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sábado, setembro 25, 2010
quinta-feira, setembro 23, 2010
Valores - o motor das nossas acção

domingo, setembro 19, 2010
Cuidado com o pensamento positivo!
Por norma, usamos dois recursos para pensar: com palavras ou com imagens mentais. Einstein, por exemplo, declarou que pensava com imagens que ele produzia e reproduzia voluntariamente.
Quero com isto, demonstrar que são as imagens mentais que têm força e não as palavras que não estejam acompanhadas das imagens daquilo que elas representam.
terça-feira, setembro 14, 2010
sábado, setembro 11, 2010
O caracol
Era uma vez um caracol que decidiu subir ao alto duma cerejeira para se saciar da tão maravilhosa fruta.
O caracol começou a sua ascensão e quando estava a cinquenta centímetros do solo, uns quantos gozadores começaram a rir-se dele.
- Hei, tu, estúpido, não te dás conta de que estamos em janeiro e que em janeiro não há cerejas.
O caracol ficou pensativo e contestou sem se deter:
- Não importa que não haja cerejas agora, haverá quando chegar lá acima.
quinta-feira, setembro 09, 2010
Causa das doenças: negar as nossas reais necessidades.
terça-feira, setembro 07, 2010
Vícios de Leitura (hábito)

Para perder um vício é importante descondicioná-lo e condicionar um novo comportamento para preencher o espaço vazio. A eliminação dos vícios de leitura é fundamental para que se desenvolva uma forma de "leitura dinâmica" mais funcional. Veja a seguir 6 vícios de leitura:
| O QUE NÃO FAZER = VÍCIOS DE LEITURA 1. Ler palavra por palavra. | O QUE FAZER 1. Ler o conjunto = leitura por frase. |
1. A leitura palavra por palavra cansa porque muitas das palavras servem apenas para “fazer volume”. Não alteram o sentido do texto. Além disso perde-se velocidade quando lemos palavra por palavra, de modo isolado. Faça leitura por unidade de pensamento, por frase. Entenda o conjunto e não se prenda a detalhes.
2. A leitura silábica ( si-lá-bi-ca ) cansa também. Perde-se velocidade. Ler silabicamente é pior do que ler palavra por palavra. A quantidade de movimentos oculares que este vício provoca, resulta em cansaço na leitura e também causa dores de cabeça.
3. Vocalização ou leitura sussurrada limita a velocidade da leitura à velocidade da fala que é de +/- 100 palavras por minuto. Use a voz apenas para falar. A alfabetização que ensina a ler falando, a falar em voz alta para o professor avaliar a leitura, pode criar o vício da vocalização posteriormente.
4. Subvocalização. A vocalização poderá ocorrer sem o som propriamente dito, movendo-se apenas os lábios. A isto dá-se o nome de subvocalização. Não há necessidade de se mover os lábios. Movimente apenas os olhos. Quando vocalizamos com ou sem som, aumenta o trabalho mental sem necessidade, pois o cérebro terá que coordenar a articulação das palavras. Os exercícios de aumento velocidade farão quebrar o vício de subvocalizar. A velocidade grande ( mais de 300 palavras lidas por minuto) não permite a subvocalização (100 palavras lidas por minuto).
5. Repetição mental do que lemos. A velocidade do pensamento é maior do que a velocidade de leitura. Repetindo-se mentalmente o que lemos estimulamos a falta de concentração, cria-se espaço para divagações e diminui a velocidade da leitura.
A repetição mental é a chamada “voz interna” estimada em + / – 200 palavras lidas por minuto.
6. Mover a cabeça da direita para a esquerda ( e vice-versa ) é inútil e cansa. Condicione-se a ficar com a cabeça parada e a mover só os olhos. Manter a cabeça parada permite que os olhos saltem com maior precisão pelas frases. Quem move a cabeça enquanto lê, está fazendo com a cabeça o que os olhos deveriam fazer.
O Lider Coach
Mas a dúvida ainda paira na cabeça de muitas pessoas: o Coaching é apenas mais uma moda ou chegou para ficar? O líder Coach é apenas mais um nome bonito ou é realmente um líder diferenciado? Se é diferente, qual a diferença? Será que não é mais uma utopia, daquelas que não funciona na prática? Será que é possível treinar líderes e consciencializá-los da necessidade da mudança?
Ao que parece o Coaching veio para ficar. Independente da batalha semântica que se trava, a filosofia por detrás desta técnica de gestão é que faz toda a diferença. Esta filosofia, parte do pressuposto que os resultados duma empresa somente são sustentáveis a longo prazo se essa empresa investir na formação de "novos líderes" numa base diária, de forma a não depender para sempre dos seus líderes actuais.
Formar melhores líderes significa formar melhores pessoas e melhores profissionais, pois a Liderança começa no carácter, identidade e objectivos de cada um. E é por isso que se considera o Coaching uma arte, uma vez que não existem parâmetros fixos, nem receitas prontas para que cada um possa tornar-se um melhor artista. Algumas técnicas funcionam nalguns contextos e não funcionam noutros. Algumas funcionam com determinadas pessoas e não funcionam com outras.
Por onde começar, então? O início ocorre exactamente quando quebramos um dos maiores paradigmas da Liderança: o de que o líder tem que saber tudo e dizer aos seus liderados o que fazer. Quando digo isso nos em contexto de formação (Liderança e Coaching) ou supervisão, a reacção é de surpresa total. "Como assim? O líder não deve dizer aos seus liderados o que fazer nem como fazer?" Exactamente.
A missão do líder não é formar novos líderes? Então ele tem que focar os seus esforços nessa direcção. Os resultados serão consequência directa do crescimento dos profissionais e não mais do direccionamento de poucos. O líder Coach estará constantemente a formar pessoas capazes de pensar por si mesmas, atingir resultados e transformar constantemente o ambiente, antecipando mudanças e encontrando novas formas de fazer o resultado.
A ferramenta número um do Líder Coach é a pergunta. Parece estranho mas é exactamente isso. A grande mudança no paradigma da Liderança acontece quando o líder pára de dizer aos seus liderados como fazer as coisas e começa a perguntar.
As perguntas do líder têm impactos profundos nos seus liderados. Primeiro que tudo, obriga o liderado a pensar, desenvolvendo com isso a sua visão estratégica e a sua criatividade, pois quando a resposta é fácil e mastigada o liderado não precisa de pensar. Basta seguir as instruções.
O segundo impacto é ainda mais importante. Quando um líder diz ao seu liderado exactamente o que fazer, ele (líder) fica como único responsável pelos resultados da tarefa. Se der errado não há nenhum problema. A culpa é do chefe. Foi ele quem mandou ou sugeriu fazer dessa maneira. Agora, quando o líder inverte a mão e pergunta, fica tudo diferente. Depois de pensar, o liderado vai escolher uma alternativa de acção, e assim, como foi o autor da ideia, ficará automaticamente comprometido com o sucesso da mesma.
E não é o comprometimento uma das grandes necessidades do líder?
Agora, não basta fazer qualquer pergunta, sem saber exactamente o quê e porquê se pergunta. Não adianta também fazer perguntas focadas somente nas tarefas que precisam ser realizadas. O segundo ponto fundamental do Líder Coach é o seu foco no desenvolvimento dos seus liderados. Para isso, o líder deve guiar o seu liderado no caminho do desenvolvimento pessoal e profissional.
O primeiro passo para isso é ajudar o liderado a conhecer-se melhor, através de ferramentas de assessment, auto-avaliações, feedback e avaliações 360º. Somente com esse conhecimento, se pode traçar um plano de desenvolvimento focado e eficaz. O papel do Líder Coach neste processo é ser facilitador de feedback, ajudando os seus liderados a ver o que lhes falta para que possam atingir os seus objectivos profissionais.
Definido um plano de mudança, cabe ao Líder Coach funcionar como um personal trainer do seu liderado, traçando planos de acção em conjunto e cobrando uma mudança efectiva.
Os resultados são extraordinários e surge mais uma consequência, talvez a mais importante de todas. Como o liderado está a aprender a pensar, estudar alternativas e tomar decisões, o "Líder Coach", estará a cumprir o seu papel maior, que é o de desenvolver novos líderes. Parece ser uma receita simples, e na realidade é. Experimente liderar através de perguntas e depois analise os resultados.
Lembre-se, não basta fazer qualquer pergunta. É preciso conhecer a diferenças das perguntas poderosas!
Breve História da PNL
Ao procurar a essência da mudança nos melhores mestres que puderam encontrar, Bandler e Grinder questionaram o que mudar primeiro, o que era mais importante mudar, e por onde seria mais importante começar. Pela sua habilidade e crescente reputação, rapidamente conseguiram ser apresentados a alguns dos maiores exemplos de excelência humana no mundo, incluindo o Milton H. Erickson, M.D., fundador da Sociedade Americana de Hipnose Clínica, e amplamente reconhecido como o mais notável hipnotizador do mundo.
Nesta época, as turmas da faculdade e os grupos noturnos conduzidos por Grinder e Bandler estavam a atrair um número crescente de alunos ansiosos por aprenderem esta nova tecnologia de mudança. Nos anos seguintes, vários deles, inclusive Leslie Cameron-Bandler, Judith DeLozier, Robert Dilts e David Gordon dariam importantes contribuições próprias. Oralmente, esta nova abordagem de comunicação e mudança começou a espalhar-se por todo o país. Steve Andreas, na época um conhecido terapeuta da Gestalt, deixou de lado o que estava a fazer para estudá-la. Rapidamente, decidiu que a PNL era uma novidade tão importante que, junto com a mulher e sócia, Connirae Andreas, gravou os seminários de Bandler e Grinder e transcreveu-os em vários livros. O primeiro, Sapos em Príncipes, tornaria-se o primeiro best-seller sobre PNL. Em 1979, um extenso artigo sobre PNL foi publicado na revista Psychology Today, intitulado "People Who Read People". A PNL deslanchava.
