sábado, maio 29, 2010

Agora apenas durmo para sonhar

Assim, depois de muito esperar, um dia como qualquer outro decidi triunfar?
Decidi não ficar à espera das oportunidades e fui procurá-las
Decidi ver cada problema como a oportunidade de encontrar uma solução
Decidi ver cada deserto como a oportunidade de encontrar um oásis
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver
Decidi ver cada dia como a oportunidade de ser Feliz

Aquele dia,
Descobri que o meu único rival eram apenas as minhas debilidades e que
estas são a única e melhor forma de me superar
Aquele dia deixei de ter medo de perder e comecei a ter medo de não
ganhar
Descobri que não era o melhor e que talvez nunca o tenha sido
Deixou de me importar quem ganhara ou quem perdera
Agora simplesmente me importa ser melhor que ontem
Aprendi que o difícil não é chegar ao topo, mas sim nunca deixar de subir
Aprendi que o maior sucesso que posso alcançar é o ter direito de chamar
a alguém de "AMIGO"
Descobri que o amor é mais do que uma simples paixão.
O amor é uma filosofia de vida
Aquele dia deixei de ser o reflexo dos meus poucos sucessos alcançados e
comecei a ser a minha própria luz do meu presente
Aprendi de que nada serve ser luz se não for para iluminar também o
caminho da Humanidade
Naquele dia decidi mudar tanta coisa?
Aprendi que os sonhos são apenas para transformar em realidade e desde
esse dia que
Não durmo para descansar? Agora apenas durmo para sonhar.

Walt Disney

Carroças vazias

Certa manhã, meu pai convidou-me para dar uma volta numa carroça pelo bosque. Ao ouvir um ruído meu pai parou e perguntou-me: Para alem do barulho dos pássaros que outros barulhos ouves? Ouço o barulho de uma carroça – respondi-lhe. Muito bem –disse meu pai – uma carroça vazia!
Como sabes que é uma carroça vazia? Perguntei-lhe, ao que ele me respondeu: É uma carroça vazia porque quando estão vazias fazem mais barulho.
Cresci, fiz-me adulto e hoje quando ouço certo tipo de pessoas que falam sem respeitarem os outros, elevam a sua voz querendo dar a ideia de que são os donos da verdade e da sabedoria, que são agressivos com intenção de intimidar, lembro-me sempre do meu pai quando dizia:
As carroças vazias são sempre as que mais barulho fazem!

Lidar com recordações do presente

Se não podemos esvaziar numa única vez a nossa mochila de emoções negativas, pelo menos há uma coisa que podemos fazer aqui e agora: é evitar que a partir deste momento ela se encha mais. Basta para isso tomar uma decisão.
A mochila é feita de recordações, recordações que não se podem apagar. Estamos constantemente a juntar novas recordações às recordações antigas. Possivelmente é a única coisa que somos – um aglomerado de recordações.
Ora é praticamente impossível evitar uma pequena frustração, um dissabor, um ciúme, uma troca de palavras menos agradável, uma pequenina irritação...
São pequenas coisas que nos acontecem ainda, mas são recordações que se vão juntando às nossas gestaltes (colares de recordações ligadas por emoções).
Ora se nós não podemos “delete” as recordações, podemos sim modificar o conteúdo emocional delas – basta reviver a situação (desagradável) novamente mas agora com um fim mais feliz (transformar-lhe certas sub modalidades). E armazenar esta nova recordação bem sucedida. Para a mente, a imagem recordada ou criada não faz a mínima diferença – acabará sempre por ser armazenada no hangar das recordações. E para nós, uma recordação assim transformada, fará na linha do tempo do nosso futuro, toda a diferença. Será mais uma recordação que se vai juntar às outras recordações que tornam a vida cada dia mais apaixonante.

O Guardião do Castelo

Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião foi preciso encontrar um substituto. O grande Mestre convocou então todos os discípulos para determinar quem seria o novo sentinela.
O Mestre, com muita tranquilidade, falou:
- "Assumirá o posto o primeiro monge que resolver o problema que vou apresentar."
Então, ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo e disse apenas:
- "Aqui está o problema!" Todos ficaram olhando a cena. O vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?
Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e ... ZAPT ... destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:
- "Você será o novo Guardião do Castelo."

Qual é a moral da História?

terça-feira, maio 25, 2010

Pensamento: a origem do adormecimento

Todo o ser humano, independente da sua origem, posição social ou financeira é dotado de uma maravilha chamada “mente”, que trabalha vinte e quatro horas por dia, produzindo pensamentos que moldam o nosso destino, sendo a nossa vida é um mero reflexo do espelho dos nossos pensamentos.

Quando não estamos felizes com os resultados que estamos a obter, quebrar o espelho é um esforço desnecessário. Quando desejamos obter novas recompensas por aquilo que fazemos, trocar de espelho não é a solução.

Se desejamos mais do que aquilo que temos obtido na vida, devemos operar na causa dos problemas e não nos seus efeitos. Muitos de nós já tentámos eliminar as nossas limitações através da força de vontade, através de palestras motivacionais, livros ou através de pensamentos positivos. Todas estas formas actuam na superfície dos problemas. É como tomar um analgésico para suportar uma dor de dentes. A menos que façamos alguma coisa mais efectiva, a dor surgirá novamente.

Nós somos a soma dos nossos pensamentos. Logo, tudo o que fazemos de bom ou de mau é fruto daquilo que pensamos. Por consequência, desvendar os mistérios do pensamento é a chave das grandes compreensões, um passo fundamental na tentativa de eliminar bloqueios pessoais e também de adquirir novos recursos para a conquista da tão sonhada qualidade de vida.

Dentro de cada um de nós existe uma mina de ouro, da qual podemos extrair tudo aquilo de que necessitamos para levar uma existência gloriosa. Muitas pessoas encontram-se adormecidas porque desconhecem as suas capacidades. Diariamente, inúmeras pessoas vivem acorrentadas, experimentando privações e dificuldades, porque nunca ninguém as ensinou a mudar a sua própria experiência e a controlar o que acontece com o cérebro. Sofrem, passam por dificuldades pessoais e profissionais, porque não sabem como utilizar os seus pensamentos em prol de si mesmas. Neste aspecto, convido-vos a explorar a Programação Neurolinguística ou PNL que é a metodologia que considero mais eficaz, pois vai além mais do superficial, sendo uma nova tecnologia do sucesso, uma vez que é uma ciência pragmática, focada em atingir resultados específicos, não só no campo terapêutico, como também a nível da educação, do desporto e dos negócios, oferecendo grandes resultados, pois actua fortemente nos processos de ampliação das opções do pensamento.

O nosso cérebro é um mecanismo que está preparado para evitar o sofrimento, instintivamente afasta-nos de qualquer coisa que nos pode provocar dor. Podemos utilizar o medo para ficar alerta, focar a nossa atenção nos perigos que nos cercam e tomar decisões rápidas e adequadas. O problema acontece quando experimentamos esta intensa emoção tentando proteger-nos de algo que não existe: o fracasso. Muitas vezes os adultos comportam-se como crianças, pois ainda possuem medo de fantasmas e de monstros, só que chamam-nos por outros nomes. O medo não é algo a ser evitado é uma emoção útil quando aplicada apropriadamente. O que temos que fazer é eliminar o medo quando ele não nos apoia e acarreta a ilusão de que algo nos irá prejudicar.

A forma mais poderosa para lidar com o medo é o auto-conhecimento. Ignorância e medo são irmãos gémeos e caminham lado a lado. Muitas pessoas acreditam que o medo tenderá a desaparecer à medida que forem crescendo ou adquirindo mais dinheiro. Muitas pessoas vivem frustradas por subutilizarem, no presente, as suas potencialidades. Muitas pessoas acreditam que só o amanhã lhes trará satisfação. Acreditam que só amanhã deixarão de ter receio e serão capazes de actuar em prol da sua felicidade. Estas pessoas acreditam que se se esforçarem bastante não irão sentir medo na tomada de decisões futuras. Vivem uma vida de eterna frustração, pois anseiam desesperadamente que o amanhã lhe proporcione melhores condições para decidir o futuro das suas vidas.

Hoje em dia, são inúmeros os casos de pessoas que subvalorizam as suas capacidades profissionais e que se submetem a tarefas e trabalhos que não lhes proporcionam nenhuma realização pessoal. Estas pessoas - que se tornam frustradas e não conseguem atingir uma realização profissional porque ficam com medo de trilhar caminhos desconhecidos – ainda não sabem como utilizar o seu cérebro na produção de pensamentos que as apoiem.

Bem hajam.

quinta-feira, maio 06, 2010

O que é a Programação Neurolinguística?


A programação Neurolinguística ou PNL foi criada nos Estados Unidos na década por Richard Bandler, um matemático especialista em computadores, e por John Grinder, um linguísta especializado em Gramática Transformacional.
A pergunta básica dos fundadores da PNL era: “Qual a diferença que faz a diferença entre as pessoas que são excelentes nas suas actividades e as que não são?” Estavam dispostos a provar que se algo é possível para alguém, então é possível para todos.
A PNL descodificou essas programações e desenvolveu um grande conjunto de técnicas inovadoras e altamente eficazes para produzir os resultados de excelência nas mais variadas áreas profissionais e também a nível pessoal.
Segundo Richard Bandler a PNL é: “O estudo da estrutura da experiência subjectiva do ser humano e o que pode ser feito com ela”.
“Programação” refere-se a maneira como organizamos as nossas ideias e acções a fim de produzir resultados.
“Neuro” reconhece a ideia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfacto, paladar, tacto e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. Compreendemos a informação e depois agimos.
“Linguística” indica que usamos a linguagem para ordenar os nossos pensamentos e comportamentos e comunicamos uns com os outros.
A PNL está crescendo muito e já mostra seriedade e eficiência. No Brasil existem algumas teses de Mestrado e Doutoramento sobre PNL, cientistas da NASA a estão a utilizar em suas formações internas, consultorias internacionais tambéms se renderam aos resultados da PNL.


Algumas aplicações da PNL
Na PSICOLOGIA: Pode ser aplicada no tratamento da: ansiedade, stress, fobias relacionamentos, depressão, raiva/ira, problemas de aprendizado, problemas no trabalho, terapia sexual, insónia, conflitos pais/filhos, compulsão por bebida/jogo, comportamento delinquente/hostil, falta de assertividade
Na MEDICINA: O número de médicos interessados pela PNL está a aumentar rapidamente. Começam a aparecer pesquisas aplicadas à medicina. Podemos citar tratamento de patologias como enxaquecas, hipertensão arterial essencial, rinite alérgica, tosse crónica de origem indeterminada, asma brônquica, distúrbios de peso, e principalmente, as chamadas doenças psicossomáticas.

Nos NEGÓCIOS: Ensino de motivação, decisões e conflitos de personalidade. Para coordenar encontros e decisão política. No controle de entrevista ganha-ganha. Para desenvolver lideranças, trabalhar em políticas de organizações, mudar resistências a mudanças, gerir conflitos, atendimento ao cliente, no desenvolvimento de técnicos, para criar comunicação eficaz, na formação de equipas de vendas e negociação.

Na EDUCAÇÃO: A compreensão das técnicas de PNL ajudar a expandir aplicações na área de educação. Como a motivação, desempenho, novas técnicas de aprendizado e comunicação. Além disso ensina os alunos a aprender aprendendo

NO DESPORTO: As técnicas de PNL podem melhorar desempenhos desportivos em qualquer de suas modalidades, tanto individualmente como em equipas.

Estas são algumas ideias de muitos profissionais que estão a aprender PNL e a aplicar em suas actividades profissionais.

E você, em que vai usar? Já pensou? As perspectivas são muitas.
Fonte: sucessonoesporte

Pressupostos da PNL
O mapa não é o território.

A vida e a mente/corpo são processos sistémicos. Os sistemas são auto-organizadores e procuram naturalmente estados de equilíbrio e estabilidade.

O significado da comunicação é a resposta que se obtém.

Todo comportamento, em algum ponto no tempo, tem uma intenção positiva.

O comportamento de alguém não é a pessoa – aceite a pessoa, transforme o comportamento.

Os comportamentos das pessoas são as melhores escolhas percebidas como disponíveis naquele momento.

As pessoas já têm todos os recursos de que necessitam para agir de forma efectiva e ter sucesso.

Não existem erros ou fracassos. Só há feedback.

A experiência objectiva não existe.

Os mapas mais sábios são os que viabilizam o maior número de escolhas. A parte do sistema com maior flexibilidade será o elemento controlador.

Cada pessoa tem o seu próprio mapa individual do mundo. Nenhum mapa individual do mundo é mais real do que qualquer outro. As pessoas respondem às suas próprias percepções da realidade.

É necessário um mínimo de flexibilidade para adaptar-se com sucesso e sobreviver num sistema. Se aquilo que estiver a fazer não produzir a resposta desejada, modifique o comportamento, faça de outra maneira até obter a resposta.

A mudança vem do emprego do recurso apropriado, ou a activação do recurso potencial, para um contexto particular através do enriquecimento do mapa do mundo da pessoa.

Tudo tende novamente para a união e para tornar-se uma totalidade em nós.

terça-feira, maio 04, 2010

NECESSIDADE DE ATENÇÃO

Porque é que a necessidade de atenção influencia o comportamento?

Os nossos comportamentos muitas vezes são induzidos pela necessidade de reconhecimento e uma série de acontecimentos pode ser motivada por um simples gesto de atenção.

Um comportamento que não é produtivo é típico de alguém que deseja receber uma carícia que lhe faz falta. Descobrir qual é essa carícia e dá-la é a melhor maneira de esvaziar esse comportamento.

Um adolescente que implica com todos os que o rodeiam em casa pode estar a precisar de escutar dos pais: “Filho, nós confiamos em ti, e é altura de cuidares de ti próprio e da tua vida. Sempre que precisares, conta connosco”. Um funcionário que tem atitudes de rebeldia pode estar a precisar que o patrão lhe diga o quanto é importante para o projecto. O marido que passa o tempo a reclamar de tudo em casa pode estar a precisar de um carinho na hora de adormecer. Uma mulher com gastrite pode estar a necessitar de que a família lhe leve o café á cama com flores e bilhetes carinhosos, num domingo de manhã.

Quando alguém, nalgum lugar, tiver um comportamento que não faz parte da sua maneira de ser, está indirectamente a dizer bem alto: “Estou a precisar de me sentir importante!” Quando esse alguém, está a “dizer alto” e não é escutado, começa a gritar, e se não recebe nada em troca, acaba por ficar afónico: o seu corpo perde o vigor, e o seu olhar perde o brilho, isto porque não conseguiu sentir-se importante para a pessoa que ama...

As nossas condutas são induzidas pela necessidade de reconhecimento. Algumas, de maneira imediata: “Ei, porque é que não me cumprimentaste?” Outras, a longo prazo: “Com esta descoberta, vou ganhar um prémio Nobel”. Ou: “Um dia vão ver o quanto valho!” Ou ainda: “Vou ganhar muito dinheiro para dar uma casa para os meus pais”.

Toda uma série de acontecimentos pode ser motivada por um simples gesto de atenção (lembram-se das loucas histórias de paixão de adolescentes, resultado, às vezes, de simples olhares?). A vida dos seres humanos é orientada quase sempre para receber do pai um abraço que não se conseguiu quando era criança, de modo incondicional, simplesmente pelo facto de ser o filho. Carreiras que poderiam ter sido brilhantes vão-se desmoronando por falta de estímulos. Muitas vezes, os seres humanos funcionam como “burros” que caminham atrás da cenoura suspensa numa vara, à sua frente. Caminham sem parar e, frequentemente, nem chegam a comer a cenoura (andando atrás de um vislumbre de reconhecimento). São pessoas que colocam um objectivo lá à frente, sem valorizar o prazer de viver o presente. Esse objectivo longínquo pode ser uma situação na qual vão receber uma tonelada de carícias, por terem atingido o alvo. Outras vezes, não recebem as carícias por não conseguir alcançar o objectivo. É importante, na nossa vida, que cuidemos de procurar as carícias que necessitamos, ao mesmo tempo que, a cada momento, desfrutamos o facto de estarmos vivos.

Bem hajam.

sábado, abril 17, 2010

PNL e Coaching

O que é Coaching?

O "Coaching" visa guiar pessoas no processo de desenvolver uma actuação na vida pessoal e profissional, com um desempenho que corresponda ao potencial das suas habilidades.

Durante a orientação, o "Coach" ajuda o seu cliente a estar ciente dos seus recursos e capacidades, bem como dos seus valores fundamentais e um senso de propósito de vida.

Os pontos fortes do cliente são reforçados através de observação, feedback e estímulos, para o bem da sua vida pessoal, familiar e no contexto profissional.

As habilidades desenvolvidas através da Programação Neurolinguística facilitam o desenvolvimento do trabalho de coaching.

1) Saber elaborar uma meta bem formulada

2) Usar apropriadamente as perguntas do metamodelo

3) Manter sintonia com o cliente

4) Tomar diferentes perspectivas de uma situação

5) Reconhecer estados internos ou de recursos…

Estão entre algumas das habilidades desejáveis de um coach que o practitioner aprende na formação básica de PNL.

Esse conhecimento constitui-se numa vantagem para o practitioner e favorece um treinamento voltado para como estruturar o trabalho de coaching utilizando o “Ciclo de Coaching” e como fazer as escolhas certas das técnicas e ferramentas da PNL para se obter um resultado eficaz para o processo de mudança do cliente.

Enquanto estruturamos as nossas vidas de uma maneira em que a felicidade seja dependente de algo que não podemos controlar, então vamos experimentar dor.

Anthony Robbins

VIDA – UMA ESCOLA DE APRENDIZAGEM



Vejo a vida como uma escola – uma escola de aprendizagem e crescimento pessoal e espiritual. Acredito que cada um de nós escolheu a sua própria “especialização” e todas as condições para tornar possível esta aprendizagem! A sua missão terrena é encontrar-se consigo mesmo… é perceber que o poder está em si, e que o seu maior propósito é aceitar-se por inteiro! É a tomada de consciência que a vida é a única forma de manifestar a essência do ser no seu sentido mais primário. Dentro dos seus limites e condicionalismos, a Vida Terrena, é, na verdade, a escola, onde o ser humano pode crescer e ascender à vibração do amor. “Você é o seu próprio criador”, naquilo que sente, naquilo que faz, naquilo que projecta, naquilo que pensa, tudo se inicia em si… e também termina em si – já pensou nisso? Já viu as coisas desta forma? Afinal de contas, é você o seu próprio criador, pois tem o poder sobre si mesmo… Sabendo tudo isto, porque é que não temos coragem de dar o passo que já sabemos que pode contribuir para o nosso bem-estar?

Primeiro, “temos medo do desconhecido”, pois desce cedo habituamo-nos à zona de conforto – tudo se torna mais fácil e confortável quando se trata de algo que já conhecemos. Segundo,não assumimos a responsabilidade total”. Transportamos registos e memórias da infância e adolescência que nos ensinam a ignorar – aprendemos a culpar os outros e o exterior por tudo o que nos incomoda, omitindo na nossa vida consciente a importância que esses registos e memórias têm para a nossa aprendizagem e crescimento pessoal.

Terceiro, “somos prisioneiros de nós mesmos”, pois crescemos numa sociedade que nos impõe regras, valores e hábitos que acreditamos serem os mais correctos. Ao longo da vida perdemos a capacidade de reinventar, ou criar algo novo! Sem nos apercebermos disso, estamos a alimentar o sistema que também apontamos como culpado. Na verdade, a maior dificuldade do ser humano em dar o passo encontra-se na incapacidade de sentir o Amor! O Amor pelo mundo, pelos outros e pela vida, mas acima de tudo e o mais importante – o Amor por nós mesmos!

É essa mesma a solução: o Amor como o Alicerce da vida e felicidade.

Numa altura em que procuramos respostas e atrevemo-nos a iniciar um caminho de descoberta pessoal interior, torna-se necessário evidenciar a importância da essência básica da vida – o Amor! Desde o primeiro suspiro, mesmo antes de conhecermos o mundo, ainda na barriga da nossa mãe, somos elevados a uma vibração sublime e perfeita.

Independentemente do que a mãe possa sentir, acredito que o próprio corpo desenvolve capacidades ligadas à perfeição e organização sábia da vida, tornando-se possível a criação do ser. Seguindo padrões e referências através de associações, o ser humano desenvolve a sua vida através das suas vivências e experiências nos relacionamentos. Como um ciclo estruturado e previamente criado, a vida desenvolve-se como uma roda. Desde o inicio da sua existência – mesmo ainda na barriga da mãe – o relacionamento é a ferramenta essencial na concretização da vida. Relacionamo-nos com tudo o que nos rodeia. Nas mais diversas áreas da vida, tudo encontra o seu sentido através do relacionamento. Apesar do primeiro ser connosco próprios, ao longo da vida ensinam-nos a relacionar e a dar cada vez mais importância ao relacionamento com o exterior, que apesar de ser necessário, torna-se o “calcanhar de Aquiles” no processo de crescimento e reencontro da paz interior tão desejada. É pois urgente investir no processo de relacionamento interior para que efectivamente consigamos viver plenamente.

Bem hajam.

terça-feira, abril 06, 2010

13. Todos os procedimentos devem ter como fim aumentar as possibilidades de escolha.


Ter a possibilidade de escolher ou optar é melhor do que não ter essa possibilidade.

À medida que enriquecemos o nosso mapa e melhoramos a interpretação da realidade, tornamo-nos mais flexíveis e capazes de abarcar mais possibilidades, passando a ter um maior número de escolhas.

Há um mínimo de flexibilidade requerida para se conseguir resultados desejados.

As pessoas com mais escolhas têm melhores hipóteses de atingir os seus objectivos - quanto mais escolhas tiverem, mais livre se sentirão.

Atitudes:
• Valorizar as escolhas (no mínimo, devemos efectuar três escolhas comportamentais).

• Dar-se conta das estratégias inócuas (inofensivas).

• Procurar influenciar a equipa através da flexibilidade e não da imposição.

sexta-feira, abril 02, 2010

12. Resistência num cliente / no outro é sinal de falta de rapport (harmonia).


Não há clientes de má vontade, mas sim comunicadores inflexíveis (técnicas/ normas/ escolhas).
A resistência revela-se assim como um indicador acerca da inflexibilidade do comunicador;
Sabe qual é a diferença entre o teimoso e o persistente? O teimoso é aquele que, ao não conseguir o seu objectivo, repete os mesmos comportamentos e atitudes na expectativa de ter sucesso.
O persistente é aquele que, na mesma situação, altera criativa e flexivelmente os seus comportamentos e atitudes até alcançar o objectivo desejado.
O persistente obtém sempre o que deseja. O teimoso nem sempre.
Muitas pessoas não conseguem o resultado desejado na sua comunicação porque, mesmo não tendo funcionado anteriormente, elas a repetem. Usam os mesmos comportamentos, da mesma maneira, vezes e vezes seguidas. E as respostas obtidas, como é de se esperar, só podem ser as mesmas. Ao invés de pensarmos um pouco para solucionar o problema, o que fazemos? Simplesmente rotulamos e culpamos o outro de "resistente", quando não com termos piores.
Este facto aqui demonstra apenas a rigidez, a inflexibilidade do comunicador.

terça-feira, março 30, 2010

11. Errar não existe, só existe feedback (aprendizagem; resultado)


Segundo este pressuposto, não há erros. Só existem resultados. Não há fracassos, apenas existem experiências de aprendizagem, no âmbito das quais todas as consequências e respostas a comportamentos podem ser utilizadas.

Não há fracasso, apenas feedback e oportunidades renovadas de sucesso.

Cada tentativa sem sucesso coloca a pessoa mais próxima da meta desejada.

Thomas Edson, por exemplo, ao falhar 999 vezes na criação da lâmpada disse: “Descobri 999 maneiras de como não inventar a lâmpada”.

Face a cada tentativa frustrada, aprendemos algo novo e com esse acréscimo de conhecimento podemos desenvolver novas estratégias que a nos deixarão mais próximos do objectivo pretendido. O importante é não desistir dos sonhos, por mais difíceis que estes possam parecer.

Cada vez mais os grandes líderes sabem que não há fracassos na comunicação, somente resultados. Resultados, como placas de sinalização rodoviária, que nos proporcionam oportunidades de ajustar a nossa direcção para atingir mais rapidamente os nossos objectivos.

É como conduzir numa estrada e encontrar uma placa de sinalização a dizer "curva perigosa à esquerda" ou "desvio mais a frente". O que é que faz? Se sabe para onde está a ir, se sabe o destino da sua viagem e tem flexibilidade para encontrar caminhos alternativos ou mudar de velocidade, com certeza que chegará lá. Agora, se entender estes sinais como um fracasso da sua viagem, ou se for teimoso e rígido nos seus comportamentos, só poderá causar acidentes ou parar na estrada e chorar debaixo da placa de sinalização.

domingo, março 28, 2010

10. O sistema (a pessoa) com o comportamento mais flexível dominará o sistema

A natureza do Universo reside essencialmente na mudança: tudo é um sistema aberto e tende a mudar. Os sistemas fechados, por melhores que nos possam parecer, estagnam e decaem.

As pessoas com maior variedade de opções eficazes dominaram o sistemas, ou seja, segundo a lei das Variedades Requisitivas, da Cibernética, este pressuposto demonstra que num sistema de elementos inter-relacionados, aquele que tiver maior quantidade de funções, isto é, mais flexibilidade, é o elemento que controla ou domina, e isto também é valido para relações humanas.

Durante a formação profissional vamos adquirindo modelos padrões de como nos devemos comportar e agir e muitas vezes aprisionamo-nos a estes modelos tornando-nos muitas vezes inflexíveis, não sabemos como agir em determinadas situações em que não podemos aplicá-los.

Aprendemos uma série de "devo ser", e depois somos guiados por essas aprendizagem rigidificadas, independente do quanto estamos a ser eficazes e muitas vezes não nos disponibilizamos a experimentar de diversas maneiras até conseguir o resultado desejado, ou seja, “se uma coisa não está a funcionar, faça de outra maneira”.

Muitos aprendem "maneiras apropriadas" para responder a pacientes ou clientes e quando na realidade se confrontam com alguém que não obedece ao padrão aprendido de comunicação, sentem-se paralisados, incapazes de gerar respostas alternativas eficazes. Em psicoterapia, uma das razões pelas quais os psicóticos são tradicionalmente vistos como pacientes difíceis de tratar pode ser atribuída à maneira como comunicam os profissionais, muitas vezes fixa num modelo rígido de compreensão e de comportamento do mundo do doente. Verificamos que os pacientes, nesse caso, têm muito mais flexibilidade e liberdade de agir e de se expressar do que o terapeuta.

Observa-se também a falta de flexibilidade dos pais como uma das principais causas do poder que certas crianças ou jovens possuem dentro de casa. Os pais possuem muitos "deveres" na sua cabeça a respeito do que é ser pai ou mãe, e geralmente comportam-se de acordo com estes "devo ser", independentemente do quanto isto está a ser ineficaz. As crianças e os jovens, no entanto, estão dispostos a experimentar de todas as formas para ver e sentir se isto funciona, e se funciona, continuam a usar; se não, experimentam outra coisa até conseguirem o que querem.

quarta-feira, março 24, 2010

9. Sou dono da minha mente e portanto dos meus resultados

Os padrões de pensamento e comportamento podem ser aprendidos, desde que consigamos eliciar (investigar/descrever) os componentes das crenças (como percebemos o mundo), os valores (o que priorizamos no mundo), os filtros perceptivos (em que focalizamos a atenção no mundo) e a fisiologia (como reagimos corporalmente ao mundo).

Os nossos resultados dependem dos nossos programas mentais e da forma como processamos a informação, que consequentemente afecta os nossos estados internos que motivam os comportamentos e atitudes. Quando aprendemos a modificar as nossas representações internas (pensamentos), desenvolvemos autonomia e estabilidade emocional.

Bons estados significam, bem-estar físico e discernimento mental e com isso bons resultados.