sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Chunking Up (Para quê?)

Era uma vez um homem muito rico que resolveu viajar. Pegou no seu iate e saiu pelo mundo. Um dia, chegou a uma ilha maravilhosa, cheia de riachos, água cristalina e cascatas. Tinha também muitos tipos de árvores frutíferas e muito peixe. O homem rico começou a andar pela ilha e encontrou um indígena deitado numa rede, a olhar para aquele mar muito azul. Chegou bem perto do indígena e puxou conversa:
- Aqui é tudo bonito...
- É...disse o indígena, sem tirar os olhos daquele mar.
- Tem muito peixe neste mar?
- É só mandar a rede e pesca quantos quiser.
- E porque é que você não pesca bastantes?
- Para quê?
- Ora, você pesca um montão de peixes e depois vende-os.
- Para quê?
- Com o dinheiro destes peixes, compra uma canoa maior, vai mais ao fundo e pesca ainda mais peixe.
- Para quê?
- Com o dinheiro compra mais um barco, pesca mais peixe e ganha mais dinheiro.
- Para quê?
- Vai juntando, cada vez mais dinheiro, compra cada vez mais barcos, até chegar um dia em que terá uma indústria de pesca.
- Para quê?
- Ora, meu amigo, então será um homem poderoso, um homem rico, terá tudo o que quiser, tudo o que sonhar, poderá comprar um iate como o meu, poderá comprar uma ilha como esta e então ficar o resto da vida a descansar, sem preocupações...
- E o que é que eu estou a fazer agora?
(desconhecido)

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

A Janela

Certa vez, dois homens que, seriamente doentes, estavam na mesma enfermaria de um grande hospital. O quarto era bastante pequeno, e nele havia uma janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha, como parte do seu tratamento, permissão para se sentar na cama durante uma hora, durante as tardes (tinha a que ver com a drenagem de fluido dos seus pulmões).

A sua cama ficava perto da janela. O outro, contudo, tinha de passar o tempo todo deitado de barriga para cima.

Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado na posição sentada, passava o tempo a descrever o que via lá fora. A janela aparentemente dava para um parque onde havia um lago.

Havia patos e cisnes no lago, e as crianças atiravam-lhes pão e colocavam na água barcos de brinquedo. Os jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as árvores, havia flores, arbustos e vários grupos que jogavam à bola. E ao fundo, por trás da fileira de árvores, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade.

O homem deitado ouvia o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os minutos. Ouviu sobre como uma criança quase caiu no lago, e sobre como as garotas estavam bonitas nos seus vestidos de verão.

As descrições do seu amigo eventualmente fizeram-no sentir que quase podia ver o que estava a acontecer lá fora...

Então, numa bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento: Porque é que o homem que ficava perto da janela deveria ter todo o prazer de ver o que estava a acontecer? Porque é que ele não podia ter essa hipótese?

Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais tentava não pensar assim, mais queria uma mudança. Faria qualquer coisa!

Numa noite, enquanto olhava para o tecto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando-se, e as suas mãos procuravam o botão que faria chamar a enfermeira. Ele observou-o sem se mexer... mesmo quando o som de respiração parou.

De manha, a enfermeira encontrou o outro homem morto, e silenciosamente levou o seu corpo.

Assim que pareceu apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela. Então colocaram-no lá, aconchegaram-no sob os cobertores e fizeram com que se sentisse bastante confortável.

Assim que saíram, apoiou-se sobre um cotovelo, e com dificuldades, sentindo muita dor, olhou para fora da janela. Viu apenas um muro...

(desconhecido)

terça-feira, fevereiro 22, 2011

O Menino e a Flor

O estacionamento estava deserto quando me sentei para ler por baixo dos longos ramos dum velho carvalho, desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois o mundo estava a tentar-me afundar.
E como se eu não tivesse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante chegou, cansado de brincar. Parou à minha frente, cabeça pendente, e disse cheio de alegria:
- "Veja o que encontrei!"
Na sua mão uma flor - que visão lamentável - pétalas caídas, pouca água ou luz. Querendo ver-me livre do garoto com sua flor, fingi pálido sorriso e virei-me. Mas ao contrário de recuar ele sentou-se ao meu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:
- "O cheiro é óptimo, e é bonita também... Por isso a peguei; hei-la, é sua."
A flôr à minha frente estava morta ou a morrer, nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho, mas eu sabia que tinha que pegá-la, ou ele jamais sairia de lá. Então estendi-me para pegá-la e respondi:
- "Era o que eu precisava."
Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele segurou-a no ar sem qualquer razão. Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego, que não podia ver o que tinha nas mãos. Ouvi a minha voz a sumir, lágrimas despontaram ao sol enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele jardim.
- "De nada", sorriu ele, e então voltou a brincar sem perceber o impacto que teve no meu dia.
Sentei-me e pus-me a pensar como conseguiu ele enxergar um homem auto-piedoso sob um velho carvalho. Como sabia ele do meu sofrimento auto-indulgente? Talvez no seu coração tenha sido abençoado com a verdadeira visão.
Através dos olhos duma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU. E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradecido a Deus por ver a beleza da vida, e apreciei cada segundo que é só meu. Então levei aquela feia flôr ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela rosa. Sorri enquanto via aquele garoto, com outra flor em suas mãos, prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade.

(autor desconhecido)

PNL (PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA) na educação


ENSINANDO COM A LINGUAGEM DO CÉREBRO

A Programação Neurolinguística é uma ciência de carácter prático nascida na América e em constante crescimento em todo o mundo que tem como fim o desenvolvimento pessoal, a optimização do desempenho e o preenchimento significativo da vida.

OS PROFESSORES PRECISAM MAIS DO QUE O CONHECIMENTO DAS SUAS MATÉRIAS:

Entre os anos 50 e 80, a psicóloga Virgínia Satir era uma das pessoas mais influentes no desenvolvimento do novo campo de Relações Humanas. Frequentemente chamada a avó da Terapia Familiar, Satir auxiliou milhares de casais e famílias a resolver velhos conflitos, e criar uma vida em comum mais prazeirosa. Na sua área, era uma especialista, mas tinha um problema - não conseguia ensinar o que fazia para os outros. Centenas de pessoas eram treinadas por ela, mas quando deixavam os seus seminários, normalmente não tinham habilidade de copiar o que ela tinha feito.

Um dia, Virginia Satir estava a fazer uma demonstração em frente dum grupo de estudantes de psicoterapia, quando parou de falar com o casal com o qual estava a trabalhar, e perguntou se algum dos estudantes poderia continuar, usando os seus métodos. Um por um, os estudantes tentaram auxiliar o casal, mas nenhum deles parecia saber como Virginia escolhia o que dizer. Ao fundo da sala, um jovem gravava a sessão de treino, era um programador de computadores e estudante de linguística na Universidade da Califórnia e não tinha nenhum treino em psicologia (era Richard Bandler). Após os estudantes de Satir terem falhado, Bandler veio à frente da sala e ofereceu-se para falar com o casal. Surpreendentemente, parecia saber exactamente como Virginia Satir estava a construir as suas questões e sugestões para o casal. Ouvindo-o era como ouvi-la. Os psicoterapeutas estavam perplexos. Quem era este jovem e como tinha apreendido tão precisamente o método de Virgínia Satir?

Em 1976, Richard Bandler e o professor de linguistica John Grinder escreveram o primeiro de vários livros, em explicavam as suas descobertas sobre comunicação, mudanças em pessoas e ensino.

Nesse primeiro livro, chamado “A Estrutura da Magia” (Bandler e Grinder, 1977), é explicado que, pelo entendimento das "linguagens" internas do cérebro (neurolinguística) qualquer um poderia aprender a atingir os excelentes resultados dos melhores comunicadores, professores e terapeutas. Antes da publicação, Bandler e Grinder, mostraram cópias dos seus livros aos especialistas, cujas habilidades tinhams modelado, pessoas como o médico hipnoterapeuta Milton Erickson, o antropólogo Gregory Baterson e certamente Virginia Satir. Os comentários de Satir, que citaremos mais a frente, transmitem o arrebatamento que professores em todo o mundo tem relatado desde então, de como apreenderam, a "estrutura da magia" da Programação Neurolinguística.


O QUE A PNL OFERECE AOS PROFESSORES:

Para os professores, a PNL oferece três importantes benefícios:

1- Fornece um novo modelo de como as pessoas aprendem. O entendimento exacto da forma como o cérebro trabalha, pode ser comparada a um "Manual do Usuário" de um computador.
Sem o manual, sabe que o computador tem uma vasta memória e pode fazer coisas admiráveis.
Se fica a "tentar cegamente", eventualmente acaba por "tropeçar" nessas coisas admiráveis.
Mas com o manual, pode escolher exatamente o que pode fazer, e ter o computador a operar perfeitamente em todas as situações.
Em PNL, nós sabemos os programas (ou estratégias, para usar um termo da PNL) nos quais os excelentes estudantes tropeçaram acidentalmente: a estratégia que os soletradores exímios usam para memorizar palavras; a estratégia que leitores entusiastas usam para ler rapidamente os seus livros numa fracção de tempo e por ai a diante.

2- Todavia, o ser humano é mais do que um computador.

Aprender e criar funcionam melhor quando a mente do estudante está livre da distracção, quando está em estado de calma e alerta quase meditativos. As pesquisas mostram que, ao conseguir que os estudantes relaxem no inicio de cada sessão de estudo, o seu rendimento aumentará 25%.
A PNL fornece-nos algumas maneiras notáveis de colocar os estudantes rapidamente naquele estado.

3- Se a PNL apenas nos desse estas novas e poderosas formas de aprendizagem para os estudantes, já teria merecido o seu lugar no centro da revolução da aprendizagem. Mas a PNL fornece também um modelo inteiramente novo do que é o ensino, de como os professores mais eficazes são hábeis em criar o senso de "rapport" com os seus estudantes, de motivá-los e inspirá-los a alcançar o seu melhor.

Num mundo onde o professor compete com a TV, o vídeo-jogo e a cultura popular pela atenção do estudante, isto não é pouco. A PNL mostra como utilizar cada um de seus movimentos e cada uma das suas palavras de maneira que ajudar o professor a conseguir com que os seus estudantes acreditem e se tornem famintos no aprender.

A PNL não é uma técnica; é uma centena de técnicas no contexto adequado, que faz com que tenham sentido. Este artigo dá apenas uma amostra das idéias das quais pode tirar partido.

O Quadro

Um homem tinha pintado um lindo quadro. No dia de apresentá-lo ao público, convidou todo a gente para vê-lo. Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor era muito famoso e um grande artista. Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro. Houve um caloroso aplauso. Era uma impressionante figura de Jesus a bater suavemente à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo.
Com o ouvido junto à porta, Ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.
Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte. Um observador curioso porém, achou uma falha no quadro:
A porta não tinha fechadura. E foi perguntar ao artista:
- A sua porta não tem fechadura! Como é que se faz para abri-la?
- É assim mesmo - respondeu o pintor
- Esta é a porta do coração humano.
- Só se abre do lado de dentro.

(desconhecido)

domingo, fevereiro 20, 2011

Modelagem vs Descobrir uma estratégia

Para descobrir uma estratégia podemos utilizar três opções:
1. Observar os predicados, isto é, as palavras que se utilizam ao falar. Se alguém diz: “Olhar este assunto por esta nova perspectiva, noto uma certa sensação que me obriga a perguntar-me se devo mudar de atitude”, está a usar uma estratégia na qual primeiro vê, depois sente, a continuação tem um diálogo interno e, por último, decide.
2. Observar os sistemas de representação da outra pessoa, isto é, os seus acessos oculares e as microcondutas (pequenos gestos da cara ou do corpo).

As estratégias representam-se com letras: V=visual; A=auditivo; K=cinestésico; Ou=gustativo, olfativo. Também podemos incluir uma referência se é recordado, criado ou digital: Vê/Vc; Ac/Ar; K; A/Ad (diálogo interno). Por último, podemos introduzir uma referência se o acesso é externo ou interno, isto é, se provem de uma estimulação do nosso interior ou do exterior de nós mesmos: Vê/Vi; Ae/AI; Ke/Ki. No exemplo anterior, a seqüência seria: Vc –> Ki –> Ad –> Saída

3. Fazer perguntas directas sobre a forma como a outra pessoa faz as coisas: O que acontece em primeiro lugar?, o que vem depois?. Pode ser útil fazer perguntas do estilo: ” Como fazes tal coisa?, o que precisa para fazer tal coisa?, o que acontece quando fazes tal coisa?

As estratégias eficazes podem-se aplicar a outros conteúdos diferentes. Sabendo-se qual é a estratégia para aprender matemáticas, pode aplicar essa mesma estratégia para aprender a pilotar um helicóptero. Se sabe qual é a sua estratégia de motivação para o desporto, pode também aplicar essa mesma estratégia para se motivar na hora de fazer algumas actividades que lhe resistem. Vamos fazer um exercício sobre a estratégia de motivação de outra pessoa.

Faça a sua parte

Num lugar do Oriente, um Rei resolveu criar um lago diferente para as pessoas do seu reino.

Quis criar um lago de leite!
Pediu a que cada um dos seus súbditos que levasse apenas um copo de leite; com a cooperação de todos, o lago seria preenchido. O Rei muito entusiasmado esperou até a manhã seguinte para ver o seu lago de leite.
Mas, qual não foi a sua surpresa, no outro dia pela manhã, quando viu o lago cheio de água e não de leite.
Consultou o seu conselheiro que o informou, que todas as pessoas do reino tiveram o mesmo pensamento:
No meio de tantos copos de leite, se só o meu for de água, ninguém vai notar...

Pense nisto! É por isto que estamos nesta situação, onde todos por comodismo esperam pelos outros!
Não espere pelo leite dos outros para encher o lago da vida, participe com sua parte!

sábado, fevereiro 19, 2011

PNL Sistémica

Como seria se pudesse… ou soubesse como…

Modificar reações emocionais automáticas.

Neutralizar reacções negativas a estímulos como barulhos ou toques indesejados.

Eliciar recursos internos como: confiança, concentração, segurança, etc.

Neutralizar fobias e compulsões.

Formular objectivos eficazes.

Neutralizar sentimentos negativos.

Modificar o seu estado emocional quando este for limitante.

Neutralizar imagens mentais repetitivas e limitantes.

Neutralizar medo de falar em público, conduzir, alturas, espaços fechados, etc.

Utilizar a sua comunicação para eliciar estados internos possibilitadores nos seus ouvintes.

Criar metáforas terapêuticas ou para aprendizagem.

Modificar estratégias internas para motivação, flexibilidade, criatividade, etc.

Neutralizar a sensação de fracasso ou frustração.

Dar e receber feedbacks de forma adequada e ecológica.

Estabelecer relações de confiança e empatia com outras pessoas.

Utilizar estratégias eficazes para vendas, liderança e negociação.

Modificar a sua dieta sem sofrimento pela reprogramação.

E até mesmo desligar aquela música que não sai da sua mente.

Se pudesse… ou soubesse como… reprogramar as suas aprendizagens mentais e emocionais… como seria a sua vida?

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

PNL, para bébes (até dia 28 - curso intensivo)


Olá, eu sou o Tim... e vou ter um curso intensivo, só para mim... ehehhehhhehh

Pirâmide dos Níveis Neurológicos aplicados as empresas

A vida das pessoas dentro duma empresa e, sem dúvida, a vida da própria empresa, podem ser descritas e compreendidas em diferentes níveis. Num primeiro nível, está o ambiente no qual a organização e seus membros agem e interagem, isto é, quando e onde acontecem as operações e relações dentro de uma organização.

Os factores ambientais determinam o contexto e as contingências dentro dos quais as operam as organizações. O ambiente duma organização é formado por coisas como a localização geográfica das operações, os prédios e instalações que definem o "local de trabalho", o design do escritório e da fábrica, etc.
» Além da influência que estes factores ambientais exercem sobre os colaboradores dentro da organização, podemos também examinar a influência e o impacto que os colaboradores podem exercer sobre o ambiente, e que produtos ou criações a ele trazem.

Noutro nível, podemos examinar os comportamentos específicos e as acções da organização ou dos indivíduos, ou seja, o que o colaborador ou organização faz dentro do ambiente.
Quais são os padrões especiais de trabalho, interacção ou comunicação?
» A nível individual, os comportamentos tomam a forma de rotinas específicas de trabalho, hábitos de trabalho ou actividades relacionadas com o trabalho.
» Ao nível organizacional, os comportamentos podem ser definidos em termos de procedimentos gerais.

Outro nível do processo envolve as estratégias, habilidades e capacidades pelas quais a organização ou o indivíduo dirige as acções dentro do seu ambiente isto é, como geram e orientam os seus comportamentos dentro dum contexto particular.
» Para o indivíduo, as capacidades incluem estratégias cognitivas e habilidades tais como aprendizagem, memória, tomada de decisão e criatividade, que facilitam o desempenho dum determinado comportamento ou tarefa.
» Ao nível organizacional, as capacidades relacionam-se com as infra-estruturas disponíveis para dar suporte à comunicação, inovação, planeamento e tomada de decisão entre os membros da organização.

Outros níveis do processo são formados por valores e crenças, que fornecem a motivação e as linhas mestras que estão por detrás das estratégias e capacidades usadas para atingir os resultados do comportamento no ambiente, porque é que as pessoas fazem as coisas da maneira como as fazem, num determinado tempo e lugar.
Os nossos valores e crenças fornecem o reforço (motivação e permissão) que suportam ou inibem as capacidades e comportamentos em particular. Os valores e crenças determinam como os eventos recebem significado, e estão no âmago do julgamento e da cultura. Os valores e crenças dão suporte ao senso de identidade dos indivíduos e da organização, revelam quem está por detrás do porque, do como, do que, do onde e do quando.

Os processos ao nível da identidade envolvem o senso de função e missão das pessoas relativas à sua visão e aos sistemas superiores aos quais pertencem.

Tipicamente, uma determinada identidade ou papel é expresso em termos de diversos valores e crenças. Estes, por sua vez, são suportados por uma gama maior de habilidades e capacidades, necessárias para manifestar determinados valores e crenças.

Capacidades eficazes produzem um conjunto ainda mais amplo de acções e comportamentos específicos, que expressam e adaptam valores a respeito de muitos contextos e condições ambientais particulares.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Níveis Neurológicos

Níveis Lógicos – O antropólogo Gregory Bateson (1904-1980), defende a ideia de que as nossas aprendizagens obedecem a uma determinada hierarquia, a que chama de Níveis Lógicos de Aprendizagem.

Mudanças geradas num nível podem ou não afectar os outros níveis, dependendo da sua construção hierárquica.

Bateson notou que os conflitos ou confusão nos níveis lógicos frequentemente causam problemas.

Níveis Neurológicos
Robert Dilts modelou a estratégia de Bateson e a adapto-a aos pressupostos de PNL, criando o que chamamos de Níveis Neurológicos.

Uma mudança hierárquica num nível superior irá necessariamente trazer mudanças nos níveis inferiores, porém uma mudança em um nível inferior pode ou não trazer mudanças em níveis superiores.


Espiritual: Consideramos como espiritual os sistemas de que fazemos parte, incluindo as pessoas que nos são significativas, família e também crenças religiosas, a nossa relação com o espiritual está ligada a sentimentos de pertinência e aceitação. Esta nível também direcciona os nossos objectivos. As crenças ao nível espiritual afectam todos os outros níveis. É a resposta à pergunta: “a quem mais?” ou “a que sistema maior pertence?”

Identidade: Uma identidade é formada por um conjunto de crenças e valores. É a resposta à pergunta “Quem é você?”. Uma identidade é sustentada por estruturas complexas de crenças.

Crenças e Valores: Uma crença é uma aprendizagem ocorrido por causa e efeito, dão-nos a permissão ou não para que capacidades e comportamentos ocorram. Os Valores são crenças específicas que procuramos honrar, organizados a partir dum conjunto de ideias. Exemplos de valores: honestidade, justiça, cumplicidade, etc. Os valores são necessariamente abstractos. É a partir dos nossos valores que organizamos a nossa estrutura de crenças. Crenças e Valores são a resposta à pergunta “Porquê?”, Uma crença ou valor pode permitir várias capacidades.

Capacidades / Estratégias: Uma capacidade ou estratégia dá suporte para que o comportamento ocorra. São a resposta à pergunta “como é que faz especificamente para que determinado comportamento ocorra?”. Uma capacidade pode gerar vários comportamentos.

Comportamento: Um comportamento é algo que pode ser percebido com descrição baseada no sensorial, possuindo uma representação interna VAC. É a resposta à pergunta “o que especificamente? Pensamentos, emoções e sentimentos são considerados comportamentos pois possuem fisiologia congruente associada. Um comportamento pode ocorrer em diferentes ambientes.

Ambientes: Consideramos como ambiente o contexto em que ocorre o comportamento. É a resposta à pergunta “onde e quando determinado comportamento ocorre?”.

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Exemplos de Afirmações em Diferentes Níveis Neurológicos

Espiritual:
“Quero deixar uma herança positiva para os meus filhos.”, “É importante procurar soluções para o aquecimento global.”, “Ao mandar “beatas” de cigarro para o lixo, estou a construir um mundo melhor.”, “Se eu faço parte do mundo, ao melhorar pelo menos um comportamento já construí um mundo melhor.”

Identidade:
“Eu sou saudável.”, “Eu sou nervoso.”, “Eu sou médico.”, etc.

Crenças e Valores:
“Se eu beber coca-cola à noite, não durmo.”, “Laranja com leite faz mal.”, “Só ganha dinheiro quem é desonesto.”, “Quero sucesso na minha vida porque mereço.”

Capacidades / Estratégias:
“Não consigo falar em público”, “Isto é muito difícil.”, “Acho que não vou conseguir”, “Eu consigo fazer isso.”, “Para cozinhar arroz coloque duas chávenas de água para uma de arroz.”, “para chegar à padaria, desça até o fim da rua.”

Comportamento:
“Eu não sei fazer isso.”, “Eu gosto de beber sumo de laranja todas as manhãs.” “Tenho a tensão alta.”, “Estou acima do peso.”

Ambientes:
“A esse lugar, eu não vou!”, “Lá é mais longe que aqui.”, “Tenho medo de falar em público.”

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Tipos de Mudanças nos diferentes níveis Neurológicos:

1 – Mudanças Evolutivas

Ocorrem nos níveis Espiritual e Identidade. São mudanças relacionadas a missão e ao propósito. Em geral produzem um grande efeito nas nossas vidas, podendo ser geradas por experiências significativas e muitas vezes com grande teor emocional envolvido.

2 – Mudanças Generativas

Ocorrem nos níveis das Crenças e Capacidades e estão relacionadas a permissões, motivações e direcção dos comportamentos.

3 – Mudanças Remediativas

Ocorrem nos níveis do Comportamentos e Ambientes. São mudanças comportamentais e podem ocorrer por condicionamento, pois estão relacionadas a estruturas directas de acção e reacção.

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Virgínia Satir: Eu sou eu Em todo o mundo, Não há ninguém...

Eu sou eu
Em todo o mundo,
Não há ninguém igual a mim.
Há pessoas,
Que têm alguns talentos iguais aos meus,
Mas a natureza de ninguém se compara a minha.
Por essa razão, tudo
Que sai de mim é meu de verdade
Porque eu sozinha fiz a escolha.
Sou dona de tudo o que diz respeito a mim.
O meu corpo, inclusive
Tudo o que ele faz;
A minha mente e inclusive todos os seus pensamentos e idéias;
Os mus olhos, inclusive as imagens de tudo o que contemplam;
Os meus sentimentos, sejam eles quais forem;
Raiva, alegria, frustração, amor, desengano, excitação;
A minha boca e todas as palavras que dela provêm;
Gentis, doces ou ásperas,
Próprias ou impróprias;
A minha voz, ruidosa ou suave;
E todas as minhas atitudes,
Com os outros ou comigo mesma.
Sou dona das minhas fantasias, meus sonhos, minhas esperanças,
Meus temores.
Sou dona de todos os meus triunfos e sucessos, de todos
Os meus fracassos e erros.
Porque sou dona de mim, sei o que se passa no meu íntimo.
Então, gosto de mim e sou afectuosa comigo em tudo que me diz respeito.
Desse modo, possibilito a mim trabalhar como um todo para o meu bem.
Sei que há em mim alguns aspectos que não conheço.
Mas enquanto eu for terna e
Afetuosa comigo mesma,
Poderei com coragem e esperança,
Procurar soluções para os enigmas e meios de descobrir mais sobre mim.
Seja como for que eu pareça e me comporte,
O que quer que diga e faça, pense e sinta num dado momento, tudo isso sou eu.
É autêntico e representa onde estou neste exacto momento.
Quando mais tarde recordo como pareci e me comportei, o que disse e fiz e pensei e senti,
Talvez algumas partes se revelem inadequadas...
Mando fora o que não me serve, guardo o que foi aprovado e invento algo novo para substituir o que descartei.
Vejo, ouço, sinto, penso, falo e faço.
Tenho as ferramentas para sobreviver, para ficar perto dos outros, para ser criativa e compreender o mundo das pessoas e as coisas fora de mim. Sou dona de mim!!!

Enviado por Rita Aleluia - NLP Coach and Therapy - Caracas - Venezuela
(Obrigado Rita)

sábado, fevereiro 12, 2011

Reenquadramento

n
O que é de facto significativo?


- O filho que muitas vezes não limpa o quarto e está a ver televisão, significa que está em casa.
- A desordem que se tem que limpar depois de uma festa, significa que estivemos rodeados de familiares e amigos. "
- As roupas que nos estão apertadas, significa que temos mais do que o suficiente para comer.
- O trabalho que temos a limpar a casa, significa que a temos.
- As queixas que escutamos acerca do governo, significa que temos liberdade de expressão.
- Não encontrar estacionamento, significa ter carro.
- Os gritos das crianças, significa que podemos ouvir.
- O cansaço ao final do dia, significa que temos trabalho.
- O despertador que nos acorda todas as manhãs, significa que estamos vivos.
- Finalmente, pela quantidade de mensagens que recebemos, significa que temos amigos a pensarem em nós.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

A auto-imagem

Por Sara Lindener

Para Feldenkrais, a autoi-magem compreende quatro componentes que interferem em toda a acção: movimento, sensação, sentimento e pensamento. Cada um destes componentes actua em distintas proporções, dependendo de cada contexto particular. E cada componente recebe interferência dos demais.

Para a depressão, por exemplo, faz falta adoptar uma certa postura corporal, pensar numa determinada maneira e ter uma sensação (visual, auditiva ou cinestésica). Para cantar uma música, é necessário que haja um pensamento, um movimento, uma sensação e um sentimento. E isto é assim para qualquer acção que queiramos fazer na vida. Não é possível viver se algum destes componentes cair abaixo de um nível ou desaparecer completamente.

A autoimagem vai-se mudando e modificando ao longo do tempo, mas de forma quase imperceptível as acções vão-se transformando em hábito.

É preciso considerar que a nossa auto-imagem vai crescendo à medida que vamos desenvolvendo as nossas diversas capacidades. As células que temos utilizado efectivamente são as que configuram a nossa autocimagem, facto que faz que esta seja menor do que poderia ser. Um exemplo disso são as pessoas que falam mais de um idioma porque têm sua auto-imagem mais perto do máximo potencial do que a pessoa que fala apenas um idioma. Isto leva-nos a deduzir que são mais importantes os vários padrões e combinações de células do que o seu número material.

O facto de que determinamos metas e consigamos alcançá-las faz com que coloquemos um fim na nossa aprendizagem, fazendo com que na maioria das vezes, em muitos casos, o ser humano utilize apenas 5% do seu potencial.

Para atender às necessidades básicas da sociedade basta que os membros desenvolvam no mínimo a sua auto-imagem. Porém, nesta situação, haverá alguém que vá além e continue esse processo de desenvolvimento. Há certas células que influenciam o desenvolvimento da auto-imagem porque demoram mais a serem utilizadas ou que nunca chegam a ser utilizadas, já que, ao não se desenvolverem, impedem que a imagem se desenvolva.

O valor que o homem dá é que na sociedade se tem o costume de julgar a si mesmo. E, a avaliação que ele faz de si mesmo influenciará o seu aprimoramento.

Uma vez que criamos alguns padrões de conduta, estes influenciarão as condutas que aprenderemos mais tarde. Por exemplo, se aprendemos uma técnica de pintura e depois aprendemos outra, haverá uma tendência de utilizarmos a técnica empregada na primeira quando aprendamos à segunda.

Há partes do nosso corpo que, ao não serem usadas de maneira clara, não temos uma consciência clara sobre a sua existência. Ou seja, se alguém não realiza uma actividade, não pode sentir a parte de seu corpo que a realiza como parte de sua auto-imagem. Uma pessoa que não saiba nadar, não terá o conhecimento de que sincronizando o movimento dos pés com o dos braços poderá avançar dentro da água.

Neste contexto, aparece uma situação que ao mesmo tempo é estranha e ideal. Esta situação é a de um conhecimento completo de nossa auto-imagem, já que supomos uma consciência continua do nosso corpo.

O homem pode configurar a sua imagem exterior de acordo com o que quiser que os outros pensem dele e só ele saberá qual parte desta imagem é mais certa e qual é mais falsa.

Fisiologia

<

Dados científicos sobre os sistemas de representação interna

Por Daniel Cúperman

Realizaram-se muitas pesquisas científicas sobre o movimento dos olhos. Apresentamos aqui uma investigação realizada com estudantes universitários mexicanos, franceses e alemães.

Richard Bandler e John Grinder fizeram nos seus primeiros anos de desenvolvimento da PNL (”sapos em príncipes”, 1979) uma distinção funcional entre dois fenômenos diferentes: os padrões do movimento dos olhos quando uma pessoa está a receber uma informação e o sistema de representação como expressão verbal quando está a processar essa mesma informação. É possível observar estes fenômenos, que, em princípio, são independentes, através dos movimentos oculares e dos predicados verbais.

Desde então realizaram-se muitíssimos estudos sobre estes dois fenômenos (Baddeley, 1991; Parr, 1986; Sandhu, 1991; Dooley, 1988; Dorn, 1983; Cassiere, 1987; Mafcier, 1984; Wilbur, 1987), mesmo que ninguém foi capaz de demonstrar uma correlação entre ambos. O estudo que comentamos (Meyer-Troeltsch, NLP World 3-1, 43) realizou-se entre estudantes universitários, entre 18 e 27 anos, mexicanos, franceses e alemães. Entre eles, estudantes de música, de design e de dança. O estudo baseou-se na pressuposição que contextos similares são representados por diferentes sujeitos em sistemas de representação diferentes. Mas o mesmo sujeito pode usar diferentes sistemas representacionais em diferentes contextos.

As perguntas do questionário redigiram-se baseando-se em diferentes contextos, como “emoções positivas e negativas” ou “emoções individuais ou sociais”. Um exemplo das perguntas utilizadas:

* (exemplo de emoções individuais e positivas)

Quando estou completamente feliz, o mundo:
a)…. Está em perfeita harmonia com o movimento da vida (K)
b) …. Soa como uma orquestra acompanhando a voz da minha vida (A)
c) …. Ilumina minha vida com as cores brilhantes do Arco Iris (V)

* (exemplo de emoções sociais negativas)

A perda de uma pessoa que gosto produz em mim:
a)…. Uma pintura cinzenta de solidão; ninguém pode ver isso aí (V)
b)…. Um estado de sentimento forte, frio ou rígido; a vida é tão delicada (K)
c)…. Um silêncio definitivo no nosso diálogo; um vazio no tom de voz (A)

Das 36 questões originais escolheram-se finalmente as 16 que tinham a máxima correlação estatística. E os resultados em percentagens foram estes:

VISUAL AUDITIVO CINESTÉSICO
Mexicanos 20, 17, 63
Franceses/Alemães 38′5, 12′5, 49

VISUAL AUDITIVO CINESTÉSICO
Desenhadores 31, 21, 47
Músicos 13, 38, 48
Bailarinas 19, 17, 64

Neste quadro podemos observar que existe uma maior predisposição para diferentes tipos de representação de acordo com as preferências de actividade dos sujeitos.

Quanto às respostas dependendo do contexto, os homens tiveram uma maior representação visual que as mulheres em contextos negativos (0′98 frente a 0′63), enquanto que era mais auditiva que as mulheres em contextos positivos (0′81 frente a 0′52).

Como conclusão podemos deduzir que as pessoas não são visuais, auditivas ou cinestésicas, mas têm uma certa preferência para algum desses sistemas e esta preferência varia de acordo com os contextos nos quais se encontram.

Tradução – www.suamente.com.br – Aprenda mais sobre sua mente!

terça-feira, fevereiro 08, 2011

Crenças Limitadoras

Certa vez uma gaivota pôs um ovo num galinheiro e depois teve que voar para longe.
As galinhas chocaram o ovo e adoptaram a pequena gaivota como se fosse uma delas.
A pequena gaivota foi crescendo e fazia como todas as outras: andava pelo galinheiro, debicava o chão, imitava as outras em tudo.
Mas um dia viu uma gaivota a voar no céu. Excitada chamou a atenção das outras galinhas para aquele objecto estranho e nunca visto. Ninguém lhe ligou e continuaram indiferentes. Mas a pequena gaivota estava com pulos no coração e insistiu, insistiu: vejam aquela coisa, que espectáculo, também gostava de fazer. Deixa-te disso, disseram as galinhas, aquilo não é para nós. Nós não voamos, somos galinhas! Come e cala-te!
A história tem dois finais:
A) A pequena gaivota conformou-se, continuou a debicar o chão e nunca voou, apesar de estar apetrechada para isso :-(
B) A pequena gaivota respirou fundo e acreditou nos pulos do seu coração. Um pouco afastada das outras galinhas começou a ensaiar pequenos voos. Falhou nas primeiras tentativas mas persistiu no seu sonho, apesar dos risinhos de algumas galinhas. Por fim conseguiu voar, aproveitou uma abertura na porta do galinheiro e lançou-se no ar. :-)
Cada um que escolha as suas "galinhas" que quer transformar em "gaivotas".

domingo, fevereiro 06, 2011

Castelos na areia

São as pequenas coisas que nos ensinam muito.

"Um dia de verão, estava eu na praia, a observar duas crianças na areia. Trabalhavam muito, construindo um castelo de areia molhada, com torres, passarelas e passagens internas.
Quando estavam perto do final do projecto, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma.
Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado, mas tive uma surpresa: em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, rindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo.
Compreendi que tinha recebido uma importante lição: tudo nas nossas vidas, todas as coisas que gastam tanto o nosso tempo e a nossa energia para serem construídas, tudo é feito de areia; só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.

Mais cedo ou mais tarde, a onda poderá vir e desfazer o que levamos tanto tempo para construir.
Quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar serão capazes de rir."

Autor desconhecido

PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA

"Programação NeurolingUística" é uma expressão um tanto ou quanto obscura, mas na verdade compreende três idéias simples.

A parte "Neuro" da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfacto, paladar, tacto e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. "Compreendemos" a informação e depois agimos. A nossa neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também as reações fisiológicas a idéias e acontecimentos. Uns refletem os outros no nível físico. Corpo e mente formam uma unidade inseparável, um ser humano.

A parte "Linguística" do título indica que usamos a linguagem para ordenar os nossos pensamentos e comportamentos e comunicarmos com os outros.

A "Programação" refere-se à maneira como organizamos as nossas idéias e acções com o objectivo de produzir resultados. A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos através dos nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos tudo isso através da linguagem e como agimos, intencionalmente ou não, para produzir resultados.

As experiências possuem uma estrutura

Os nossos pensamentos e recordações possuem um padrão. Quando mudamos este padrão ou estrutura, a nossa experiência muda automaticamente. Podemos neutralizar lembranças desagradáveis e enriquecer outras que nos serão úteis.
 
Se uma pessoa pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo também.
Podemos aprender como é o mapa mental de um grande realizador e fazê-lo nosso. Muita gente pensa que certas coisas são impossíveis, sem nunca se ter disposto a fazê-las.
Faça de conta que tudo é possível. Se existir um limite físico ou ambiental, o mundo da experiência irá mostrar-lhe isso.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

O Mestre da Paciência

Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um homem conhecido pela sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a mandar algumas pedras na sua direcção, cuspiu na sua direção e gritou todos os tipos de insultos. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem deu-se por vencido e retirou-se.

Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como pudera suportar tanta indignidade.

O mestre então perguntou:

- Se alguém chega até vôs com um presente, e não o aceitam, a quem pertence o presente? A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam a pertencer a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de si. As pessoas não lhe podem tirar a calma. Só se você permitir...

(desconhecido)

Marcenaria... (Reenquadramento)

Contam que numa marcenaria houve uma estranha assembleia.
Foi uma reunião, onde as ferramentas se juntaram para acertar as suas diferenças.
Um martelo estava na presidência, mas, os participantes notificaram-lhe que teria que renunciar. A causa?
Fazia demasiado barulho e além do mais passava o tempo todo martelando.
O martelo aceitou a sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que media sempre os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.
Neste momento entrou o marceneiro, juntou todos e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira converteu-se num fino móvel.
Quando a marcenaria ficou novamente sem ninguém, a assembleia reactivou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com as nossas qualidades, ressaltando os nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos nos nossos pontos fracos e concentremo-nos nos nossos pontos fortes.
Então a assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas e o metro era preciso e exacto. Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade e uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalhar juntos.

O mesmo ocorre com os seres humanos. Basta observar e comprovar.
Quando uma pessoa procura defeitos noutra, a situação torna-se tensa e negativa. Ao contrário, quando se procura com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!

Autor Desconhecido. 

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Corpo e mente são partes do mesmo sistema

Os nossos pensamentos afetam instantaneamente a nossa tensão muscular, respiração e sensações. Estes, por sua vez, afetam os nossos pensamentos. Quando aprendemos a mudar um deles, aprendemos a mudar o outro.





As pessoas possuem todos os recursos de que necessitam

Imagens mentais, vozes interirores, sensações e sentimentos são os blocos básicos de construção de todos os nossos recursos mentais e físicos. Podemos usá-los para construir qualquer pensamento, sentimento ou habilidade que desejarmos, colocando-os depois nas nossas vidas onde quisermos ou mais precisarmos.




terça-feira, fevereiro 01, 2011

Estratégias (inventor do anzol)

Não é o tamanho do cérebro que determina os bons resultados

e se calhar nem o próprio cérebro, mas o uso da fisiologia que inclui
a acuidade sensorial e a flexibilidade do raciocínio...e da acção...
Até os nossos irmãos bichinhos sabem isso, não acreditem em mim, VEJAM O VIDEO!
O inventor do anzol - vale a pena ver.

Abraço,
Luz & Amor

António