sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Pirâmide dos Níveis Neurológicos aplicados as empresas

A vida das pessoas dentro duma empresa e, sem dúvida, a vida da própria empresa, podem ser descritas e compreendidas em diferentes níveis. Num primeiro nível, está o ambiente no qual a organização e seus membros agem e interagem, isto é, quando e onde acontecem as operações e relações dentro de uma organização.

Os factores ambientais determinam o contexto e as contingências dentro dos quais as operam as organizações. O ambiente duma organização é formado por coisas como a localização geográfica das operações, os prédios e instalações que definem o "local de trabalho", o design do escritório e da fábrica, etc.
» Além da influência que estes factores ambientais exercem sobre os colaboradores dentro da organização, podemos também examinar a influência e o impacto que os colaboradores podem exercer sobre o ambiente, e que produtos ou criações a ele trazem.

Noutro nível, podemos examinar os comportamentos específicos e as acções da organização ou dos indivíduos, ou seja, o que o colaborador ou organização faz dentro do ambiente.
Quais são os padrões especiais de trabalho, interacção ou comunicação?
» A nível individual, os comportamentos tomam a forma de rotinas específicas de trabalho, hábitos de trabalho ou actividades relacionadas com o trabalho.
» Ao nível organizacional, os comportamentos podem ser definidos em termos de procedimentos gerais.

Outro nível do processo envolve as estratégias, habilidades e capacidades pelas quais a organização ou o indivíduo dirige as acções dentro do seu ambiente isto é, como geram e orientam os seus comportamentos dentro dum contexto particular.
» Para o indivíduo, as capacidades incluem estratégias cognitivas e habilidades tais como aprendizagem, memória, tomada de decisão e criatividade, que facilitam o desempenho dum determinado comportamento ou tarefa.
» Ao nível organizacional, as capacidades relacionam-se com as infra-estruturas disponíveis para dar suporte à comunicação, inovação, planeamento e tomada de decisão entre os membros da organização.

Outros níveis do processo são formados por valores e crenças, que fornecem a motivação e as linhas mestras que estão por detrás das estratégias e capacidades usadas para atingir os resultados do comportamento no ambiente, porque é que as pessoas fazem as coisas da maneira como as fazem, num determinado tempo e lugar.
Os nossos valores e crenças fornecem o reforço (motivação e permissão) que suportam ou inibem as capacidades e comportamentos em particular. Os valores e crenças determinam como os eventos recebem significado, e estão no âmago do julgamento e da cultura. Os valores e crenças dão suporte ao senso de identidade dos indivíduos e da organização, revelam quem está por detrás do porque, do como, do que, do onde e do quando.

Os processos ao nível da identidade envolvem o senso de função e missão das pessoas relativas à sua visão e aos sistemas superiores aos quais pertencem.

Tipicamente, uma determinada identidade ou papel é expresso em termos de diversos valores e crenças. Estes, por sua vez, são suportados por uma gama maior de habilidades e capacidades, necessárias para manifestar determinados valores e crenças.

Capacidades eficazes produzem um conjunto ainda mais amplo de acções e comportamentos específicos, que expressam e adaptam valores a respeito de muitos contextos e condições ambientais particulares.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Níveis Neurológicos

Níveis Lógicos – O antropólogo Gregory Bateson (1904-1980), defende a ideia de que as nossas aprendizagens obedecem a uma determinada hierarquia, a que chama de Níveis Lógicos de Aprendizagem.

Mudanças geradas num nível podem ou não afectar os outros níveis, dependendo da sua construção hierárquica.

Bateson notou que os conflitos ou confusão nos níveis lógicos frequentemente causam problemas.

Níveis Neurológicos
Robert Dilts modelou a estratégia de Bateson e a adapto-a aos pressupostos de PNL, criando o que chamamos de Níveis Neurológicos.

Uma mudança hierárquica num nível superior irá necessariamente trazer mudanças nos níveis inferiores, porém uma mudança em um nível inferior pode ou não trazer mudanças em níveis superiores.


Espiritual: Consideramos como espiritual os sistemas de que fazemos parte, incluindo as pessoas que nos são significativas, família e também crenças religiosas, a nossa relação com o espiritual está ligada a sentimentos de pertinência e aceitação. Esta nível também direcciona os nossos objectivos. As crenças ao nível espiritual afectam todos os outros níveis. É a resposta à pergunta: “a quem mais?” ou “a que sistema maior pertence?”

Identidade: Uma identidade é formada por um conjunto de crenças e valores. É a resposta à pergunta “Quem é você?”. Uma identidade é sustentada por estruturas complexas de crenças.

Crenças e Valores: Uma crença é uma aprendizagem ocorrido por causa e efeito, dão-nos a permissão ou não para que capacidades e comportamentos ocorram. Os Valores são crenças específicas que procuramos honrar, organizados a partir dum conjunto de ideias. Exemplos de valores: honestidade, justiça, cumplicidade, etc. Os valores são necessariamente abstractos. É a partir dos nossos valores que organizamos a nossa estrutura de crenças. Crenças e Valores são a resposta à pergunta “Porquê?”, Uma crença ou valor pode permitir várias capacidades.

Capacidades / Estratégias: Uma capacidade ou estratégia dá suporte para que o comportamento ocorra. São a resposta à pergunta “como é que faz especificamente para que determinado comportamento ocorra?”. Uma capacidade pode gerar vários comportamentos.

Comportamento: Um comportamento é algo que pode ser percebido com descrição baseada no sensorial, possuindo uma representação interna VAC. É a resposta à pergunta “o que especificamente? Pensamentos, emoções e sentimentos são considerados comportamentos pois possuem fisiologia congruente associada. Um comportamento pode ocorrer em diferentes ambientes.

Ambientes: Consideramos como ambiente o contexto em que ocorre o comportamento. É a resposta à pergunta “onde e quando determinado comportamento ocorre?”.

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Exemplos de Afirmações em Diferentes Níveis Neurológicos

Espiritual:
“Quero deixar uma herança positiva para os meus filhos.”, “É importante procurar soluções para o aquecimento global.”, “Ao mandar “beatas” de cigarro para o lixo, estou a construir um mundo melhor.”, “Se eu faço parte do mundo, ao melhorar pelo menos um comportamento já construí um mundo melhor.”

Identidade:
“Eu sou saudável.”, “Eu sou nervoso.”, “Eu sou médico.”, etc.

Crenças e Valores:
“Se eu beber coca-cola à noite, não durmo.”, “Laranja com leite faz mal.”, “Só ganha dinheiro quem é desonesto.”, “Quero sucesso na minha vida porque mereço.”

Capacidades / Estratégias:
“Não consigo falar em público”, “Isto é muito difícil.”, “Acho que não vou conseguir”, “Eu consigo fazer isso.”, “Para cozinhar arroz coloque duas chávenas de água para uma de arroz.”, “para chegar à padaria, desça até o fim da rua.”

Comportamento:
“Eu não sei fazer isso.”, “Eu gosto de beber sumo de laranja todas as manhãs.” “Tenho a tensão alta.”, “Estou acima do peso.”

Ambientes:
“A esse lugar, eu não vou!”, “Lá é mais longe que aqui.”, “Tenho medo de falar em público.”

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Tipos de Mudanças nos diferentes níveis Neurológicos:

1 – Mudanças Evolutivas

Ocorrem nos níveis Espiritual e Identidade. São mudanças relacionadas a missão e ao propósito. Em geral produzem um grande efeito nas nossas vidas, podendo ser geradas por experiências significativas e muitas vezes com grande teor emocional envolvido.

2 – Mudanças Generativas

Ocorrem nos níveis das Crenças e Capacidades e estão relacionadas a permissões, motivações e direcção dos comportamentos.

3 – Mudanças Remediativas

Ocorrem nos níveis do Comportamentos e Ambientes. São mudanças comportamentais e podem ocorrer por condicionamento, pois estão relacionadas a estruturas directas de acção e reacção.

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Virgínia Satir: Eu sou eu Em todo o mundo, Não há ninguém...

Eu sou eu
Em todo o mundo,
Não há ninguém igual a mim.
Há pessoas,
Que têm alguns talentos iguais aos meus,
Mas a natureza de ninguém se compara a minha.
Por essa razão, tudo
Que sai de mim é meu de verdade
Porque eu sozinha fiz a escolha.
Sou dona de tudo o que diz respeito a mim.
O meu corpo, inclusive
Tudo o que ele faz;
A minha mente e inclusive todos os seus pensamentos e idéias;
Os mus olhos, inclusive as imagens de tudo o que contemplam;
Os meus sentimentos, sejam eles quais forem;
Raiva, alegria, frustração, amor, desengano, excitação;
A minha boca e todas as palavras que dela provêm;
Gentis, doces ou ásperas,
Próprias ou impróprias;
A minha voz, ruidosa ou suave;
E todas as minhas atitudes,
Com os outros ou comigo mesma.
Sou dona das minhas fantasias, meus sonhos, minhas esperanças,
Meus temores.
Sou dona de todos os meus triunfos e sucessos, de todos
Os meus fracassos e erros.
Porque sou dona de mim, sei o que se passa no meu íntimo.
Então, gosto de mim e sou afectuosa comigo em tudo que me diz respeito.
Desse modo, possibilito a mim trabalhar como um todo para o meu bem.
Sei que há em mim alguns aspectos que não conheço.
Mas enquanto eu for terna e
Afetuosa comigo mesma,
Poderei com coragem e esperança,
Procurar soluções para os enigmas e meios de descobrir mais sobre mim.
Seja como for que eu pareça e me comporte,
O que quer que diga e faça, pense e sinta num dado momento, tudo isso sou eu.
É autêntico e representa onde estou neste exacto momento.
Quando mais tarde recordo como pareci e me comportei, o que disse e fiz e pensei e senti,
Talvez algumas partes se revelem inadequadas...
Mando fora o que não me serve, guardo o que foi aprovado e invento algo novo para substituir o que descartei.
Vejo, ouço, sinto, penso, falo e faço.
Tenho as ferramentas para sobreviver, para ficar perto dos outros, para ser criativa e compreender o mundo das pessoas e as coisas fora de mim. Sou dona de mim!!!

Enviado por Rita Aleluia - NLP Coach and Therapy - Caracas - Venezuela
(Obrigado Rita)

sábado, fevereiro 12, 2011

Reenquadramento

n
O que é de facto significativo?


- O filho que muitas vezes não limpa o quarto e está a ver televisão, significa que está em casa.
- A desordem que se tem que limpar depois de uma festa, significa que estivemos rodeados de familiares e amigos. "
- As roupas que nos estão apertadas, significa que temos mais do que o suficiente para comer.
- O trabalho que temos a limpar a casa, significa que a temos.
- As queixas que escutamos acerca do governo, significa que temos liberdade de expressão.
- Não encontrar estacionamento, significa ter carro.
- Os gritos das crianças, significa que podemos ouvir.
- O cansaço ao final do dia, significa que temos trabalho.
- O despertador que nos acorda todas as manhãs, significa que estamos vivos.
- Finalmente, pela quantidade de mensagens que recebemos, significa que temos amigos a pensarem em nós.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

A auto-imagem

Por Sara Lindener

Para Feldenkrais, a autoi-magem compreende quatro componentes que interferem em toda a acção: movimento, sensação, sentimento e pensamento. Cada um destes componentes actua em distintas proporções, dependendo de cada contexto particular. E cada componente recebe interferência dos demais.

Para a depressão, por exemplo, faz falta adoptar uma certa postura corporal, pensar numa determinada maneira e ter uma sensação (visual, auditiva ou cinestésica). Para cantar uma música, é necessário que haja um pensamento, um movimento, uma sensação e um sentimento. E isto é assim para qualquer acção que queiramos fazer na vida. Não é possível viver se algum destes componentes cair abaixo de um nível ou desaparecer completamente.

A autoimagem vai-se mudando e modificando ao longo do tempo, mas de forma quase imperceptível as acções vão-se transformando em hábito.

É preciso considerar que a nossa auto-imagem vai crescendo à medida que vamos desenvolvendo as nossas diversas capacidades. As células que temos utilizado efectivamente são as que configuram a nossa autocimagem, facto que faz que esta seja menor do que poderia ser. Um exemplo disso são as pessoas que falam mais de um idioma porque têm sua auto-imagem mais perto do máximo potencial do que a pessoa que fala apenas um idioma. Isto leva-nos a deduzir que são mais importantes os vários padrões e combinações de células do que o seu número material.

O facto de que determinamos metas e consigamos alcançá-las faz com que coloquemos um fim na nossa aprendizagem, fazendo com que na maioria das vezes, em muitos casos, o ser humano utilize apenas 5% do seu potencial.

Para atender às necessidades básicas da sociedade basta que os membros desenvolvam no mínimo a sua auto-imagem. Porém, nesta situação, haverá alguém que vá além e continue esse processo de desenvolvimento. Há certas células que influenciam o desenvolvimento da auto-imagem porque demoram mais a serem utilizadas ou que nunca chegam a ser utilizadas, já que, ao não se desenvolverem, impedem que a imagem se desenvolva.

O valor que o homem dá é que na sociedade se tem o costume de julgar a si mesmo. E, a avaliação que ele faz de si mesmo influenciará o seu aprimoramento.

Uma vez que criamos alguns padrões de conduta, estes influenciarão as condutas que aprenderemos mais tarde. Por exemplo, se aprendemos uma técnica de pintura e depois aprendemos outra, haverá uma tendência de utilizarmos a técnica empregada na primeira quando aprendamos à segunda.

Há partes do nosso corpo que, ao não serem usadas de maneira clara, não temos uma consciência clara sobre a sua existência. Ou seja, se alguém não realiza uma actividade, não pode sentir a parte de seu corpo que a realiza como parte de sua auto-imagem. Uma pessoa que não saiba nadar, não terá o conhecimento de que sincronizando o movimento dos pés com o dos braços poderá avançar dentro da água.

Neste contexto, aparece uma situação que ao mesmo tempo é estranha e ideal. Esta situação é a de um conhecimento completo de nossa auto-imagem, já que supomos uma consciência continua do nosso corpo.

O homem pode configurar a sua imagem exterior de acordo com o que quiser que os outros pensem dele e só ele saberá qual parte desta imagem é mais certa e qual é mais falsa.

Fisiologia

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Dados científicos sobre os sistemas de representação interna

Por Daniel Cúperman

Realizaram-se muitas pesquisas científicas sobre o movimento dos olhos. Apresentamos aqui uma investigação realizada com estudantes universitários mexicanos, franceses e alemães.

Richard Bandler e John Grinder fizeram nos seus primeiros anos de desenvolvimento da PNL (”sapos em príncipes”, 1979) uma distinção funcional entre dois fenômenos diferentes: os padrões do movimento dos olhos quando uma pessoa está a receber uma informação e o sistema de representação como expressão verbal quando está a processar essa mesma informação. É possível observar estes fenômenos, que, em princípio, são independentes, através dos movimentos oculares e dos predicados verbais.

Desde então realizaram-se muitíssimos estudos sobre estes dois fenômenos (Baddeley, 1991; Parr, 1986; Sandhu, 1991; Dooley, 1988; Dorn, 1983; Cassiere, 1987; Mafcier, 1984; Wilbur, 1987), mesmo que ninguém foi capaz de demonstrar uma correlação entre ambos. O estudo que comentamos (Meyer-Troeltsch, NLP World 3-1, 43) realizou-se entre estudantes universitários, entre 18 e 27 anos, mexicanos, franceses e alemães. Entre eles, estudantes de música, de design e de dança. O estudo baseou-se na pressuposição que contextos similares são representados por diferentes sujeitos em sistemas de representação diferentes. Mas o mesmo sujeito pode usar diferentes sistemas representacionais em diferentes contextos.

As perguntas do questionário redigiram-se baseando-se em diferentes contextos, como “emoções positivas e negativas” ou “emoções individuais ou sociais”. Um exemplo das perguntas utilizadas:

* (exemplo de emoções individuais e positivas)

Quando estou completamente feliz, o mundo:
a)…. Está em perfeita harmonia com o movimento da vida (K)
b) …. Soa como uma orquestra acompanhando a voz da minha vida (A)
c) …. Ilumina minha vida com as cores brilhantes do Arco Iris (V)

* (exemplo de emoções sociais negativas)

A perda de uma pessoa que gosto produz em mim:
a)…. Uma pintura cinzenta de solidão; ninguém pode ver isso aí (V)
b)…. Um estado de sentimento forte, frio ou rígido; a vida é tão delicada (K)
c)…. Um silêncio definitivo no nosso diálogo; um vazio no tom de voz (A)

Das 36 questões originais escolheram-se finalmente as 16 que tinham a máxima correlação estatística. E os resultados em percentagens foram estes:

VISUAL AUDITIVO CINESTÉSICO
Mexicanos 20, 17, 63
Franceses/Alemães 38′5, 12′5, 49

VISUAL AUDITIVO CINESTÉSICO
Desenhadores 31, 21, 47
Músicos 13, 38, 48
Bailarinas 19, 17, 64

Neste quadro podemos observar que existe uma maior predisposição para diferentes tipos de representação de acordo com as preferências de actividade dos sujeitos.

Quanto às respostas dependendo do contexto, os homens tiveram uma maior representação visual que as mulheres em contextos negativos (0′98 frente a 0′63), enquanto que era mais auditiva que as mulheres em contextos positivos (0′81 frente a 0′52).

Como conclusão podemos deduzir que as pessoas não são visuais, auditivas ou cinestésicas, mas têm uma certa preferência para algum desses sistemas e esta preferência varia de acordo com os contextos nos quais se encontram.

Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!

terça-feira, fevereiro 08, 2011

Crenças Limitadoras

Certa vez uma gaivota pôs um ovo num galinheiro e depois teve que voar para longe.
As galinhas chocaram o ovo e adoptaram a pequena gaivota como se fosse uma delas.
A pequena gaivota foi crescendo e fazia como todas as outras: andava pelo galinheiro, debicava o chão, imitava as outras em tudo.
Mas um dia viu uma gaivota a voar no céu. Excitada chamou a atenção das outras galinhas para aquele objecto estranho e nunca visto. Ninguém lhe ligou e continuaram indiferentes. Mas a pequena gaivota estava com pulos no coração e insistiu, insistiu: vejam aquela coisa, que espectáculo, também gostava de fazer. Deixa-te disso, disseram as galinhas, aquilo não é para nós. Nós não voamos, somos galinhas! Come e cala-te!
A história tem dois finais:
A) A pequena gaivota conformou-se, continuou a debicar o chão e nunca voou, apesar de estar apetrechada para isso :-(
B) A pequena gaivota respirou fundo e acreditou nos pulos do seu coração. Um pouco afastada das outras galinhas começou a ensaiar pequenos voos. Falhou nas primeiras tentativas mas persistiu no seu sonho, apesar dos risinhos de algumas galinhas. Por fim conseguiu voar, aproveitou uma abertura na porta do galinheiro e lançou-se no ar. :-)
Cada um que escolha as suas "galinhas" que quer transformar em "gaivotas".

domingo, fevereiro 06, 2011

Castelos na areia

São as pequenas coisas que nos ensinam muito.

"Um dia de verão, estava eu na praia, a observar duas crianças na areia. Trabalhavam muito, construindo um castelo de areia molhada, com torres, passarelas e passagens internas.
Quando estavam perto do final do projecto, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma.
Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado, mas tive uma surpresa: em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, rindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo.
Compreendi que tinha recebido uma importante lição: tudo nas nossas vidas, todas as coisas que gastam tanto o nosso tempo e a nossa energia para serem construídas, tudo é feito de areia; só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.

Mais cedo ou mais tarde, a onda poderá vir e desfazer o que levamos tanto tempo para construir.
Quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar serão capazes de rir."

Autor desconhecido

PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA

"Programação NeurolingUística" é uma expressão um tanto ou quanto obscura, mas na verdade compreende três idéias simples.

A parte "Neuro" da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfacto, paladar, tacto e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. "Compreendemos" a informação e depois agimos. A nossa neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também as reações fisiológicas a idéias e acontecimentos. Uns refletem os outros no nível físico. Corpo e mente formam uma unidade inseparável, um ser humano.

A parte "Linguística" do título indica que usamos a linguagem para ordenar os nossos pensamentos e comportamentos e comunicarmos com os outros.

A "Programação" refere-se à maneira como organizamos as nossas idéias e acções com o objectivo de produzir resultados. A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos através dos nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos tudo isso através da linguagem e como agimos, intencionalmente ou não, para produzir resultados.

As experiências possuem uma estrutura

Os nossos pensamentos e recordações possuem um padrão. Quando mudamos este padrão ou estrutura, a nossa experiência muda automaticamente. Podemos neutralizar lembranças desagradáveis e enriquecer outras que nos serão úteis.
 
Se uma pessoa pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo também.
Podemos aprender como é o mapa mental de um grande realizador e fazê-lo nosso. Muita gente pensa que certas coisas são impossíveis, sem nunca se ter disposto a fazê-las.
Faça de conta que tudo é possível. Se existir um limite físico ou ambiental, o mundo da experiência irá mostrar-lhe isso.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

O Mestre da Paciência

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um homem conhecido pela sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a mandar algumas pedras na sua direcção, cuspiu na sua direção e gritou todos os tipos de insultos. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem deu-se por vencido e retirou-se.

Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como pudera suportar tanta indignidade.

O mestre então perguntou:

- Se alguém chega até vôs com um presente, e não o aceitam, a quem pertence o presente? A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam a pertencer a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de si. As pessoas não lhe podem tirar a calma. Só se você permitir...

(desconhecido)

Marcenaria... (Reenquadramento)

Contam que numa marcenaria houve uma estranha assembleia.
Foi uma reunião, onde as ferramentas se juntaram para acertar as suas diferenças.
Um martelo estava na presidência, mas, os participantes notificaram-lhe que teria que renunciar. A causa?
Fazia demasiado barulho e além do mais passava o tempo todo martelando.
O martelo aceitou a sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que media sempre os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.
Neste momento entrou o marceneiro, juntou todos e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira converteu-se num fino móvel.
Quando a marcenaria ficou novamente sem ninguém, a assembleia reactivou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com as nossas qualidades, ressaltando os nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos nos nossos pontos fracos e concentremo-nos nos nossos pontos fortes.
Então a assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas e o metro era preciso e exacto. Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade e uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalhar juntos.

O mesmo ocorre com os seres humanos. Basta observar e comprovar.
Quando uma pessoa procura defeitos noutra, a situação torna-se tensa e negativa. Ao contrário, quando se procura com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!

Autor Desconhecido. 

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Corpo e mente são partes do mesmo sistema

Os nossos pensamentos afetam instantaneamente a nossa tensão muscular, respiração e sensações. Estes, por sua vez, afetam os nossos pensamentos. Quando aprendemos a mudar um deles, aprendemos a mudar o outro.





As pessoas possuem todos os recursos de que necessitam

Imagens mentais, vozes interirores, sensações e sentimentos são os blocos básicos de construção de todos os nossos recursos mentais e físicos. Podemos usá-los para construir qualquer pensamento, sentimento ou habilidade que desejarmos, colocando-os depois nas nossas vidas onde quisermos ou mais precisarmos.




terça-feira, fevereiro 01, 2011

Estratégias (inventor do anzol)

Não é o tamanho do cérebro que determina os bons resultados

e se calhar nem o próprio cérebro, mas o uso da fisiologia que inclui
a acuidade sensorial e a flexibilidade do raciocínio...e da acção...
Até os nossos irmãos bichinhos sabem isso, não acreditem em mim, VEJAM O VIDEO!
O inventor do anzol - vale a pena ver.

Abraço,
Luz & Amor

António

segunda-feira, janeiro 31, 2011

O mapa não é o território

Os nossos mapas mentais do mundo não são o mundo. Reagimos aos nossos mapas em vez de reagir directamente ao mundo. Mapas mentais, especialmente sensações e interpretações, podem ser actualizados com mais facilidade do que se pode mudar o mundo.




É impossível NÃO se comunicar

Estamos sempre a comunicar, pelo menos não- verbalmente, e as palavras são quase sempre a parte menos importante. Um suspiro, sorriso ou olhar são formas de comunicação. Até os nossos pensamentos são formas de comunicarmos conosco, e revelam-se aos outros pelos nossos olhos, tons de voz, atitudes e movimentos corporais.

O significado da sua comunicação é a resposta que se obtém

Os outros recebem o que dizemos e fazemos através dos seus mapas mentais do mundo. Quando alguém ouve algo diferente do que tivemos a intenção de dizer, esta é a nossa hipótese de observarmos que comunicação é o que se recebe. Observar como a nossa comunicação é recebida permite-nos ajustá-la, para que da próxima vez ela possa ser mais clara.




domingo, janeiro 30, 2011

Todo o comportamento tem uma intenção positiva

... ANTES DE CRÍTICAR OU JULGAR QUEM QUER QUE SEJA, PENSE NISTO...

Todos os comportamentos nocivos, prejudiciais ou mesmo impensados tiveram um propósito positivo originalmente. Gritar para ser reconhecido. Agredir para se defender. Esconder-se para se sentir mais seguro. Em vez de tolerar ou condenar essas acções, podemos separá-las da intenção positiva daquela pessoa, para que seja possível acrescentar novas opções mais actualizadas e positivas com o objectivo de satisfazer a mesma intenção.

sábado, janeiro 29, 2011

As pessoas sempre fazem a melhor escolha disponível no momento

Cada um de nós tem a sua própria e única história. Através dela aprendemos o que queremos e como queremos, o que valorizar, e como valorizar, o que aprender e como aprender. Esta é a nossa experiência. A partir dela, devemos fazer todas as nossas opções, isto é, até que outras novas e melhores sejam acrescentadas.





sexta-feira, janeiro 28, 2011

Se o que está a fazer não está a funcionar, faça de outra maneira

Faça qualquer coisa. Se sempre faz o que sempre fez, sempre conseguirá o que sempre conseguiu. Se quer algo novo, faça algo novo, especialmente quando existem tantas alternativas.

Aplicações da PNL

A Programação Neurolingüística, em sigla PNL é uma ferramenta muito útil para localizar e organizar recursos dentro das pessoas, oferecendo uma grande variedades de aplicações:
Apenas algumas dessas possibilidades serão citadas aqui:
- Como acrescentar recursos e intensificar resultados.
- Como aumentar o rapport nos processos de comunicação.
- Como conhecer e alcançar os cinco estados essenciais.
- Como contactar o "lado criança" e conseguir acordos entre as partes.
- Como descobrir as causas de incongruência.
- Como descobrir e compreender as suas motivações básicas.
- Como descobrir os modelos de mudança.
- Como eliciar os estados de excelência.
- Como entender os mecanismos do mapa e dos filtros.
- Como implantar e modificar âncoras.
- Como modelar e adoptar pontos de vista e excelências.
- Como proceder a uma cura rápida de fobia.
- Como proceder à Mudança de História Pessoal.
- Como proceder a Ressignificações de palavras, de significado e de contexto.
- Como programar objectivos.
- Como comunicar-se com os aliados internos, descobrindo os objetivos positivos.
- Como trabalhar as convicões / crenças e o sistema de crenças.
- Como trabalhar com convicções limitadoras.
- Como usar a Associação, Dissociação e Tela Mental.
- Como usar a estrutura decisória T.O.T.S.
- Como usar a hipnose ericksoniana para mudar recursos e comportamentos.
- Como usar a Linha do Tempo.
- Como usar a modelagem para adquirir novos recursos internos.
- Como usar a técnica do reimprinting da linha temporal parental como recurso de reeducação emocional.
- Como usar as submodalidades para descobrir estados de recurso.
- Como usar metáforas.
- Como usar métodos de visualização e verificação ecológica.
- Como usar o Circulo de Excelência para conquistar novos recursos.
- Como usar o metamodelo da linguagem de Fritz Perls.
- Como utilizar os Níveis Neurológicos para tomadas de decisão e implante de modificações.
- Como utilizar os sistemas de representação..

O verdadeiro amor

Um homem bastante idoso procurou uma Clínica para um curativo na sua mão ferida, dizendo-se muito apressado porque estava atrasado para um compromisso.

Enquanto o tratava, o jovem médico quis saber o motivo da sua pressa e ele disse que precisava ir
a um Asilo de Velhos tomar o pequeno almoço com sua mulher que lá estava internada há bastante tempo ...
Ela sofria da “Doença de Alzheimer” em estádo bastante avançado...


Enquanto terminava o curativo, o médico perguntou-lhe se ela não ficaria assustada pelo facto dele estar atrasado.
- “Não, disse ele. Ela já não sabe quem sou eu. Há quase cinco anos que ela nem me reconhece...”
Intrigado o médico lhe pergunta:
- “Mas se ela já nem sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?”
O velho sorriu, deu uma palmadinha na mão do médico e disse:

- “É verdade... ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem QUEM ELA É”

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Foco nos Objectivos: “Cavar um buraco…”

Dois irmãos decidiram cavar um buraco bem profundo atrás da sua casa.
Enquanto estavam a trabalhar, dois outros meninos pararam por perto para observar.
- O que vocês estão a fazer? - perguntou um deles.
- Estamos a cavar um buraco para sair do outro lado da terra! - respondeu um dos irmãos entusiasmado.
Os outros meninos começaram a rir, dizendo aos irmãos que cavar um buraco que atravessasse toda a terra era impossível.
Após um longo silêncio, um dos escavadores pegou um frasco completamente cheio de pequenos insectos e pedras valiosas. Ele removeu a tampa e mostrou o maravilhoso conteúdo aos visitantes gozadores.
Então, disse confiante,
- Mesmo que nós não cavemos por completo a terra, olha o que nós encontramos ao longo do caminho!

O seu objetivo era por demais ambicioso, mas fez com que escavassem. E é para isso que servem os objectivos: fazer com que nos movamos na direcção das nossas escolhas, ou seja começarmos a escavar!

Mas nem todo o objectivo será alcançado inteiramente. Nem todo o trabalho terminará com sucesso. Nem todo o relacionamento resistirá. Nem todo o amor durará. Nem todo o esforço será completo. Nem todo o sonho será realizado.

Mas quando não atingir o seu alvo, talvez possa dizer, - Sim, mas vejam o que eu encontrei ao longo do caminho! Vejam as coisas maravilhosas que surgiram na minha vida porque tentei fazer algo!
É no trabalho de escavar que a vida é vivida.
E, afinal, é a alegria da viagem que realmente importa!

(Autor desconhecido)

domingo, janeiro 23, 2011

É preciso saber dizer...

Demonstrar o amor é uma forma de deixar a vida transbordar dentro do próprio coração.
A maioria das pessoas estabelece datas especiais para manifestar o seu amor pelo outro: é o dia do aniversário, o natal, o aniversário de casamento, o dia dos namorados.
Para elas, expressar amor é como usar talheres de prata: é bonito, sofisticado, mas somente em ocasiões muito especiais.
E alguns nunca dizem o que sentem ao outro.
Acreditam que o outro sabe que é amado e pronto.
Não é preciso dizer.
Conta um médico que uma das suas pacientes, esposa de um homem avesso a exteriorizar sentimentos, foi acometida duma supuração de apêndice e levada à pressa para o hospital.
Operada de urgência, necessitou receber várias transfusões de sangue sem nenhum resultado satisfatório para o restabelecimento da sua saúde.
O médico, um tanto preocupado, a fim de sugestioná-la, disse-lhe: pensei que a senhora quisesse ficar curada o mais rapidamente possível para voltar para o seu lar e marido.
Ela respondeu, sem nenhum entusiasmo:
- O meu marido não precisa de mim. Aliás, ele não necessita de ninguém. Está sempre a dizer-me isto.
Naquela noite, o médico falou para o esposo que a sua mulher não queria ficar curada, pois estava a sofrer de profunda carência afectiva, estando assim a comprometer a sua cura.
A resposta do marido foi curta, mas precisa:
- Ela tem de ficar boa.
Finalmente, como último recurso para a obtenção do restabelecimento da paciente, o médico optou por realizar uma transfusão de sangue directa.
O doador foi o próprio marido, pois possuía o mesmo tipo de sangue.
Deitado ao lado dela, enquanto o sangue fluía dele para as veias da sua esposa, aconteceu algo imprevisível.
O marido, traduzindo na voz uma verdadeira afeição, disse para a esposa:
- Querida, eu vou fazer-te ficar boa.
- Porque? Perguntou ela, sem sequer abrir os olhos.
- Porque representas muito para mim. És a minha vida!
Houve uma pausa.
O pulso dela bateu mais depressa.
Os seus olhos abriram-se e voltou lentamente a cabeça para ele.
- Tu nunca me disseste isso.
- Estou a dizer agora.
Mais tarde, com surpresa, o marido ouviu a opinião do médico sobre a causa principal da cura da sua esposa.
Não foi a transfusão em si, mas o que acompanhou a doação do sangue que fez com que ela se restabelecesse.
As palavras de carinho fizeram a diferença entre a vida e morte.
É importante saber dizer: amo-te!
O gesto carinhoso, a palavra gentil autêntica, a demonstração afectiva num abraço, numa delicada carícia funcionam como estímulos para o estreitamento dos laços indestrutíveis do amor.
É urgente que, no relacionamento humano, se quebre a cortina do silêncio entre as pessoas e se fale a respeito dos sentimentos mútuos, sem vergonha e sem medo.
A pessoa cuja presença é uma declaração de amor consegue criar um ambiente especial para si e para os que privam da sua convivência.
Quem diz ao outro: eu amo-te, expressa a sua própria capacidade de amar, mas também, afirma que o outro é amado, se faz amar e cria amor ao seu redor.
Não basta amar o outro.
É preciso que ele saiba que é amado!

Bem hajam. Miguel Ferreira

“Aprendi e cresci…”

Assim, depois de muito esperar um dia como outro decidi triunfar…

Decidi não ficar à espera das oportunidades e fui procurá-las,
decidi ver cada problema como a oportunidade de encontrar uma solução,
decidi ver cada deserto como a oportunidade de encontrar um oásis,
decidi ver cada noite como um mistério a resolver,
decidi ver cada dia como a oportunidade de ser Feliz.

Aquele dia,
Descobri que o meu único rival eram apenas as minhas debilidades
e que estas são a única e melhor forma de me superar,
aquele dia deixei de ter medo de perder e comecei apenas a ter medo de não ganhar,
descobri que não era o melhor e que talvez nunca o tenha sido,
deixou de me importar quem ganhara ou quem perdera,
agora simplesmente me importa ser melhor que ontem.

Aprendi que o difícil não é chegar ao topo, mas sim nunca deixar de subir.
Aprendi que o maior sucesso que posso alcançar é o de ter o direito de chamar a alguém “AMIGO”
Descobri que o maior amor é mais do que um simples estado de paixão,
“o amor é uma filosofia de vida”.

Aquele dia deixei de ser o reflexo dos meus poucos sucessos alcançados, e comecei a ser a minha própria luz do meu presente;

Aprendi que
de nada serve ser luz se não for para iluminar também o caminho da Humanidade.

Aquele dia decidi mudar tanta coisa…
Aprendi que os sonhos são apenas para transformar-se em realidade,

desde esse dia que

"não durmo para descansar… agora apenas durmo para sonhar.”

Walt Disney

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Relaxing Music - Soothing Pictures

THE MOST RELAXING MUSIC IMAGINABLE

10 Minutes to a Trance - Relax - Hypnosis

VIAJE A NUESTRO SER INTERIOR

Sawabona / Shikoba - Novo Jeito de Amar.

5 Princípios (Reiki)


Os 5 princípios de Reiki ensinados por Mikao Usui começam pela expressão: “Só por hoje…” que nos chama para o agora, para o momento presente que vivemos, ultrapassando o passado, e não pré-ocupando com o futuro, pede-nos para centrar no que podemos influenciar aqui e agora, as nossas acções e pensamentos.
Só por hoje…


Sou tolerante (não me zango)

Zangar, irritar, demonstra a incapacidade de conviver com determinada realidade e deixar que ela nos afecte negativamente. É necessário construir um estado de espírito de serenidade e paz, calma e tranquilidade e mantê-lo em qualquer circunstância. Não deixar que acontecimentos exteriores nos desequilibrem interiormente.

Eu confio (não me preocupo)

Confiar na Vida, em Deus, na Harmonia e Inteligência Universal, passa por compreender que somos co-criadores da vida e que tudo nos é disponibilizado para termos as experiências e aprendizagens necessárias, basta estarmos atentos e querermos escutar. Implica não forçar o futuro e não preocuparmo-nos com o mesmo. Deixar a ansiedade e o stress de lado, centrarmo-nos no essencial e o único momento que podemos viver, o presente, é o desafio deste princípio.

Agradeço toda a abundância

O Universo proporciona-nos tudo o que necessitamos a nível físico, material, emocional, psicológico e espiritual. Reconhecer essas bênçãos permanentes enviadas em forma de pessoas, acontecimentos, emoções e experiências é cultivar uma vida recheada de oportunidades. Permite-nos evidenciar um equilíbrio interior, a nossa felicidade e bem-estar e assim atrair essas realidades. Uma atitude de gratidão para com a vida é um passo essencial para desfrutar da mesma na plenitude.

Trabalho honestamente

Na sociedade ocidental, associamos trabalho, às funções profissionais que desempenhamos, no entanto este princípio é bastante mais profundo do que o nosso emprego, alerta-nos para a necessidade de trabalharmos o nosso interior de forma honesta, sermos sinceros connosco próprios e respeitarmo-nos. Sermos coerentes com o nosso verdadeiro SER (que não é o ego) implica que os nossos pensamentos e acções estejam em linha com quem somos, para que o descubramos e sejamos reflexo dessa nossa identidade espiritual é necessário manter e realizar um trabalho interior regular sério. Tudo o resto, inclusive, o nosso desempenho profissional estará coerente e em equilíbrio na relação com os outros e com o universo.

Sou generoso

Somos todos iguais, pelo que todos merecem o nosso respeito por inteiro, enquanto seres humanos e seres espirituais. Se reconhecemos a abundância que existe, sabemos que nada nos falta (nem poderá faltar), compreendemos que tudo o que existe é de todos e para ser partilhado, não nos apegamos e por isso partilhamos quem somos e o que temos de forma plena e descomprometida, sem receios. Quando rejeitamos alguém, estamos a rejeitar uma parte de nós, quando criticamos alguém, estamos a apontar um dedo a nós próprios. Amemos então com toda a nossa energia e coração todas as pessoas, quer conheçamos quer não, quer sejam “boas” ou “más”.


(enviada generosamente por Patricia Barcelar)

domingo, janeiro 16, 2011

Auto-Conhecimento vs Liderança


“Liderar é orientar a criação de um mundo ao qual as pessoas queiram pertencer”.

“Se houver um cego guiando outro cego, chegarão a algum lugar?”.

A primeira citação, escrita por Robert Dilts, um dos maiores Coachs de liderança empresarial e Programação Neurolinguística da actualidade, define a essência da liderança. Não é possível liderar sem que os outros optem por viajar na mesma.

A liderança possui um paradoxo no seu âmago, não pode ser tomada directamente, pois é um presente que só pode ser dado pelos outros.

A segunda citação, feita há mais de 2000 anos por Jesus Cristo, alerta-nos para o facto de que precisamos de conhecer, ou pelo menos sermos capazes de ver, o caminho para o qual pretendemos dirigir as outras pessoas.

E qual é o mundo que as pessoas querem pertencer?

Para onde é que as pessoas querem caminhar?

O ser humano quer caminhar na direcção dum mundo onde os seus valores sejam mais satisfeitos.

Um tema bastante conhecido actualmente na psicologia organizacional trata da motivação extrínseca e da motivação intrínseca dos empregados de grande empresas.

A motivação extrínseca é quando a motivação se dá devido a uma recompensa externa ao trabalho em si, seja ela dinheiro ou promoção. Essa motivação, apesar de fundamental, tem carácter temporário. Após algum tempo, atingido o patamar financeiro ou o cargo almejado, será necessária a visualização de um novo aumento ou promoção a serem conquistados.

Já a motivação intrínseca tem um carácter um tanto o quanto diferente. É a motivação onde o próprio prazer da realização do trabalho impulsiona para uma nova realização. É quando o estamos a viver nossos valores dentro da função que desempenhamos e da empresa a que pertencemos.

E quais são os valores que impulsionam a pessoa?

Os valores que impulsionam cada pessoa são diferentes. Algumas pessoas são impulsionadas pelo reconhecimento, outras por satisfação pessoal, outras pela possibilidade de exercer a sua criatividade, outras pelo poder e ainda outras pela possibilidade de realizarem uma obra.

Reconhecimento, satisfação pessoal, criatividade, poder, realização, ensino, companheirismo, segurança, transformação, responsabilidade, alegria, são alguns dos valores que impulsionam diferentes pessoas num objectivo.

Então a resposta é fácil. Basta alinharmos o nosso trabalho com os nossos valores pessoais e estaremos constantemente motivados, não é?

Seria, se além das questões práticas não houvesse um pequeno detalhe.

Na maioria das vezes não conhecemos verdadeiramente os nossos valores. Agimos procurando valores que aprendemos que seriam os “mais correctos” a serem procurados. Valores que aprendemos com os nossos pais ou com a nossa sociedade que seriam os mais adequados à nossa vida.

Valores de uma imagem que criamos na esperança de que essa imagem seja a mais aceite e reconhecida pelo mundo externo.

E como, estando cegos de para onde queremos ir, poderemos liderar pessoas na criação dum mundo ao qual queiram pertencer?

Isso não é possível para a verdadeira liderança. O verdadeiro líder deve antes de mais saber para onde quer ir e de seguida colocar-se em marcha nesse caminho. E estando no seu verdadeiro caminho será tão impulsionado pelos seus valores que será possível às pessoas à sua volta perceberem a sua satisfação, o seu carisma natural, a sua congruência entre discurso e prática, e decidirem que esse, também é o mundo ao qual querem pertencer.

Não será preciso convencer ninguém a seguir esse líder. Trata-se de liderança natural, a liderança através do exemplo vivido pelo próprio líder.

Nas mais moderna empresas, voltadas para o desenvolvimento do potencial humano, algumas ferramentas têm sido utilizadas para auxiliar os seus colaboradores a identificarem os seus verdadeiros valores. O processo de coaching, embora mais directamente ligado à orientação para se atingirem metas através da optimização de performance pessoal, passa necessariamente por uma investigação dos verdadeiros valores pessoais do líder e da empresa.

O Coach utiliza técnicas que podem ser emprestadas da psicologia, da Programação Neurolinguística e da análise transacional, entre outras, que auxiliam o líder a conhecer e admitir os seus verdadeiros motivadores naturais e também os seus maiores obstáculos internos, possibilitando o trabalho de potencialização dos seus pontos fortes e minimização dos seus pontos fracos.

Nessa mesma direcção, outra ferramenta que pode ser utilizada nas empresas para identificação dos valores do líder é o Eneagrama. Através do processo de identificação com um dos nove tipos básicos de personalidades, possibilita ao líder o autoconhecimento das suas paixões, fixações, personalidade e preservação.

Ambas as ferramentas podem actuar não somente no desenvolvimento do líder, como também na sua interacção com as outras pessoas. O auto-conhecimento permite ao indivíduo perceber que vê o mundo através de seus próprios pontos de vista, e que são somente os seus e não verdades universais. Essa consciência permite a compreensão das diferenças entre as pessoas e a consequente diminuição do egocentrismo do líder, aumentando em muito a suas capacidades e do seu grupo, para realizarem um verdadeiro trabalho em equipa.

Outro ponto importante é que, embora sejam muitas as ferramentas que podem ser usadas neste processo de auto-conhecimento dos líderes nas organizações, isso não pode ser feito sem um real comprometimento tanto da organização quanto das suas pessoas.

Um processo como esse invariavelmente acarretará em mudanças profundas de paradigmas. Haverá a necessidade de re-alocação de funções, pessoas e estruturas de liderança. Poderá haver um grupo de líderes que se sinta profundamente insatisfeito pela consciência de que não está no lugar certo, trazendo a necessidade da organização de reagir rapidamente na sua re-alocação. E quando as possibilidades não permitirem, poderá haver demissões voluntárias.

Por outro lado, haverá um grupo de líderes consolidados e o consequente desenvolvimento de novos que terão a oportunidade de realizar um trabalho que esteja realmente condizente com os seus valores, gerando em si mesmo e nas pessoas à sua volta todos os tipos de motivação intrínseca e satisfação que isso pode trazer. Os benefícios a médio prazo serão enormes numa relação de ganha-ganha entre a organização e as suas pessoas.

Uma vez que a organização esteja comprometida com esse caminho, será também necessário que as pessoas façam o mesmo.

Elas também terão um árduo trabalho a realizar. Serão necessários coragem, mente e coração abertos para enfrentar muitos desafios. A transformação pessoal só pode ser realizada com a permissão e o esforço da própria pessoa. O auxílio exterior é necessário, porém o próprio “eu” é o único que pode realizar a verdadeira transformação.

Não há mais espaço nas empresas actuais para a gestão por imposição, sem levar em conta as ideias e a satisfação dos empregados. As consequências vão ainda além da desmotivação e da consequente queda de produtividade.

E também não é possível ao verdadeiro líder ser reconhecido como tal e conduzir pessoas numa determinada direcção, se ele mesmo não estiver a viver a sua própria verdade.

É preciso que os nossos líderes experientes, os nossos novos líderes e as organizações actuais estejam dispostos a conhecer e a trilhar os seus verdadeiros caminhos.

Será que estão?

As consequências de estarem e de não estarem serão experimentadas igualmente por todos eles.