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terça-feira, junho 29, 2010
PNL - aprender da excelência

10 Maneiras de Conduzir o Diálogo Interno Negativo
O diálogo interno é uma parte natural, importante e valiosa do nosso processamento interno, desde que saibamos como usá-lo e conduzi-lo com eficácia. Normalmente não aprendemos a usar e a conduzir o processo interno dos nossos pensamentos e sensações. Muitas vezes deixamos esse diálogo interno ou crítico interior, à solta dentro de nós, e acabamos por ter de olhar para ele através do resultado que obtemos sobre as nossas acções e comportamentos. Por vezes temos de lidar com ele através de tentativas e erros. E na verdade são esses resultados da tentativa e erro, mesmo razoavelmente efectivos, que nos informam e guiam sobre o estado dos nossos pensamentos e da nossa vida emocional.
Como a PNL nos permite "modelar" ou examinar como usamos a nossa mente e corpo, isso é um “insight” valioso para aprendermos a conduzir melhor a nossa vida.
Substitui-lo: similar ao bloqueio, você substitui um fluxo de diálogo interno por outro.
Inibi-lo: ao prestar atenção às coisas que não exigem diálogo interno ou que recorram fortemente a outros sentidos como barulho, visão ou sensações físicas.
Redireccioná-lo: use o seu diálogo interno com uma finalidade mais positiva. Negociar com ele: faça um acordo com o seu próprio diálogo interno usando uma técnica da PNL.
Torná-lo desnecessário: muitas vezes, o nosso diálogo interno é um meio de imaginar algo ou de desanuviar a mente de alguém. A PNL usa técnicas mais eficazes para atingir este resultado.
Reduzi-lo: use a consciência e outros métodos, para reduzi-lo.
Diriji-lo: desenvolva a capacidade de decidir não "acolher" certos tipos de pensamentos.
Reconhece-lo: como resultado do uso de outros formas de percepcionar a realidade; Assim, o diálogo interno deixa de ter o peso substancial que tem.
sexta-feira, junho 25, 2010
quinta-feira, junho 24, 2010
O instinto mais forte do ser humano
terça-feira, junho 22, 2010
“MAS”, a palavra mágica
segunda-feira, junho 21, 2010
Comunicadores excelentes
John Grinder e Richard Bandler descobriram que comunicadores excelentes possuem 3 competências básicas:
1. SABEM O QUE QUEREM!
2. ESTÃO ALERTA ÀS REACÇÕES QUE RECEBEM!
3. POSSUEM A FLEXIBILIDADE PARA MODIFICAR O COMPORTAMENTO ATÉ RECEBEREM A RESPOSTA QUE QUEREM!
PNL - Meditação-prazer, para a manhã, ao levantar
sábado, junho 19, 2010
quinta-feira, junho 17, 2010
PNL e PSM
Obstáculos
Citações de Richard Bandler
Citações de Richard Bandler, co-inventor da PNL

Há um mundo inteiro lá para você brincar, apenas a sua espera...
Grandes metáforas...
Então
andar de barco é nadar!!!
Para gozares o elemento
liberta-te do veículo!"
PNL e Vendas
Bandler e La Valle, para os seus cursos de persuasão, escolhem bem os seus clientes.
Dizem:
"Queremos a satisfação do cliente, não o remorso do comprador"!
terça-feira, junho 15, 2010
O foco da vida

“Não são as circunstâncias que determinam o nosso sucesso e a nossa felicidade, mas sim, a nossa maneira de ver a vida!” Sue Knight
A lei natural da dinâmica da vida é que nela não existe nada estático e nunca ficamos num só estado: ou estamos a ganhar ou a perder, aprender ou esquecer, vencer ou perder, enriquecer ou empobrecer. É bem sucedido ou fracassa. Existem aqueles que conseguem e os que não conseguem. Percebe facilmente que as pessoas não entenderam o sistema para montar uma estratégia. Elas têm objectivo, propósito. Sabem que actividade sem objectivo é drenagem de energia e desperdício do tempo das suas vidas.
As metas ou objectivos criam o foco que dão a direcção à nossa vida, criando o futuro no presente. O foco é criado pelos nossos valores e crenças, processados pelos filtros da forma como percebemos o mundo.
No nosso íntimo, sabemos que a mudança na vida é sempre inevitável e que o progresso não o é, pois este exige que seja construído.
Na falta dum plano de metas, a mente procurará outro foco que não foi o que criou ou desejou. Assim, o cérebro poderá focar-se:
a) No medo - para evitara a dor, e ao fazê-lo atrai-o, pois o medo é uma profecia auto-realizadora criado pelo foco nele.
b) Nas demandas das outras pessoas - Para não desaponta-las, passará a cair na demanda delas, passando a necessitar delas para se motivar. Criando as suas metas no presente, está a criar os seus próprios motivos.
c) Prazer - Sem foco, sem saber para onde ir, sem possuir um norte, a pessoa fica stressada, e para se aliviar, passa a procurar prazer, que pode ser beber, fumar, comer em demasia, ou qualquer coisa que lhe dê a sensação de realização imediata. Passa a fazer outras coisas em substituição ao vazio ou fuga do trabalho, ao invés de executá-lo, de redigir o relatório ou de entrar na acção do projecto.
A nossa realidade é aquela na qual colocamos a atenção e no que focalizamos a cada momento e assim construímos o nosso destino. Para focalizar é necessário ter um alvo, o resultado que se quer atingir, e quanto mais clara for a meta desejada, mais fácil é a maneira de fazê-la acontecer.
Um homem não pode atingir um alvo sem que possa vê-lo. Se revirar uma pessoa várias vezes em torno de si mesma e depois mandá-la acertar o alvo, esta não irá conseguir vê-lo.
Se não tivermos um alvo, como iremos acertá-lo? Ou se estiver tonto ou confuso - vai acertar em quê? Os americanos dizem que “um homem sem objectivos é como um navio sem leme, que navega à deriva”.
A finalidade das metas e objectivos é trazer foco à nossa atenção. A mente não se direcciona para realizações se não tiver objectivos claros. A magia começa quando estabelecemos metas, pois isto liga o “interruptor mental” e a partir dai a corrente começar a fluir, e a força ou motivação para as realizações torna-se realidade.


