domingo, março 20, 2011

Porque evitar o "NÃO" e a linguagem negativa.

O objectivo da linguagem é a comunicação entre os seres humanos, portanto quanto mais precisa for a linguagem, melhor será o resultado da nossa comunicação.
O que é a palavra não? Uma abstração. O "não", por si só, não diz nada, logo o cérebro fixa-se no que vem depois do "não".
As nossa mente para saber em que não pensar, precisam primeiro pensar.
Não pense num balão azul. Pense num balão azul.
Analise as duas frases acima. Em que pensou quando leu uma e leu outra?
Na mesma coisa, num balão azul.
Assim sendo, quando queremos obter um resultado, o melhor é referirmos-nos ao que queremos, por exemplo: Em caso de incêndio use a escada.
É muito comum encontrarmos em muitos prédios: "Em caso de incêndio não use o elevador".
Principalmente numa situação de pânico, é muito mais difícil e demorado pensar primeiro no que não fazer para depois pensar no que fazer. A linguagem mais rápida e que obtém melhores resultados é a linguagem afirmativa; dizer o que deve ser feito.

O uso duma linguagem negativa provoca o comportamento que se quer evitar.

É muito comum encontrarmos nas caixas de multibanco uma etiqueta onde está escrito:
Não se esqueça de retirar o cartão.
E, também, é muito comum encontrarmos os cartões esquecidos nas caixas de multibanco.
Se a linguagem do aviso for mudada, será mais fácil atingir o objetivo:
Lembre-se de retirar o cartão.

Em muitos centros comerciais onde o estacionamento é pago, encontramos cartazes espalhados em todo o centro comercial que dizem: Não se esqueça de validar o ticket de estacionamento. E é muito comum encontramos pessoas a voltar do estacionamento que se esqueram de que? Validar o cartão.

O adequado sera: Lembre-se de validar o ticket de estacionamento.
Já teve, provavelmente, a experiência de pensar em "Não posso esquecer de ......." e obter o resultado de esquecer exatamente aquilo que na realidade se queria lembrar.

Qual o resultado que a campanha "Se conduzir… não beba…”. Ou “Não use drogas"?
O consumo de substâncias tem vindo a aumentar de ano para ano.
Além da palavra não, quanto mais a palavra droga é utilizada, mais é repetida, mais é reforçada e lembrada, levando muitos adolescentes a ficar cada vez mais curiosos a respeito, pois é por ser tão falada que decidem experimentá-la.
Não seria mais adequado dizer: Se beber álcool, chame um táxi ou peça uma boleia.
O foco de qualquer campanha deve estar no objectivo a ser alcançado e colocado numa linguagem afirmativa.
Em vez duma campanha pela não violência, é muito mais eficaz uma Campanha pela Paz.
A não violência, trás-nos à mente imagens e situações de violência, que queremos evitar; e afasta as pessoas em vez de motivá-las, fazendo com que pensemos em violência em vez de paz.
Nunca, evite, e outras negativas, tem o mesmo efeito que um não.
Nas filas de trânsito, nunca tranque o cruzamento, evite trancar o cruzamento ou não tranque o cruzamento fazem-nos pensar na mesma coisa: trancar o cruzamento.
Deixe o cruzamento livre, é a linguagem afirmativa, objetiva e eficaz.

Você diria a alguém:
"Pinte esta parede de não azul". (qualquer cor, menos azul?)
Ou, "Não pinte esta parede de azul". (não é para pintar, ou não de azul? ou de que cor?)

Exemplos com crianças:
Não mexa nisto, melhor, vá brincar com aquilo.
Cuidado para não cair olhe o degrau, - preste atenção à escada.

Em algumas situações é muito adequado usar o não:
Você não precisa de comer toda a comida que está no prato.
(Se você quer que a criança coma toda a comida).
Você não precisa ir estudar agora. (Se você quer que vá estudar agora).
São situações em que desejamos que a pessoa faça o que estamos dizendo que não.

Todos nós conhecemos pais, chefes e outras pessoas que, querendo ajudar, dizem-nos e aos outros o que não fazer. Pois o que fazem, de forma inconsciente, é chamar a nossa atenção exactamente para o que não queriam que fizéssemos. "Não se preocupe.", "Não entre em pânico", "Não fique aborrecido", "Não acho que você seja chato".

Usar a linguagem negativa consigo mesmo é algo que a maioria das pessoas faz.
"Não vou pensar mais nisto" e continuamos a pensar, "Evite comer doces se quer emagrecer", só para citar alguns exemplos. Existe a tendência a pensar no que não queremos fazer e, em seguida, muitas vezes, começar a fazê-lo.
Em vez de dizer o que não queremos, podemos dizer o que queremos.
Tente isto. Pense numa frase negativa que costuma dizer a si próprio e experimente transformá-la em afirmativa.
Em vez de dizer "Não quero comer doces" ou "Não quero engordar", tente dizer, "Quero comer comidas saudáveis" ou "Quero emagrecer". Isso não só é mais agradável como, na verdade, reorienta a mente e prepara-o para um número maior de realizações desejadas, focalizando as coisas positivas que quer que aconteça.
Se aplicar isto na sua vida, em breve vai começar a obter os resultados que deseja.

sábado, março 19, 2011

OLHAR E VER

Nós não vemos com os olhos, mas sim com o cérebro ou a mente. Este conceito oriundo da neurofisiologia começa a aparecer aqui e ali com uma certa frequência. E algumas pessoas perguntam-se: mas como é que isto se explica?
Há uma diferença entre olhar e ver. Nós passamos o dia todo com os olhos abertos, olhamos para muitas coisas, mas vemos apenas aquelas de que tomamos consciência.
Muitas pessoas têm mesmo a ilusão de que vêem tudo.
E o que determina então aquilo que escolhemos ver? Normalmente, apenas conseguimos ver aquilo que nos é funcional ou tem algum tipo de interesse para nós. A realidade é muito vasta e complexa e não nos podemos aperceber dela plenamente. Não podemos vê-la tal como é.
Por exemplo, já lhe aconteceu pensar em adquirir algo especial como um carro, um tipo de roupa ou mesmo fazer um corte de cabelo diferente? De repente, parece que toda a gente já tem o objecto ou o carro da mesma marca, da mesma cor, ou o tal corte de cabelo. Sempre que algo lhe interessa ou lhe diz respeito passa a estar atento a tudo que se relaciona com o assunto. Muitas vezes essa atenção é inconsciente e chegamos a pensar que de repente mais pessoas se interessaram pelo mesmo.
Imagine agora o que acontece quando fica a mercê dos acontecimentos ao invés de estabelecer claramente aquilo que quer realizar, aprender, receber. A sua mente vai deambular, provavelmente vai escolher ver e realizar o que interessa a outras pessoas e os seus interesses vão para um lado e para o outro dependendo da direcção do vento.
Quando especifica os seus objectivos, visualiza-os e faz um plano de acção para realizá-los passa a ver e aperceber-se de todas as oportunidades, informações, detalhes que o podem ajudar a realizar aquilo que quer para a sua vida. É assim que o universo começa a conspirar a seu favor.
Conheci a alguns anos a Programação Neurolinguística, que é uma ciência que oferece um dos métodos mais eficazes para descobrir aquilo que quer, transformar os seus sonhos em objectivos e transformar os seus objectivos na sua realidade. Aprenda como se faz para olhar e ver.

quarta-feira, março 16, 2011

Introdução a Programação Neurolinguística (Sistémica)

Como seria se pudesse… ou soubesse como… *


BENEFICIOS DESTA CIÊNCIA E ARTE DA COMUNICAÇÃO:

Modificar reações emocionais automáticas.


Neutralizar reações negativas a estímulos como barulhos ou toques indesejados.


Eliciar recursos internos como: confiança, concentração, segurança, etc.


Neutralizar fobias e compulsões.


Formular objetivos eficazes.


Neutralizar sentimentos negativos.


Modificar o seu estado emocional quando este for limitador.


Neutralizar imagens mentais repetitivas e limitantes.


Neutralizar medo de falar em público, conduzir, alturas, etc.


Utilizar a sua comunicação para eliciar estados internos favoráveis aos seus ouvintes.


Criar metáforas terapêuticas ou para a aprendizagem.


Modificar estratégias internas para motivação, flexibilidade, criatividade, etc.


Neutralizar a sensação de fracasso ou frustração.


Dar e receber feedbacks de forma adequada e ecológica.


Estabelecer relações de confiança e empatia com outras pessoas.


Utilizar estratégias eficazes para vendas, liderança e negociação.


Modificar a sua dieta sem sofrimento pela reprogramação.


E até mesmo desligar aquela música que não sai da sua cabeça.


Se pudesse… ou soubesse como… reprogramar seus aprendizados mentais e emocionais… como seria sua vida ?

domingo, março 13, 2011

Estado em que a aprendizagem ocorre naturalmente

As pesquisas comprovam a crença dos especialistas em aprendizagem acelerada que a habilidade dos estudantes para memorizar novas informações aumenta mais de 25%, criando apenas o estado de relaxamento (ex. Jensen, 1994 p.178). Aprender novas informações não é tanto o resultado dum esforço concentrado pela mente consciente, mas muito mais o resultado duma atenção relaxada, quase inconsciente. As crianças aprendem canções infantis e canções das publicidades da TV não as estudando conscientemente, mas apenas porque estão relaxadas enquanto as ouvem. Quando anda de bicicleta, não pensa sobre o equilíbrio a cada momento, mas confia nas suas respostas inconscientes.

O que a PNL oferece ao professor, é a habilidade para, sem resistência e rapidamente, levar os alunos a este estado de relaxamento. As habilidades da PNL que alcançam isto foram modeladas do hipnoterapeuta Milton Erickson. São similares às técnicas desenvolvidas em Sugestologia do hipnoterapeuta Georgi Lozanov. Um Practitioner de PNL aprende a falar de tal forma que os estudantes relaxam sem ter que usar as técnicas formais de relaxamento ("você vai ficando cada vez mais relaxado, os seus pés.....etc."). O resultado é como ligar a memória dos seus alunos na 1a. marcha nos primeiros minutos em sala de aula. (Veja Bolstad et alia, 1992 p.33, para um exemplo deste processo de relaxamento.)

Uma das formas básicas que a PNL usa para colocar os estudantes dentro deste estado mental é a ancoragem. Um exemplo do que é ancoragem. Às vezes quando está a ouvir rádio, ouve uma canção que não ouvia há anos, uma canção que foi a sua favorita há muito tempo atrás. Ao ouvi-la, todas as sensações daquela época podem voltar, até o som das velhas vozes e as imagens daqueles lugares preferidos podem ressurgir. "A âncora" da canção levou-o de volta àquele "estado". Da mesma forma, quando volta a visitar a sua antiga escola, a âncora traz de volta a sensação de ser de novo estudante (nem sempre tão positiva, como no caso da canção!).

Uma vez entendido este processo, poderá projectar âncoras poderosas que farão com que instantaneamente os seus estudantes se sintam confiantes, curiosos e ávidos por aprender. Até tocar a mesma música no início de cada uma de suas aulas auxiliará seus alunos a atingirem rapidamente aquele estado mental adequado para o assunto. (Bolstad et alia 1992, p.24)

Metaprogramas

Os metaprogramas surgiram no final da década de 70, como um segmento da PNL. Sugeridos por Richard Bandler, os metaprogramas eram padrões pelos quais as pessoas mantinham uma certa coerência nos seus processos mentais. Os metaprogramas guiam e direccionam as pessoas para uma certa linearidade de padrões e pensamentos, tornando-os típicos e característicos da nossa personalidade. As diferenças existentes nos metaprogramas podem variar de acordo com a cultura e com a socialização.

Os padrões de metaprogramas são fundamentais para o entendimento de como filtramos a realidade e como optamos por certas escolhas. As submodalidades também influenciam na percepção do mundo a nossa volta contribuindo para o nosso desenvolvimento cognitivo. Desta forma podemos sob uma mesma situação, obter diversos pontos de vista. Cada um vê à sua maneira e tira as suas conclusões individualmente. Considera-se em PNL, que cada pessoa tem o seu mapa de mundo, determinado pela história pessoal de cada um.

Os metaprogramas podem ajudar-nos a descobrir como foi construída a nossa estrutura cognitiva ao longo da nossa existência. A composição de cada mapa é determinada pela arquitectura física e genética de cada um, somando-se a sua história pessoal.

Os metaprogramas determinam o que há de diferente entre a experiência e o que absorvemos dela. O que fica armazenado e o que é omitido pelos nossos filtros mentais.

O nosso foco e a nossa atenção estão directamente ligados aos nossos interesses e demandas do nosso inconsciente. Os filtros agem de acordo com a nossa proposta de vida. O que queremos aprender, ou o que nos será útil no futuro ou ainda o que nós já temos que, comparado ao novo fica melhor. Todos estes questionamentos são feitos rapidamente, uma vez que os filtros de percepção actuam como uma peneira, eliminando o que para nós não é útil. É claro que não só assimilamos coisas boas, mas maus pensamentos, nocivos a nossa saúde, que acabam por passar despercebidos, podendo posteriormente causar transtornos.
É importante saber lidar com isto quando acontece.

Numa mesma situação podemos aplicar diversos metaprogramas e os mesmos metaprogramas nas mais diferentes situações. O nosso leque de opções abre-se quando nos deparamos perante uma experiência. Podemos, por questão de padrão escovar os dentes para nos livrarmos das cáries ou para tê-los mais saudáveis e branquinhos. Neste exemplo o Metaprograma utilizado foi o de “fugir de coisas negativas” ou ir em “busca de coisas positivas”. Se escovamos os dentes para nos livrarmos das cáries, estamos a fugir do negativo, porém ao escovarmos os dentes para termos uma boa saúde estamos a ir na busca do positivo.

Com a variação dos contextos os metaprogramas também variam. Nós não somos 100% este ou aquele padrão. No exemplo acima, se por acaso utilizássemos sempre o padrão de evitar coisas negativas, poderíamos criar uma neurose de sempre fugir das coisas e das responsabilidades, caso seja o oposto, podemos ter uma pessoa que sempre esteja a assumir os riscos por uma busca de prazer excessiva. A condição ideal é o balanceamento e a análise individual de cada situação.

As soluções dum problema podem ser também obtidas com a utilização de um conjunto de meta-programas. Quando se está, por exemplo, numa reunião com uma equipa de trabalho podemos ter uma divisão entre tarefas e pessoas, ou experiências de referências passadas com estimativas futuras, ou ainda, ir na direcção duma solução ou apenas se evitar uma crise. A integração destes elementos, certamente irão dar apoio a decisões acertadas. Desta maneira, gerir pessoas com diferentes culturas e objectivos torna-se mais fáceis quando conhecemos a forma de pensar do outro e o que o leva a tomar certas decisões.

Segundo a Programação Neurolinguística os padrões neurológicos consistem em percepções sensoriais, que são aprendidos e armazenados através dos nossos sistemas de representação (VACOG). Podemos dizer também que os metaprogramas fazem parte desta percepção quando analisados de forma consciente. A percepção é a forma pela qual organizamos a informação e a tornamos acessíveis sempre que precisamos dela. A realidade é incorporada através da nossa percepção.

As distinções existentes nos metaprogramas e a nossa estrutura cognitiva de pensamento para se obter o que desejamos podem ser entendidas também como um série de testes que definimos inconscientemente para o nosso alvo. Em PNL chamamos isso de Modelo T.O.T.S. traduzido do inglês T.O.T.E. (Test Operate – Test Exit), que significa que obedecemos a certos critérios para sabermos se estamos a atingir ou não a nossa meta. O teste consiste em parar e analisar se o que estamos a fazer está de acordo com o planeado. Caso estejamos seguimos em frente, ao contrário, paramos e reformulamos para depois seguir em adiante. Caso isso se repita muitas vezes, caímos em um “loop” e talvez seja necessário reformular a nossa meta desse ponto em diante.

Uma vez que conhecemos os nossos padrões de Metaprogramas podemos conscientemente fazer as modificações que desejamos. Muitas vezes precisamos de tomar uma decisão contrária a um padrão previamente estabelecido, porém ela pode ser útil para empresa ou pode melhorar o nosso relacionamento com a esposa e os filhos.

Veja, em baixo um quadro comparativo entre os estilos de pensamento:
Fonte: Enciclopédia da PNL

segunda-feira, março 07, 2011

Percurso (Actividade Outdoor)

Actividade Outdoor (c\ PNL)


Entidades promotoras:

• Comunidade Vida e Paz (Centro de Fátima)
• Fundação DrAgostinho Albano de Almeida (Ourém)
• Associação de Socorros Médicos –O Vigilante (Santarém)
• Crif–Centro de Recuperação Infantil de Fátima
• ApajeFátima–Associação de Pais de Fátima
• Bombeiros Voluntários de Fátima
• Espaço Integral
• IPPNL –Instituto Português de Programação Neurolinguística

Objectivos:Actividade Outdoor

» Entender a estrutura cibernética do pensamento, das sensações e da acção, promovendo a aplicações imediata desta estrutura na actividade, transpondo para a vida prática.

» Identificar e transformar programas mentais não funcionais (inibições, medos, resistências, convicções e crenças limitadoras);

» Perceber e conseguir ter um bom auto-controle emocional, desenvolvendo qualidade de relação em contacto com os outros;

» Dominar e aumentar o prazer de viver nas relações, no trabalho e na vida privada;

» Despertar capacidades para a superação de obstáculos e realização de objectivos;

» Aprender a ultrapassar convicções limitadoras e emoções negativas, como causa-raiz das desordens emocionais e dificuldades de ordem psicológica (utilizando os recursos e a energia do grupo);

» Enfrentar os acontecimentos (obstáculos) do caminho como fonte de aprendizagem e aprender a libertar recursos positivos dessas experiências;

» Desenvolvimento de atitude positiva na realização de objectivos e superação de dificuldades.

Creia que pode e poderá.

Este princípio dinâmico tem sido demonstrado na vida dum grande número de crentes para deixar qualquer dúvida quanto à sua validade. É muito importante crer que pode, com a ajuda de Alguém, enfrentar e vencer todos os problemas. As palavras crer e poder estão ligadas numa unidade de criação activa. Se acreditar que pode, você pode.

Um certo homem que estava a passar por fracasso atrás de fracasso, viu num livro uma frase que o impressionou: "Espere o melhor e consiga". Isso atingiu-o em cheio, e admitiu para si mesmo que os seus pensamentos tinham sido derrotistas. A cada dia estivera a esperar o pior e a receber o pior. Começou então a procurar na Bíblia ideias "práticas" que apagassem a sua imagem de fracasso. Encontrou várias, inclusive estas duas:

"Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á" (Mt 7.7) e "Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação" (2 Tm 1.7).
 
Essas passagens bíblicas fizeram nele uma verdadeira lavagem cerebral, eliminando dúvidas e inferioridades. "Decidi", disse ele, "tomar uma atitude diferente em relação ao meu emprego. Iria começar cada manhã dizendo: “Gosto do meu trabalho. Este vai ser o melhor dia da minha vida”. Comecei a ver que, se não acreditasse em mim mesmo, não poderia esperar que ninguém acreditasse em mim."

Esta foi a experiência de R. Gene Scalf, que contou a sua história na revista Guideposts. Você deve, então, fortalecer a sua fé enfraquecida com os conceitos poderosos da Bíblia. A Bíblia está repleta de pensamentos que produzem fé, os quais podem renovar toda a sua atitude mental. Quando isso acontecer, torna-se-á um crente que pode trilhar um caminho de fé para vencer os problemas.

Do livro: 6 Atitudes para um Vencedor, de Norman Vincent Peale

domingo, março 06, 2011

As sete maravilhas do mundo


Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:
1) O Taj Mahal
2) A Muralha da China
3) O Canal do Panamá
4) As pirâmides do Egipto
5) O Grand Canyon
6) O Empire State Building
7) A Basílica de São Pedro

Ao recolher os votos, o professor notou numa estudante muito quieta. A menina ainda não tinha virado a sua folha.
O professor então perguntou-lhe se tinha problemas com sua lista.
A menina quieta respondeu:
- Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.
O professor disse:
- Bem, diga-nos o que já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
A menina hesitou, então leu:
- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1 - Ver
2 - Ouvir
3 - Tocar
4 - Provar
5 - Sentir
6 - Rir
7 - E amar ...


A sala então ficou completamente em silêncio...

Torne-se um pensador ‘como’.

Depois de trinta anos de trabalho árduo, Fred perdeu o seu negócio por causa dum sócio desonesto. Esperava que estivesse cheio de rancor quando me veio ver. Em vez disso, contou-me ter descoberto que seus os bens eram bem maiores do que as suas dívidas.

- Tudo o que tinha quando comecei há trinta anos eram 50 contos. Hoje tenho 25000 mil euros. Como vês, estou em melhor situação nesse ponto - disse ele com um sorriso. - Comecei com uma mulher maravilhosa, e ela continua comigo, graças a Deus. Tenho também muito mais experiência hoje.

Após um ano depois do seu revés, ele tinha começado outro negócio e corria bem. A declaração que fez e que ficou comigo foi esta: "Decidi não ser um pensador “SE”, mas um pensador ‘COMO’". Esta é uma distinção que nos faz pensar. O pensador reflecte-se sobre uma dificuldade ou revés, dizendo amargamente consigo mesmo: "Se apenas tivesse feito isto ou aquilo... Se apenas esta ou aquela circunstância tivesse sido diferente... Se os outros não me tivessem tratado tão injustamente..."

O processo continua de explicação em explicação, dando voltas, sem chegar a lugar nenhum. O mundo está cheio de pensadores SE derrotados.

"Todo o problema contém as sementes da sua própria solução." - Stanley Arnold

O pensador COMO, por outro lado, não gasta energia em autópsias quando tem de enfrentar dificuldades ou até desastres. Mas, começa imediatamente a procurar a melhor solução, pois sabe que sempre há uma solução. Ele pergunta-se: "Como posso usar criativamente este revés? Como posso extrair algo bom dele?"

O pensador “como” resolve eficazmente os problemas porque sabe que existem sempre valores numa dificuldade. Ele não perde tempo com condicionais "SES" fúteis, mas começa a trabalhar directamente nos "COMOS" criativos.

Pense, não reaja.

Quando surge uma dificuldade, a tendência é entrar em pânico ou ficar perturbado, ou até ressentido. Tais reacções são emocionalmente condicionadas, e se os actos do indivíduo forem determinados em tal estado de espírito, provavelmente faltará a racionalidade. É preciso disciplinar-se para ser calmo na maneira de pensar. A mente deve estar tranquila, pois não conseguimos pensar bem quando em ebulição; só quando está fria é que a mente pode produzir conceitos racionais, factuais, que levam às soluções. Não se permita a emoções. Pense! A sua cabeça é, na verdade, o seu maior bem. É preciso mantê-la sempre sob controlo disciplinar.

Lembre-se da declaração atribuída a Thomas A. Edison:

"O principal propósito do corpo é carregar o cérebro". O grande inventor sabia que é na mente, trabalhando com serenidade, que obtemos ideias e não impulsos. Com essas ideias sólidas resolvemos os problemas".

sábado, março 05, 2011

As seis perguntas sobre Objectivos

  1. Formulação Positiva. O que quero de facto?
  2. Especificação sensorial. Como reconheço que obtive o que quero ou que cheguei à minha meta?
  3. Contextualização. Onde e quando quero ter este resultado? Em que contexto pessoal, familiar, profissional, etc?
  4. Sob controlo próprio. Que recursos preciso? Estão ao meu alcance? Onde e como posso obter recursos que ainda me faltem?
  5. Ecologia. Que vantagens e desvantagens terei? O que ganho e perco com este processo? Alguém perde com este processo? O que sucede quando atingir o objectivo? As  consequências são todas  positivas? Se não forem, como integro isto?
  6. Congruência. O que é importante para mim acerca deste objectivo e seus resultados? Que sentimentos terei? Que sentimentos deixarei de ter? Todas as minhas partes/vozes querem o mesmo? Há alguma que se oponha? Tenho meios para ultrapassar alguma incongruência? (A PNL tem métodos para resolver esta situação).

Âncoras

Âncoras são estímulos que disparam respostas ou aprendizagens pré-programados na nossa mente.

A resposta gerada pode ser um comportamento ou resposta emocional que vem sempre acompanhada da devida representação interna e fisiologia congruente.

Âncoras são aprendizagens e a maior parte delas actua de forma inconsciente, é possível utilizá-las também na linguagem ou interacção com as outras pessoas.

Existem âncoras visuais, auditivas e cinestésicas.

O modelo de utilização de âncoras em PNL foi criado inicialmente por Richard Bandler quando modelava as estratégias de Milton Erickson, percebendo que este utilizava “gatilhos” na sua linguagem hipnótica, associando estados internos a eventos existentes nos ambientes em que os seus clientes viviam.

Se no seu passado, viveu um momento especial com uma pessoa significativa, como uma namorada ou namorado, e nesse momento ouviam uma determinada música é muito provável que aquele estado interno tenha ficado “ancorado” àquela música.

Desta forma, ao ouvir novamente essa mesma música poderá viver aquela mesma experiência de forma subjectiva, mesmo que não se lembre conscientemente do evento original. Neste caso a música funciona como uma âncora que dispara aquele estado interno associado àquela experiência.

Algumas âncoras podem ficar activas durante anos ou até mesmo décadas.

Os cheiros também são âncoras poderosas, lembra-se quando era criança, do cheiro da sua lancheira? Ao lembrar-se desse cheiro, quais sensações ou sentimentos isso lhe traz?

Se der uma olhadela em alguns dos seus álbuns de fotografias antigas irá perceber como funcionam as âncoras visuais, ao olhar para as fotos a sua mente automaticamente fará uma viagem ao passado e poderá reviver sentimentos e sensações associadas aqueles eventos.

No entanto existem também âncoras limitadoras, e muitas vezes podem actuar sem que tenhamos consciência do que está a ocorrer.

Vamos imaginar um exemplo hipotético em que uma criança quando fazia algo “errado” recebia um castigo do pai, nesse caso, antes de aplicar o castigo o pai chamava o filho batendo com a mão ao de leve no seu ombro e dizia: “vamos conversar”.

Este garoto ao tornar-se adulto passa a não gostar ou a sentir-se mal cada vez que alguém bate ao de leve com a mão no seu ombro. É claro que ele não se lembra conscientemente, porém na sua mente está registado que aquele estímulo significa “lá vem o castigo” e desta forma o seu corpo reage negativamente mesmo que ele conscientemente saiba que está noutro contexto.

Como este comportamento poderá ser muito comum na nossa cultura, haverá muitas situações em que este homem se sentirá limitado.

As boas notícias, são que as âncoras podem ser reprogramadas, pois os nossos cérebros, não importando a idade, estão sempre preparados para novas aprendizagem.

A partir de agora, comece a prestar mais atenção as suas mudanças de estado interno, se num momento está bem humorado e de bem disposto e de repente muda de estado, ficando zangado ou num estado limitador é muito provável que uma âncora limitadora tenha sido disparada. O que terá acontecido na sua Realidade Objectiva para mudar de estado dessa forma?

Criação de uma âncora de recursos:

» Sente-se confortavelmente e identifique qual o recurso que deseja ancorar (recursos estão no Nível Neurológico das Habilidades e Capacidades), exemplos são: calma, tranquilidade, paciência, concentração, etc.)

» Lembre-se dum momento na sua vida em que teve esse recurso disponível.

» Feche os olhos e vivencie na sua mente esse momento, vendo o que vê, ouvindo o que ouve e sentindo o que sente, nomeadamente no seu corpo.

» No “pico” do estado, toque ao de leve numa parte de seu corpo com a ponta dos dedos.

» Pronto, a âncora está criada, quando precisar de utilizar este recurso basta tocar novamente naquela parte do seu corpo da mesma forma.

» Poderá colocar quantos recursos desejar na mesma âncora.

quinta-feira, março 03, 2011

O Samurai (Percepção é Projecção)

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar da sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Numa certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que o seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais tinha perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras na sua direcção, cuspiu no seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No fim da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo facto do mestre aceitar tantos insultos e provocações, os seus alunos perguntaram: "Mestre, como é que o pode suportar tanta indignidade? Por que não usou a sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?"

O mestre Samurai respondeu: "Se alguém chega até vós com um presente, e vocês não o aceitam, a quem pertence o presente?" "A quem tentou entregá-lo" - respondeu um dos discípulos.
"O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos" - disse o mestre. "Quando não são aceites, continuam a pertencer a quem os carregava consigo.

(Autor desconhecido)

terça-feira, março 01, 2011

O que são Submodalidades

A primeira grande contribuição própria da PNL foi o conceito de "submodalidades", um conceito até então nunca explorado. Descobriram que ao mudar determinadas submodalidades (os pequenos matizes formal-quantitativos dos sentidos) se produziam grandes mudanças na representação interna das pessoas. Daqui veio a famosa técnica da cura rápida de fobias ou o Swich.

Submodalidades são pois a maneira como estruturamos as nossas experiências e também uma das formas mais eficazes de alterar a percepção do mundo.

Como se fossem os tijolinhos para a construção dos sistemas de representação, ou seja, as qualidades básicas da “NEURO”, na PNL.

A primeira idéia sobre submodalidades surgiu em 1979 com o objetivo de dar um diferencial á PNL. Como Bandler era músico, começou a perceber as diferenças das diferenças do conteúdo e a primeira submodalidades a ser estudada foi a auditiva através dos tons, timbres... .

No final da década de 90 Bandler criou as submodalidades cinestésicas.

Explicou como as submodalidades codificam a nossa experiência da realidade, da certeza e do tempo e sua importância na nossa experiência, sendo uma intervenção poderosíssima e eficaz para mudanças de significados atribuídos.

Bandler mencionou que toda experiência desperta sensação física e percebendo onde as sensações começam, caminham ou expandem no nosso corpo, é possível inverter a sensação e anular os efeitos negativos de determinadas emoções, como por ex: falar em público.

Richard Bandler está centrando ultimamente no estudo dos pensamentos e das submodalidades.






segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Liderança Criativa

Onde houver um grupo a desenvolver alguma actividade, seja ela qual for, a figura do líder logo se destaca dos demais. Sem pedir licença, mas também sem se impor de forma autoritária, ele é capaz de perceber de imediato as necessidades e as potencialidades de cada um e, de maneira espontânea, começa a comandar.

Criatividade e entusiasmo são as características que o diferenciam de imediato.
A sensibilidade permite estabelecer empatia com todos os membros do grupo, o que facilita o seu trabalho de motivar, estimular, ouvir e encontrar as formas de colocar em acção as ideias que surgem. Livre para pensar, para criar, para agregar.
Decidir sobre as ideias não é tão fácil, o que gera a tendência a deixá-las de lado.
Um dos critérios para implementá-las é destacar a sua importância e observar a potencialidade dos novos caminhos que surgirão quando colocadas em prática. O importante não é, portanto, somente o número de ideias ou a quantidade de invenções colocadas em prática.
Criar não é necessariamente lançar novos produtos ou serviços, nem tão pouco modificar o comportamento do consumidor. Fazer negócios inovadores é, entre outras coisas, estar atendo às decisões do dia-a-dia e aos seus desdobramentos. É detectar o quanto estamos a ser repetitivos nas decisões ou a ter atitudes sem sentido. A inovação deverá ser vista como parte do processo e não algo que pode ser deixado para depois.
Outra capacidade importante do líder é estar sempre preparado, na procura de atitudes que poderão servir de suporte para as reacções adversas que inevitavelmente surgirão principalmente no ambiente de trabalho. Há os que aceitam quase de imediato suas ideias e conseguem tirar o melhor proveito delas. Em contrapartida existem os cépticos que não sabem ao certo o que fazer com elas, seguidos daqueles que as encaram negativamente, esperando que a “novidade” desapareça e tudo volte aos seus lugares.

Caso seja um desses líderes natos, aqui vão algumas dicas que o ajudarão a aumentar o seu poder de influência:
  • Ouça mais e mande menos, permitindo a liberdade de expressão, ciente de que nenhuma ideia nasce perfeita.
  • Dê tempo para o seu subordinado crescer, compartilhe e em alguns casos desafie.
  • Motive-se e motive, ou seja, partindo do ponto de vista individual, perceba, respeite e considere as diferentes necessidades dos seus colaboradores, utilizando-se disso os liderar.
  • Estimule, permita que trabalhem com autonomia, sendo responsáveis pelas suas atitudes, dando o máximo de si e liderando os seus próprios comportamentos.
  • Delegue, partilhe as responsabilidades, divida com seus colaboradores a decisão, dando-lhes liberdade para sugerir e agir. Atribua tarefas, responsabilidades e autoridades, procurando assim desenvolver ao máximo suas habilidades.
  • Flexibilize-se, ou seja, adapte-se às diferenças individuais dos membros da sua equipe, tornando-se facilitador do processo, tomando, contudo, o devido cuidado para não ser paternalista. Flexibilize-se também perante as ideias
  • Possibilite a criatividade, pois o espírito inovador e criativo faz parte das características do indivíduo de sucesso. Livre para pensar, criar e agregar.
  • Para inovar é preciso olhar para a frente, pois da quantidade de ideias pode-se extrair a qualidade desejada.
  • Pratique o Zoom criativo – pensando e repensando sobre o negócio e a sua equipe. Trate o negócio com criatividade, copiar um negócio é mais perigoso do que criar um negócio. Temos que temer os modismos, pois os únicos ganhadores são os que criaram e não os que se adaptaram.
  • Lidere com exemplo – seja criativo.
A liderança criativa é aquela que provoca:
  • Um motivo para criar

  • A criação dos meios para transformar ilusão em atitude

  • A geração e aproveitamento de oportunidade


    •  “Explicitar qual o caminho que imaginamos para a nossa organização é, hoje, um antídoto contra a intranquilidade e as incertezas que teremos”.

      domingo, fevereiro 27, 2011

      Rapport consigo mesmo

      De certa forma, todos procuramos formas de facilitar os processos de transformação interna e consequente qualidade de vida. Quando encontramos uma forma, no início parece fácil tomar decisões de vida e executá-las. Contudo, por vezes, sem nos apercebermos lá nos "auto-sabotando". Isto porque não nos escutamos suficientemente a nós mesmos. E porque é que isto acontece? Porque não desenvolvemos a capacidade de nos sintonizamos com os nossos lados internos, escutando o que diz o nosso “coração”. Ou seja, não conseguimos suficiente Rapport.

      Rapport é uma palavra francesa que significa harmonia, confiança, segurança e compreensão (com os outros ou consigo si mesmo). Ter rapport com os outros significa ter relacionamentos de qualidade. Ter rapport consigo mesmo significa ter um diálogo interno produtivo, não ignorar as reclamações da própria alma.

      Da mesma forma que uma cadeira, para que possamos ter "estabilidade" num processo de mudança interna, o ideal é que haja quatro suportes, quatro pernas que apoiem a mudança. E todos eles são uma forma de Rapport. São eles:
      . rapport com o aspecto físico;
      . rapport com as diversas partes da mente;
      . rapport entre o corpo e a mente;
      . rapport com a parte espiritual do nosso ser.

      O Rapport consigo mesmo tem três aspectos:

      Acuidade perceptiva (sensorial);
      Auto-observação é a chave para a auto-aprendizagem e para a auto-consciência. E as representações internas, na nossa mente, são a chave para o controle dos estados mentais, físicos e emocionais. A auto-observação não significa distanciamento de nós mesmos, das nossas próprias emoções. Significa observar o seu começo, a sua origem, expansão e a sua diminuição, entendendo que são partes de nós, mas não são o todo de nós.
      Flexibilidade nos pensamentos, sentimentos e acções (adaptabilidade); Flexibilidade é entender que o objectivo final não é o meio. Podemos encontrar várias formas alternativas de agir. Quem tem apenas uma forma de comportamento perante uma determinada situação da vida está a agir como um robô de si mesmo.

      Objectivos bem elaborados;
      Apenas "ter esperança" no futuro (ficar a espera) não é suficiente. Imaginar um futuro melhor ("i" de interno + "maginar, magicar" = magia interna) é o primeiro passo. Contudo, deve ser seguido de acção positiva no mundo material, para consolidar os efeitos da magia interna (imaginação).
      Você cria o seu futuro com o que faz agora. Pense sobre o que deseja ser – os seus objectivos - e siga o seguinte modelo para a sua concretização:
      1. Expresse o seu objectivo numa linguagem positiva.
      2. Torne o seu objectivo o mais específico possível.
      3. Situe-os na sua área de influência.
      4. Defina quais os recursos que já tem e aqueles que pode adquirir.
      5. Identifique as evidências de realização (Critérios) dos seus objectivos (isto é, como é que irá saber que os alcançou).
      Seja um objectivo físico, profissional, social, emocional ou espiritual, experimente um formato de linguagem que afirme o que é quer alcançar, não algo que não quer alcançar. O Universo não trabalha com base em ausências ("a Natureza não suporta o vácuo") e busca preencher com algo efectivo.

      O Quê, Porquê, Quem, Como, Para quê, Qual, Quando, Onde;
      Devemos usar com muito cuidado estas palavras pois guardam muito poder na linguagem. Se focarmos o nosso "O Quê" nos problemas e não nas soluções, teremos dificuldades. E também não é útil procurar o "porquê" duma situação indesejável, assim como não resolve muito perguntar o "de quem" é a culpa, seja nossa ou dos outros. Desta forma, apenas dirigimos a nossa criatividade para a manutenção da situação inadequada, contribuindo também para gerar remorsos, ressentimentos e mágoas. Também ficar a descrever para os outros o "como" é que o problema nos afecta só contribui para consolidar o incómodo que ele nos causa.
      Ao invés, prefira o "Para quê" e "Qual". Isto é, em que direcção desejo ir, qual é o meu objectivo e estou a dirigir-me para "o quê". Estabeleça sub-objectivos (metas) e defina prazos. Teste a congruência de seus objectivos (e de cada uma das metas) com os seus valores e crenças pessoais. Pense nas consequências mais amplas da destas realizações na sua vida. Como é que as outras pessoas e tarefas da sua vida serão afectadas? e, por final, exercite "Viagens ao Futuro" subjectivas e Integre a sua Identidade nos seus objectivos.

      Voltar a sonhar

      PNL - Kau Mascarenhas

      PNL - Kau Mascarenhas

      Os 3 porquinhos da empresa

      O perfil do bom vendedor

      sábado, fevereiro 26, 2011

      Michael Jordan Coaching - Liderança - Motivação - Vitória - Conquista

      Um mapa para o Practitioner PNL (Multi-Nivel)

      Um Practitioner Guia (Ambiente)


      O Practitioner-Guia dá apoio à sua organização com respeito ao ambiente no qual as mudanças estão a ocorrer. Neste nível, o practitioner-guia, ajuda a sua organização a identificar oportunidades e limites no ambiente.
      Como isto é uma questão de percepção, um practitioner-guia também pode trabalhar suposições que a sua organização tenha a respeito do ambiente ao seu redor. Um practitioner-guia pode estar fisicamente no ambiente da sua organização no momento de seu desempenho e a sua própria presença pode servir como um estímulo e âncora positiva.

      Um Practitioner-Treinador (Comportamentos)


      O Practitioner-treinador - o estilo mais tradicional do practitioner - foca os comportamentos e o desempenho. Procura-se criar consciência dos recursos e habilidades que produzem um bom desempenho (ou "performance").
      O Practitioner-treinador faz uma observação cuidadosa dos resultados da sua organização, dando feedback. Quando se trata de linhagens, o practitioner-treinador ajuda os seus “filhos” directos a agir em colaboração com os demais integrantes da sua linhagem. O Practitioner-treinador dá dicas e orientação em relação a como melhorar em contextos e situações específicas.


      Um Practitioner-Instrutor (Capacidades)


      Ser um Practitioner-instrutor significa ajudar a sua organização a desenvolver habilidades cognitivas, visando aumentar competências e um pensamento estratégico e eficaz relativo a uma aprendizagem desejada. O foco está mais nas habilidades gerais, em vez de uma "performance" específica em situações específicas. Assim, o practitioner-instrutor ajuda a sua organização a desenvolver novas estratégias de pensar e agir. A ênfase está mais na nova
      aprendizagem do que num refinamento de desempenho já realizado.


      Um Practitioner- Mentor (Crenças e Valores)


      Um Practitioner-mentor guia a sua organização a descobrir as suas competências inconscientes e superar resistências e interferências internas e externas, especialmente por acreditar, profundamente, no potencial da pessoa individualmente e validar as suas intenções positivas.
      Os mentores moldam e influenciam crenças e valores de maneira positiva, muito através da "ressonância", liberando e descobrindo a sabedoria interna da sua organização, frequentemente através do seu próprio exemplo.
      É comum o practitioner-mentor transformar-se numa parte internalizada da sua organização, de modo que sirva quando está presente, fisicamente, e também nos momentos em que está presente na “mente” e no “coração” da sua organização.
      As pessoas naturalmente levam dentro de si mesmos, os seus "mentores internos" como conselheiros para toda a vida, para guiá-las em várias situações.


      O Practitioner Patrocinador/Sponsor (Identidade)


      O Practitioner-patrocinador relaciona-se com a sua organização reconhecendo e validando
      (vendo e abençoando) a sua essência e/ou identidade.
      Este processo envolve a busca e guarda de potencial dentro de outros, focando o desenvolvimento de identidade e valores fundamentais.
      A eficácia do parctitioner-patrocinador vem do seu compromisso em promover algo que já está dentro da pessoa, contudo que ainda não é expresso plenamente.
      A sua comunicação está repleta de mensagens do tipo: Tu existes. Vejo-te.
      Você é valioso. Você é importante, especial e único. Você é bem-vindo. Você pertence a este lugar. Você tem algo para contribuir.
      Um bom practitioner-patrocinador cria condições e contextos para que a sua organização possa agir, crescer e prosperar.


      Aquele que desperta (Visão e Espiritualidade)


      O Practitioner é "aquele que desperta" e vai além dos níveis anteriores, para incluir visão, missão e espírito. O seu apoio visa a criação de contextos e experiências que trazem à tona o melhor da sua organização em termos de compreensão, de amor, "self" e espírito.
      O Practitioner actua como "aquele que desperta pessoas” através da sua própria integridade e congruência.
      Ao estar em contacto profundo com a sua visão e missão, o practitioner desperta na sua organização, em cada um, este contacto profundo com a própria visão e missão.

      Torne-se um Poliglota (pistas de acesso)


      Como é que os poliglotas (pessoas que falam frequentemente várias línguas) se lembram de entre uma dúzia de idiomas de que língua provém cada palavra? Será mágia? No passado muitas pessoas tinham como certo de que havia algo diferente na neurologia do poliglota, algo que os fazia naturalmente mais hábeis para guardar cada língua em separado. Hoje, estudos de PNL (Dilts e Epstein, 1995 p.222) mostram que os poliglotas prestam especial atenção aos seus sistemas sensoriais auditivos e cinestésicos. Eles usam um tom de voz e um conjunto de posturas corporais diferentes para cada idioma. Alguém que usa apenas o sistema visual (e tenta ver cada palavra que dizem como se estivesse escrita) não achará tão fácil tornar-se fluente em vários idiomas.

      Assim como o software Windows pode ser instalado em qualquer computador compatível, assim a "estratégia" que os poliglotas usam pode na realidade ser instalada em qualquer outra pessoa. Se é possível na neurologia duma pessoa, é possível na de qualquer uma. Tudo o que precisamos saber é exatamente que distinções sensoriais a primeira pessoa usa, e em que sequência. Para "instalar" uma nova estratégia, a PNL usa uma série de descobertas inéditas sobre o que acontece quando uma pessoa usa cada sistema sensorial. Por exemplo, nós usamos o facto de que os olhos duma pessoa se movem de forma diferente dependendo de que sentido está a usar para obter a informação.

      A facilidade com que uma nova estratégia pode ser instalada é demonstrado por uma pesquisa feita na Universidade de Moncton no Canadá (Dilts e Epstein, 1995 p.409). Aqui a quatro grupos de soletradores médios pré-testados, foi dado o mesmo teste de soletração (usando palavras inventadas sem sentido e desconhecidas para eles). Cada grupo tinha instruções diferentes.

      Grupo A: simplesmente aprender as palavras.

      Grupo B: visualizar as palavras como método de aprendê-las.

      Aos outros dois grupos C e D, a instrução era olhar numa certa direção enquanto as visualizavam.

      Grupo C: olhar para cima à esquerda (posição dos olhos que segundo a PNL auxilia a memória visual).

      Grupo D: olhar para baixo à direita (posição dos olhos que segundo a PNL auxilia a sentir cinestesicamente, mas pode esconder a visualização).

      O grupo A teve o mesmo rendimento que o seu pré-teste. O grupo B rendeu 10% a mais. O grupo C rendeu 20 a 25% a mais. O grupo D teve resultado 15 % pior!.

      Este estudo confirma 2 asserções da PNL:

      a) a direcção para onde o aluno dirige os olhos, decide qual o sistema sensorial em que vai efectivamente processar a informação.

      b) visual recordado é o melhor sistema sensorial para aprender a soletrar em inglês.

      Mais do que surpreendente, isto demonstra que os estudantes podem ser ensinados com sucesso (em 5 minutos) a usar uma estratégia sensorial mais eficaz. Para um estudante cinestésico com um desempenho medíocre em soletrar, isto trará um resultado positivo imediato de 35 a 40%. Curiosamente num teste final, algum tempo depois (um teste de retenção de aprendizagem), os resultados do grupo C permaneceram constantes, enquanto os resultados do grupo A caíram 15%, uma queda consistente com os estudos de padrão de aprendizagem. A diferença final na memória entre os dois grupos foi de 61%.

      Da mesma forma, qualquer estratégia de aprendizagem pode ser "modelada" de estudantes excelentes e ensinada a outros num tempo mínimo.

      sexta-feira, fevereiro 25, 2011

      O Sentido da Aprendizagem

      Segue, uma simples experiência que explica o modelo da PNL, de como funciona a sua neurologia (ou para usar um termo menos formal, o seu "cérebro").

      Pense em um limão fresco. Imagine-o agora à sua frente, e sinta como é pegá-lo na sua mão. Pegue numa faca e corte uma fatia e ouça o leve som do suco a escorrer. Cheire o limão, enquanto leva a fatia até a sua boca e dê-lhe uma mordida. Sinta o gosto ácido da fruta. Se na realidade se imaginou a fazer, a sua boca está agora a salivar. Porque? Porque o seu cérebro seguiu as suas instruções e pensou, viu, ouviu, sentiu, cheirou e provou o limão. O seu cérebro "tratou" o limão imaginário como se fosse real, e preparou a saliva para digeri-lo.

      Ouvir, olhar, sentir, cheirar e provar são as "linguagens" naturais da sua neurologia. Quando usa estas linguagens, a sua neurologia considera o que está a pensar como "real".

      No passado, pensava-se que aprender era apenas uma questão de "pensar" sobre o assunto, de usar palavras. Na realidade quando aprendemos, usamos os 5 sentidos básicos, assim como a 6a. linguagem do cérebro - as palavras. Em PNL os seis tipos de linguagens do cérebro chamam-se:
      VISUAL (ver as imagens)
      CINESTÉSICA (K) (sentir as emoções do corpo)
      AUDITIVA (ouvir os sons)
      OLFATIVA (cheirar fragrâncias)
      GUSTATIVA (provar os gostos)
      AUDITIVA-DIGITAL (pensar em palavras ou conceitos)

      Alguns estudantes usam muito o pensar em palavras (auditivo-digitais). Eles querem saber a "informação" que lhes está a dar. Mas para outros estudantes, poderem "ver a imagem" do que lhes está a mostrar (visual) é mais importante. Outros quererão "sintonizar com os temas principais" contidos nas suas palavras (auditivos) ou "agarrar-se com a lição" e "trabalhar vivenciando os exemplos" (cinestésico). Se ouvir as palavras que os estudantes usam, na realidade lhe indicarão quais são os seus sistemas sensoriais favoritos para representar a sua aprendizagem (chamado em PNL de Sistema de Representação de Preferência). Os Professores eficazes aprendem "a falar em cada um dos sistemas de representação" (Bolstad et alia, 1992 p.72).

      A PNL dá-lhe inúmeras formas para alcançar os estudantes que tem na sala de aula. Se alguns dos seus alunos parecem não aprender, poderá não estar a ensinar no sentido em que eles pensam. Por exemplo, para atingir os visuais poderá escrever as palavras na parte superior do quadro e desenhar mais diagramas. Para atingir os auditivos, pode escolher mais discussões e usar música. Cinestésicos gostam de se movimentar (provavelmente já os notou) e eles gostarão de serem aproveitados em actividades como dramatizações.

      Pode ajustar a sua linguagem para combinar com cada um dos sentidos principais (se não percebe isso, pode estar a perder a uma excelente oportunidade de se sintonizar com alguns dos seus alunos mais "desafiantes"). Quando usa todos os três sentidos mais importantes na sua sala de aula, os cérebros dos seus alunos serão mais profundamente activados. Eles ficarão sedentos dos seus ensinamentos, tal e qual a sua boca a salivar por aquele limão.