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quarta-feira, outubro 13, 2010
segunda-feira, outubro 11, 2010
domingo, outubro 10, 2010
Solidão (Reenquadrada)
namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às
vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe
compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma....
Francisco Buarque de Holanda
terça-feira, outubro 05, 2010
CRENÇAS LIMITADORAS – OS TRAVÕES DA REALIZAÇÃO

Acredito que nascemos destemidos para conquistar grandes realizações, e o nosso sucesso está nas nossas mãos, e o que quisermos fazer com as nossas vidas só dependente de nós, construindo a qualidade de vida que tanto sonhamos. A diferença entre os fracassados e as pessoas de sucesso está directamente relacionada com as convicções internas sobre o que podem e o que não podem ter ou fazer. O grande sucesso na vida ocorre quando aceitamos que somos seres com potencialidades extraordinárias e com todos os recursos necessários para fazer da nossa vida a experiência mais bela do planeta.
Uma das maravilhas do trabalho que tenho efectuado no âmbito trabalho com de “coaching ou terapia com PNL”, prende-se com a oportunidade de conviver com diferentes tipos de pessoas, nas mais diferentes condições culturais, sociais e financeiras. Neste aspecto, o que sobressai é que as pessoas que vivem em ambientes prósperos possuem melhores oportunidades de se tornarem bem sucedidas, pois possuem menos convicções limitadoras, enquanto que as de ambientes menos prósperos, de alguma forma foram acumulando mais convicções ou crenças limitadoras, o que as impede de obterem melhores resultados.
Li uma vez num livro qualquer, que há alguns anos atrás, no decorrer duma palestra, o autor reparou numa garota de 13 anos, sentada na primeira fileira, percebendo no final que estava desacompanhada. Curioso de saber qual era o seu propósito ao participar numa conferência destinada a profissionais da área do desenvolvimento pessoal (PNL), dirigiu-se a ela e logo percebeu que aquela garota era um ser humano extraordinário, com um currículo invejável, pois falava fluentemente quatro idiomas, sendo que um deles era o mandarim, tocava violão, violino, piano, flauta e já era formada em PNL, e que o seu plano para o futuro era fazer uma licenciatura em medicina. Poderemos pensar que seria sobredotada, ou que teria algum dom sobrenatural. Não, ela simplesmente possui-a uma família onde todas estas qualificações eram altamente normais, ou seja, todos na família faziam o que ela faz. Era tudo uma questão de treino, dedicação e disposição para aprender. Por outras palavras, para ela era como aprender a andar. Se todas as pessoas andam, porque é que ela não?
As convicções actuam como a lei da gravidade, mantêm os nossos resultados no solo. Uma nave espacial gasta aproximadamente 75% de todo o seu combustível para sair do campo gravitacional terrestre, os restantes 25% são necessários para fazer a sua exploração espacial e voltar á Terra. Poderá ser este o nosso grande desafio, se quisermos descobrir novos mundos, novas formas de actuação, novos resultados, precisamos de empenhar-nos para ultrapassar os limites gravitacionais das nossas convicções. Ainda que não seja fácil, teremos uma grande sensação de prazer pessoal, se ousarmos explorar novos caminhos e assim obter novos resultados.
Como é que podemos acreditar que não conseguimos aprender química, português, idiomas, conduzir, nadar, falar em público, ou então, que não somos capazes de ser profissionais de sucesso? Excepção feita às pessoas que possuem disfunções físicas ou mentais, todas as outras podem fazer e ser o que bem quiserem no decurso das suas vidas (se alguém é capaz de fazer algo, então qualquer pessoa pode). Não existem limites para as nossas realizações, a não ser as que impomos a nós mesmos através das nossas convicções, ou seja, elas comandam o que é possível ou não é possível acontecer, ter ou fazer. É pois esta a força que impede a grande maioria das pessoas de realizarem mais, pois tais convicções são baseadas em interpretações de experiências pessoais e colectivas passadas, e estas não representam a realidade, apenas a nossa crença. A principal característica que diferencia o ser humano de qualquer outro animal é que possui uma incrível habilidade de aprendizagem. Durante toda a nossa vida adquirimos muitas convicções sobre o que podemos ou não podemos fazer e que direccionam todas as nossas acções. Muitas pessoas aceitam tais convicções e fracassam. Outras, mais sábias, desafiam-nas e prosperam, Vejamos alguns exemplos:
Benjamin Franklin e o psicólogo Carl Jung eram maus matemáticos;
Albert Einstein só começou a falar com quase 5 anos e era considerado “retardado mental”;
O inventor James Watt foi declarado “bronco e incapaz”;
Walt Disney foi demitido por não ter imaginação;
Thomas Edison foi intimado a deixar a escola por ser o último da turma.
Bem hajam.
quarta-feira, setembro 29, 2010
A tua Receita, tb é a da D. Cacilda
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.
Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Ah, eu adoro essas cortinas...
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseqüência, os sentimentos.
Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica..
Depois me pediu para anotar:
Como manter-se jovem:
1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos! )
3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é Alzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!
6. Quando as lágrimas aparecerem
Aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.
7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refugio.
8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a..
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhora-la , procure ajuda.
9. Não faça viagens de culpa.. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente,
mas NÃO para onde haja culpa
10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.
domingo, setembro 26, 2010
sábado, setembro 25, 2010
quinta-feira, setembro 23, 2010
Valores - o motor das nossas acção

domingo, setembro 19, 2010
Cuidado com o pensamento positivo!
Por norma, usamos dois recursos para pensar: com palavras ou com imagens mentais. Einstein, por exemplo, declarou que pensava com imagens que ele produzia e reproduzia voluntariamente.
Quero com isto, demonstrar que são as imagens mentais que têm força e não as palavras que não estejam acompanhadas das imagens daquilo que elas representam.
terça-feira, setembro 14, 2010
sábado, setembro 11, 2010
O caracol
Era uma vez um caracol que decidiu subir ao alto duma cerejeira para se saciar da tão maravilhosa fruta.
O caracol começou a sua ascensão e quando estava a cinquenta centímetros do solo, uns quantos gozadores começaram a rir-se dele.
- Hei, tu, estúpido, não te dás conta de que estamos em janeiro e que em janeiro não há cerejas.
O caracol ficou pensativo e contestou sem se deter:
- Não importa que não haja cerejas agora, haverá quando chegar lá acima.
quinta-feira, setembro 09, 2010
Causa das doenças: negar as nossas reais necessidades.
terça-feira, setembro 07, 2010
Vícios de Leitura (hábito)

Para perder um vício é importante descondicioná-lo e condicionar um novo comportamento para preencher o espaço vazio. A eliminação dos vícios de leitura é fundamental para que se desenvolva uma forma de "leitura dinâmica" mais funcional. Veja a seguir 6 vícios de leitura:
| O QUE NÃO FAZER = VÍCIOS DE LEITURA 1. Ler palavra por palavra. | O QUE FAZER 1. Ler o conjunto = leitura por frase. |
1. A leitura palavra por palavra cansa porque muitas das palavras servem apenas para “fazer volume”. Não alteram o sentido do texto. Além disso perde-se velocidade quando lemos palavra por palavra, de modo isolado. Faça leitura por unidade de pensamento, por frase. Entenda o conjunto e não se prenda a detalhes.
2. A leitura silábica ( si-lá-bi-ca ) cansa também. Perde-se velocidade. Ler silabicamente é pior do que ler palavra por palavra. A quantidade de movimentos oculares que este vício provoca, resulta em cansaço na leitura e também causa dores de cabeça.
3. Vocalização ou leitura sussurrada limita a velocidade da leitura à velocidade da fala que é de +/- 100 palavras por minuto. Use a voz apenas para falar. A alfabetização que ensina a ler falando, a falar em voz alta para o professor avaliar a leitura, pode criar o vício da vocalização posteriormente.
4. Subvocalização. A vocalização poderá ocorrer sem o som propriamente dito, movendo-se apenas os lábios. A isto dá-se o nome de subvocalização. Não há necessidade de se mover os lábios. Movimente apenas os olhos. Quando vocalizamos com ou sem som, aumenta o trabalho mental sem necessidade, pois o cérebro terá que coordenar a articulação das palavras. Os exercícios de aumento velocidade farão quebrar o vício de subvocalizar. A velocidade grande ( mais de 300 palavras lidas por minuto) não permite a subvocalização (100 palavras lidas por minuto).
5. Repetição mental do que lemos. A velocidade do pensamento é maior do que a velocidade de leitura. Repetindo-se mentalmente o que lemos estimulamos a falta de concentração, cria-se espaço para divagações e diminui a velocidade da leitura.
A repetição mental é a chamada “voz interna” estimada em + / – 200 palavras lidas por minuto.
6. Mover a cabeça da direita para a esquerda ( e vice-versa ) é inútil e cansa. Condicione-se a ficar com a cabeça parada e a mover só os olhos. Manter a cabeça parada permite que os olhos saltem com maior precisão pelas frases. Quem move a cabeça enquanto lê, está fazendo com a cabeça o que os olhos deveriam fazer.