sapatos.


Autor Desconhecido

Você diz que é um sapo e eu juro que é um cavalo!
Respeitar a opinião dos outros é olhar para a mesma verdade e saber que esta poderá ser vista de forma bem diferente por cada um.
E assim, com toda certeza, deixar de cometer injustiça com as precipitações e as diferenças.

Autor Desconhecido

O Elogio

Poucos meses depois de se mudar para uma pequena cidade, uma mulher reclamava ao seu vizinho sobre o péssimo serviço que tinha recebido de uma mercearia local. Ela sabia que o seu vizinho era amigo do proprietário e esperava que ele transmitisse a sua queixa.

Na visita seguinte que ela fez a mercearia o proprietário recebeu-a com um largo sorriso e disse o quanto estava feliz em vê-la novamente. Esperava que ela estivesse a gostar da sua cidade e, ainda, disse que teria imenso prazer em ajudá-los a estabelecerem-se.
Atendeu pronta e eficientemente o pedido que ela fez.

Mais tarde, a mulher relatou a miraculosa mudança ao seu novo amigo.
"Suponho que você tenha dito a ele como achei mau o seu atendimento, não disse?" perguntou ela
"Bem, não", respondeu o vizinho. "A bem da verdade, espero que não se importe - disse-lhe que você estava surpresa de ele ter conseguido montar numa cidade pequena uma das mercearias mais bem organizadas que você já tinha visto."

Autor desconhecido

FENOMENAL... DIRIA MAIS... FENOMENAL

Vale a pena Modelar...
A que nível podemos fazer isto...???

sábado, maio 09, 2009

Caldeireiro


Um dia um caldeireiro (especialista em caldeiras) foi contratado para consertar um enorme sistema de caldeiras dum navio a vapor que não estava a funcionar bem.
Após escutar a descrição feita pelo engenheiro quanto aos problemas, e de ter feito algumas perguntas, dirigiu-se à sala de máquinas.
Olhou para o labirinto de tubos retorcidos, escutou o ruído surdo das caldeiras e o silvo do vapor que escapava, durante alguns instantes; com as mãos apalpou alguns dos tubos.
Depois, cantarolando suavemente só para si, procurou no seu avental alguma coisa e tirou de lá um pequeno martelo com o qual bateu apenas uma vez numa válvula vermelha brilhante.
Imediamente, o sistema inteiro começou a trabalhar com perfeição e o caldeireiro voltou para casa.


Quando o dono do navio recebeu uma conta de $1000 queixou-se de que o caldeireiro só havia ficado na sala de máquinas durante quinze minutos e pediu uma conta pormenorizada.
Adivinhem o que o caldeireiro lhe enviou?


Espero as vossas respostas. mig-ferreira@hotmail.com

segunda-feira, maio 04, 2009

Os quatro principais pilares para a eficácia.


Qualquer que seja o nosso objectivo, consideramos eficácia o alcançar do mesmo. Assim será importante ter em consideração estes quatro pilares, ou se quisermos, alicerces para atingir o resultado desejado. Vejamos!
Relacionamento é o primeiro pilar, que significa especificamente aquela qualidade de confiança mútua e sensibilidade no relacionamento conhecida como “rapport” ou empatia.
Qualquer coisa que faça ou qualquer coisa que queira, ser bem sucedido irá envolver-se relacionar ou influenciar outras pessoas. Desta forma, será muito importante estabelecer rapport/empatia consigo mesmo e depois com os outros.O segundo pilar é a forma como define aquilo que quer, ou seja, Fixar a sua meta - saber o que quer exactamente. Esta chave é fundamental, a precisão. Quanto mais preciso, for sabendo o que é que quer e o porquê, mais será provável que consiga exactamente o que quer, e o mais provável é que saberá quando atingiu a sua meta. Isto é toda uma maneira de pensar - pergunte consistentemente a si mesmo e aos outros o que quer ou que eles querem.
Muitas vezes, não conseguimos, simplesmente porque ainda não nos sabemos comunicar de tal forma que seja fácil dirigir acções para alcançar o que pretendemos.Uma vez definida de forma positiva e precisa a nossa meta, será necessário desenvolver uma capacidade que todos nós já possuímos neste pequenos - Acuidade sensorial - use os seus sentidos: olhando, ouvindo e sentindo o que está a acontecer consigo e á sua volta. Desta forma, poderá dar-se conta se está no caminho da sua meta e pode usar esse feedback para ajustar o que está a fazer se for necessário.
Por fim, e não menos importante, o quarto pilar é a Flexibilidade comportamental, ou seja, tenha muitas opções de acção. Quanto mais escolhas tiver, terá hipóteses terá de sucesso. Se fizermos sempre a mesma coisa, vamos obter sempre o mesmo resultado. Vá mudando a forma como faz o que faz até obter o que quer. Se ainda não conseguiu, óptimo! Há sempre pessoas à nossa volta que nos poderão ajudar, basta ir ao encontro de quem sabe fazer bem e perguntar como é que fazem.
Mesmo que ainda não saibam quem vos pode ajudar, óptimo na mesma. Continuo sempre a vossa disposição.

Bem hajam

quinta-feira, abril 23, 2009

Kalil Gibran sobre educação


Na educação das nossas crianças, todo o exagero é negativo. O texto abaixo, de Eugénia Puebla, do livro "Educar com o Coração" é o puro exemplo de que "os filhos são flechas que lançamos ao mundo" (Kalil Gibran):

Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente as suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça para ser bom e dê o exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não construa um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não o ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos cada um a sua.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele OLHA para si.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se partir, não compre outra...
Ensine-o a viver sem portas!

segunda-feira, abril 13, 2009

A Crise

"Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros quentes. Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornaJustificaris, mas produzia e vendia bons cachorros quentes. Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava. As vendas foram aumentando e, cada vez mais, ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender uma grande quantidade de fregueses, e o negócio prosperava...
Os seus cachorros quentes eram os melhores em toda a região!
Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu e foi estudar economia numa das melhores faculdades do país. Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vidinha de sempre e teve uma séria conversa com ele:
- Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo ruim. O mundo vai ter grandes problemas.
Depois de ouvir as considerações do filho doutor, o pai pensou:
Bem, se meu filho que estudou economia, lê jornais, vê televisão acha isto, então só pode estar com a razão.
Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, claro, pior) e começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, as piores). Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta. Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorros quentes do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar economia na melhor escola, faliu.
O pai, triste, então falou para o filho:
- 'Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise.
'E comentou com os amigos, orgulhoso:
- 'Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da crise... '


"Cada um tire as suas próprias conclusões.
Texto de Autor desconhecido

segunda-feira, abril 06, 2009

“Atitude – a chave do êxito”


Parafraseando W. Churchill “O preço da grandeza é a responsabilidade”, e para conquistarmos grandes resultados na vida não precisamos de trabalhar arduamente e as coisas não precisam de ser tão complicadas ou difíceis, contudo precisamos aprender a melhor guiar a nossa vida rumo aos resultados que queremos, trabalhando duma maneira simples, inteligente e divertida, desenvolvendo a responsabilidade daquilo que poderá fazer a diferença.
É como estar a guiar o “autocarro da nossa vida” e não deixar que sejam os outros ou as circunstâncias da vida a faze-lo. A escolha é sempre sua.
Qual é a diferença entre aqueles que fracassam e os que conquistam o sucesso e uma extraordinária qualidade de vida?
A diferença está em que as pessoas bem sucedidas possuem atitudes comportamentais diferenciadas, que lhes permitem ser ganhadores, obtendo um grande estado de felicidade, conquistando a superação e que comportam abundância e plenitudes humanas.
Muitos estudos e pesquisas têm sido realizados em torno disto.
Quando investigamos vida das pessoas de sucesso, é possível observar que todas possuem certas atitudes em comum, e se as adoptarmos, podemos os mesmos resultados.
De igual forma, existem atitudes comuns para o fracasso e se as evitarmos, não nos tornamos fracassados.
Na realidade, fracasso não existe, o que existe são resultados pouco satisfatórios ou se quisermos “retorno”, ou seja, o “retorno” não é mais do que, o resultados das nossas acções, e quando o resultado é repetitivamente o mesmo é absurdo continuar com as mesmas acções.
Einstein dizia que “a maior loucura é fazer a mesma coisa à espera de resultados diferentes”.
A vida está cheia de obstáculos e estes podem ajudar-nos a crescer e desenvolver, e há quem veja os obstáculos como “essas coisas tenebrosas que nos impedem de ver aquilo que desejamos”.
Tornarmo-nos o maior de todos os obstáculos quando não possuímos atitudes correctas. Assim, o nosso rumo ao sucesso poderá fluir de forma mais tranquila se utilizarmos como meio de transporte a atitude correcta.

Há muitas pessoas que já tiveram o prazer de conhecer algumas das estratégias mais eficazes para obter resultados, ficando até surpreendidas com os conceitos e técnicas ensinadas, mas não conseguem melhorar a sua vida.
Sabem porquê? Porque não mudaram ainda as suas atitudes.

Existem diversas atitudes-chaves que poderemos desenvolver para ampliar o nosso nível de felicidade e sucesso, nomeadamente, o caso do propósito (maneira como formulamos os objectivos), a decisão, a acção, e sobretudo toda a parte relacionada com a fisiologia e psicologia da excelência.
Todas estas atitudes se forem apreendidas, poderão de facto produzir os resultados desejados.

Um estudo realizado na Universidade de Harvard (EUA), descobriu que quando alguém conquista uma posição no mercado, 85% das vezes é atribuído às suas atitudes, e apenas 15% devido à inteligência ou conhecimentos, ou seja, quase 100% do dinheiro e tempo despendidos numa universidade, representam somente 15% do sucesso no trabalho.

É estes 85% que são responsáveis pelo sucesso, que procuro desenvolver e partilhar convosco.
Lembrem-se, a atitude é uma das palavras mais importantes da nossa língua.
Um executivo pode ser um bom executivo sem ter uma boa atitude?
Um bom aluno pode ser um bom aluno sem ter uma boa atitude?


Um atleta pode ser um bom atleta sem possuir uma boa atitude?

quinta-feira, abril 02, 2009

Modelagem da DEPRESSÃO


Segue-se uma exemplificação duma modelagem da DEPRESSÃO
1. Culpe-se a si mesmo. É sempre, mesmo sempre, culpa sua!
2. Mesmo que o mundo à sua volta não seja bom, é sempre melhor que você.
3. Repita indefinidamente a si mesmo que tudo o que lhe acontece é o resultado da pessoa que você É (= da sua identidade) e nunca o resultado do que você faz (= nem do seu comportamento nem das suas capacidades). Se calhar é mesmo tudo o que lhe acontece o resultado das gerações ou vidas passadas e não há mesmo nada a fazer.
4. Pense que as coisas sempre serão assim, nada mudará. Faça o que fizer não faz a mínima diferença. Tudo o que fizer afectará da mesma forma o seu futuro.
5. Se alguma coisa correr bem diga a si mesmo que se trata dum resultado da sorte, não tem nada a ver com possibilidades ou recursos da sua parte. Mesmo nada. Isto é mesmo essencial.
6. Se o que você fez e que o acaso quis que resultasse, é sempre mérito de outros, nunca seu. Deixe que os outros recebam o prémio.
7. Se algo estiver a resultar mesmo, lembre-se de repetir a si mesmo que tais resultados não durarão por muito tempo. E sobretudo creia de todo o seu coração, que qualquer resultado positivo, seja ele qual for, não melhorá em nada o seu futuro nem o futuro do mundo.