quinta-feira, dezembro 04, 2014

Valorize o que é seu

O dono de um pequeno comércio, amigo de um poeta, abordou-o na rua e perguntou-lhe “amigo, preciso vender o meu sítio, aquele que conheces tão bem. Será que poderias redigir um anúncio para o jornal?”
O seu amigo poeta então escreveu:

“Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente oferece sombra tranquila das tardes na varanda.”

Meses depois o poeta voltou a encontrar o homem e perguntou se já tinha vendido o sítio.
Ao que respondeu: nem pensei mais nisso. Quando li o anúncio percebi a maravilha que tinha.
Muitas vezes, desprezamos as coisas boas que possuímos e vamos atrás da miragem de falsos tesouros. Muitas vezes vimos pessoas a abrir mão da esposa/esposo, dos filhos, da família, da comunidade, dos amigos, da cidade onde residem, da profissão, do conhecimento acumulado durante os anos de vida, da boa saúde, das belezas da vida. Precipitadamente, mandam pela janela aquilo que a vida lhes deu com tanta graça e que foram cultivando com garra.
Olhe à sua volta, valorize o que tem: o seu lar, as pessoas amadas, os amigos com os quais pode de facto contar, o conhecimento que adquiriu, a sua boa saúde e as belezas da vida, que são verdadeiramente o seu mais precioso tesouro.
Não adianta fazer um carinho na esposa, depois dela estar dentro duma urna funerária. Não adianta querer reaver trabalhos que negligenciamos. O melhor a fazer é valorizar isso agora. Peça a alguém “superior”, mesmo que não acredite para que os problemas do dia-a-dia não lhe gerem sentimentos de impotência, tristeza, ansiedade.
Ao desenvolver uma ligação mais espiritual à vida, seguramente que a vitória com qualquer tipo de luta surgirá, pois por algo tivemos direito à vida e a natureza está cheia de abundância. Em vez de reclamar da sua família, faça o que está ao seu alcance para que ela possa melhorar. Em vez de reclamar do ambiente de trabalho, observe o que pode fazer para melhora-lo. Em vez de se isolar dos amigos por causa das suas fraquezas, procure investir na intimidade emocional, na cooperação, com o objetivo de poder ter liberdade para fazer críticas construtivas.
É necessário uma visão superior e para que a auto estima seja fortalecida pela superação dos problemas quotidianos e pelo aumento de atividades significativas para si próprio, as quais validam o que se é e o que se faz.

Bem hajam

sexta-feira, novembro 28, 2014

A rocha


O aluno perguntou ao Mestre : 
- Como faço para me tornar o maior dos guerreiros? 
- Vá atrás daquela colina e insulte a rocha que se encontra no meio da planície. 
- Mas para que, se ela não me vai responder? 
- Então golpeie-a com a tua espada. 
- Mas a minha espada quebrar-se-á! 
- Então agrida-a com as tuas próprias mãos.  
- Assim vou magoar as minhas mãos... E também não foi isso que eu perguntei. O que eu queria saber era como é que faço para me tornar o maior dos guerreiros. 
- O maior dos guerreiros e aquele que é como a rocha, não liga aos insultos nem às provocações, mas está sempre pronto para se desenvencilhar de qualquer ataque do inimigo.

quinta-feira, novembro 27, 2014

segunda-feira, novembro 24, 2014

Curso Comunicação e Liderança



Programa: http://www.projectointervir.org.pt/comunicaccedilatildeo-e-lideranccedila.html

Inscrições: http://www.esecs.ipleiria.pt/Paginas/conteudo.aspx?cid=24710&type=News

domingo, novembro 23, 2014

Sorte, má sorte, quem o pode dizer?

Existia numa aldeia, um homem muito pobre, que tinha um cavalo muito bonito.
O cavalo era tão bonito que os fidalgos do castelo insistiam em comprar-lho, mas ele nunca quis.
"Para mim, este cavalo não é um animal, é um amigo. Como é que eu podia vender um amigo? Perguntou-se.
Uma manhã, o pobre homem foi ao estábulo, mas o cavalo não estava.
Todos os aldeões lhe disseram: "Nos avisámos-te! Devias tê-lo vendido. Agora roubaram-to... que má sorte!"
O velho homem respondeu " Sorte ou má sorte, quem o pode dizer?"
Todas as pessoas faziam pouco dele. Mas 15 dias depois, o cavalo tinha voltado, com uma horda de cavalos selvagens. Ele tinha fugido para conquistar uma bela égua e quando regressou trouxe consigo o resto da horda.
"Que sorte!" disseram os aldeões.
O velho homem e o seu filho começaram a domar os cavalos selvagens. Mas uma semana mais tarde, o filho partiu a perna durante um treino.
"Que má sorte!" disseram novamente os amigos. "O vais fazer, tu que já és tão pobre, se o teu filho, a tua única ajuda, não pode ajudar-te?!"
O velhote responde "Sorte, má sorte, quem o pode dizer?"
Alguns tempos mais tarde, os soldados dos fidalgos do país chegaram à aldeia e levaram à força todos os jovens disponíveis.
Todos ... exceto o filho do velhote, que tinha a perna partida.
"Que sorte tu tens, todos os nossos filhos foram para a guerra, e tu és o único a guardar o teu filho contigo. Os nossos se calhar vão morrer ..."
O velhote responde "Sorte, má sorte, quem o pode dizer?"
O futuro é-nos dado por fragmentos. Nunca sabemos o que vai acontecer. Mas um pensamento positivo permanente abre-nos as portas da sorte, da criatividade e faz-nos mais felizes. 


Bem Hajam!!

sexta-feira, novembro 07, 2014

A vaquinha (reflexão)

Todos nós possuímos habilidades e competências excepcionais, porém, muitas vezes ficamos presos ao básico e o comodismo. 

Já imaginou a enorme quantidade de vaquinhas que podem estar na sua vida? Muitas vezes ficamos presos as falsas sensações de conforto, ficamos estacionados porque encaramos a nossa situação atual como agradável e muitas pessoas tem medo de mudar. Se esta humilde família ainda tivesse como renda a vaquinha ainda estariam da mesma forma ou em situações piores.

A iniciativa de mudar deve partir de nós mesmos, pois todos nós possuímos qualidades e competências excelentes, mas, o medo de explorar o nosso verdadeiro eu faz-nos desistir antes mesmo de tentarmos. Outras até tentam, mas, com a demora em alcançar resultados retrocedem.

O maior problema em empurrar a vaquinha no "precipício", é que as "vaquinhas" representam coisas agradáveis e felizes para nós, e desligar-se disso pode ser muito difícil e constrangedor
Reflita. Aquela família estava feliz mesmo antes de ter alcançado o sucesso e glória; e isso prendia-os de procurar novos recursos e fontes de renda. A vaquinha proporcionava-lhes tudo o que desejavam mesmo concedendo-lhes somente leite como sustento.

Na vida podemos encarar as mudanças como boas ou más. Podemos escolher ser a vítima ou levantarmos a cabeça e continuarmos a acreditar que é possível, ou que tudo irá melhorar. Se esta humilde família se tivesse lamentado e angustiado entrando em momentos de desespero porque tinha perdido o seu único sustento, jamais teriam descoberto as suas reais qualidades, competências, habilidades e valores.

Empurrar a vaquinha no precipício é ir atrás do nosso sucesso e procurar novas metas, resultados e alcançá-los! Se alguma vaquinha já caiu no precipício é altura de aceitar e tirar um bom proveito disso, pois muitas vezes olha-se demais para trás, um passado que não poderá ser mudado, lamentações por ter sido despedido, uma promoção que não veio, etc.

Desta forma, podemos entender que muitas coisas necessitam de acontecer nas nossas vidas para amadurecermos, formarmos nosso carácter, servindo para nos mostrar que passamos por tais tribulações e vencemos, e se já vencemos tudo isso, porque é que nos comportarmos como derrotados?

É muito importante não ter medo do novo ou do desconhecido; os obstáculos existem para serem superados. Mostre ao mundo as suas qualidades, habilidades e competências. Tenha fé e continue sempre a inovar sempre; mesmo que o seu caminho esteja repleto de diamantes e ouro, continue a inovar! Podemos sempre fazer mais por nós, pelo próximo e pelo ambiente à nossa volta!

A vaquinha

Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com o seu fiel discípulo quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita...
Durante o percurso falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizagem que temos, também com as pessoas que mal conhecemos. Quando chegaram ao sítio constaram a pobreza do lugar, uma casa de madeira a cair aos bocados, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas... então aproximou-se do senhor, aparentemente o pai daquela família e perguntou:
- Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho, como é que o senhor e a sua família sobrevivem aqui?
E o senhor calmamente respondeu:
- Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte produzimos queijo, manteiga, etc... para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo. O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois despediu-se e foi embora. A meio do caminho, dirigiu-se ao seu fiel discípulo e ordenou:
- Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali à frente e empurre-a lá para baixo. O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o facto da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem.
Assim empurrou a vaquinha morro abaixo e viu-a morrer. Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos até que um dia resolveu largar tudo o que tinha aprendido e voltar aquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.
Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças a brincar no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver, "apertou" o passo e quando lá chegou, logo foi recebido por um caseiro muito simpático. Perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu:
- Continuam a morar aqui. Espantado, entrou a correr na casa e viu que era a mesma família que visitara antes com o mestre.
Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):
- Como é que o senhor melhorou este sítio e esta tão bem de vida?
E o senhor entusiasmado, respondeu: - Nós apenas tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu, daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos e assim alcançamos o sucesso que os seus olhos vislumbram agora.

Todos temos uma “vaquinha” que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina, e com certeza a solução para desenvolvermos as nossas potencialidades é empurrá-la morro abaixo e praticar coisas inovadoras sendo merecedores de alcançarmos o sucesso que tanto merecemos!

sábado, novembro 01, 2014

5 CHAVES PARA FELICIDADE

Todos nós temos a responsabilidade de assumir o comando absoluto da nossa vida, mas essa responsabilidade não é sinónimo de bom uso. A vida é cheia de desafios que nos impedem de alcançar o nosso potencial.

Segundo Anthony Robbins (famoso escritor e palestrante motivacional norte-americano), se dominar estas cinco chaves alcançaremos a plena felicidade na vida:

1- Aprendamos a lidar com a frustração: a frustração pode matar os sonhos. Pode mudar a atmosfera de um ambiente deixando-o em estado de sentimento negativo. Se olharmos para os grandes homens de sucesso veremos que, num certo momento, sofreram com algum tipo de frustração. Temos que aprender a superar qualquer tipo de frustração, focalizando sempre o alvo ao invés de olharmos para os desafios/obstáculos que são inúmeros. 

2- Aprendamos a lidar com a rejeição: um não, muitas vezes gera uma grande decepção. Ninguém tem como objectivo, receber um “não”, pois por norma magoa. Apesar disso não nos podemos limitar, temos que arriscar para crescer na vida. Quantas vezes já decidimos não assumir uma posição na empresa ou tentar fazer uma venda com medo do não? Não há sucessos reais sem rejeição. Quanto mais sofremos a rejeição, mais podemos aprender. Isto acontece também nos relacionamentos, quando nos apaixonamos por uma pessoa e “levamos um não”, na verdade estamos a qualificar-nos para a próxima pessoa que se apaixonar. Quem nos “der um não” é porque não acredita em nós e, provavelmente, também não merece receber a nossa confiança. Valorizemo-nos a nós próprios, os “não” o iram qualificar para o “sim”, trazendo crescimento e sucesso para a vida.

3- Devemos aprender a lidar com a crise financeira: o dinheiro é como qualquer outra coisa na vida, podemos usá-lo a nosso favor ou contra nós. A crise financeira quando chega acarreta consigo crise para todas as outras áreas da vida, mas isso acontece porque perdemos o controlo da situação (lembremo-nos sempre: Deus é a prioridade, o dinheiro é a bênção que Deus vai providenciar, abrindo as portas para conquistar mais e mais prosperidade financeira). 

"Não são os acontecimentos da vida que determinam a forma como se sente e age, mas sim a maneira como interpreta e avalia esses acontecimentos". Tony Robbins.

4- Aprendamos a criar e gerar entusiasmo: todos nós vimos pessoas que conquistaram o sucesso e depois pararam de crescer e de desenvolver-se. O conforto pode ser uma emoção desastrosa porque quando ficamos muito confortáveis, paramos de crescer. A chave para gerir o entusiasmo é manter o foco nas metas a atingir.

5- Devemos dar sempre mais do que o que esperamos receber: a excelência deve ser o foco constante em tudo aquilo que fazemos. Em qualquer relacionamento que criemos, procuremos valorizar as pessoas e entregar-lhes o nosso melhor. Assim, desenvolver-nos-emos como pessoas agradáveis capazes de agregar valor na vida das pessoas.

Bem hajam

domingo, outubro 19, 2014

Crenças – as forças interiores

Esta história trata de um jovem príncipe que só não acreditava em três coisas. Não acreditava em princesas, ilhas e em Deus.
O seu pai, o rei, dissera-lhe que essas coisas não existiam. No reino do seu pai, não havia ilhas, princesas e nenhum sinal de Deus.
O jovem príncipe acreditava no pai.
Um dia, o príncipe fugiu do palácio para o país vizinho. Lá, para sua surpresa, de toda a costa avistou ilhas e, nestas ilhas, estranhas criaturas cujo nome nem sequer imaginava.
Enquanto procurava um barco na praia, um homem em trajes de gala aproximou-se dele.
- Aquelas ilhas são reais? - perguntou o jovem príncipe.
- Claro que são reais - respondeu o homem em trajes de gala.
- E aquelas estranhas e perturbadoras criaturas?
- São todas princesas autênticas e genuínas.
- Então, Deus também deve existir! - exclamou o príncipe.
- Eu sou Deus - replicou o homem em trajes de gala, curvando-se em reverência.
O jovem príncipe voltou para casa o mais depressa que pôde.
- Então está de volta - exclamou seu pai, o rei.
- Eu vi ilhas, vi princesas, eu vi Deus - disse o príncipe acusadoramente.
O rei permaneceu impassível.
- Não existem ilhas, nem princesas, nem um Deus de verdade.
- Eu vi-os!
- Diga-me como Deus estava vestido.
- Deus estava em trajes de gala.
- Estavam as mangas do casaco arregaçadas?
O príncipe lembrava-se de que estavam. O rei sorriu.
- Esse é o uniforme de um mágico. Foste enganado.
Com isto o príncipe retomou à terra vizinha e foi até a mesma costa, onde mais uma vez encontrou o homem em trajes de gala.
— Meu pai, o rei, disse-me quem é — disse o jovem príncipe indignado. — enganou-me da última vez, mas não o fará novamente. Agora sei que aquelas não são ilhas, nem princesas de verdade, porque é mágico.
O homem na praia sorriu.
- Estás enganado, meu rapaz. No reino do seu pai há muitas ilhas e muitas princesas. Mas estás sob a magia do teu pai, e por isso não podes vê-las.
O príncipe retomou a casa pensativo, e quando viu o seu pai, olhou-o nos olhos.
- Pai, é verdade que não é um rei de verdade, mas apenas um mágico? O rei sorriu e arregaçou as mangas.
- Sim, meu filho, sou apenas um mágico.
- Devo saber a verdade, a verdade acima da magia.
- Não há verdade acima da magia - disse o rei. O príncipe encheu-se de tristeza e disse:
- Vou-me matar.
O rei, por magia, fez a morte aparecer. A morte ficou em pé junto à porta e acenou para o príncipe real. O príncipe estremeceu. Ele lembrava-se das belas, mas irreais ilhas e das irreais, porém belas, princesas.
- Muito bem - disse ele. - Posso viver com isso.
- Vê, meu filho - disse o Rei. - Agora também começas a ser mágico.
(A Estrutura da Magia - Bandler)

Os dois pássaros

Inspirado em tantas situações, na certeza que vos irá fazer pensar também em todos os vossos equívocos. Respire duas a três vezes antes de se prender a sua visão.
“Dois pássaros estavam muito felizes sobre a mesma planta. Um mais acima e outro mais abaixo. A certa altura, um disse ao outro:
- Que lindas folhas verdes!
O que estava mais abaixo, irritado, respondeu:
- Estás cego? Não vês que são brancas?
O de cima continuou:
- Tu é que estás cego. São verdes e bem verdes.
A discussão prolongou-se até ao ponto de se prepararem para lutar um contra o outro.
Quando o de cima desceu, estando no mesmo ramo e preparando-se para o duelo, ambos olharam na mesma direção.
Foi então que o que antes estava em cima e desceu, disse:
- Que estranho! Afinal as folhas são brancas!
Depois voaram os dois para o ramo de cima e disseram:

- Que estranho! Afinal as folhas são verdes!

domingo, outubro 05, 2014

O monge mordido

Está é uma das histórias que mais me tem ajudado na vida, embora simples, diz muito da forma como cada um de nós anda diariamente, e claro que o importante é ter sempre uma melhor escolha para agir…
Um monge e os discípulos iam pela estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião a ser arrastado pelas águas.
O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho picou-o e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.
Foi então à margem, pegou num ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e salvou-o.
O monge voltou e juntou-se aos discípulos na estrada.
Eles tinham assistido à cena e receberam-no perplexos e penalizados.
- Mestre deve estar muito doente! Porque foi salvar esse bicho mau e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda, picou a mão que o salvara!
Não merecia a sua compaixão!
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu (…):
- Ele agiu conforme a sua natureza, e eu de acordo com a minha. (Autor desconhecido)
Deixo aqui uma pergunta: O que é que nos impede der ser como o monge?
Aguardo respostas: mig-ferreira@hotmail.com


Bem hajam, Miguel Ferreira

A Receita da Dona Cacilda

A Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda e elegante, que todos os dias às 8 da manhã já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar da sua pouca visão.
E hoje ela mudou-se para uma casa de repouso: o marido, com quem viveu 70 anos, morreu recentemente, e não tinha outra solução.
Depois de esperar pacientemente duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a senhora que a veio atender lhe disse que o seu quarto estava pronto. Enquanto manobrava o andador em direção ao elevador, a senhora deu uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela. Ela interrompeu-a com o entusiasmo duma criancinha que acabou de ganhar um cachorrinho.
- Ah, adoro essas cortinas...
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu o seu quarto... Espera um pouco...
- Isso não tem nada a ver, respondeu a D. Cacilda, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todos os dias quando acordo. Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem... Ou posso levantar-me da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Parece assim? Nem por isso; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pela vida fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir os meus pensamentos e escolher, em consequência, os sentimentos.
Calmamente a D. Cacilda continuou: - Cada dia é um presente, e enquanto os meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, o meu conselho para si, é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de Lembranças. Como vê, eu ainda continuo a depositar e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica.
Vale a pena ter em conta a Receita da Dona Cacilda:  
COMO MANTER-SE JOVEM

1. Deixe de fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos levam-nos para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
“Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.” E o nome do Alemão é Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas.
   
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem,  aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica connosco toda a nossa vida somos nós próprios. VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama: Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. O seu lar é o seu refúgio.
8. Tome cuidado com a sua saúde: Se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não consegue melhorá-la, procure ajuda.
9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa.
10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.
"De nada vale a pena se não tocarmos o coração das pessoas."


Bem hajam, Miguel Ferreira

domingo, setembro 28, 2014

Anthony Robbins 5 Chaves para uma Vida Incrível


Tony Robbins faz uma bela e emocionante reflexão neste vídeo: Em seus tempos mais difíceis, em seus tempos de desafios, como ele fez para dar a volta por cima? Nestas 5 chaves, o segredo para superarmos e sairmos mais fortalecidos de nossos desafios quotidianos.

sábado, setembro 27, 2014

Motivação – 8 dicas para se sentir motivado

Pensando sobre os nossos objetivos, muitas vezes, somos capazes de trabalhar sob quaisquer condições, não importa como nos sentimos, no entanto, tudo seria melhor se nos pudéssemos sentir motivados primeiro e trabalhar depois? Assim, dessa forma – trabalhamos melhor, com mais satisfação e eficiência quando motivados, do que quando estamos simplesmente a tentar terminar uma tarefa.
As estratégias de motivação não são milagrosas – com certeza haverá momentos em que simplesmente não se consegue sentir motivado a fazer algo, mas tem que fazê-lo da mesma forma. Seguem-me algumas dicas que nos poderão ajudar a superar a falta de motivação.

• Encontre o seu mantra ou slogan. Um mantra não precisa ser longo. Por exemplo, o de Aristóteles: “Você é o que faz repetidamente”. “Saia e faça algo. Mova-se. Interaja. Explore. Respire. Arrisque-se. Pare de desperdiçar a sua vida voluntariamente. Pare de reclamar e de dizer que está aborrecido. Esta é a sua vida. Faça algo com ela. Você é o que faz repetidamente.” - Aristóteles

• Relembre ou reviva os seus momentos de “pico”. Termo cunhado pelo escritor Michael Stanier, os momentos de “pico” são momentos de triunfo que me lembram de quem sou – e de porque estou na direção dos meus objetivos únicos.
Um momento de pico é um momento em que se sentiu no topo do mundo. O seu momento de pico é aquele que o conecta ao momento em que se sentiu mais satisfeito, mais realizado, mais presente. Um momento em que disse: ‘Sim, isto é algo para me lembrar, este é um momento meu, do meu “eu” mais essencial, “melhor” e “autêntico”.

• Faça menos. Faça tudo valer. O que quer que faça ou mantenha na sua vida, faça valer a pena mantê-lo. Faça realmente valer a pena. As pessoas frequentemente sentem-se desmotivados quando sentem que estão a carregar o mundo nas costas e, por causa disso, sentem que completar as tarefas na verdade não as fazem sentir bem – só fazem senti-las ansiosas e preocupadas com “o que vem depois”. Simplifique. Livre-se dos compromissos. Ao abrir espaço no seu dia para as coisas que quer fazer, irá sentir-se muito mais motivado a começá-las – e não se preocupe com a longa lista de afazeres que o espera. Não queira fazer tudo, faça apenas o essencial e deixe espaço para o não fazer nada, e ai escolha fazer o que realmente o motiva ou realiza

• Corte o mal pela raiz – não deixe que a depressão comece. Frequentemente, são as pequenas coisas que levam a uma depressão motivacional. Faltar um dia de formação ou desenvolvimento pessoal (escola ou faculdade), para sair com os amigos, depois dois, depois um hábito muito frequente e na próxima semana, continuando a maquinar o porquê de hoje ser um mau dia para ir à faculdade ou outro local de desenvolvimento – são tantos os impulsos a trabalhar contra mim que fica depois é difícil recomeçar. Não caia nesta situação – reconheça as atividades que usa como desculpa para procrastinar (adiar) e corte o mal pela raiz. Tome uma atitude imediatamente, por menor que seja a vitória, e use essa motivação para as tarefas futuras.

• Seja ativo. Só consigo perceber este facto de ser ativo, quando descubro que quando não me exercito, os meus objetivos também sofrem. Embora não seja evidente, este processo é “mágico”, pois poderá fazer toda a diferença, existindo uma relação entre a produtividade, a corrida, a música animada energética e um banho refrescante. Claro que isto é apenas uma exemplo e mesmo que eu não entenda a conexão entre isso tudo, fazer uma pausa e correr por meia hora pode mudar a nossa perspetiva e deixar-nos motivados a continuar. Na verdade, muitas vezes, as pessoas quando estão a correr ou andar/passear, inspiram-se e ficam tentadas a diminuir o intervalo para voltar logo ao trabalho como mais vigor e inspiração.

• Lembre-se de que este momento é precioso – e só acontece agora. 
Nos momentos, em que não estiverem motivados a fazer o que precisa ser feito, lembrem-se de que, se perderem essa oportunidade, essa hipótese única, será possível jamais ter outra. Os seus minutos, horas e dias só acontecem uma vez – e depende de si viver a vida que quer, agora.

• Sonhe. Isto pode ser apenas semântico, no entanto a palavra “sonho” é mais libertadora do que a palavra “objetivo”. Será muito bom focar-se diariamente nos seus objetivos – que tendem a ser concretos, discretos e mais de curto prazo. Os sonhos quando “alimentados” poderão lembrar-nos do porque que estamos a focar em objetivos de curto prazo – pois esses poderão levar-nos ao “grande sonho”. Você poderá ter o objetivo de visitar a Austrália, mas sonhar com uma viagem à volta do mundo…

• Use a motivação diária e constante. Descubra uma maneira de ter uma dose de inspiração diária, seja ao inscrever-se num site que lhe envia e-mails motivacionais diários ou um calendário na mesa que lhe mostra mensagens positivas todos os dias ou qualquer coisa que não necessite de andar atrás. Os e-mails serão enviados, quer se lembre ou não deles, e os calendários diários precisam ser atualizados e não é difícil de se lembrar de fazer isso! O que quero dizer é que se a sua onda motivacional diária depende de algo de que se esquece, mais do que se lembra, então não vai funcionar.


Bem hajam,

O vestido azul

Num bairro pobre duma cidade distante, morava uma garota muito bonita. Ela andava na Escola local. A sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. As suas roupas eram muito velhas e maltratadas.
O Professor ficou chocado com a situação da menina: "Como é que uma menina tão bonita pode vir tão mal arranjada para a Escola?"
Gastou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldades, resolveu comprar-lhe um vestido novo. A garota ficou linda no vestido azul!
Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que a sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a dar-lhe banho todos os dias, pentear os seus cabelos, cortar as suas unhas...
Quando acabou a semana, o pai disse: "Mulher, não achas uma vergonha que a nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este, caindo aos bocados? Que tal se arranjar-se-mos a a casa? Nas horas vagas, eu posso pintar as paredes, consertar a cerca, plantar um jardim.“
Assim foi, a casa destacava-se na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracas feias e resolveram também arranjar as suas casas, plantar flores, usar cores e criatividade. Em pouco tempo, o bairro estava todo transformado...
Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquelas pessoas, pensou que eles mereciam o auxílio das autoridades. Foi ao “Presidente da Junta” expor as suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.
A rua, de barro e lama, foram substituídos por alcatrão e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ar de cidadania.
E tudo começou com um vestido azul...
Não era intenção daquele professor consertar a rua toda, nem criar um organismo que melhora-se o bairro. Ele fez o que podia, fez a sua parte.
Fez o primeiro movimento que acabou por fazer com que as outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.
Será que cada um de nós está a fazer A SUA PARTE no lugar em que vive?
Ou será que somos daqueles que somente apontam os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?
Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas.
Que é difícil limpar a rua toda, mas é fácil varrer a nossa calçada.
É difícil reconstruir um Planeta, mas é possível dar um vestido azul.
“Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.”

Bem hajam, Miguel Ferreira

sábado, agosto 30, 2014

O veado orgulhoso

Depois de muito caminhar e correr pelo campo, um certo veado saiu à procura de duma fonte onde houvesse águas frescas e cristalinas para matar a sede.
Não demorou muito a encontrar um regato que, embora pequeno, tinha águas limpas e frescas. Sem demonstrar pressa, abaixou-se tranquilamente e pôs-se a sorver o líquido procurado.
Após se ter satisfeito, o veado deteve a sua atenção para qualquer coisa que nunca antes tinha observado. Viu, espelhado nas águas superficiais do pequeno regato, as suas pernas compridas e tortas que formavam um triste contraste com os seus formosos chifres dispostos em galhos.
- É bem verdade o que dizem a meu respeito - exclamou o veado. Supero a todos os outros da minha espécie, em graça e nobreza! Que elegância majestosa se pode verificar quando levanto graciosamente a minha galhada (chifres)!
Entretanto, há uma triste e incontestável verdade ao lado de tudo isto contrastando com essa exuberância estão os meus pés tão horrorosos. Enquanto, desgostoso, escarnecia e ironizava a feiura dos seus pés tão tortos e desengonçados, eis que vê sair da floresta, vindo na sua direção, um esfomeado leão...
Pés, para que lhes quero? E em dois saltos firmes e velozes colocou-se fora do alcance do inimigo. Todavia, a fábula continua a contar que, na sua precipitada fuga, o veado resolveu passar por um apertado trilho entre as árvores.
Não tinha avançado muito, quando se deparou com a sua galhada presa num espinhal, cujos ramos delgados se emaranharam formando um verdadeiro alçapão.
Lutou desesperadamente para se desprender dali, mas todo o esforço foi em vão e enquanto isto o mesmo leão alcançou-o, devorando-o sem compaixão...

Assim, os pés que o animal tanto depreciava poderiam tê-lo salvo, se a galhada de que tanto se orgulhava não o fizesse encalhar. 

(Autor desconhecido) 

História do Burro

Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a ferir-se, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.
Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena esforçar-se para tirar o burro de dentro do poço. Ao contrário, chamou os seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou numa pá e começou a mandar terra dentro do poço.
O burro não tardou a dar-se conta do que estavam a fazer com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e surpreendeu-se com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre as suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando. A vida vai-lhe mandando muita terra nas costas. Principalmente se já estiver dentro dum “poço”. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um dos nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que lhe mandam para seguir adiante!

Recorde-se das 5 regras para ser feliz:
1. Liberte o seu coração do ódio.

2. Liberte a sua mente das preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame-se mais e...aceite a terra que lhe mandam. Ela pode ser a solução, não o problema.


Bem hajam,

terça-feira, agosto 19, 2014

A Lição do Fogo

Um membro dum determinado grupo, ao qual prestava serviços regularmente, sem avisar deixou de participar nas suas atividades.
Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Estava uma noite muito fria.
O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado à lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, à espera. O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada.
No sério silêncio que se formou, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado.
Então, voltou a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.
Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e o seu fogo apagou-se de vez.
Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto duma espessa camada de fuligem acinzentada.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos.
O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo.
Quase que imediatamente tornou-se a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.
Quando o líder alcançou a porta para partir, o seu anfitrião disse:
- Obrigado pela sua visita e pelo belíssimo sermão. Vou voltar ao convívio do grupo. Deus te abençoe!

Reflexão: Aos membros de qualquer grupo vale a pena lembrar que eles fazem parte da chama e que longe do grupo perdem todo o brilho. Aos líderes vale a pena lembrar que são responsáveis por manter acesa a chama de cada um e por promover a união entre todos os membros, para que o fogo seja realmente forte, eficaz e duradouro.