sábado, janeiro 18, 2014

Curriculum Vitae Criativo

O texto que se segue foi escrito por um candidato a um emprego, numa selecção de pessoal na Volkswagen. Claro que a pessoa foi aceite.
”Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar
com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei
com o espelho, já fingi ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora.
Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda sigo, caminhando através do desconhecido.
Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear, muito apressado, e chorei ao ouvir determinada música no autocarro.
Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de esquecer.
Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar as estrelas, já subi a uma árvore para roubar fruta, já caí por uma escada.
Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para sempre e voltei no instante seguinte.
Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas, sentindo a falta de uma única.
Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na piscina e não quis sair mais, já bebi whisky até sentir os lábios dormentes, já olhei para a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar.
Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei a meio da noite e senti medo de me levantar.
Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas era um “para sempre”… pela metade.
Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros novos e que a vida é um ir e vir permanente.
Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados.
Bem hajam. Vale a pela viver a vida com ela é.

sexta-feira, janeiro 03, 2014

Quebre o ciclo

“Os fracos nunca podem perdoar. O Perdão é atributo dos fortes" – Mahatma Gandhi

Um empresário com grande poder de decisão gritou com um director da sua empresa, porque naquele momento estava a sentir muita raiva.
O director, ao chegar a casa e ao ver um bom e farto almoço à mesa, gritou com sua mulher, acusando-a de gastar demais.
A mulher gritou com a empregada, que, assustada, quebrou um prato ao tropeçar no cão da casa. A empregada pontapeou o cão por este a ter feito tropeçar.
O cão saiu a correr e mordeu uma senhora que ia a passar pela rua, porque ela atrapalhou a sua saída pelo portão.
Essa senhora foi à farmácia para tomar uma vacina e fazer um penso, e gritou com o farmacêutico porque a vacina lhe doeu ao ser aplicada.
O farmacêutico, ao chegar a casa, gritou com sua mãe porque o jantar não estava do seu agrado.
A mãe, tolerante, com um manancial de amor e perdão, afagou os cabelos do filho e beijou-o na testa, dizendo:
- Meu Querido Filho, prometo que amanhã faço a tua sobremesa favorita. Trabalhas muito, estás cansado e precisas de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da tua cama, e pôr outros limpinhos e a cheirar bem para que durmas tranquilamente e em paz. Amanhã vais-te sentir melhor.
E ao retirar-se, abençoou-o, deixando o filho sozinho com seus pensamentos.
Naquele momento, o círculo do ódio rompeu-se, porque ele esbarrou na TOLERÂNCIA, no PERDÃO e no AMOR.

Se momentânea ou permanentemente nos encontramos num círculo de intolerância, raiva, rancor ou ódio, ou se por ventura nos colocaram ali, devemos SEMPRE lembrar-nos de que apenas e só com TOLERÂNCIA, PERDÃO e AMOR o podemos quebrar!
(Adaptado do Livro “O que Podemos Aprender com os Gansos”, Alexandre Rangel)


Bem hajam

quinta-feira, novembro 28, 2013

Quebre o ciclo

“Os fracos nunca podem perdoar. O Perdão é atributo dos fortes" – Mahatma Gandhi
Um empresário com grande poder de decisão gritou com um director da sua empresa, porque naquele momento estava a sentir muita raiva.
O director, ao chegar a casa e ao ver um bom e farto almoço à mesa, gritou com sua mulher, acusando-a de gastar demais.
A mulher gritou com a empregada, que, assustada, quebrou um prato ao tropeçar no cão da casa. A empregada pontapeou o cão por este a ter feito tropeçar.
O cão saiu a correr e mordeu uma senhora que ia a passar pela rua, porque ela atrapalhou a sua saída pelo portão.
Essa senhora foi à farmácia para tomar uma vacina e fazer um penso, e gritou com o farmacêutico porque a vacina lhe doeu ao ser aplicada.
O farmacêutico, ao chegar a casa, gritou com sua mãe porque o jantar não estava do seu agrado.
A mãe, tolerante, com um manancial de amor e perdão, afagou os cabelos do filho e beijou-o na testa, dizendo:
- Meu Querido Filho, prometo que amanhã faço a tua sobremesa favorita. Trabalhas muito, estás cansado e precisas de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da tua cama, e pôr outros limpinhos e a cheirar bem para que durmas tranquilamente e em paz. Amanhã vais-te sentir melhor.
E ao retirar-se, abençoou-o, deixando o filho sozinho com seus pensamentos.
Naquele momento, o círculo do ódio se rompeu, porque ele esbarrou na TOLERÂNCIA, no PERDÃO e no AMOR.

Se momentânea ou permanentemente nos encontramos num círculo de intolerância, raiva, rancor ou ódio, ou se por ventura nos colocaram ali, devemos SEMPRE lembrar-nos de que apenas e só com TOLERÂNCIA, PERDÃO e AMOR o podemos quebrar!
(Adaptado do Livro “O que Podemos Aprender com os Gansos”, Alexandre Rangel)

Bem hajam

Miguel Ferreira

sábado, novembro 16, 2013

Uma Citação, uma Fábula

Uma das citações mais populares de Mahatma Gandhi é “Você deve ser a mudança que deseja ver no mundo.”
Partilho a história que se acredita verdadeira - embora não confirmada – que terá estado na origem desta citação.
Durante a década de 1930, um jovem rapaz tinha-se tornado obcecado com a ingestão de açúcar. A sua mãe tentou por todos os meios dissuadi-lo do vício mas não conseguiu. Ao constatar que o seu único filho, o seu “bem” mais precioso, começava a por a sua vida em risco, e ao saber da admiração e respeito que este tinha por Gandhi – já muito venerado em todo o país - decidiu levá-lo à presença do Mahatma (Grande Alma) na esperança que as suas palavras pudessem convencer o filho a parar de ingerir açúcar.

Viajaram durante um dia de comboio e esperaram na Gandhi's Ashram (Ermida) outro dia para falar com Gandhi. Ao chegar à sua presença a mãe desesperada pediu “Mahatma, peço-lhe que convença o meu filho a não comer mais açúcar, pois está a ‘envenenar’ o seu corpo ao ponto da sua vida começar a ficar em risco!” Gandhi deliberou por breves minutos e respondeu "Por favor volte daqui a um mês. Nessa altura falarei com o seu filho." A mãe desesperada ao ouvir estas palavras implorou “Mas Mahatma, por favor, eu viajei um dia de comboio e aguardei outro dia para poder estar aqui…” Gandhi interrompeu dizendo seriamente: “Entendo, mas terá que voltar daqui a um mês. Só nessa altura falarei com o seu filho.”

Mãe e filho levaram mais um dia para regressar de comboio à sua aldeia. Embora não tendo desistido de comer açúcar, o facto de ter estado na presença de Mahatma e, a curiosidade em voltar a visitá-lo para escutar as suas palavras, fizeram com que ele reduzisse a sua ingestão. Passado um mês voltaram de novo a viajar um dia de comboio e aguardar por mais um dia para estarem na presença de Gandhi. Ao chegarem perto dele a mãe voltou a dirigir-se-lhe “Mahatma, conforme nos pediste estamos de volta…” Gandhi respondeu “Sim, recordo-me de si e do problema do seu filho com o açúcar” e dirigindo-se a este gritou-lhe "Vais deixar de comer açúcar, JÁ!" O rapaz assustado admitiu, "Perdoe-me bapu (Pai), vou seguir de imediato o seu conselho."

A mãe perplexa perguntou, "Bapu, poderia ter solicitado ao meu filho que deixasse de comer açúcar, há um mês atrás quando o visitámos…. Porquê nos pediu para voltarmos um mês depois?" Gandhi respondeu, "Ben (Irmã), há um mês, também eu ainda comia açúcar… Você deve ser a mudança que deseja ver no mundo."

Apenas devemos exigir de alguém o que exigimos primeiro de nós próprios. Só ao sermos coerentes com os nossos valores poderemos de forma positiva deixar a nossa “marca”. Lembre-se disso ao influenciar da próxima vez…

Bem hajam,

Miguel Ferreira

terça-feira, novembro 05, 2013

Gestão semanal do tempo

É sempre bom refletir sobre a administração do tempo e do seu principal instrumento que é a agenda.
De facto, é praticamente impossível para uma pessoa que tenha vários compromissos por dia, administrar o seu tempo de forma minimamente eficiente sem uma agenda.
Existem pessoas que se vangloriam de não usar agenda, contudo uma análise mais detida desses casos notáveis, porém, vai evidenciar que ou a pessoa não precisa porque tem poucos compromissos por dia (e dá para se lembrar deles sem necessidade de anotações), ou alguém gere a sua agenda (uma secretária, por exemplo), ou tem uma memória anormalmente prodigiosa ou, então, é um desastre na conciliação dos compromissos cotidianos.
Para a grande maioria, a agenda é uma ferramenta de trabalho indispensável no dia-a-dia, juntamente com o relógio e o telemóvel formam o trio básico da administração do tempo. O relógio, por razões obvias, o telemóvel porque permite lidar de forma surpreendentemente eficaz com essa importante fonte de perturbação, se não for bem administrada, que são as ligações telefónicas, disponibilizando os extraordinários recursos tecnológicos do silencioso, do registro do número de quem ligou, além da hora da chamada e, suprema sofisticação, da agenda eletrônica ambulante.
Há agendas de todos os tipos, formas e tamanhos. Há as de papel e as eletrônicas. As portáteis e as de mesa. As de mão e as de bolso. Há, até, as de parede, misto de calendário e agenda. Qual é a melhor? Depende do uso que se pretende dar. Não há um modelo padrão que se preste a todos os usos. Se se presta bem ao registro dos compromissos do seu proprietário, é uma boa agenda.
A prática, porém, tem evidenciado alguns procedimentos mais ou menos disseminados no uso de agendas que podem ser aperfeiçoados. O principal deles é a utilização das chamadas agendas diárias, aquelas que vêm com apenas um dia em cada página. Segundo Stephen R. Covey, no seu best seller “Os 7 Hábitos das Pessoas Muito Eficazes”, tece algumas considerações interessantes sobre a questão:
“A organização com base na semana possibilita um equilíbrio maior e um contexto mais amplo que o planeamento diário. Parece haver um consenso cultural implícito de que a semana é uma unidade de tempo única, completa. O mundo dos negócios, da educação e muitas outras facetas da sociedade operam dentro do quadro dado pela semana, determinando certos dias para o trabalho e outros para o relaxamento e a inspiração.” Covey lembra, inclusive, que a tradição judaico-cristã reserva um dia em cada sete para descanso, fechando o ciclo semanal e iniciando o seguinte.
Se o mundo se organiza assim, semanalmente, a melhor forma, portanto, de programar a distribuição do tempo é usando um instrumento que permita uma visão panorâmica da semana e, não apenas, do dia. A visão apenas do dia tende a reduzir o horizonte de programação e a perspectiva do programador.
Covey destaca que uma boa programação é aquela que permite dedicar mais tempo à prevenção que à administração de crises: “Na minha opinião, a melhor maneira de fazer isso é organizar a sua vida numa base semanal. Pode continuar a fazer adaptações e ter prioridades diárias, mas a energia fundamental vai para a organização da semana.”

Bem hajam e bons agendamentos.

segunda-feira, outubro 21, 2013

O sabonete

Um garoto pobre, com doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja,
escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que o embrulhe para presente.
- É para minha mãe - diz, com orgulho.
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, indeciso, ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha na sua loja. Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não.

O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse a duvidar da sua capacidade de pagar. Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e colocou-as sobre o balcão. O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava o seu conflito mental. Lembrou-se da sua própria mãe. Fora pobre e, muitas vezes, na sua infância e adolescência, também desejara presentear a sua mãe.

Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. O garoto, com aquele gesto, estava a mexer nas profundezas dos seus sentimentos. Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Porque é que o homem não embrulhava logo o sabonete? Impaciente, perguntou:
- Desculpe, está a faltar alguma coisa?
- Não - respondeu o proprietário da loja - é que, de repente, lembrei-me da minha mãe, que morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela mas, desempregado, nunca consegui comprar nada.

Na espontaneidade dos seus doze anos, perguntou o menino:
- Nem um sabonete?

O homem calou-se. Refletiu um pouco e desistiu da ideia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou-lhe uma fita e despachou o freguês, sem responder mais nada.

A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo tão pequeno e simples para a sua mãe? Sempre entendera que um presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra, e pensara em melhorar o presente daquele garoto. Comovido, entendeu que, naquele dia, tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor! (Autor desconhecido) 

Bem hajam e sejam felizes.


segunda-feira, outubro 07, 2013

Não vá pelas aparências

Num reino antigo havia um príncipe, filho único do rei, que de repente enlouqueceu. Arrancou as suas roupas, ficou nu, entrou debaixo da mesa e começou a cocoricar como um galo. Pensava que era um galo. O rei ficou desesperado, chamou todos os médicos, mágicos e fazedores de milagre para tentarem curar o príncipe, mas de nada adiantou. O rei começou a aceitar o fato de que o seu filho tinha ficado louco para o resto da vida. Um dia, entretanto, um sábio chegou ao palácio e disse que podia curar o príncipe. O rei ficou muito desconfiado porque o homem parecia também um maluco, mais maluco ainda do que o príncipe. O sábio disse: - "Somente eu posso curar o seu filho, porque só um louco maior pode curar outro louco. Os seus médicos, mágicos e fazedores de milagres falharam porque eles não conheciam a loucura". O rei achou o argumento lógico e como o caso parecia sem jeito, resolveu experimentar. Assim que o sábio tirou as suas roupas, entrou debaixo da mesa com o príncipe e começou a cocoricar como um galo, o príncipe tomou posição de defesa: - "Quem é você? O que pensa que está a fazer"? O homem disse: - "Eu sou um galo, um galo mais experiente do que você. Você é apenas um aprendiz de galo". O príncipe aceitou: - "Se você também é um galo, está bem. Mas você parece um ser humano". - "Não vá pelas aparências", respondeu o sábio, "veja o meu espírito, a minha alma. Eu sou um galo tanto quanto você". Os dois ficaram amigos. Prometeram longa amizade e juraram que lutariam juntos contra o mundo. Passaram-se uns dias. O sábio começou a vestir-se. O príncipe replicou: - "O que está a fazer? Ficou maluco? Um galo a usar roupa de gente"! O homem respondeu: - "Estou apenas a procurar enganar aqueles tolos seres humanos. Lembre-se de que, mesmo vestido, nada mudou em mim. Sou um galináceo e ninguém pode mudar isso. Só porque estou vestido, acha que me tornei um ser humano"? O príncipe aceitou a explicação. Dias mais tarde o sábio persuadiu-o de que se vestisse, porque o inverno estava a chegar. Um dia, de repente, o sábio pediu comida do palácio. O jovem ficou atento e desconfiado gritou: - "O que é que está a fazer? Você vai comer como um ser humano qualquer. Nós somos galos e comemos como galos". O homem respondeu calmamente: - "Podes comer qualquer coisa e aproveitar qualquer coisa. No que se refere ao meu galo, não faz a menor diferença. Podes viver como um ser humano e continuar a ser um galináceo. Não vá pelas aparências". Desta maneira, o sábio, aos poucos, foi persuadindo o príncipe a voltar ao mundo da realidade, até que foi considerado normal.  
Reflictam na morar da história. Bem hajam!

Miguel Ferreira

domingo, outubro 06, 2013

CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (12 HORAS)

LISBOA, 2 sábados, 12 e 19 de outubro
                    INSCRIÇÕES ABERTAS – ÚLTIMAS INSCRIÇÕES – ATÉ 8 DE OUTUBRO
FÁTIMA/LEIRIA, 2 sábados, 19 de outubro e 26 de outubro
                    INSCRIÇÕES ABERTAS – INSCRIÇÕES LIMITADAS – ATÉ 15 DE OUTUBRO
CASTELO BRANCO, 2 sábados, 9 e 23 de novembro
                    INSCRIÇÕES ABERTAS – INSCRIÇÕES LIMITADAS – ATÉ 5 DE NOVEMBRO
ENTRONCAMENTO (V.N. BARQUINHA), 4 quintas-feiras, 7,14, 21 e 28 de novembro
                    INSCRIÇÕES ABERTAS – INSCRIÇÕES LIMITADAS – ATÉ 5 DE NOVEMBRO
PORTO, 2 sábados, 9 e 23 de novembro
                    INSCRIÇÕES ABERTAS – INSCRIÇÕES LIMITADAS – ATÉ 5 DE NOVEMBRO


PROCURAMOS PARCERIAS E PRÉ-INSCRIÇÕES PARA OUTRAS ZONAS DO PAIS – SOLICITE INFORMAÇÕES OU FAÇA A SUA PRÉ-INSCRIÇÃO, INDICANDO A PREFERÊNCIA.                


CURSO NÍVEL I – PRACTITIONER PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (130 horas)

FÁTIMA, 16 sábados,
INSCRIÇÕES ABERTAS – ATÉ FINAL DE SETEMBRO (CONSULTE A PROMOÇÃO – 914019401 / 967205066)

INICIO DO CURSO: EM NOVEMBRO

(PRÉ-INSCRIÇÕES ABERTAS PARA LISBOA E PORTO)

Local da formação: a designar.

* (faça a sua pré-inscrição e aproveitando as condições promocionais)


PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA – A VIA RÁPIDA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL – CIÊNCIA E ARTE, DA COMUNICAÇÃO DE EXCELÊNCIA.

A PNL, é uma área da psicologia que se reveste de um de carácter muito prático e eficaz, estudando a estrutura subjectiva do ser humano, explicando a interação fundamental entre a mente (neuro) e a linguagem (linguística) e como essa dinâmica afecta o nosso corpo, comportamento e as emoções (programação). Enquanto método, a PNL oferece uma série de ferramentas pelas quais poderá traçar os seus OBJECTIVOS PESSOAIS e eliminar os OBSTÁCULOS INTERNOS que o têm impedido de alcançar os mesmos.

Como psicologia prática, é um poderoso instrumento de TRANSFORMAÇÃO PESSOAL, capaz de levar o indivíduo a conhecer-se e relacionar-se melhor, a viver com mais prazer, instalar uma performance de sucesso, superar traumas, medos e inseguranças, quebrar estados contínuos de desordem emocional e dominar a arte de projetar o futuro, iniciando e promovendo uma perspectiva inovadora na arte de promover recursos internos para a obtenção dos resultados desejados.

No campo da terapia, é fundamental perceber esta cibernética entre pensamento-emoções-fisiologia, assim como a interação com os diversos contextos em que convivemos.

E é nisto que assenta a PNL: um conjunto de princípios, pressupostos e técnicas inovadoras na criação de estados emocionais impulsionadores de acções mais adaptativas e ecológicas, respeitando a coerência interior e desenvolvimento de relacionamentos muito mais significativos à nossa volta.


FAÇA JÁ A SUA PRÉ-INSCRIÇÃO ENVIANDO OS SEUS DADOS*:

curso: Curso Básico de PNL (12 Horas) ou Curso Nível I – Practitioner em Programação Neurolinguística (130 Horas) (selecione o curso)
nome:
profissão:
idade:
telemóvel:
local de residência:
email pessoal:
local onde perfere a formação: Fátima/Leiria, Lisboa, Porto, Castelo Branco, Entroncamento (coloque a sua preferência das cidades mencionadas ou outra cidade)
nº do BI|CC:
NIF:
disponibilidade: imediata ou outra altura
objectivos da formação:

* sem qualquer cumpromisso.                                                           

INFORMAÇÕES, INSCRIÇÕES E PROMOÇÕES: * Consulte o p.f. em anexo

Tem: 91 401 94 01 / 96 720 50 66

Com os melhores cumprimentos,

A equipa (Chunkingup):

Miguel Ferreira

segunda-feira, setembro 23, 2013

COMO FUNCIONA O CEREBRO? (DANIEL GODRI)

O Fazendeiro

Houve um homem chamado Ali Hafed, no Irã. Fazendeiro, estava contente com a sua situação. A sua fazenda era excelente e rendosa, tinha esposa e filhos, criava carneiros, camelos e plantava trigo. "Se um homem tem esposa, filhos, camelos, saúde e paz de Deus", dizia ele, é um homem rico! Ali Hafed continuou rico até que, um certo dia, um sacerdote veio visitá-lo e começou a falar em diamantes. 
E o sacerdote comentou: Eles cintilam como um milhão de sóis, é na verdade, a coisa mais linda do mundo." 
De repente, Ali Hafed passou a sentir-se que o que tinha era pouco. E começou a ficar descontente com o que possuía. Perguntou ao sacerdote: "Onde se podem encontrar esses diamantes? Preciso possuí-los." 
O sacerdote respondeu: Dizem que é possível achá-los em qualquer parte do mundo. Procure um riacho de águas transparentes que corra sobre a areia branca, em região montanhosa, e ali achará diamantes." 
Ali Hafed, então tomou uma decisão, vendeu a fazenda, confiou a esposa e os filhos aos cuidados de um vizinho, e lançou-se na sua jornada à procura de diamantes. Viajou pela Palestina, depois ao longo do vale do Nilo, até que afinal, encontrou-se junto às colunas de Hércules, entrando a seguir em Espanha. 
Estava Ali, quebrado, sem recursos, e sem condições de se comunicar com a família. Num acesso de desespero, profundamente deprimido, lançou-se ao mar e morreu. Nesse ínterim, o homem que adquiriu a fazenda de Ali Hafed achou uma curiosa pedra negra, enquanto o seu camelo matava a sede num riacho da propriedade. Levou a pedra para casa, colocou-a sobre a lareira e esqueceu-se dela. Um dia apareceu o sacerdote, outra vez. Olhou acidentalmente para a pedra negra e notou um lampejo colorido brotando de um ponto de onde saíra um lasca. 
E disse ao fazendeiro: "Um diamante! Onde o achou?" 
 "Encontrei-o nas frias areias do riacho de águas claras onde levo o meu camelo para beber," disse o fazendeiro. Juntos, arrebanhando as túnicas e correndo tão depressa quanto permitiam as sandálias, dispararam rumo ao riacho. Começaram a cavar e acharam mais diamantes! Esse achado transformou-se na Mina de Diamantes Golconda - a maior mina do mundo! A mina de Golconda é de onde veio o diamante Koh-i-Noor, que faz parte das jóias da coroa da Inglaterra, e de onde veio, também, o diamante Orloff, que faz parte das jóias da coroa da Rússia. (Autor desconhecido) 

Bem hajam e olhem para o que está mais perto…

sábado, setembro 07, 2013

O mestre da paciência

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, que era capaz de derrotar qualquer adversário.
Uma certa tarde, um homem conhecido pela sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a mandar algumas pedras na sua direção, cuspiu na sua direção e gritou todos os tipos de insultos.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem deu-se por vencido e retirou-se. Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
O mestre perguntou:
- Se alguém chega até vós com um presente, e não o aceitarem, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo. Respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não aceites, continuam a pertencer a quem os carregava consigo.

Bem hajam e lembre-se a paz interior depende exclusivamente de si.

Como nasce um paradigma

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão. Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.
Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o facto. Um quarto e, finalmente, último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater  naquele que tentasse chegar às bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles porque é que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
"Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."


Bem hajam e pensem nisto.

O apoio ao mais fraco

No outono, quando se vêem bandos de aves a voar, formando um grande V no céu, indaga-se o porquê de voarem desta forma. Sabe-se que quando cada ave bate as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave imediatamente de trás. Ao voar em forma de V, o bando beneficia-se com muito mais força de vôo do que uma ave que voa sozinha.
Pessoas que têm a mesma direcção e sentido de comunidade podem atingir os seus objectivos de forma mais rápida e fácil, pois viajam beneficiando-se de um impulso mútuo.
Sempre que uma ave sai do bando, sente subitamente o esforço e a resistência necessários para continuar a voar sozinha. Rapidamente, entra outra vez em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado pela ave que voa imediatamente à sua frente.
Se tivéssemos o mesmo sentido, manter-nos-íamos em formação com os que lideram o caminho para onde também desejamos seguir.
Quando a ave líder se cansa, ela muda de posição dentro da formação e outra assume a liderança.
Vale a pena nos revezarmos em tarefas difíceis, e isto serve tanto para as pessoas quanto para as aves que voam juntas. As aves de trás gritam encorajando as da frente para que mantenham a velocidade.
Finalmente quando uma ave fica doente ou, se fere, duas aves saem da formação e a acompanham para ajudá-la e protegê-la. Ficam com ela até que consiga voar novamente ou morra. Só então, levantam voo, sozinhas, ou noutra formação.
Se tivéssemos o sentido das aves também ficaríamos da mesma forma um ao lado do outro para apoiar o mais fraco.


Bem hajam e bons voos.

terça-feira, agosto 06, 2013

Programação neurolinguística - inovação na terapia


Iniciei a minha caminhada na programação neurolinguística no ano de 2004, com aquele que considerei ser o curso da minha vida, a saber: o pratitioner (nível 1 em PNL). Recordo-me que passado um mês, após a realização do primeiro módulo (4 dias seguidos), já conseguia aplicar grande parte da metodologia apreendida.


A PNL, como modelo pragmático, dava não só a possibilidade de me conhecer a fundo, como também de desenvolver no domínio da prática clínica resultados muito mais rápidos e eficazes, enriquecendo as habilidade cognitivas do paciente que, por sua vez, passaria a ter uma maior compreensão de si próprio, assim como dos outros que o rodeavam. 

Devo dizer que, simplesmente pela expansão da percepção do problema do paciente, usando as três posições perceptivas, a pessoa desenvolvia mais aceitação da realidade, nomeadamente, dos obstáculos que não lhe possibilitavam ver, que por de trás destes, estava o objetivo que realmente pretendiam alcançar, e que na maior parte dos casos nem era consciente, pois era tal o foco no obstáculo, que todo o sistema nervoso se focalizava nisso, ficando quase que totalmente associada àquilo que não queria.

Assim, com uma maior compreensão de si mesmo, dos outros e da própria vida em si, a pessoa passava a gerar mais aceitação e com isso aumentava consideravelmente o grau de tolerância e flexibilidade, ao mesmo tempo que criava estados de satisfação e serenidade. Paralelamente desenvolvia a comunicação assertiva (respeitando os seus interesses e também os dos outros), a qual implicava quase sempre a implementação de recursos fundamentais, tais como a segurança, a confiança e a tranquilidade.

Tradicionalmente, a psiquiatria estipula o tratamento da depressão nervosa, em seis meses, com o uso de psicofármacos, não garantindo eficácia. Ao longo da minha experiencia profissional tenho encontrado muitíssimos casos, vítimas da visão limitadora acerca desta desordem emocional, por muitos, chamada de “doença mental” e por outros, apenas por desordem emocional. O facto é que, os estudos comprovam que a intervenção integrada de múltiplas abordagens aumenta significativamente a eficácia dos tratamentos.

Posto isto, devo dizer que foi neste panorama de resignação que iniciei a minha carreira em clínica privada. Não obstante, não desisti e a impotência (muitas vezes maior que as estratégias de ajuda efectiva) deram lugar à PNL. Esta metodologia inovadora, cuja maior vantagem é a sua rapidez, permite, em poucas sessões, aprender novas estratégias mentais e assim resolver situações que antes levariam meses de terapia. Algo igualmente inovador foi descobrir que a depressão não passava duma estratégia mental disfuncional, inconsciente, ou seja, sem intenção da pessoa. Mas, mesmo sem intenção, o facto é que era da responsabilidade do ser pensante e como tal, passível de ser modificada, independentemente do grau de dependência de psicofármacos, como é habitual nesse tipo de tratamento. 

Desta feita, e após vários anos de experiências gratificantes, constatei que, com os métodos e técnicas revolucionárias da programação neurolinguística, a pessoa mais facilmente resolve os conflitos interiores que geram medo, ansiedade, depressão e outras emoções limitantes. Mas, não são só os estados negativos que podem ser alvo da PNL. O mesmo se passa com os estados positivos que nos realizam e impulsionam - de forma fácil e divertida - para a concretização dos nossos objetivos, despertando recursos do subconsciente e, assim, melhorar significativamente os relacionamentos afetivos, pessoais e profissionais, sobretudo, com aquela pessoa que está sempre connosco, em concreto, nós mesmos. Para além disso, com a PNL aprendemos a relaxar e a resolver situações stressantes em poucos segundos. 

Para concluir esta partilha sobre uma das minhas grandes paixões, não posso deixar de agradecer a todos aqueles que se esforçaram na busca da síntese para a eficácia, utilizando a grande ferramenta que nem sempre empregamos da melhor forma possível – a comunicação.

Bem hajam e sejam felizes.
Miguel Ferreira (Master, Pratitioner e Trainer em PNL)