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quinta-feira, julho 30, 2015
sábado, julho 18, 2015
O verdadeiro sábio...
Um homem perguntou a um
sábio se deveria ficar com a sua esposa ou com a sua amante.
O sábio pegou em duas
flores, uma em cada mão. Uma com uma rosa e a outra com um cacto e perguntou ao
homem:- Se eu lhe der uma dessas flores qual delas escolhe?
O homem sorriu e disse:- A rosa é lógico! És
imprudente – respondeu o sábio.
Às vezes os homens são movidos por beleza externa
ou pelo mundano e escolhem o que lhes parece brilhar mais.
A rosa é mais bela, mas morre logo. O
cacto, por sua vez, independentemente do tempo ou clima permanece o mesmo, verde
com espinhos, e um dia vai-lhe dar a flor mais bonita que já viu.
A sua esposa conhece os seus
defeitos, as suas fraquezas, os seus erros. Com ela você grita nos seus maus momentos
e ela está sempre pronta a ajudar-te.
A sua amante quer o seu
dinheiro, a sua felicidade, os seus espaços, fantasias e o seu sorriso, na
primeira dificuldade não hesitará em trocar-te por outro amante jovem, feliz e
com dinheiro. Agora diga-me homem, com quem quer ficar?
domingo, junho 07, 2015
O Farmacêutico e a Criançaa
João era o dono duma farmácia bem sucedida. Era um homem
bastante inteligente mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer
outra coisa além do mundo material.
Um certo dia, estava ele a fechar a farmácia quando chegou
uma criança aos prantos a dizer que a sua mãe estava muito mal e que se ela não
tomasse o medicamento iria morrer.
Muito nervoso, e após a insistência da criança, resolveu
reabrir a farmácia para lhe dar o medicamento. A sua insensibilidade perante aquele
momento era tal que acabou por lhe dar o medicamento mesmo no escuro. A criança
agradeceu e saiu dali depressa. Alguns minutos depois João percebeu que tinha
entregado o medicamento errado e que se aquela mãe o tomasse teria morte
instantânea. Desesperado tentou alcançar a criança mas não teve êxito. Sem
saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e
a dizer que se realmente existisse um Deus que não o deixasse passar por
assassino.
De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe no ombro esquerdo e
ao virar-se deparou com a criança a dizer: - Senhor, por favor não se zangue
comigo, mas é que cai e parti o vidro do medicamento...
Será que o senhor me poderia dar outro?
terça-feira, maio 26, 2015
O Zelador da Fonte
Os anos foram passando. Certo dia, o conselho da cidade reuniu-se,
como fazia semestralmente. Um dos membros do conselho resolveu inspeccionar o
orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte. De imediato,
alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho
estava sendo pago há anos, pela cidade. E para quê? O que é que ele fazia,
afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma. O seu
discurso a todos convenceu. O conselho municipal dispensou o trabalho do
zelador.
Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as
árvores começaram a perder as folhas. Pequenos galhos caíam nas piscinas
formadas pelas nascentes. Numa certa tarde, alguém notou uma coloração meio
amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura. Mais uma semana e
uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens. O mau
cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas.
As rodas
d´água começaram a girar lentamente, depois pararam. Os turistas abandonaram o
local. A enfermidade chegou ao povoado. O conselho municipal tornou a reunir-se,
em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido. Imediatamente,
tratou de novamente contratar o zelador da fonte. Algumas semanas depois, as
águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d´água voltaram a
funcionar. Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso...
Bem
hajam,
domingo, maio 10, 2015
Crenças e convicções que stressam
Crenças e convicções que stressam...
O Stress é muitas vezes resultado das
crenças tradicionais que nos foram passadas desde tempos remotos, e que
seguimos de forma inconsciente sem questionar a veracidade dos fatos.
Poderíamos denominar como as nossas, leis,
normas e regras às quais nos obrigamos a seguir e que muitas vezes são a
“forca” que criamos ao longo da vida, querendo sempre que isso aconteça e o
pior é que isso não depende unicamente de nós mais da realidade á nossa volta,
o que é muito desagradável, pois quando tal não acontece, automaticamente
geramos sentimentos negativos que não nos facilitam a vida.
De acordo com o Academic Resource Center do
Sweet Briar College dos EUA, eis algumas dessas "tradições", que
servem de combustível para nos tentar "arrastar" de vez ao precipício.
Assim enumeramos essas “tradições” ou
crenças irracionais:
- Devemos ser amados por todos, e todos, sem
exceção, devem aprovar todos os nossos atos.
- Devemos ser absolutamente competentes, capazes,
bem sucedidos, articulados, admiráveis, adequados e inteligentes, e o mais
importante, conseguirmos respeito de todos em tudo que fizermos.
- Certas atitudes ou atos são errados, desprezíveis
ou prejudiciais, e as pessoas que cometem tais ações deverão ser
severamente punidas.
- Podemos considerar como uma verdadeira catástrofe
quando as coisas não acontecem como gostaríamos.
- Infelicidade é o resultado de eventos estranhos,
e acontecimentos que são dirigidos exclusivamente a nós e sobre os quais
não temos nenhum controle.
- Devemos preocupar-nos com coisas que são
perigosas ou que nos causam temor, e devemos fixar os nossos pensamentos
em tais "eventos", até que o perigo tenha passado.
- É mais fácil evitar as dificuldades e
responsabilidades da vida do que enfrentá-las.
- Precisamos de alguém ou algo mais forte que nós
para nos dar confiança.
- Porque algo nos influenciou de forma marcante no
passado, isto deve determinar o nosso comportamento presente: A influência
do passado é uma espécie de determinismo e não pode ser desfeita.
- O que as outras pessoas fazem tem importância
vital para nós, e devemos fazer todo esforço possível para mudá-las, para
que então pensem como nós.
- Existe uma solução única e perfeita para todo e
qualquer problema, e se não for encontrada, os resultados serão
desastrosos.
- Seguir a tradição e suas regras, mitos, tabus e
rituais, cada um desses pontos sem questionar, é coisa fundamental, pois
os antigos sempre sabiam o que estavam a fazer.
- O sofrimento é o único e verdadeiro caminho
necessário à nossa felicidade e sem ele não temos a menor hipótese de
alcançarmos o contentamento nem a paz de espírito.
- Ser bem-sucedido significa conseguir alcançar um
ponto onde nenhum outro jamais colocou os pés. Sem isso a felicidade é
impossível.
- Ser perfeito é possível, afinal de contas,
existem pessoas perfeitas, especialmente os gurus religiosos, que podem
nos servir de guias.
Se por acaso,
reconhece em si algumas destas crenças, saiba que todas elas são irracionais e
as principais determinantes pela nossa visão negativa e limitadora da
realidade. Vale a pena questioná-las e desembaraçar-se delas, pois caso
contrário a sua vida será um martírio.
Continuem a procurar a
felicidade. Se a vida é simples porque complicar!
Bem hajam
Miguel Ferreira
domingo, abril 26, 2015
O Chapéu de Chuva à Porta
Um vez um Mestre mandou que chamassem
determinado discípulo, que se encontrava recluso na sua cabana, nos arredores
de um mosteiro Zen. Este discípulo já estava com este Mestre há anos, treinando
sob a sua direção. Como o Mestre tinha muitos discípulos, era difícil de se
conseguir uma entrevista particular com ele. O discípulo achou invulgar o facto
do Mestre o estar a chamar para uma conversa. Começou a ficar excitado,
pensando: "o que será que o Mestre deseja de mim?", "será que me
vai perguntar alguma coisa sobre o Dharma, para testar-me?", "será
que deseja atribuir-me algum cargo ou tarefa?". Com a mente repleta de
pensamentos, pôs-se a andar. Como estava a chover, levou o seu
guarda-chuva.
Ao chegar à casa do Mestre, fechou o guarda-chuva e colocou-o a um canto. Pôs as
suas sandálias molhadas ao lado do guarda-chuva. Na frente do Mestre, fez as
reverências como mandam a etiqueta monástica e sentou-se. O Mestre então foi logo
perguntou:
- Quando entrou aqui, de que lado do guarda-chuva deixou as suas
sandálias? O monge discípulo não se conseguiu lembrar com certeza. Então o
Mestre declarou:
- Volte para a sua cabana e medite!
Desta maneira, o Mestre quis dizer que a meditação e a vida quotidiana são uma
única realidade. Não podemos separar a nossa vida diária do ato de atenção com
que devemos fazer todas as coisas. O discípulo estava separado, e ao ver que
ainda não estava preparado o suficiente o Mestre recomendou que voltasse para a
sua cabana e meditasse mais.
Esta é a prática budista no dia-a-dia e efetivamente, mesmo na nossa vida
ocidental, sempre muito ocupada, quando praticada com algum rigor, dá-nos uma
grande qualidade de vida, pois o acto de ter os sentidos despertos ao exterior,
para além de reter mais informação, também nos possibilita viver a vida em tudo
o vimos, ouvimos, sentimos, saboreamos e cheiramos com mais intensidade e
satisfação, tendo com isso constantes experiência simples e ao mesmo tempo
realizadoras.Não pense tanto e viva mais a realidade, tal como ele é, sem preconceitos
nem críticas. Tudo à sua volta ganha mais sentido.
Bem hajam!
domingo, abril 12, 2015
A vida como o “Beber Chá”
Muitas vezes nos interrogamos, qual a melhor forma de estar na vida, sendo
que cada um tem a sua própria forma de se reenquadrar nela.
O barómetro poderá estar na forma como nos damos conta que estamos, ou como
nos sentimos a cada momento, pois não somos mais que meros intérpretes da vida
e cada um interpreta a sua maneira. É isso que nos distingue também dos
animais. Será que já viram algum cão ou gato triste por estar a “chover”, por
exemplo ou irritado por estar “preso” a qualquer coisa. Pois é, todos nós
podemos escolher a forma como queremos ver a vida, os outros e a nós próprios.
É como beber um chá, temos que estar totalmente despertos para apreciar o
chá como deve ser. Temos que estar no momento presente. Apenas com a consciência
no presente, as nossas mãos podem sentir o agradável calor da chávena. Apenas
no presente podemos apreciar o aroma, sentir a doçura e saborear a delicadeza.
Se estamos a lembrar o passado ou preocupados com o futuro, perdemos por
completo a experiência de apreciar a chávena de chá. Olharemos para a chávena e
o chá terá já terminado.
A vida é assim. Se não estamos totalmente no presente, quando olharmos à
nossa volta esta terá desaparecido.
Quando pararmos de pensar no que já aconteceu, quando pararmos de nos
preocupar com o que poderá nunca vir a acontecer, então estaremos no momento
presente. Só então começaremos a experimentar a alegria de viver...
Bem hajam e desfrutem o momento simplesmente pela sua simplicidade.
Miguel Ferreira
domingo, abril 05, 2015
O Pedreiro
Um velho
pedreiro que construía casas estava pronto para se reformar. Informou o chefe,
do seu desejo de se reformar e passar mais tempo com a sua família. Ainda disse
que sentiria falta do salário, mas realmente queria refomar-se.
A empresa
não seria muito afetada pela saída do pedreiro mas o chefe estava triste ao ver
um bom funcionário a partir e pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um
projeto como um favor.
O pedreiro
não gostou mas acabou por concordar. Foi fácil verificar que o mesmo não estava
entusiasmado com a ideia. Assim lá prosseguiu a fazer um trabalho de segunda
qualidade e a usar materiais inadequados. Foi uma forma negativa de terminar a
carreira. Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa construída.
Depois deu
a chave da casa ao pedreiro e disse: "Esta é a sua casa. É o meu presente
para si". O pedreiro ficou muito surpreendido.
Que pena! Se ele soubesse que estava a construir a sua própria casa,
teria feito tudo diferente....
O mesmo acontece connosco. Construímos a nossa vida, um dia de cada vez
e muitas vezes a fazer menos que o melhor possível na sua construção. Depois,
com surpresa, descobrimos que precisamos de viver na casa que nós próprios
construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Tu és o pedreiro. Todo dia martelas pregos, ajustas tábuas e constróis
paredes.
Alguém já disse: "A vida é um projeto que você mesmo
constrói".
As tuas atitudes e escolhas de hoje estão a construir a
"casa" em que vai morar amanhã. Portanto construa-a com sabedoria!
Bem hajam!
segunda-feira, março 16, 2015
As Abóboras
Era uma
vez um cocheiro que conduzia uma carroça cheia de abóboras.
A cada
solavanco da carroça, olhava para trás e via que as abóboras estavam todas
desarrumadas.
Então
parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava a sua viagem,
lá vinha outro solavanco e... tudo se desarrumava novamente. Então começou a
ficar desanimado e pensou:
"Jamais
vou conseguir terminar a minha viagem! É impossível seguir nesta estrada de
terra, conservando as abóboras arrumadas!”
Enquanto
estava a pensar, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras, e
observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras
que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando
compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde
queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se
acomodassem nos seus devidos lugares.
Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para olhar os
problemas, perdemos tempo e distanciamo-nos das nossas metas.
Bem hajam!
sexta-feira, março 13, 2015
quarta-feira, março 11, 2015
Mais Devagar
Um jovem atravessou o Japão em busca da escola de um famoso praticante de
artes marciais. Chegando ao dojo, foi recebido em audiência pelo Sensei.
- O que quer de mim? perguntou-lhe o mestre
- Quero ser seu aluno e tornar-me o melhor karateca do país. Quanto tempo
preciso estudar?
- Dez anos, pelo menos.
- Dez anos é muito tempo respondeu o rapaz. E se eu praticasse com o
dobro da intensidade dos outros alunos?
- Vinte anos.
- Vinte anos! E se eu praticar noite e dia, dedicando todo o meu
esforço?
- Trinta anos.
- Trinta anos.
- Mas, eu lhe digo que vou dedicar-me em dobro, e o senhor me responde que
a duração será maior?
- A resposta é simples. Quando um olho está fixo aonde se quer chegar,
só resta um para se encontrar o caminho.
Bem hajam!
segunda-feira, março 09, 2015
sábado, fevereiro 28, 2015
Aceitar o "espinho" alheio...p
Durante a Era Glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os
porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram juntar-se em grupos,
assim se agasalhavam e protegiam mutuamente.
Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos,
justamente os que lhes forneciam calor. E, por isso tornavam a afastar-se uns
dos outros. Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha:
Desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.
Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam, assim, a
conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já
que o mais importante era o calor do outro.
Sobreviveram!
O melhor grupo não é aquele que reúne membros perfeitos, mas aquele
onde cada um aceita os defeitos do outro e consegue aceitação dos próprios
defeitos.
Bem hajam.
terça-feira, fevereiro 24, 2015
sábado, fevereiro 14, 2015
Agora apenas dormo para sonhar

Assim, depois de muito esperar, um dia como qualquer outro decidi triunfar? Decidi não ficar à espera das oportunidades e fui procurá-las Decidi ver cada problema como a oportunidade de encontrar uma solução Decidi ver cada deserto como a oportunidade de encontrar um oásis Decidi ver cada noite como um mistério a resolver Decidi ver cada dia como a oportunidade de ser Feliz Aquele dia, Descobri que o meu único rival eram apenas as minhas debilidades e que estas são a única e melhor forma de me superar Aquele dia deixei de ter medo de perder e comecei a ter medo de não ganhar Descobri que não era o melhor e que talvez nunca o tenha sido Deixou de me importar quem ganhara ou quem perdera Agora simplesmente me importa ser melhor que ontem Aprendi que o difícil não é chegar ao topo, mas sim nunca deixar de subir Aprendi que o maior sucesso que posso alcançar é o ter direito de chamar a alguém de "AMIGO" Descobri que o amor é mais do que uma simples paixão. O amor é uma filosofia de vida Aquele dia deixei de ser o reflexo dos meus poucos sucessos alcançados e comecei a ser a minha própria luz do meu presente Aprendi de que nada serve ser luz se não for para iluminar também o caminho da Humanidade Naquele dia decidi mudar tanta coisa? Aprendi que os sonhos são apenas para transformar em realidade e desde esse dia que Não durmo para descansar? Agora apenas durmo para sonhar.
Walt Disney
Carroças vazias

Certa manhã, meu pai convidou-me para dar uma volta numa carroça pelo bosque. Ao ouvir um ruído meu pai parou e perguntou-me: Para alem do barulho dos pássaros que outros barulhos ouves? Ouço o barulho de uma carroça – respondi-lhe. Muito bem –disse meu pai – uma carroça vazia! Como sabes que é uma carroça vazia? Perguntei-lhe, ao que ele me respondeu: É uma carroça vazia porque quando estão vazias fazem mais barulho. Cresci, fiz-me adulto e hoje quando ouço certo tipo de pessoas que falam sem respeitarem os outros, elevam a sua voz querendo dar a ideia de que são os donos da verdade e da sabedoria, que são agressivos com intenção de intimidar, lembro-me sempre do meu pai quando dizia: As carroças vazias são sempre as que mais barulho fazem!
O mestre da paciência

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se.
Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
O mestre perguntou:- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo. Respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale p/ a inveja, a raiva e os insultos. Quando não aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma.....a não ser que você permita!!!!!!
UM REI...
Era uma vez..... Um rei que tinha 4 esposas...
Ele amava a 4ª esposa demais..... e vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor...
Ele também amava muito a sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos. Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei...
Ele também amava a sua 2ª esposa. Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e ciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela, para atravessar esses tempos de dificuldade.....
A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito Rico e poderoso, ele e o reino. Mas....ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.
Um dia.... o rei caiu doente.... e percebeu que o seu fim estava próximo...Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou...."É.... agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, eu ficarei sozinho...
Então... ele perguntou a 4ª esposa:
-"Eu amei-te tanto, querida.... cobri-te com as mais finas roupas e jóias.... Mostrei o quanto te amava, cuidando bem de ti.... agora que eu estou morrendo.... és capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho...? De jeito nenhum!" respondeu a 4ª esposa e saiu do quarto sem sequer olhar para trás...
A resposta que ela deu....cortou o coração do rei...... como se fosse uma faca afiada...
Tristemente.... o rei então perguntou a 3ª esposa: "Eu também te amei tanto a vida inteira.....Agora que eu estou morrendo... és capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho...? "Não!!!", respondeu a 3ª esposa. "A vida é boa demais!!! Quando você morrer, eu vou é ..... casar de novo..." O coração do rei sangrou e gelou.... de tanta dor...
Ele perguntou, então, à 2ª esposa: "Eu sempre recorri a ti quando precisei de ajuda...... e sempre estiveste ao meu lado... Quando eu morrer... serás capaz de morrer comigo, para me fazer companhia...? Sinto muito... mas..., desta vez, eu não posso fazer o que me pedes! "respondeu a 2ª esposa. O máximo que eu posso fazer... é enterrar-te..."
Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei e ele ficou arrasado...
Daí...uma voz se fez ouvir... "Eu partirei contigo e o seguirei por onde fores..."
O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha... tão mal nutrida,... tão sofrida...Com o coração partido, o rei falou:
O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha... tão mal nutrida,... tão sofrida...Com o coração partido, o rei falou:
"Eu deveria ter-te cuidado muito melhor, enquanto eu ainda podia..."
Na Verdade... nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas...
A nossa 4ª esposa é o nosso corpo. Apesar de todos os esforços que fazemos para o manter saudável e bonito... ele deixará-nos, quando morrermos...
A nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, as nossas riquezas...
Quando morremos, tudo isso vai para os outros...
A nossa 2ª esposa são a nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre a apoiar-nos, o máximo que eles podem fazer... é enterrar-nos...
E a nossa 1ª esposa é o nosso ESPÍRITO... ...muitas vezes deixado de lado... ele fica lá no fundo, esquecido, por perseguirmos durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do nosso ego... É nele que cabe Deus, como bem dizia Dostoievsky:
"Todo homem tem dentro de si um vazio do tamanho de Deus".
Pena é que muitas vezes só consideramos isto quando estamos para deixar este mundo...
Apesar de tudo, é a única coisa que sempre irá connosco, não importa para onde formos...
Então... Cultive-o... Fortaleça-o... Bendiga-o... e acima de tudo, Alimente-o...
Dê o verdadeiro sentido à sua vida agora!!!!
É o maior presente que você pode dar ao mundo e principalmente a si mesmo...
LENDA ORIENTAL
Conta uma lenda popular do Oriente que um jovem chegou a um oásis junto a uma povoação e aproximou-se de um velho derviche e perguntou-lhe:
"Que tipo de pessoas vivem neste lugar?"
"Que tipo de pessoas viviem no lugar de onde vem?", perguntou o ancião.
"Oh, um grupo de egoístas e malvados.", replicou o rapaz.
"Estou satisfeito de ter saído de lá."
A isso, o velho replicou: "A mesma coisa haverá de encontrar por aqui."
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião, perguntou-lhe:
"Que tipo de pessoas vivem neste lugar?"
"Que tipo de pessoas viviem no lugar de onde vem?"
O rapaz respondeu: "um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras.
Fiquei muito triste por ter que deixá-las."
"O mesmo encontrará por aqui.", respondeu o ancião.
Um homem que tinha escutado as duas conversas perguntou ao velho:
"Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta? Ao que o velho respondeu:
"Cada um carrega no seu coração o meio em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares onde passou, não encontrará outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter o controle absoluto.
Coloque dentro de si a idéia do sucesso.
O primeiro requisito essencial para encontrar uma vida digna de ser vivida é ter uma atitude mental positiva.
O FARMACÊUTICO E A CRIANÇA

João era o dono duma farmácia bem sucedida. Era um homem bastante inteligente mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do mundo material.
Um certo dia, estava ele a fechar a farmácia quando chegou uma criança aos prantos a dizer que a sua mãe estava muito mal e que se ela não tomasse o medicamento iria morrer.
Muito nervoso, e após a insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para lhe dar o medicamento. A sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou por lhe dar medicamento mesmo no escuro. A criança agradeceu e saiu dali depressa. Alguns minutos depois João percebeu que tinha entregado o medicamento errado e que se aquela mãe o tomasse teria morte instantânea. Desesperado tentou alcançar a criança mas não teve êxito. Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e a dizer que se realmente existisse um Deus que não o deixasse passar por assassino.
De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe no ombro esquerdo e ao virar-se deparou com a criança a dizer: - Senhor, por favor não se zange comigo, mas é que cai e parti o vidro do medicamento...
Um certo dia, estava ele a fechar a farmácia quando chegou uma criança aos prantos a dizer que a sua mãe estava muito mal e que se ela não tomasse o medicamento iria morrer.
Muito nervoso, e após a insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para lhe dar o medicamento. A sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou por lhe dar medicamento mesmo no escuro. A criança agradeceu e saiu dali depressa. Alguns minutos depois João percebeu que tinha entregado o medicamento errado e que se aquela mãe o tomasse teria morte instantânea. Desesperado tentou alcançar a criança mas não teve êxito. Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e a dizer que se realmente existisse um Deus que não o deixasse passar por assassino.
De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe no ombro esquerdo e ao virar-se deparou com a criança a dizer: - Senhor, por favor não se zange comigo, mas é que cai e parti o vidro do medicamento...
Será que o senhor me poderia dar outro?
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