sexta-feira, julho 16, 2010

BASTA A RESPIRAÇÃO

Por Eckhart Tolle

Podemos descobrir o espaço interior criando lacunas no fluxo de pensamentos.

Sem elas, o pensamento se torna repetitivo, desprovido de inspiração, sem nenhuma centelha criativa - e é assim que ele é para a maioria das pessoas. Não precisamos nos preocupar com a duração dessas lacunas. Alguns segundos bastam. Aos poucos, elas irão aumentar por si mesmas, sem nenhum esforço de nossa parte. Mais importante do que fazer com que sejam longas é cria-las com frequencia para que nossas atividades diárias e nosso fluxo de pensamento sejam entremeados por espaços.

Certa ocasião alguém me mostrou a programação anual de uma grande organização espiritual. Quando a examinei, fiquei impressionado pela rica seleção de seminários e palestras interessantes. A pessoa me perguntou se eu poderia recomendar uma ou duas atividades.

"Não sei, não. Todas elas me parecem muito interessantes. Mas eu conheço esta: tome consciencia da sua respiração sempre que puder, toda vez que se lembrar. Faça isso durante um ano e terá uma experiência transformadora bem mais forte do que a participação em qualquer uma dessas atividades. E é de graça."

Tomar consciência da respiração faz com que a atenção se afaste do pensamento e produz espaço. É uma maneira de gerar consciência. Embora a plenitude da consciência já esteja presente como o não-manifestado, estamos aqui para levar a consciência a essa dimensão.

Tome consciência da sua respiração. Observe a sensação do ato de respirar. Sinta o movimento de entrada e saída do ar ocorrendo em seu corpo. Veja como o peito e o abdomen se expandem e se contraem ligeiramente quando você inspira e expira. Basta uma respiração consciente para produir espaço onde antes havia a sucessão initerrupta de pensamentos.

Uma respiração consciente (duas ou três seria ainda melhor) feita muitas vezes ao dia é uma maneira excelente de criar espaços em sua vida. Mesmo que você medite sobre sua respiração por duas horas ou mais, o que é uma prática adotada por algumas pessoas, uma respiração basta para deixa-lo consciente. O resto são lembranças ou expectativas, isto é, pensamentos.

Na verdade, respirar não é algo que façamos, mas algo que testemunhamos.

A respiração acontece por si mesma. Ela é produzida pela inteligência inerente ao corpo. Portanto, basta observá-la. Essa atividade não envolve nem tensão nem esforço. Além disso, note a breve suspensão do fôlego - sobretudo no ponto de parada no fim da expiração - antes de começar a inspirar de novo. Muitas pessoas tem a respiração curta, o que não é natural. Quanto mais tomamos consciência da respiração, mais sua profundidade se estabelece sozinha.

Como a respiração não tem forma própria, ela tem sido equiparada ao espírito - a Vida sem uma forma específica - desde tempos ancestrais. "O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida; e o homem se tornou um ser vivente." A palavra alemã para respiração - atmen - tem origem no termo sânscrito Atman, que significa o espírito divino que nos habita, ou o Deus interior.

O fato de a respiração não ter forma é uma das razões pelas quais a consciência da respiração é uma maneira eficaz de criar espaços na nossa vida, de produzir consciência. Ela é um excelente objeto de meditação justamente porque não é um objeto, não tem contorno nem forma. O outro motivo é que a respiração é um dos mais sutis e aparentemente insignificantes fenômenos, a "menor coisa", que, segundo Nietzsche, constitui a "melhor felicidade".

Cabe a você decidir se vai ou não praticar a consciência da respiração como verdadeira meditação formal. No entanto, a meditação formal não substitui o empenho em criar a consciência do espaço na sua vida cotidiana.

Ao tomarmos conciência da respiração, nos vemos forçados a nos concentrar no momento presente - o segredo de toda a transformação interior, espiritual. Sempre que nos tornamos conscientes da respiração, estamos absolutamente no presente. Percebemos também que não conseguimos pensar e nos manter conscientes da respiração ao mesmo tempo.

A respiração consciente suspende a atividade mental. No entanto, longe de estarmos em transe ou semidespertos, permanecemos acordados e alertas. Não ficamos abaixo do nível do pensamento, e sim acima dele. E, se observarmos com mais atenção, veremos que essas duas coisas - nosso pleno estado de presença e a interrupção do pensamento sem a perda da consciência - são, na verdade a mesma coisa: o surgimento da consciência do espaço.
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pg. 211 do livro "O Despertar de uma Nova Consciência" de Eckhart Tolle - Ed. Sextante

10 Atitudes do Vendedor de Sucesso

Write the Future!

O comercial da Nike criado pela Wieden & Kennedy Amsterdam, conta a história de jogadores como Cristiano Ronaldo, Wayne Rooney, Landon Donovan e Ronaldinho Gaúcho e a fama ou fracasso que dependem da actuação durante um torneio fictício. O filme foi dirigido pelo renomado diretor e produtor de Hollywood Alejandro Gonzalez Inarritu.
Fonte: Adnews

quinta-feira, julho 15, 2010

Primeiro Passo é Escolher


A PNL - Programação Neuro-Linguística - descobriu que a maneira como pensamos a respeito de nossos objetivos faz uma grande diferença no resultado final. Podemos encarar o nosso objetivo de uma forma que facilite alcançá-lo ou que o torne quase impossível.

Para viver a vida que desejamos precisamos saber o que desejamos. Ser eficiente significa produzir os resultados desejados. O primeiro passo é escolher. Se não o fizer, sempre haverá alguém que queira fazer por si!
Lembre-se: qualquer escolha é melhor do que não ter escolhas!

É sabido que as pessoas que têm mais sucesso naquilo que fazem são as que definem claramente os seus objectivos. Quanto mais preciso e positivamente definirmos o que queremos e mais programarmos a nossa mente para procurar e perceber possibilidades, maior probabilidade teremos de obter aquilo que queremos.
As oportunidades existem quando são reconhecidas como tais.

Para isso, existe uma meta esperta que deve ser utilizada sempre que se pensa naquilo que se deseja. São dicas e perguntas que garantem que esteja focado no seu objetivo de forma a facilitar a sua concretização.

Todos os processos mentais e comportamentais giram em torno de objectivos fixados e dos vários meios de alcançá-lo. Conforme pensamos, vamos estabelecendo objectivos na nossa mente, consciente ou inconscientemente, que passam por um processo de checagem cíclico e de auto-correção.

O coaching ajuda exatamente neste processo. Ajuda a identificar todos os processos necessários para a concretização das metas.

quarta-feira, julho 14, 2010

Coaching, "passos para mudar de vida".

Seguem-se algumas propostas essenciais a ter em consideração, se realmente quer ter resultados, inspirados nas mais modernas técnicas e modelos do coaching actual.
Estabeleça metas:
“Tenha uma extraordinária expectativa em relação ao futuro, além de uma definição de metas claras que o inspirem a viver. Uma grande expectativa eleva o grau de energia que iremos despender nas nossas acções. Mais de 97% das pessoas não têm as suas metas por escrito e definições de datas a serem conquistadas”.

Esqueça o passado:
O seu passado não pode interferir nas conquistas futuras. Elimine as desculpas para não meter acção ou não conseguir resultados. Justificações do tipo ‘sou muito velho’, ‘sou muito novo’, ‘não tenho dinheiro suficiente’ ou ‘não tenho tempo’ são frases que o fazem continuar no mesmo lugar onde se encontra, a chamada "zona de conforto". “Os vencedores encaram o mundo de frente e superam as barreiras rumo ao objectivo desejado”.

A responsabilidade é sua:
“Assuma total e ir-restrita responsabilidade por tudo que acontece na sua vida. Muitas pessoas desejam, sinceramente, obter maior resultado nos relacionamentos, na vida profissional e financeira, mas não conseguem sentir-se felizes nessas áreas simplesmente porque justificam as derrotas com factores externos”.

Planei os seus próximos cinco anos:
“Entre em acção todos os dias focado em obter os resultados planeados. A maioria das pessoas super-estima o que pode fazer num ano, mas subestima o que pode fazer em cinco. Exactamente TODAS as pessoas, em cinco anos, podem transformar as suas vidas completamente. Basta ter um planeamento, acção e foco”.

Aprenda:
“Invista em conhecimento. Existe uma grande diferença entre trabalho duro e trabalho inteligente. Há pessoas que desejam vencer e trabalham arduamente para as suas conquistas. Outros, mais preparados e dotados de conhecimento, descobrem caminhos e rotas mais rápidas para sua vida e tornam-se vencedores. Conhecimento é o grande potencial competitivo da actualidade. Muita gente investe em variadíssimas licenciaturas e especializações, porém, o que faz mesmo a diferença é possuir técnicas de controle e estratégias mentais, técnicas efectivas de comunicação, técnicas de planeamento e organização do tempo, que são instrumentos fundamentais para o sucesso de qualquer pessoa”.

Bem, hajam e bons resultados.

terça-feira, julho 13, 2010

Porquê é que Einstein teve dificuldade em aprender?


Tendo-me tornado fã incondicional de Einstein, e de todas as suas teorias, tenho procurado tirar partido desta super-mente que nos deixou nas suas profundas reflexões e análises.
Segundo as suas diversas biografias, parece que Einstein só conseguiu ser aprender o alfabeto depois dos 9 (nove) anos de idade. De inicio, ele não conseguia aprender as primeiras letras e a escola desistiu dele, aconselhando os seus pais que perdessem a esperança: ele simplesmente não conseguia aprender! Até no seio da família ele era considerado retardado.
Talvez o que hoje em dia designamos de “dislexia”, e que está tão na “moda”. Desta forma este conceito, sempre existiu, e talvez tivesse sido uma das principias razões para que muitos milhões de pessoas, terem desistido dos estudos e optado por outras vias de realização. Não é que não sejam necessários todo o tipo de ocupações, contudo gostaria de voz reflectir esta breve ideia, comprovada nos tempos que correm.
Voltando ao nosso “amigo” Einstein. Ele não conseguia aprender mas, certamente, não era por falta de inteligência. O que era, então? A resposta está na maneira de ensinar é que estava errada.
Basicamente, e mesmo nos tempos que correm actualmente é lamentável, pois o ensino era e é todo orientado para alunos que têm o hemisfério esquerdo do cérebro predominante, embora já existam muitos exemplos de métodos inovadores. Ora Einstein era tipicamente “de hemisfério direito”, ou seja, para essas pessoas, é preciso que não se deixe nenhum elo de ligação entre o período da expressão só oral, em que predomina a imaginação, e o período de codificação (alfabetização – atribuir significado literário), em que a pessoa vai aprender um novo código (a língua), com o qual irá conceber e expressar os seus pensamentos.
Sintetizando, cada hemisfério cerebral tem as suas funções específicas, funcionando como se tivéssemos duas mentes, embora o cérebro seja um só. A lateralidade cerebral foi comprovada experimentalmente por Roger Sperry, que, por isso, ganhou o Prémio Nobel de Medicina e Fisiologia, em 1981.
Hoje em dia, as escolas mais avançadas no campo da educação procuram que os seus alunos desenvolvam ambos hemisférios, o que, quando ocorre, gera aquilo a que chamamos de “superdotados”, conseguindo uma inteligência acima da média.
A partir deste raciocínio, podemos talvez pensar, o “porque” dos nossos gostos particulares, coisas práticas (lateralidade direita dominante) ou coisas teóricas (lateralidade direita dominante), matemáticas e formas geométricas ou inteligência linguística. É claro que tudo isto, entre outros factores influenciou as nossas escolhas e continua a influenciar. Será que estamos realmente a tirar partido de todo o nosso potencial? Teorias existem que apenas usamos 5 a 10% do nosso potencial, muitas vezes porque nem sequer nos lembramos de pensar na realização dos nossos sonhos. Espero com esta exposição, contribuir para que despertem, “rumo” as vossas metas.
Se tem interesse em descobrir este campo inexplorado, procure treinos específicos (subceptivos e cognitivos), ou programas especiais de desenvolvimento da inteligência e da criatividade, para casos de dificuldades de aprendizagem, problemas de memória e estimulação das funções cognitivas para aumento da inteligência e da criatividade.
“Não permita que perspectivas limitadoras o prendam” Bem hajam.

sexta-feira, julho 09, 2010

THE POWER OF NOW - O Poder do Agora (Legendado em português)



O ontem já foi e o amanhã não existe, ainda......

na realidade só existe o agora,

nós existimos no "agora"

é no agora que deveríamos viver !!!!!

terça-feira, julho 06, 2010

Disney - Uma Filosofia de Vida

META-ESPERTA (OBJECTIVOS CLAROS)

Estabelecer metas com os pés no chão e cumpri-las é caminho certo para o sucesso pessoal, profissional e empresarial.

Dentro das empresas, a cobrança sobre os executivos por resultados acima da média está A ser cada vez mais constante. Isto independente do tamanho da organização. Por esse motivo, é muito importante que os executivos saibam traçar metas tanto para a sua vida pessoal quanto profissional.

As pesquisas mostram que menos de 3% da população tem metas específicas, tanto pessoais quanto profissionais, e apenas 1% da população coloca as suas metas no papel. Nas empresas, menos de 15% dos profissionais sabem claramente as suas metas e prioridades. Quais as razões que levam a essa estatística?


1 – As metas mudam constantemente: Com a competição cada vez mais exacerbada, as empresas estão diariamente a mudar as suas metas. Outra justificação para isto é a globalização, ou seja, alguma coisa que acontece na China poderá afectar significativamente alguma empresa noutra parte do mundo e, portanto, terá que rever as metas.

2 – Muitas metas: São tantas as metas colocadas para um alto executivo, que muitas vezes acaba por perder o foco.


3 – As metas não são comunicadas: Muitos executivos acreditam que as metas são apenas para a alta direcção, e não devem ser comunicadas para a média gerência e muito menos para o pessoal administrativo/produção. Isto é um grande erro, pois como é que a equipa desse alto executivo poderá ajudá-lo a cumprir as metas?

Apenas 19% dos profissionais estão comprometidos com as metas. Em várias organizações, os executivos recebem metas que não são relevantes ou importantes para eles, fazendo com que não se tornem comprometidos com elas. Normalmente, um executivo gasta apenas 49% do tempo com suas metas. Devemos perguntar-nos o que faz com os outros 51%.

Quando estiver a planear um projecto pessoal ou profissional, procure criar metas que o ajudem a obter sucesso. Um forma interessante de estabelecermos metas tanto profissionais quanto pessoais é colocá-las no modelo “Meta - ESPERTA”:

Específica Sistémica Positiva Evidência Recurso Tamanho Alternativas

Específica: Tenha certeza do que quer. É preciso especificar exactamente o que quer no tempo presente, usando imagens, sons, sensações. A meta precisa ser iniciada por si e depender de si.

O que é que quer? Em que contextos? Onde? Quando? Com quem? O que é que, especificamente, vai ver? Sentir? Ouvir? Fazer?

Sistémica: O que é que vai ganhar? Perder? É importante considerar o efeito da realização da sua meta ao nível sistémico, isto é, como vai combinar com as restantes metas, como vai afectar as outras áreas da vida, a família, o ambiente de trabalho etc.

Como é que a realização da meta vai afectar sua vida?

Vamos supor que decida colocar como meta juntar €100.000,00 até 31/12/2010. E que para isso precisa ir trabalhar para o Japão até ao fim do ano sem a sua família. Está disposto a ficar longe da sua família até o fim do ano para juntar os €100.000,00?

Positiva: Peça o que quer e não o que não quer!!! A meta precisa ser elaborada em termos positivos. Uma meta negativa, do tipo “Eu não quero comer demais”, cria imagens de uma pessoa comendo muito. Pois o cérebro não entende a palavra “Não”. Também se inclui nesta categoria “Eu quero parar de...”, “Eu quero viver sem...”.

A meta deve gerar imagens daquilo que quer ao invés daquilo que não quer!

Evidência: Como saberá que está a chegar próximo da sua meta?

Precisa ter uma evidência de que conseguiu a meta e “feedback” durante o processo para se autocorrigir. Não podemos esperar até ao prazo final da nossa meta para verificar se a cumprimos ou não.

Que evidências vai usar?

Por exemplo, uma pessoa que colocou como meta falar inglês fluente até 31/12/2010. Como pode saber que terá o inglês fluente em 31/12/2010? Ela poderá fazer um 7exame TOEFL e obter a pontuação mínima exigida para ter inglês fluente.

Recursos: Saiba exactamente o que precisa para atingir a meta. Identificar que recursos já tem e quais não tem para levá-lo do estado actual para o estado desejado.

Que capacidades e recursos eu já tenho para me ajudar a conseguir minha meta?

De que outros mais preciso? Vamos supor que um Gerente de Marketing quer concorrer à vaga de Director de Marketing. Este deverá saber o que a empresa/mercado exige que um Director de Marketing tenha. Depois disso, deverá verificar quais as capacidades que tem e quais deverá desenvolver.

Tamanho: Não se subestime. A meta precisa ser trabalhada com um enfoque de tamanho adequado. A meta grande demais precisa ser dividida em áreas a serem trabalhadas separadamente, demais?

Esse objectivo é possível de ser atingido?

Por exemplo, uma pessoa que acabou de virar gerente e coloca como meta tornar-se director em 10 anos. Será que não se está a subestimar? Uma meta pequena não promove o seu crescimento. A meta é desafiante? É grande demais?

Alternativas: Qual é o seu plano A, plano B, plano C... A sua meta precisa ter opções no plano de acções. Uma opção é limitada, duas criam um dilema e três permitem a escolha.

Qual é o seu plano de ação? Como você vai lidar com as dificuldades ou desafios?

O seu plano C poderá virar o plano A. Um executivo da área de vendas de plano de saúde pode ter como meta anual de vendas €1.000.000,00. Qual é o plano de vendas dele? Caso este plano A não seja possível ser colocado em prática, o que ele fará?

Portanto, devemos ter mais que um plano de acção para a nossa meta.


Exercício: Agora você já conhece a Meta ESPERTA, adivinhe quais das metas em baixo estão correctas e o que falta nas erradas?

• A - Ganhar mais dinheiro do que no ano passado

• B - Perder peso

• C - Melhorar o meu desempenho profissional

• D - Emagrecer 5 kg nas próximas 12 semanas e atingir 18% de gordura corporal


Respostas:

Apenas a letra D está correcta.

- Na letra A, falta especificar quanto queremos ganhar a mais do que no ano passado e também até quando esta meta deverá ser realizada.

- Na letra B, não especificamos quando e quanto gostaríamos de emagrecer. Outra sugestão é colocar a palavra “emagrecer” ao invés de “perder”.

- Na letra C, é preciso deixar claro o que é melhorar o desempenho profissional. E qual é o prazo para isso.

Exercício - II Escreva as suas metas (ESPERTA) para os próximos 6 meses nas seguintes áreas:

Saúde/Forma Física

Carreira

Desenvolvimento pessoal

Dinheiro

Inteligência Emocional – a força do século XXI

Acerca deste conceito, nunca é demais reforçar a importância do desenvolvimento da Inteligência emocional, pois cada vez mais o sucesso depende de outros factores além da inteligência e espírito de trabalho. As relações interpessoais, a capacidade de trabalho em grupo, a capacidade de ouvir e de se colocar na posição de outros, a capacidade de ouvir a nossa consciência tornaram-se fundamentais num mundo cada vez mais ligado por redes e em que cada vez mais o trabalho é tarefa de uma equipa. Para ter sucesso, além de inteligência "intelectual" é necessário ter também inteligência emocional.


A pedra basilar da inteligência emocional é a auto-consciência, isto é, o reconhecimento de um sentimento enquanto ele decorre. O sentimento desempenha um papel crucial na nossa navegação pelas decisões que temos que tomar. Todos nós sentimos por vezes sinais intuitivos sob a forma de impulsos límbicos, vindos daquilo a que António Damásio chama "balizadores somáticos". Eles são uma espécie de sinais que nos alerta para o perigo potencial mas também nos alerta para oportunidades de ouro. Segundo Goleman, "a chave para tomar boas decisões pessoais é ouvir os sentimentos".


O objectivo é o equilíbrio e não a supressão dos sentimentos. Todos os sentimentos têm o seu valor e significado. Controlar as emoções é a chave para o bem-estar emocional. Há sentimentos que destabilizam emocionalmente as pessoas, como raiva, ansiedade ou melancolia e que podem ser combatidos por exemplo, minando as suposições irreais que alimentam a raiva, ser céptico relativo às dúvidas que causam a ansiedade ou praticar exercício físico, jogos, etc, ou engendrar um pequeno triunfo, que ajudam a eliminar a melancolia.


Outro aspecto é a auto-motivação. É muito importante que as pessoas se sintam motivadas. Quanto mais motivadas e persistentes estiverem, maior capacidade e potencialidade terão para atingir os seus objectivos. O controlo emocional - adiar a recompensa e dominar a impulsividade - está subjacente a qualquer realização. Uma fonte de optimismo e persistência pode muito bem ser um comportamento inato, no entanto pode também ser adquirido pela experiência. Seja qual for a sua origem está-lhe subjaccente a ideia de auto-eficácia, a convicção que se domina os acontecimentos da própria vida e se é capaz de vencer os desafios. O desenvolvimento de uma aptidão, ao tornar a pessoa mais apta e mais disposta a correr riscos e a procurar desafios, reforça o sentimento de auto-eficácia.


Temos também o reconhecimento das emoções dos outros como um dos aspectos fundamentais, neste caso, a empatia e a habilidade de reconhecer o que os outros sentem, desempenha um papel fundamental numa vasta gama de áreas da vida. Nasce da auto-consciência. Só sendo capazes de reconhecer as próprias emoções seremos capazes de reconhecer as dos outros.

Uma vez que 90% da comunicação é não verbal, devemos estar particularmente atentos a estas pois é extremamente reveladora dos sentimentos do seu emissor. As pessoas empáticas são mais sensíveis a esses sinais que indicam aquilo de que os outros necessitam e tornam-se mais aptas para profissões que envolvam contacto e negociações com outras pessoas, tais como a gestão, por exemplo.

Por fim, o gerir relacionamentos. A arte de nos relacionarmos com os outros é também a aptidão de gerir as emoções dos outros, que está na base da popularidade, da liderança e da eficácia interpessoal. Gerir as emoções dos outros requer a maturação de duas habilidades emocionais: autocontrolo e empatia.

Além da inteligência emocional deve também existir e desenvolver-se a inteligência interpessoal. Segundo Thomas Hatch e Howard Gardner, há quatro componentes da inteligência interpessoal: organizar grupos, negociar soluções, relacionamento pessoal e análise social.

Embora muitas vezes, nem sequer nos dispomos a pensar nisto, o certo é que tudo isto poderá efectivamente fazer toda a diferença nos temos que correm, criando em cada um de nós um centro de equilíbrio que nos possibilite adaptar as constantes mudança que ocorrem à nossa volta, que se não forem geridas de forma correcta poderão levar-nos a desordem emocional e física. Por isso, aprenda a cuidar das suas emoções.

Bem hajam.

sábado, julho 03, 2010

Percepção é projecção (ecos da vida)

Um filho e o seu pai caminham por uma montanha. De repente, o menino cai, magoa-se e grita:
- Aiiiiii!!!
Para sua surpresa, escuta a sua voz a repetir-se vindo da montanha.
- Aiiiiii!!!
Curioso, o menino pergunta num grito:
- Quem é você?
E recebe como resposta:
- Quem é você?
Contrariado, grita:
- Seu cobarde!
E escuta como resposta:
- Seu cobarde!
Aflito, o menino olha para o pai e pergunta:
- O que é isso?
O pai sorri e diz:
- Meu filho, presta atenção.
Então, o pai grita em direcção da montanha:
- Eu admiro-te!
A voz responde:
- Eu admiro-te!
De novo o homem grita:
- És um campeão!
E a voz responde:
- És um campeão!
O menino fica espantado e não entende. Então o pai explica:
- As pessoas chamam de ECO, mas, na verdade, isso é VIDA. A vida dá-te de volta tudo o que dizes, tudo o que desejas de bom ou de mau aos outros. A vida devolve-te toda a blasfémia, inveja, incompreensão ou falta de honestidade. A nossa vida é simplesmente um reflexo das nossas palavras e acções. Se queres amor, compreensão, harmonia e felicidade, então cria mais amor, compreensão, harmonia e felicidade no teu coração. Se agires assim, a vida te dará tudo de volta através das pessoas que te cercam.

Adaptado de texto de autor desconhecido

Coaching (com PNL)

O que é o Coaching?

Remontando à filosofia grega de há 2 mil anos atrás e, concretamente, ao método que utilizava Sócrates, encontramos a verdadeira essência do Coaching.
A Maiêutica consistia em realizar perguntas para que a pessoa fosse resolvendo os seus problemas de forma autónoma, acedendo assim ao seu verdadeiro auto-conhecimento.
Sócrates acreditava que todo o ser humano era detentor de um potencial enorme que desconhecia e que lhe permitia alcançar tudo a que se propusesse.
São nestes pressupostos que assenta a metodologia do Coaching, com uma elevada eficácia na hora de clarificar e alcançar objectivos, desenvolver planos de acção, potenciar a responsabilidade e incrementar a consciência sobre as capacidades individuais.
Coaching é por isso, uma relação profissional continuada que ajuda a obter resultados extraordinários a nível pessoal e organizacional dos indivíduos.

Através do processo de Coaching com PNL, o cliente aprofunda o seu conhecimento, aumenta o seu rendimento e melhora a sua qualidade de vida.


Saiba como: 914019401

sexta-feira, julho 02, 2010

O Sapo e a Rosa


Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida por saber que era a mais linda do jardim.

Um dia apercebeu-se que as pessoas a observavam somente ao longe e nunca se aproximavam. Deu-se então conta que isso acontecia porque um sapo grande estava sempre perto de si.

Indignada pela descoberta, ordenou ao sapo que imediatamente se afastasse dela.

O sapo, muito humildemente, disse:

- Está bem, se é assim que queres...

Passado algum tempo, o sapo passou por onde estava a rosa, e ficou surpreendido ao encontrá-la murcha, sem folhas nem pétalas. Penalizado, disse-lhe:

- Que coisa horrível, o que te aconteceu?
A rosa respondeu:

- É que, desde que te foste embora, as formigas foram-me comendo dia após dia e agora nunca mais voltarei a ser o que era.

O sapo respondeu:

- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso é que eras a mais bonita do jardim...

Muitas vezes desvalorizamos os outros, por acreditarmos que somos superiores a eles ou que não nos servem para nada. Porém, todos temos alguma coisa a aprender com os outros ou a ensinar-lhes. Não devemos desvalorizar ninguém. Pode ser que alguém a quem não damos valor, nos faça um bem que nem mesmo nós percebemos.

Adaptado de texto de autor desconhecido
Quando eu sabia tudo, muita coisa falhava.
Agora que duvido, caminha tudo muito melhor.


Marten van de Vries, Sneek, Holanda
Ou se dá um passo em frente na direcção do crescimento pessoal, ou um passo atrás de volta à segurança.

Abraham Maslow

terça-feira, junho 29, 2010

PNL - aprender da excelência

A PNL funda-se da crença que tu, eu, os teus amigos e todas as pessoas que vivem neste planeta possuem os recursos para viver com qualidade e alegria. Os recursos estão no sistema. A chave está em aceder a esses recursos vitais que habitam em cada um de nós, "tê-los na mão" e assim, dar-lhes vida no quotidiano do dia-a-dia.

APRENDER O MELHOR está na origem da PNL, Bandler e Grinder, os seus criadores, quiseram aprender com pessoas que obtinham muito êxito, como os terapeutas, Virginia Satir, Milton Erickson e Fritz Perls, nos seus estilos de comunicação e de ajuda efectiva. Sem dúvida, não imaginaram na altura a potencialidade deste primeiro “gérmen” descoberto, pois até a data foram múltiplas as descobertas dos padrões neurolinguísticos associados a comportamentos efectivos. Robert Dilts, Judith DeLozier, S. Gilligan, L. Cameron, S. Andreas, C. Andreas, D. Gordon, S. Jacobson, T. Hallbom, S. Smith e muitos outros, foram contribuindo significativamente no desenvolvimento deste campo.
Existe uma literatura extensa que nos dá a possibilidade para a excelência da vida humana. A ênfase é aprender o que funciona:
Como é que os líderes eficazes fazem?
Como motivar os seus funcionários?
Quais são os factores-chave nas suas acções?
Quais são as qualidades pessoais que distinguem um líder eficaz?
São orientações que têm conduzido a modelagem e investigações de Robert Dilts, e à equipa de trainers em Isvordilts - por exemplo, a aprendizagem de excelência nas diferentes organizações na Europa, E.U.A., Ásia e América. PNL é modelagem, e com isso referimo-nos à análise e observação da excelência. Conhecesses alguém que faz algo de excepcional? As respostas são variadas: alguém que se recuperou de uma doença terminal, alguém que escreve poesia, alguém que tem uma atitude positiva em relação as dificuldades, alguém que cozinha bem... Ao mesmo tempo, muitos de nós, em certas situações e contextos, fizemos boas decisões, fomos criativos, empáticos, assertivos, afectuosos, lideres, as possibilidades são infinitas, assim como o campo de estudo da PNL. O requisito é apenas aprender a excelência. A criação de modelos de excelência permite delimitar as chaves de cada comportamento. Assim como na preparação de uma receita, ou construção da nossa casa, ou plantar um jardim, há passos, sequências e elementos que devem estar presentes para que haja êxito. Daí o conceito de programação. Há uma sequência de programação que leva à excelência.
Do ponto de vista da PNL, são essas interacções ou combinações dos elementos que estabelecem um comportamento bem sucedido ou problemático, responsáveis pelos processos psicológicos com base nos padrões comportamentais de excelência ou disfuncionais. Muitas vezes achamos que a diferença essencial entre algo que funciona bem e o que não funciona, é a ausência de algum factor ou alteração na sequência. A modelagem tem como objectivo descobrir como a mente (neuro) opera, através da análise dos padrões linguísticos e da comunicação não-verbal. O resultado desta análise, organiza-se passo a passo, definindo um programa ou estratégia neurolinguística, que pode ser transferido para outras pessoas e áreas de aplicabilidade. Se é possível para os outros, então é possível para mim.

Um dos aspectos mais notáveis da PNL é sua ênfase pragmática: desde a prática se remete a sua gênese, desenvolvimento e formação. Os conceitos e o treino enfatizam os contextos de aprendizagem interactiva e experienciais, de modo a que os princípios e procedimentos são totalmente compreendidos e integrados. A gestão da mudança, a partir do olhar da PNL envolve a articulação de três processos básicos:
- Definir o estado presente da pessoa,
- Estimular os recursos apropriados para a mudança
- O estado desejado da pessoa.

As distinções e tecnologias PNL estão organizadas para ajudar a identificar e a definir o estado actual e estado desejado, nos seus diferentes tipos e níveis, e de seguida, aplicar os recursos adequados e necessários para produzir uma mudança eficaz e ecológica para o estado desejado. Através dos anos, desenvolveram-se diversas ferramentas e padrões de comunicação e mudança em diversas áreas, aconselhamento, psicoterapia, educação, saúde, criatividade, direito, administração e gestão, vendas, liderança e paternidade. A função de qualquer ferramenta PNL será enriquecer, adicionar ou obter qualquer uma das três propriedades do comportamento efectivo, ou seja:
- Representação do estado desejado;
- Sensibilização e flexibilidade nos padrões de comportamento e padrões de vivencia interna;
- De modo a permitir o trânsito para o estado desejado.

Já esteve numa situação em que se sentiu com todas as possibilidades nas suas mãos?

Esta seria certamente uma experiência interessante a modelar, identificando qual a combinação neurolinguística de comportamentos, habilidades, crenças e de sentidos que tornaram possível a sua criação e permitir a sua expressão necessária. Foram identificados padrões de excelência de processos simples, como ortografia, e outros mais complexos, como a tomada de decisão, congruência, motivação, comunicação, empatia, sexualidade, resolução de problemas, autocontrole, liderança, aprendizagem, entre muitos, e muitos outros.
Este é o campo vasto na Programação Neurolínguistica.

10 Maneiras de Conduzir o Diálogo Interno Negativo

O diálogo interno é uma parte natural, importante e valiosa do nosso processamento interno, desde que saibamos como usá-lo e conduzi-lo com eficácia. Normalmente não aprendemos a usar e a conduzir o processo interno dos nossos pensamentos e sensações. Muitas vezes deixamos esse diálogo interno ou crítico interior, à solta dentro de nós, e acabamos por ter de olhar para ele através do resultado que obtemos sobre as nossas acções e comportamentos. Por vezes temos de lidar com ele através de tentativas e erros. E na verdade são esses resultados da tentativa e erro, mesmo razoavelmente efectivos, que nos informam e guiam sobre o estado dos nossos pensamentos e da nossa vida emocional.

Como a PNL nos permite "modelar" ou examinar como usamos a nossa mente e corpo, isso é um “insight” valioso para aprendermos a conduzir melhor a nossa vida.

Aplicar a PNL no diálogo interno negativo significa termos escolhas para melhorar a forma como utilizamos essa capacidade:

Bloqueá-lo: pois assim você na realidade inibe a sua própria capacidade de diálogo interno.

Substitui-lo: similar ao bloqueio, você substitui um fluxo de diálogo interno por outro.

Inibi-lo: ao prestar atenção às coisas que não exigem diálogo interno ou que recorram fortemente a outros sentidos como barulho, visão ou sensações físicas.

Redireccioná-lo: use o seu diálogo interno com uma finalidade mais positiva. Negociar com ele: faça um acordo com o seu próprio diálogo interno usando uma técnica da PNL.

Torná-lo desnecessário: muitas vezes, o nosso diálogo interno é um meio de imaginar algo ou de desanuviar a mente de alguém. A PNL usa técnicas mais eficazes para atingir este resultado.

Reduzi-lo: use a consciência e outros métodos, para reduzi-lo.

Diriji-lo: desenvolva a capacidade de decidir não "acolher" certos tipos de pensamentos.

Reconhece-lo: como resultado do uso de outros formas de percepcionar a realidade; Assim, o diálogo interno deixa de ter o peso substancial que tem.

Use-o ou fique à mercê dele

Quando "usado" com eficácia, o nosso diálogo interno é um recurso admirável, uma dádiva que nos permite pensar com criatividade, realismo, lógica, e continuidade. Sem essas capacidades, nós não seríamos capazes de actuar efectivamente na vida diária.
O problema do diálogo interno negativo tem origem no facto de que nós não sabemos que podemos dirigi-lo, ou se sabemos, não sabemos como dirigi-lo. É mais ou menos como ter um cão. Se o cão foi treinado, ele pode ser uma óptima companhia, ajudar na segurança e ser um companheiro fiel. Porém, se sempre permitiram que ele fizesse tudo que queria, ele pode causar destruição dentro e fora de casa – e até mesmo arriscar a segurança de amigos e da família!

quinta-feira, junho 24, 2010

O instinto mais forte do ser humano

O instinto mais forte do ser humano não é o da sobrevivência.
O instinto mais forte do ser humano é a necessidade de olhar para aquilo que é familiar.
Sente-se confortável e seguro diante do que lhe é familiar.
Fica incomodado diante do que é desconhecido. Dependendo da situação, pode até entrar em pânico.
Algumas pessoas conseguem transformar rapidamente o desconhecido em algo familiar.
Fazem isso começando por se focalizarem naquilo que há de familiar no meio do desconhecido.
Outras, tem enormes dificuldades com o desconhecido.
Fazem isso ao focalizarem-se nas diferenças, anulando qualquer sinal de semelhança. Preferem o sofrimento conhecido ao prazer desconhecido.
Em casos extremos, preferem a morte a enfrentar o desconhecido.

terça-feira, junho 22, 2010

Teoria dos Tipos Psicológicos - Tabela dos Temperamentos de David Keirsey

Courtesy TerritorioScuola

“MAS”, a palavra mágica

A palavra “mas”, tem um poder interessante.
Ela anula o que vem antes dela.
“Eu quero viajar para a América, mas isso vai custar-me muito caro”.
Nesta frase, o querer viajar para a América perdeu a força diante do facto de custar caro.
Assim sendo, a viagem está praticamente descartada.
“Fizeste um bom trabalho, mas faltou um pequeno detalhe…
Como é que se sentiria perante um comentário como este em relação ao seu trabalho?
Quando mal utilizada, a palavra “mas” desmotiva, desanima, enfraquece a pessoa, diminui a auto-estima.
Alguns exemplos:
Quero ter sucesso na carreira, mas estou numa profissão que não é valorizada.
Quero ter o meu negócio próprio, mas não tenho dinheiro.
Quero aumentar os meus rendimentos, mas não sei como. etc.
Mas, (consegue notar o efeito desta palavra agora, nesta frase?) quando bem utilizada, torna-se uma aliada poderosa.
Veja que interessante:
Estou numa profissão que não é valorizada, mas quero ter sucesso na carreira.
Não tenho dinheiro, mas quero ter o meu negócio próprio.
Não sei como, mas quero aumentar os meus rendimentos.
Os obstáculos perdem a sua importância.
Só com esta mudança, muitas vezes surgem ideias interessantes para superar os obstáculos.
Quando diz “quero ter o meu negócio próprio, mas não tenho dinheiro” — é como se estivesse a desistir, ou no mínimo sem esperanças.
Quando faz uma pequena mudança e diz “não tenho dinheiro, mas quero ter o meu próprio negócio”, poderão surgir muitas ideias: procurar um sócio com dinheiro é uma das opções, ou começar a poupar e formar o dinheiro para iniciar o negócio próprio, ou procurar um negócio compatível com o capital de que dispõe, etc.

A fórmula é muito simples: quando perceber que a sua frase usa o “mas” como desculpa para se sentir mal, simplesmente gire a frase de 180 graus. Troque de posição as partes que estão antes e depois do “mas” e isso fará uma grande diferença.
Só com isso, poderá elevar a sua auto-estima, ser mais produtivo, mais animado, mais motivado, enfim, ter mais sucesso.
Experimente.
Ah, não quer experimentar?
Então tem um “mas” mal colocado.
Talvez esteja a dizer “é uma ideia interessante, mas acho que não vai funcionar para mim”
Então diga: “Acho que isso não vai funcionar para mim, mas é uma ideia interessante e vou experimentar”.

segunda-feira, junho 21, 2010

Comunicadores excelentes

John Grinder e Richard Bandler descobriram que comunicadores excelentes possuem 3 competências básicas:

1. SABEM O QUE QUEREM!

2. ESTÃO ALERTA ÀS REACÇÕES QUE RECEBEM!

3. POSSUEM A FLEXIBILIDADE PARA MODIFICAR O COMPORTAMENTO ATÉ RECEBEREM A RESPOSTA QUE QUEREM!

PNL - Meditação-prazer, para a manhã, ao levantar

Ao acordar...

1. Pense em 3 coisas sobre o dia de hoje de que se regozija
2. Primeiramente olhe para elas de forma dissociada
3. Conte a si mesmo verbalmente o que acontece no momento em que está gozando a vivência destes acontecimentos
4.Pense sobre quais são as suas qualidades pessoais que lhe permitem ter tanto prazer disso
5. Entre em cada uma das situações e vivencie-as associado, uma por uma

Jaap van Hollander

quinta-feira, junho 17, 2010

PNL e PSM

O PSM (Panorama Social Mental) é um conjunto de representações que geralmente estão a um nível atrás do pensamento consciente. É a nossa carta geográfica da realidade social, quer dizer, onde está descrita a nossa imagem mental na relação com os outros - o meu lugar no mundo, o meu mapa. O que significa a inexistência da Realidade do mundo.
Toda a transformação da nossa vida, dos nossos comportamentos e/ou da maneira como nos sentimos, é pura e simplesmente o resultado da nossa geografia mental, do nosso Mapa.
Toda a sociedade actual parece estar implicada numa conspiração. Fazer o mundo acreditar que existe uma Realidade Social e que a nossa felicidade é dependente dela.
A PNL está implicada numa desmistificação total.
Se existe ou não uma Realidade, está fora de causa, ninguém poderá jamais conhecê-la.
A Realidade é a MINHA REALIDADE, o meu Panorama Social Mental.
A PNL oferece as ferramentas para a reconstrução do meu PSM, do meu Panorama Social Mental. Ao torná-lo mais funcional,tenho então finalmente mais possibilidades de realizar a minha felicidade. Sou então uma pessoa livre de construir ou não a minha felicidade com os produtos mercantis da publicidade dos outros.

Obstáculos

Obstáculos..., essas coisas tenebrosas que vemos/imaginamos quando perdemos de vista os nossos objectivos...