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sábado, novembro 06, 2010
domingo, outubro 31, 2010
Causa e Efeito
Principio PNL: Percepção é percepção
PNL - Meditação-prazer, para a manhã, ao levantar
1. Pense em 3 coisas sobre o dia de hoje de que se regozija
2. Primeiramente olhe para elas de forma dissociada
3. Conte a si mesmo verbalmente o que acontece no momento em que está gozando a vivência destes acontecimentos
4. Pense sobre quais são as suas qualidades pessoais que lhe permitem ter tanto prazer disso.
5. Entre em cada uma das situações e vivencie-as associado, uma por uma
Jaap van Hollander
10 Maneiras de Conduzir o Diálogo Interno Negativo
Aplicar a PNL no diálogo interno negativo significa termos escolhas para melhorar a forma como utilizamos essa capacidade:
Bloqueá-lo: pois assim você na realidade inibe a sua própria capacidade de diálogo interno.
Substitui-lo: similar ao bloqueio, você substitui um fluxo de diálogo interno por outro.
Inibi-lo: ao prestar atenção às coisas que não exigem diálogo interno ou que recorram fortemente a outros sentidos como barulho, visão ou sensações físicas.
Redireccioná-lo: use o seu diálogo interno com uma finalidade mais positiva.Negociar com ele: faça um acordo com seu próprio diálogo interno usando uma técnica da PNL.
Torná-lo desnecessário: muitas vezes, o nosso diálogo interno é um meio de imaginar algo ou de desanuviar a mente de alguém. A PNL usa técnicas mais eficazes para atingir este resultado.
Reduzi-lo: use a consciência e outros métodos, para reduzi-lo.
Diriji-lo: desenvolva a capacidade de decidir não "acolher" certos tipos de pensamentos.
Reconhece-lo: como resultado do uso de outros formas de percepcionar a realidade; Assim, o diálogo interno deixa de ter o peso substancial que tem.
Use-o ou fique à mercê dele
Quando "usado" com eficácia, o nosso diálogo interno é um recurso admirável, uma dádiva que nos permite pensar com criatividade, realismo, lógica, e continuidade. Sem essas capacidades, nós não seríamos capazes de actuar efectivamente na vida diária.
Esse artigo foi publicado na The Pegasus NLP Newsletter – Novembro de 2006 com o título de Dealing with Negative Self-Talk no site www.nlp-now.co.uk
sexta-feira, outubro 29, 2010
sábado, outubro 23, 2010
Depressão: doença ou capacidade?
Para tal fundamento-me em partes do livro “Using Your Brain - For a Change” de Richard Bandler (co-fundador da PNL), em que num texto claro, vai demonstrando as diversas maneiras que usamos para pensar sobre os nossos problemas quotidianos e resolvê-los. Ficam aqui algumas ideias que puderam alterar dramaticamente a compreensão do que é o processo de estar deprimido - e portanto o que pode ser feito para lidar com ele. O autor falamos que uma vez, perguntou a um homem de que forma, ficava deprimido, ao este respondeu: "Bom, quando entro no meu carro e descubro que um dos pneus está furado". Bem, é verdade que isso é desagradável, mas não me parece o suficiente para se ficar deprimido. Como é que faz para que se torne deprimente de verdade? Eu sei que para cada uma das vezes que o seu carro se avariou houve centenas de vezes em que funcionou na perfeição. Mas, naquele momento, ele não pensava sobre isso. Se conseguisse com que pensasse em todas as ocasiões em que o carro funcionou bem, ele não ficará deprimido. Ora, este é sem dúvida um dos ingredientes fundamentais para desenvolver tal desordem – foca somente nos aspectos negativos. Continuando com exemplos do autor, uma outra vez, foi consultado por uma mulher que dizia estar deprimida, ao que este lhe respondeu: "Como é que sabe que está deprimida?" Ela olhou para ele e responde-lhe que o seu psiquiatra lhe tinha dito. Então ele disse-se: "Talvez ele esteja errado; talvez não esteja deprimida; talvez isto seja estar feliz!". Ela olhou novamente para ele, levantou as sobrancelhas e disse: "Acho que não''. Contudo, ela não tinha respondido à pergunta: "Como é que sabe se está deprimida?". Se estivesse feliz, como saberia?" "Já esteve feliz alguma vez?" Refere então o autor, que a maioria das pessoas deprimidas teve tantas experiências agradáveis quanto as outras pessoas, só que quando se lembram dessas experiências acham que não foram assim tão agradáveis. Em vez de usarem lentes cor-de-rosa, usam lentes cinza. Refere ainda que conheceu uma maravilhosa senhora que colocava uma coloração azulada nas experiências desagradáveis e uma rosa nas que eram agradáveis, classificando-as desta forma e ao lembrar-se de algo, mudando a cor, a lembrança era completamente transformada. Não haveria aqui explicação clara, contudo era assim que ela fazia inconscientemente.
Bandler refere ainda acerca deste tema, que a primeira vez que um dos seus clientes lhe disse: "Estou deprimido", respondeu: "Olá, eu sou Richard". O cliente parou e disse: "Não". "Não sou?" "Espere um pouco. Você está confuso." "Não estou confuso. Está tudo muito claro para mim." "Sinto-me deprimido há 16 anos." "Muito interessante! Nunca dormiu durante todo este tempo?" A estrutura do que lhe estava a dizer, era de que tinha codificado a sua experiência de tal forma que estava a viver na ilusão de manter o mesmo estado de consciência à 16 anos''. Ora sabemos que não é possível estar deprimido 16 anos, pois temos de almoçar, chatear-se e outras coisas mais. Tentem manter o mesmo estado de consciência por 20 minutos. Por vezes, gasta-se muito tempo e dinheiro a aprender a meditar, para manter o mesmo estado durante uma ou duas horas. Se a pessoa ficasse deprimida durante uma hora seguida, nem se apercebia, pois a sensação tornara-se um hábito, ficando assim imperceptível. Se fazemos algo durante muito tempo, não seríamos capazes de percebê-lo. Isto é o que o hábito faz, mesmo a nível de sensação física. Surge aqui uma boa pergunta: "Como é que a pessoa pode acreditar que tem estado deprimida esse tempo todo?''. "16 anos de depressão'' podem ser, na realidade, apenas 25 horas de depressão. Porém, se aceitarmos a afirmação desta pessoa de que "Estou deprimido há 16 anos" sem questionar, estaremos a aceitar o pressuposto de que tenha mantido um mesmo estado de consciência por tanto tempo. E, se partimos do princípio de que o objectivo é torná-la feliz, estaremos a tentar colocá-lo permanentemente noutro estado de consciência. Talvez até se consiga fazê-lo crer que é uma pessoa feliz o tempo todo. Em programação neurolinguistica, uma das técnicas mais eficazes que conheço, podemos ensinar qualquer pessoa a recodificar todos os momentos da sua vida como felizes, não importando o quanto se sinta infeliz, pois irá aprender a criar a sua própria felicidade, ainda que nada tenha mudado na realidade, ou no presente - apenas a forma como pensa no passado, pois de facto o passado não existe, ou melhor existe como uma ilusão ou percepção que temos num plano mental, e o que acontece é que podemos dar uma nova ilusão para substituir a anterior, só que com outro significado, positivo claro.
Neste contexto, também muitas pessoas sentem-se deprimidas porque têm uma boa razão para tal. Muitas têm vidas vazias, sem nenhum sentido e sentem-se infelizes. Tenho constatado que o facto de conversarem com um terapeuta não mudará em nada essa condição, a não ser que a pessoa passe a viver de maneira diferente. Se alguém prefere gastar dinheiro em terapia, em vez de gastá-lo para divertir-se, não se trata de uma deficiência mental, mas de estupidez! Se não fizer nada, é claro que ficará entediado e deprimido. Um exemplo extremo disto é a catatonia (estado permanente de apatia).
Quando alguém me diz que está deprimido, procuro descobrir como é que ela faz para ficar deprimida, pois acredito que de facto a pessoa tem habilidade para isso, embora não queira esse estado. Assim, acho que se puder refazer os seus passos de maneira metódica e descobrir o que a pessoa faz tão bem e que possa repeti-lo, então posso dizer-lhe o que fazer para mudar a sua maneira de agir, ou então, procurar alguém que não esteja deprimido e descobrir o que este faz para não ficar. Algumas pessoas ouvem uma voz interna, que parece lenta, dando-lhes a lista do que fizeram de errado. Desta forma é muito fácil ficar deprimido. É como se tivessem alguns dos seus educadores dentro da sua cabeça, a julgar todo e qualquer comportamento, por vezes de forma exagerada. Não é de admirar que estas pessoas se sintam deprimidas. Às vezes a voz interna é tão baixa que a pessoa não se dá conta até ao momento em lhe pergunto, é claro, como se trata de uma voz inconsciente, terá um efeito muito mais forte do que se fosse consciente - o impacto hipnótico será mais profundo ainda. Nestas situações, a solução é muito simples, basta aumentar o volume da voz interior para que perca o seu impacto hipnótico e de seguida, mudar o tom de voz, para que se torne amistoso. Normalmente este tipo de pessoa sentir-se-á instantaneamente bem melhor, mesmo que a voz continue a recitar listas das suas falhas. Por outro lado, tenho constatado também que muitas pessoas deprimem-se com imagens que vão criando nas suas mentes, e aqui há toda uma série de variações. A pessoa pode criar colagens de todas as vezes em que falhou no passado, ou criar milhares de imagens de como as coisas podem ser más no futuro. Pode-se olhar para qualquer coisa do mundo real e sobrepor uma imagem da maneira como aquilo será daqui a 100 anos e automaticamente ganhar outro significado. Com certeza que já ouviram falar em "começarmos a morrer na hora em que nascemos''. Acho esta formidável.
Bem hajam.
quarta-feira, outubro 13, 2010
segunda-feira, outubro 11, 2010
domingo, outubro 10, 2010
Solidão (Reenquadrada)
namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às
vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe
compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma....
Francisco Buarque de Holanda
terça-feira, outubro 05, 2010
CRENÇAS LIMITADORAS – OS TRAVÕES DA REALIZAÇÃO

Acredito que nascemos destemidos para conquistar grandes realizações, e o nosso sucesso está nas nossas mãos, e o que quisermos fazer com as nossas vidas só dependente de nós, construindo a qualidade de vida que tanto sonhamos. A diferença entre os fracassados e as pessoas de sucesso está directamente relacionada com as convicções internas sobre o que podem e o que não podem ter ou fazer. O grande sucesso na vida ocorre quando aceitamos que somos seres com potencialidades extraordinárias e com todos os recursos necessários para fazer da nossa vida a experiência mais bela do planeta.
Uma das maravilhas do trabalho que tenho efectuado no âmbito trabalho com de “coaching ou terapia com PNL”, prende-se com a oportunidade de conviver com diferentes tipos de pessoas, nas mais diferentes condições culturais, sociais e financeiras. Neste aspecto, o que sobressai é que as pessoas que vivem em ambientes prósperos possuem melhores oportunidades de se tornarem bem sucedidas, pois possuem menos convicções limitadoras, enquanto que as de ambientes menos prósperos, de alguma forma foram acumulando mais convicções ou crenças limitadoras, o que as impede de obterem melhores resultados.
Li uma vez num livro qualquer, que há alguns anos atrás, no decorrer duma palestra, o autor reparou numa garota de 13 anos, sentada na primeira fileira, percebendo no final que estava desacompanhada. Curioso de saber qual era o seu propósito ao participar numa conferência destinada a profissionais da área do desenvolvimento pessoal (PNL), dirigiu-se a ela e logo percebeu que aquela garota era um ser humano extraordinário, com um currículo invejável, pois falava fluentemente quatro idiomas, sendo que um deles era o mandarim, tocava violão, violino, piano, flauta e já era formada em PNL, e que o seu plano para o futuro era fazer uma licenciatura em medicina. Poderemos pensar que seria sobredotada, ou que teria algum dom sobrenatural. Não, ela simplesmente possui-a uma família onde todas estas qualificações eram altamente normais, ou seja, todos na família faziam o que ela faz. Era tudo uma questão de treino, dedicação e disposição para aprender. Por outras palavras, para ela era como aprender a andar. Se todas as pessoas andam, porque é que ela não?
As convicções actuam como a lei da gravidade, mantêm os nossos resultados no solo. Uma nave espacial gasta aproximadamente 75% de todo o seu combustível para sair do campo gravitacional terrestre, os restantes 25% são necessários para fazer a sua exploração espacial e voltar á Terra. Poderá ser este o nosso grande desafio, se quisermos descobrir novos mundos, novas formas de actuação, novos resultados, precisamos de empenhar-nos para ultrapassar os limites gravitacionais das nossas convicções. Ainda que não seja fácil, teremos uma grande sensação de prazer pessoal, se ousarmos explorar novos caminhos e assim obter novos resultados.
Como é que podemos acreditar que não conseguimos aprender química, português, idiomas, conduzir, nadar, falar em público, ou então, que não somos capazes de ser profissionais de sucesso? Excepção feita às pessoas que possuem disfunções físicas ou mentais, todas as outras podem fazer e ser o que bem quiserem no decurso das suas vidas (se alguém é capaz de fazer algo, então qualquer pessoa pode). Não existem limites para as nossas realizações, a não ser as que impomos a nós mesmos através das nossas convicções, ou seja, elas comandam o que é possível ou não é possível acontecer, ter ou fazer. É pois esta a força que impede a grande maioria das pessoas de realizarem mais, pois tais convicções são baseadas em interpretações de experiências pessoais e colectivas passadas, e estas não representam a realidade, apenas a nossa crença. A principal característica que diferencia o ser humano de qualquer outro animal é que possui uma incrível habilidade de aprendizagem. Durante toda a nossa vida adquirimos muitas convicções sobre o que podemos ou não podemos fazer e que direccionam todas as nossas acções. Muitas pessoas aceitam tais convicções e fracassam. Outras, mais sábias, desafiam-nas e prosperam, Vejamos alguns exemplos:
Benjamin Franklin e o psicólogo Carl Jung eram maus matemáticos;
Albert Einstein só começou a falar com quase 5 anos e era considerado “retardado mental”;
O inventor James Watt foi declarado “bronco e incapaz”;
Walt Disney foi demitido por não ter imaginação;
Thomas Edison foi intimado a deixar a escola por ser o último da turma.
Bem hajam.
quarta-feira, setembro 29, 2010
A tua Receita, tb é a da D. Cacilda
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.
Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Ah, eu adoro essas cortinas...
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseqüência, os sentimentos.
Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica..
Depois me pediu para anotar:
Como manter-se jovem:
1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos! )
3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é Alzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!
6. Quando as lágrimas aparecerem
Aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.
7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refugio.
8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a..
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhora-la , procure ajuda.
9. Não faça viagens de culpa.. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente,
mas NÃO para onde haja culpa
10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.
domingo, setembro 26, 2010
sábado, setembro 25, 2010
quinta-feira, setembro 23, 2010
Valores - o motor das nossas acção

domingo, setembro 19, 2010
Cuidado com o pensamento positivo!
Por norma, usamos dois recursos para pensar: com palavras ou com imagens mentais. Einstein, por exemplo, declarou que pensava com imagens que ele produzia e reproduzia voluntariamente.
Quero com isto, demonstrar que são as imagens mentais que têm força e não as palavras que não estejam acompanhadas das imagens daquilo que elas representam.
terça-feira, setembro 14, 2010
sábado, setembro 11, 2010
O caracol
Era uma vez um caracol que decidiu subir ao alto duma cerejeira para se saciar da tão maravilhosa fruta.
O caracol começou a sua ascensão e quando estava a cinquenta centímetros do solo, uns quantos gozadores começaram a rir-se dele.
- Hei, tu, estúpido, não te dás conta de que estamos em janeiro e que em janeiro não há cerejas.
O caracol ficou pensativo e contestou sem se deter:
- Não importa que não haja cerejas agora, haverá quando chegar lá acima.
quinta-feira, setembro 09, 2010
Causa das doenças: negar as nossas reais necessidades.
terça-feira, setembro 07, 2010
Vícios de Leitura (hábito)

Para perder um vício é importante descondicioná-lo e condicionar um novo comportamento para preencher o espaço vazio. A eliminação dos vícios de leitura é fundamental para que se desenvolva uma forma de "leitura dinâmica" mais funcional. Veja a seguir 6 vícios de leitura:
| O QUE NÃO FAZER = VÍCIOS DE LEITURA 1. Ler palavra por palavra. | O QUE FAZER 1. Ler o conjunto = leitura por frase. |
1. A leitura palavra por palavra cansa porque muitas das palavras servem apenas para “fazer volume”. Não alteram o sentido do texto. Além disso perde-se velocidade quando lemos palavra por palavra, de modo isolado. Faça leitura por unidade de pensamento, por frase. Entenda o conjunto e não se prenda a detalhes.
2. A leitura silábica ( si-lá-bi-ca ) cansa também. Perde-se velocidade. Ler silabicamente é pior do que ler palavra por palavra. A quantidade de movimentos oculares que este vício provoca, resulta em cansaço na leitura e também causa dores de cabeça.
3. Vocalização ou leitura sussurrada limita a velocidade da leitura à velocidade da fala que é de +/- 100 palavras por minuto. Use a voz apenas para falar. A alfabetização que ensina a ler falando, a falar em voz alta para o professor avaliar a leitura, pode criar o vício da vocalização posteriormente.
4. Subvocalização. A vocalização poderá ocorrer sem o som propriamente dito, movendo-se apenas os lábios. A isto dá-se o nome de subvocalização. Não há necessidade de se mover os lábios. Movimente apenas os olhos. Quando vocalizamos com ou sem som, aumenta o trabalho mental sem necessidade, pois o cérebro terá que coordenar a articulação das palavras. Os exercícios de aumento velocidade farão quebrar o vício de subvocalizar. A velocidade grande ( mais de 300 palavras lidas por minuto) não permite a subvocalização (100 palavras lidas por minuto).
5. Repetição mental do que lemos. A velocidade do pensamento é maior do que a velocidade de leitura. Repetindo-se mentalmente o que lemos estimulamos a falta de concentração, cria-se espaço para divagações e diminui a velocidade da leitura.
A repetição mental é a chamada “voz interna” estimada em + / – 200 palavras lidas por minuto.
6. Mover a cabeça da direita para a esquerda ( e vice-versa ) é inútil e cansa. Condicione-se a ficar com a cabeça parada e a mover só os olhos. Manter a cabeça parada permite que os olhos saltem com maior precisão pelas frases. Quem move a cabeça enquanto lê, está fazendo com a cabeça o que os olhos deveriam fazer.
O Lider Coach
Mas a dúvida ainda paira na cabeça de muitas pessoas: o Coaching é apenas mais uma moda ou chegou para ficar? O líder Coach é apenas mais um nome bonito ou é realmente um líder diferenciado? Se é diferente, qual a diferença? Será que não é mais uma utopia, daquelas que não funciona na prática? Será que é possível treinar líderes e consciencializá-los da necessidade da mudança?
Ao que parece o Coaching veio para ficar. Independente da batalha semântica que se trava, a filosofia por detrás desta técnica de gestão é que faz toda a diferença. Esta filosofia, parte do pressuposto que os resultados duma empresa somente são sustentáveis a longo prazo se essa empresa investir na formação de "novos líderes" numa base diária, de forma a não depender para sempre dos seus líderes actuais.
Formar melhores líderes significa formar melhores pessoas e melhores profissionais, pois a Liderança começa no carácter, identidade e objectivos de cada um. E é por isso que se considera o Coaching uma arte, uma vez que não existem parâmetros fixos, nem receitas prontas para que cada um possa tornar-se um melhor artista. Algumas técnicas funcionam nalguns contextos e não funcionam noutros. Algumas funcionam com determinadas pessoas e não funcionam com outras.
Por onde começar, então? O início ocorre exactamente quando quebramos um dos maiores paradigmas da Liderança: o de que o líder tem que saber tudo e dizer aos seus liderados o que fazer. Quando digo isso nos em contexto de formação (Liderança e Coaching) ou supervisão, a reacção é de surpresa total. "Como assim? O líder não deve dizer aos seus liderados o que fazer nem como fazer?" Exactamente.
A missão do líder não é formar novos líderes? Então ele tem que focar os seus esforços nessa direcção. Os resultados serão consequência directa do crescimento dos profissionais e não mais do direccionamento de poucos. O líder Coach estará constantemente a formar pessoas capazes de pensar por si mesmas, atingir resultados e transformar constantemente o ambiente, antecipando mudanças e encontrando novas formas de fazer o resultado.
A ferramenta número um do Líder Coach é a pergunta. Parece estranho mas é exactamente isso. A grande mudança no paradigma da Liderança acontece quando o líder pára de dizer aos seus liderados como fazer as coisas e começa a perguntar.
As perguntas do líder têm impactos profundos nos seus liderados. Primeiro que tudo, obriga o liderado a pensar, desenvolvendo com isso a sua visão estratégica e a sua criatividade, pois quando a resposta é fácil e mastigada o liderado não precisa de pensar. Basta seguir as instruções.
O segundo impacto é ainda mais importante. Quando um líder diz ao seu liderado exactamente o que fazer, ele (líder) fica como único responsável pelos resultados da tarefa. Se der errado não há nenhum problema. A culpa é do chefe. Foi ele quem mandou ou sugeriu fazer dessa maneira. Agora, quando o líder inverte a mão e pergunta, fica tudo diferente. Depois de pensar, o liderado vai escolher uma alternativa de acção, e assim, como foi o autor da ideia, ficará automaticamente comprometido com o sucesso da mesma.
E não é o comprometimento uma das grandes necessidades do líder?
Agora, não basta fazer qualquer pergunta, sem saber exactamente o quê e porquê se pergunta. Não adianta também fazer perguntas focadas somente nas tarefas que precisam ser realizadas. O segundo ponto fundamental do Líder Coach é o seu foco no desenvolvimento dos seus liderados. Para isso, o líder deve guiar o seu liderado no caminho do desenvolvimento pessoal e profissional.
O primeiro passo para isso é ajudar o liderado a conhecer-se melhor, através de ferramentas de assessment, auto-avaliações, feedback e avaliações 360º. Somente com esse conhecimento, se pode traçar um plano de desenvolvimento focado e eficaz. O papel do Líder Coach neste processo é ser facilitador de feedback, ajudando os seus liderados a ver o que lhes falta para que possam atingir os seus objectivos profissionais.
Definido um plano de mudança, cabe ao Líder Coach funcionar como um personal trainer do seu liderado, traçando planos de acção em conjunto e cobrando uma mudança efectiva.
Os resultados são extraordinários e surge mais uma consequência, talvez a mais importante de todas. Como o liderado está a aprender a pensar, estudar alternativas e tomar decisões, o "Líder Coach", estará a cumprir o seu papel maior, que é o de desenvolver novos líderes. Parece ser uma receita simples, e na realidade é. Experimente liderar através de perguntas e depois analise os resultados.
Lembre-se, não basta fazer qualquer pergunta. É preciso conhecer a diferenças das perguntas poderosas!
Breve História da PNL
Ao procurar a essência da mudança nos melhores mestres que puderam encontrar, Bandler e Grinder questionaram o que mudar primeiro, o que era mais importante mudar, e por onde seria mais importante começar. Pela sua habilidade e crescente reputação, rapidamente conseguiram ser apresentados a alguns dos maiores exemplos de excelência humana no mundo, incluindo o Milton H. Erickson, M.D., fundador da Sociedade Americana de Hipnose Clínica, e amplamente reconhecido como o mais notável hipnotizador do mundo.
Nesta época, as turmas da faculdade e os grupos noturnos conduzidos por Grinder e Bandler estavam a atrair um número crescente de alunos ansiosos por aprenderem esta nova tecnologia de mudança. Nos anos seguintes, vários deles, inclusive Leslie Cameron-Bandler, Judith DeLozier, Robert Dilts e David Gordon dariam importantes contribuições próprias. Oralmente, esta nova abordagem de comunicação e mudança começou a espalhar-se por todo o país. Steve Andreas, na época um conhecido terapeuta da Gestalt, deixou de lado o que estava a fazer para estudá-la. Rapidamente, decidiu que a PNL era uma novidade tão importante que, junto com a mulher e sócia, Connirae Andreas, gravou os seminários de Bandler e Grinder e transcreveu-os em vários livros. O primeiro, Sapos em Príncipes, tornaria-se o primeiro best-seller sobre PNL. Em 1979, um extenso artigo sobre PNL foi publicado na revista Psychology Today, intitulado "People Who Read People". A PNL deslanchava.