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sexta-feira, julho 16, 2010
BASTA A RESPIRAÇÃO
Write the Future!
Fonte: Adnews
quinta-feira, julho 15, 2010
Primeiro Passo é Escolher
quarta-feira, julho 14, 2010
Coaching, "passos para mudar de vida".
terça-feira, julho 13, 2010
Porquê é que Einstein teve dificuldade em aprender?

sexta-feira, julho 09, 2010
THE POWER OF NOW - O Poder do Agora (Legendado em português)
O ontem já foi e o amanhã não existe, ainda......
na realidade só existe o agora,
nós existimos no "agora"
é no agora que deveríamos viver !!!!!
quarta-feira, julho 07, 2010
terça-feira, julho 06, 2010
META-ESPERTA (OBJECTIVOS CLAROS)

Estabelecer metas com os pés no chão e cumpri-las é caminho certo para o sucesso pessoal, profissional e empresarial.
Dentro das empresas, a cobrança sobre os executivos por resultados acima da média está A ser cada vez mais constante. Isto independente do tamanho da organização. Por esse motivo, é muito importante que os executivos saibam traçar metas tanto para a sua vida pessoal quanto profissional.
As pesquisas mostram que menos de 3% da população tem metas específicas, tanto pessoais quanto profissionais, e apenas 1% da população coloca as suas metas no papel. Nas empresas, menos de 15% dos profissionais sabem claramente as suas metas e prioridades. Quais as razões que levam a essa estatística?
1 – As metas mudam constantemente: Com a competição cada vez mais exacerbada, as empresas estão diariamente a mudar as suas metas. Outra justificação para isto é a globalização, ou seja, alguma coisa que acontece na China poderá afectar significativamente alguma empresa noutra parte do mundo e, portanto, terá que rever as metas.
2 – Muitas metas: São tantas as metas colocadas para um alto executivo, que muitas vezes acaba por perder o foco.
3 – As metas não são comunicadas: Muitos executivos acreditam que as metas são apenas para a alta direcção, e não devem ser comunicadas para a média gerência e muito menos para o pessoal administrativo/produção. Isto é um grande erro, pois como é que a equipa desse alto executivo poderá ajudá-lo a cumprir as metas?
Apenas 19% dos profissionais estão comprometidos com as metas. Em várias organizações, os executivos recebem metas que não são relevantes ou importantes para eles, fazendo com que não se tornem comprometidos com elas. Normalmente, um executivo gasta apenas 49% do tempo com suas metas. Devemos perguntar-nos o que faz com os outros 51%.
Quando estiver a planear um projecto pessoal ou profissional, procure criar metas que o ajudem a obter sucesso. Um forma interessante de estabelecermos metas tanto profissionais quanto pessoais é colocá-las no modelo “Meta - ESPERTA”:
Específica Sistémica Positiva Evidência Recurso Tamanho Alternativas
Específica: Tenha certeza do que quer. É preciso especificar exactamente o que quer no tempo presente, usando imagens, sons, sensações. A meta precisa ser iniciada por si e depender de si.
O que é que quer? Em que contextos? Onde? Quando? Com quem? → O que é que, especificamente, vai ver? Sentir? Ouvir? Fazer?
Sistémica: O que é que vai ganhar? Perder? É importante considerar o efeito da realização da sua meta ao nível sistémico, isto é, como vai combinar com as restantes metas, como vai afectar as outras áreas da vida, a família, o ambiente de trabalho etc.
Como é que a realização da meta vai afectar sua vida?
Vamos supor que decida colocar como meta juntar €100.000,00 até 31/12/2010. E que para isso precisa ir trabalhar para o Japão até ao fim do ano sem a sua família. Está disposto a ficar longe da sua família até o fim do ano para juntar os €100.000,00?
Positiva: Peça o que quer e não o que não quer!!! A meta precisa ser elaborada em termos positivos. Uma meta negativa, do tipo “Eu não quero comer demais”, cria imagens de uma pessoa comendo muito. Pois o cérebro não entende a palavra “Não”. Também se inclui nesta categoria “Eu quero parar de...”, “Eu quero viver sem...”.
A meta deve gerar imagens daquilo que quer ao invés daquilo que não quer!
Evidência: Como saberá que está a chegar próximo da sua meta?
Precisa ter uma evidência de que conseguiu a meta e “feedback” durante o processo para se autocorrigir. Não podemos esperar até ao prazo final da nossa meta para verificar se a cumprimos ou não.
Que evidências vai usar?
Por exemplo, uma pessoa que colocou como meta falar inglês fluente até 31/12/2010. Como pode saber que terá o inglês fluente em 31/12/2010? Ela poderá fazer um 7exame TOEFL e obter a pontuação mínima exigida para ter inglês fluente.
Recursos: Saiba exactamente o que precisa para atingir a meta. Identificar que recursos já tem e quais não tem para levá-lo do estado actual para o estado desejado.
Que capacidades e recursos eu já tenho para me ajudar a conseguir minha meta?
De que outros mais preciso? Vamos supor que um Gerente de Marketing quer concorrer à vaga de Director de Marketing. Este deverá saber o que a empresa/mercado exige que um Director de Marketing tenha. Depois disso, deverá verificar quais as capacidades que tem e quais deverá desenvolver.
Tamanho: Não se subestime. A meta precisa ser trabalhada com um enfoque de tamanho adequado. A meta grande demais precisa ser dividida em áreas a serem trabalhadas separadamente, demais?
Esse objectivo é possível de ser atingido?
Por exemplo, uma pessoa que acabou de virar gerente e coloca como meta tornar-se director em 10 anos. Será que não se está a subestimar? Uma meta pequena não promove o seu crescimento. A meta é desafiante? É grande demais?
Alternativas: Qual é o seu plano A, plano B, plano C... A sua meta precisa ter opções no plano de acções. Uma opção é limitada, duas criam um dilema e três permitem a escolha.
Qual é o seu plano de ação? Como você vai lidar com as dificuldades ou desafios?
O seu plano C poderá virar o plano A. Um executivo da área de vendas de plano de saúde pode ter como meta anual de vendas €1.000.000,00. Qual é o plano de vendas dele? Caso este plano A não seja possível ser colocado em prática, o que ele fará?
Portanto, devemos ter mais que um plano de acção para a nossa meta.
Exercício: Agora você já conhece a Meta ESPERTA, adivinhe quais das metas em baixo estão correctas e o que falta nas erradas?
• A - Ganhar mais dinheiro do que no ano passado
• B - Perder peso
• C - Melhorar o meu desempenho profissional
• D - Emagrecer 5 kg nas próximas 12 semanas e atingir 18% de gordura corporal
Respostas:
Apenas a letra D está correcta.
- Na letra A, falta especificar quanto queremos ganhar a mais do que no ano passado e também até quando esta meta deverá ser realizada.
- Na letra B, não especificamos quando e quanto gostaríamos de emagrecer. Outra sugestão é colocar a palavra “emagrecer” ao invés de “perder”.
- Na letra C, é preciso deixar claro o que é melhorar o desempenho profissional. E qual é o prazo para isso.
Exercício - II Escreva as suas metas (ESPERTA) para os próximos 6 meses nas seguintes áreas:
Saúde/Forma Física
Carreira
Desenvolvimento pessoal
Dinheiro
Inteligência Emocional – a força do século XXI
Acerca deste conceito, nunca é demais reforçar a importância do desenvolvimento da Inteligência emocional, pois cada vez mais o sucesso depende de outros factores além da inteligência e espírito de trabalho. As relações interpessoais, a capacidade de trabalho em grupo, a capacidade de ouvir e de se colocar na posição de outros, a capacidade de ouvir a nossa consciência tornaram-se fundamentais num mundo cada vez mais ligado por redes e em que cada vez mais o trabalho é tarefa de uma equipa. Para ter sucesso, além de inteligência "intelectual" é necessário ter também inteligência emocional.
A pedra basilar da inteligência emocional é a auto-consciência, isto é, o reconhecimento de um sentimento enquanto ele decorre. O sentimento desempenha um papel crucial na nossa navegação pelas decisões que temos que tomar. Todos nós sentimos por vezes sinais intuitivos sob a forma de impulsos límbicos, vindos daquilo a que António Damásio chama "balizadores somáticos". Eles são uma espécie de sinais que nos alerta para o perigo potencial mas também nos alerta para oportunidades de ouro. Segundo Goleman, "a chave para tomar boas decisões pessoais é ouvir os sentimentos".
O objectivo é o equilíbrio e não a supressão dos sentimentos. Todos os sentimentos têm o seu valor e significado. Controlar as emoções é a chave para o bem-estar emocional. Há sentimentos que destabilizam emocionalmente as pessoas, como raiva, ansiedade ou melancolia e que podem ser combatidos por exemplo, minando as suposições irreais que alimentam a raiva, ser céptico relativo às dúvidas que causam a ansiedade ou praticar exercício físico, jogos, etc, ou engendrar um pequeno triunfo, que ajudam a eliminar a melancolia.
Outro aspecto é a auto-motivação. É muito importante que as pessoas se sintam motivadas. Quanto mais motivadas e persistentes estiverem, maior capacidade e potencialidade terão para atingir os seus objectivos. O controlo emocional - adiar a recompensa e dominar a impulsividade - está subjacente a qualquer realização. Uma fonte de optimismo e persistência pode muito bem ser um comportamento inato, no entanto pode também ser adquirido pela experiência. Seja qual for a sua origem está-lhe subjaccente a ideia de auto-eficácia, a convicção que se domina os acontecimentos da própria vida e se é capaz de vencer os desafios. O desenvolvimento de uma aptidão, ao tornar a pessoa mais apta e mais disposta a correr riscos e a procurar desafios, reforça o sentimento de auto-eficácia.
Temos também o reconhecimento das emoções dos outros como um dos aspectos fundamentais, neste caso, a empatia e a habilidade de reconhecer o que os outros sentem, desempenha um papel fundamental numa vasta gama de áreas da vida. Nasce da auto-consciência. Só sendo capazes de reconhecer as próprias emoções seremos capazes de reconhecer as dos outros.
Uma vez que 90% da comunicação é não verbal, devemos estar particularmente atentos a estas pois é extremamente reveladora dos sentimentos do seu emissor. As pessoas empáticas são mais sensíveis a esses sinais que indicam aquilo de que os outros necessitam e tornam-se mais aptas para profissões que envolvam contacto e negociações com outras pessoas, tais como a gestão, por exemplo.
Por fim, o gerir relacionamentos. A arte de nos relacionarmos com os outros é também a aptidão de gerir as emoções dos outros, que está na base da popularidade, da liderança e da eficácia interpessoal. Gerir as emoções dos outros requer a maturação de duas habilidades emocionais: autocontrolo e empatia.
Além da inteligência emocional deve também existir e desenvolver-se a inteligência interpessoal. Segundo Thomas Hatch e Howard Gardner, há quatro componentes da inteligência interpessoal: organizar grupos, negociar soluções, relacionamento pessoal e análise social.
Embora muitas vezes, nem sequer nos dispomos a pensar nisto, o certo é que tudo isto poderá efectivamente fazer toda a diferença nos temos que correm, criando em cada um de nós um centro de equilíbrio que nos possibilite adaptar as constantes mudança que ocorrem à nossa volta, que se não forem geridas de forma correcta poderão levar-nos a desordem emocional e física. Por isso, aprenda a cuidar das suas emoções.
Bem hajam.
sábado, julho 03, 2010
Percepção é projecção (ecos da vida)
Um filho e o seu pai caminham por uma montanha. De repente, o menino cai, magoa-se e grita:- Aiiiiii!!!
Para sua surpresa, escuta a sua voz a repetir-se vindo da montanha.
- Aiiiiii!!!
Curioso, o menino pergunta num grito:
- Quem é você?
E recebe como resposta:
- Quem é você?
Contrariado, grita:
- Seu cobarde!
E escuta como resposta:
- Seu cobarde!
Aflito, o menino olha para o pai e pergunta:
- O que é isso?
O pai sorri e diz:
- Meu filho, presta atenção.
Então, o pai grita em direcção da montanha:
- Eu admiro-te!
A voz responde:
- Eu admiro-te!
De novo o homem grita:
- És um campeão!
E a voz responde:
- És um campeão!
O menino fica espantado e não entende. Então o pai explica:
- As pessoas chamam de ECO, mas, na verdade, isso é VIDA. A vida dá-te de volta tudo o que dizes, tudo o que desejas de bom ou de mau aos outros. A vida devolve-te toda a blasfémia, inveja, incompreensão ou falta de honestidade. A nossa vida é simplesmente um reflexo das nossas palavras e acções. Se queres amor, compreensão, harmonia e felicidade, então cria mais amor, compreensão, harmonia e felicidade no teu coração. Se agires assim, a vida te dará tudo de volta através das pessoas que te cercam.
Adaptado de texto de autor desconhecido
Coaching (com PNL)

O que é o Coaching?
Através do processo de Coaching com PNL, o cliente aprofunda o seu conhecimento, aumenta o seu rendimento e melhora a sua qualidade de vida.
sexta-feira, julho 02, 2010
O Sapo e a Rosa

Um dia apercebeu-se que as pessoas a observavam somente ao longe e nunca se aproximavam. Deu-se então conta que isso acontecia porque um sapo grande estava sempre perto de si.
Indignada pela descoberta, ordenou ao sapo que imediatamente se afastasse dela.
O sapo, muito humildemente, disse:
- Está bem, se é assim que queres...
Passado algum tempo, o sapo passou por onde estava a rosa, e ficou surpreendido ao encontrá-la murcha, sem folhas nem pétalas. Penalizado, disse-lhe:
- Que coisa horrível, o que te aconteceu?
O sapo respondeu:
- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso é que eras a mais bonita do jardim...
Adaptado de texto de autor desconhecido
terça-feira, junho 29, 2010
PNL - aprender da excelência

10 Maneiras de Conduzir o Diálogo Interno Negativo
O diálogo interno é uma parte natural, importante e valiosa do nosso processamento interno, desde que saibamos como usá-lo e conduzi-lo com eficácia. Normalmente não aprendemos a usar e a conduzir o processo interno dos nossos pensamentos e sensações. Muitas vezes deixamos esse diálogo interno ou crítico interior, à solta dentro de nós, e acabamos por ter de olhar para ele através do resultado que obtemos sobre as nossas acções e comportamentos. Por vezes temos de lidar com ele através de tentativas e erros. E na verdade são esses resultados da tentativa e erro, mesmo razoavelmente efectivos, que nos informam e guiam sobre o estado dos nossos pensamentos e da nossa vida emocional.
Como a PNL nos permite "modelar" ou examinar como usamos a nossa mente e corpo, isso é um “insight” valioso para aprendermos a conduzir melhor a nossa vida.
Substitui-lo: similar ao bloqueio, você substitui um fluxo de diálogo interno por outro.
Inibi-lo: ao prestar atenção às coisas que não exigem diálogo interno ou que recorram fortemente a outros sentidos como barulho, visão ou sensações físicas.
Redireccioná-lo: use o seu diálogo interno com uma finalidade mais positiva. Negociar com ele: faça um acordo com o seu próprio diálogo interno usando uma técnica da PNL.
Torná-lo desnecessário: muitas vezes, o nosso diálogo interno é um meio de imaginar algo ou de desanuviar a mente de alguém. A PNL usa técnicas mais eficazes para atingir este resultado.
Reduzi-lo: use a consciência e outros métodos, para reduzi-lo.
Diriji-lo: desenvolva a capacidade de decidir não "acolher" certos tipos de pensamentos.
Reconhece-lo: como resultado do uso de outros formas de percepcionar a realidade; Assim, o diálogo interno deixa de ter o peso substancial que tem.
sexta-feira, junho 25, 2010
quinta-feira, junho 24, 2010
O instinto mais forte do ser humano
terça-feira, junho 22, 2010
“MAS”, a palavra mágica
segunda-feira, junho 21, 2010
Comunicadores excelentes
John Grinder e Richard Bandler descobriram que comunicadores excelentes possuem 3 competências básicas:
1. SABEM O QUE QUEREM!
2. ESTÃO ALERTA ÀS REACÇÕES QUE RECEBEM!
3. POSSUEM A FLEXIBILIDADE PARA MODIFICAR O COMPORTAMENTO ATÉ RECEBEREM A RESPOSTA QUE QUEREM!
