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sábado, julho 31, 2010
AS QUATRO LEIS DA ESPIRITUALIDADE (INDIA)

A primeira diz: "A pessoa que vem é a pessoa certa".
Ninguém entra nas nossas vidas por acaso.. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo connosco, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.
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A segunda lei diz: "Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido".
Nada, nada absolutamente nada do que acontece nas nossas vidas poderia ter sido de outra forma.
Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum "se eu tivesse feito tal coisa..." ou "aconteceu que um outro ...".
Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente.
Todas e cada uma das situações que acontecem nas nossas vidas são perfeitas
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A terceira diz: "Toda as vezes que iniciares é o momento certo".
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois.
Quando estamos prontos para iniciar algo de novo nas nossas vidas, é que as coisas acontecem.
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E a quarta e última afirma: "Quando algo termina, ele termina".
Simplesmente assim. Se algo acabou nas nossas vidas é para a nossa evolução.
Por isso, é melhor sair, ir em frente e enriquecer-se com a experiência.
Não é por acaso que estamos a ler este texto agora.
Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.
quarta-feira, julho 28, 2010
Hora de Recorrer ao Coaching
Certamente você já fez ao menos uma dessas perguntas (ou todas!) a si mesmo. E acredito que, em algumas das situações, você já teve dificuldades de responder a essas perguntas e achar quem pudesse ajudar a encontrar as soluções.
É por isso que o coaching, que nasceu nos anos 1970, nos Estados Unidos, ganha cada vez mais espaço no Brasil. Desde muito cedo nos acostumamos a ter de tomar decisões importantes e, na maioria dos casos, ou não estamos preparados ou simplesmente não encontramos as respostas. É preciso ter ao que ou a quem recorrer.
O coach, que aplica a metodologia do coaching, é justamente esse profissional que faz cada um buscar dentro de si as resoluções. É isso mesmo. No coaching, você não será orientado a tomar uma decisão, a seguir determinado caminho. O processo fará você refletir e decidir. Esse é o segredo do sucesso.
Foco no futuro
É importante ressaltar que, apesar de eventuais comparações, o coaching não tem semelhanças com métodos terapêuticos, pois não são analisadas situações do passado. O coaching foca o futuro, visa o onde estou hoje e onde quero chegar.
Teste
Você tem como meta ser...
Se a resposta for afirmativa para ao menos uma das perguntas anteriores, e caso deseje realizar este objetivo o quanto antes, está na hora de você recorrer ao coaching.
O perigo da história única
Para assistir com legendas em português, clique em "view subtitles" e escolha o idioma
Generalização
Tomamos uma experiência de referência e generalizamos para todas as outras.
Esta falha pode levar o ser humano a criar regras para si e para os outros, podendo muitas vezes criar a crença de que todas as experiências posteriores podem ser boas ou ruins. A generalização acontece quando uma experiência se torna a base para todas as outras impossibilitando a pessoa de encontrar excepções e novas descobertas para si e para o outro.
(Fonte: Descubra PNL)
terça-feira, julho 27, 2010
Diálogo com os nossos sentimentos
Fonte: www.abiliodiniz.com.br
domingo, julho 25, 2010
Terapia da Linha do Tempo.

Sabe-se que a dificuldade das pessoas em conquistarem os seus objetivos e realizarem os seus desejos, está directamente ligada a falta de especificação dos seus objectivos, decisões limitadoras e a emoções negativas.
A Terapia da Linha do Tempo trabalha com o conceito de “causa-raiz”. Encontra de maneira directa o evento mais antigo de um encadeamento emocional limitante, que é reestruturado de modo a substituir as emoções de todo o encadeamento por aprendizagens e compreenções, como explica George Vitorio Szenészi.
Aqueles que se utilizam desta técnica, que tem sido um instrumento eficaz para que qualquer pessoa organize a sua vida de maneira a que possa realizar os seus projectos, podem conhecer e controlar a sua máquina interna do tempo, aprender a aceder ao seu inconsciente, eliminar decisões empobrecedoras, livrar-se do poder destrutivo das culpas, neutralizar tristeza do passado, mover-se do medo para o poder, dissipar efeitos de experiências negativas, reavaliar programações inapropriadas, aprender a traçar objectivos claros e motivadores e, com isso, estabelecer e alcançar seus objetivos pessoais e profissionais, criar relacionamentos ideais, construir a carreira desejada, atingir objectivos espirituais, aumentar a sua produtividade e fluidez, cuidar da saúde, manter um peso ideal, transformar desafios em realizações, alcançar metas profissionais, comprometer a sua equipa de trabalho com resultados desejados.
“A idéia de “linha do tempo” surgiu com Aristóteles na Antiga Grécia, em seu trabalho “Física IV”. William James escreveu sobre este tema em 1890. Mais recentemente o americano Tad James PhD, desenvolveu a Terapia da Linha do Tempo integrando os conceitos de Linha do Tempo, de William James e de Perspectiva Temporal das Emoções, de Leslie C. Bandler, com a incorporação da linguagem desenvolvida pelo criador da moderna hipnose clínica e terapia estratégica, Milton Erickson, MD. Trata-se de uma técnica simples e revolucionária de usar estes conceitos para neutralizar emoções negativas e solucionar problemas emocionais.
Referências Bibliográficas: “A Terapia da Linha do Tempo”, Tad James e WyattWoodsmall (ed. Eko); Golfinho, informativo de PNL; Metaprocessos.
sábado, julho 24, 2010
quarta-feira, julho 21, 2010
terça-feira, julho 20, 2010
domingo, julho 18, 2010
TENHA AGORA A VIDA QUE QUER, de Richard Bandler, Edições Leya - Lua de Papel

A ferramenta básica utilizada em todo o livro, com inúmeras variações, faz uso das submodalidades. No fundo, todo o livro gira à volta do “mapping across”: leve as submodalidades duma memória positiva para uma considerada problemática e, problema resolvido. É impressionante como Bandler consegue escrever um livro com, praticamente, uma única técnica - a flexibilidade no seu uso, as explicações e as histórias com que ilustra as diversas variações, embora algumas histórias tenham muitos anos.
No capítulo “superar qualquer coisa” trata do que é mau, de más sugestões, más recordações, maus relacionamentos, más decisões, medos e fobias. A transformação pode ser muito rápida, embora, claro, páginas mais à frente aconselhe que se repita o exercício mais vezes. Em “passar por qualquer coisa”, trata de hábitos, compulsões, testes, exames, entrevistas, obrigações. Por fim, no capítulo “chegar onde quiser”, trata de tarefas importantes (como lidar com impostos e estudos), divertimento, amor, conhecer pessoas, exercício físico, ser mais organizado e ganhar mais dinheiro.
Não se trata de um livro de estudo sobre PNL, nem me parece que seja essa a intenção. Na medida em que continua a não existir praticamente nada sobre PNL em Portugal (exceptuando a introdução de Anthony Robbins, Poder sem Limites, da Pergaminho), acho que é bom dizer-se que este livro não dá, nem de longe, uma ideia da riqueza da PNL. Aliás, no final do livro, sugere-se que o selo do senhor Richard Bandler é a garantia de qualidade para seminários de Programação NeuroLinguística. Mas há por todo o mundo Associações credíveis, e se a PNL é o que é, e tem a variedade e riqueza que tem, deve-se a grandes nomes que, após a zanga entre os fundadores Bandler e Grinder, têm desenvolvido o que eles criaram.
De resto, é um livro fácil de ler, que pode, se calhar, ajudar algumas pessoas a resolver pequenos problemas. Não consigo acreditar que, alguns dos casos apontados por Bandler, tenham sido tratados unicamente com as técnicas que ele apresenta neste livro. E, quando lido com atenção, revela-se no texto uma mente brilhante, com um sentido de humor formidável e uma experiência que exige, na verdade, todo o respeito.
JOSÉ FIGUEIRA
Tenha Agora a Vida Que Quer - Transforme a sua vida de forma rápida e duradoura
Richard Bandler
Editora: Lua de Papel
ISBN 9789892306902 168 págs
Coaching com PNL (individual | empresas)
Ampliar o desempenho pessoal e profissional através de estímulos à aprendizagem comportamental, definindo metas e orientando o desenvolvimento de competências, visando a transformação de potencial em realização.
Benefícios:
Orienta aprendizagem comportamental;
Gera ações congruentes entre objetivos pessoais e organizacionais;
Identifica recursos para potencializar desempenho profissional;
Estimula desenvolvimento contínuo;
Melhora o processo de comunicação;
Facilita melhoria das relações interpessoais;
Amplia sinergia no trabalho em equipe;
Mantém foco nos resultados organizacionais e alcance de metas;
Transforma potencial em realização;
Favorece o desenvolvimento de Learning Organization.
sexta-feira, julho 16, 2010
BASTA A RESPIRAÇÃO
Write the Future!
Fonte: Adnews
quinta-feira, julho 15, 2010
Primeiro Passo é Escolher
quarta-feira, julho 14, 2010
Coaching, "passos para mudar de vida".
terça-feira, julho 13, 2010
Porquê é que Einstein teve dificuldade em aprender?

sexta-feira, julho 09, 2010
THE POWER OF NOW - O Poder do Agora (Legendado em português)
O ontem já foi e o amanhã não existe, ainda......
na realidade só existe o agora,
nós existimos no "agora"
é no agora que deveríamos viver !!!!!
quarta-feira, julho 07, 2010
terça-feira, julho 06, 2010
META-ESPERTA (OBJECTIVOS CLAROS)

Estabelecer metas com os pés no chão e cumpri-las é caminho certo para o sucesso pessoal, profissional e empresarial.
Dentro das empresas, a cobrança sobre os executivos por resultados acima da média está A ser cada vez mais constante. Isto independente do tamanho da organização. Por esse motivo, é muito importante que os executivos saibam traçar metas tanto para a sua vida pessoal quanto profissional.
As pesquisas mostram que menos de 3% da população tem metas específicas, tanto pessoais quanto profissionais, e apenas 1% da população coloca as suas metas no papel. Nas empresas, menos de 15% dos profissionais sabem claramente as suas metas e prioridades. Quais as razões que levam a essa estatística?
1 – As metas mudam constantemente: Com a competição cada vez mais exacerbada, as empresas estão diariamente a mudar as suas metas. Outra justificação para isto é a globalização, ou seja, alguma coisa que acontece na China poderá afectar significativamente alguma empresa noutra parte do mundo e, portanto, terá que rever as metas.
2 – Muitas metas: São tantas as metas colocadas para um alto executivo, que muitas vezes acaba por perder o foco.
3 – As metas não são comunicadas: Muitos executivos acreditam que as metas são apenas para a alta direcção, e não devem ser comunicadas para a média gerência e muito menos para o pessoal administrativo/produção. Isto é um grande erro, pois como é que a equipa desse alto executivo poderá ajudá-lo a cumprir as metas?
Apenas 19% dos profissionais estão comprometidos com as metas. Em várias organizações, os executivos recebem metas que não são relevantes ou importantes para eles, fazendo com que não se tornem comprometidos com elas. Normalmente, um executivo gasta apenas 49% do tempo com suas metas. Devemos perguntar-nos o que faz com os outros 51%.
Quando estiver a planear um projecto pessoal ou profissional, procure criar metas que o ajudem a obter sucesso. Um forma interessante de estabelecermos metas tanto profissionais quanto pessoais é colocá-las no modelo “Meta - ESPERTA”:
Específica Sistémica Positiva Evidência Recurso Tamanho Alternativas
Específica: Tenha certeza do que quer. É preciso especificar exactamente o que quer no tempo presente, usando imagens, sons, sensações. A meta precisa ser iniciada por si e depender de si.
O que é que quer? Em que contextos? Onde? Quando? Com quem? → O que é que, especificamente, vai ver? Sentir? Ouvir? Fazer?
Sistémica: O que é que vai ganhar? Perder? É importante considerar o efeito da realização da sua meta ao nível sistémico, isto é, como vai combinar com as restantes metas, como vai afectar as outras áreas da vida, a família, o ambiente de trabalho etc.
Como é que a realização da meta vai afectar sua vida?
Vamos supor que decida colocar como meta juntar €100.000,00 até 31/12/2010. E que para isso precisa ir trabalhar para o Japão até ao fim do ano sem a sua família. Está disposto a ficar longe da sua família até o fim do ano para juntar os €100.000,00?
Positiva: Peça o que quer e não o que não quer!!! A meta precisa ser elaborada em termos positivos. Uma meta negativa, do tipo “Eu não quero comer demais”, cria imagens de uma pessoa comendo muito. Pois o cérebro não entende a palavra “Não”. Também se inclui nesta categoria “Eu quero parar de...”, “Eu quero viver sem...”.
A meta deve gerar imagens daquilo que quer ao invés daquilo que não quer!
Evidência: Como saberá que está a chegar próximo da sua meta?
Precisa ter uma evidência de que conseguiu a meta e “feedback” durante o processo para se autocorrigir. Não podemos esperar até ao prazo final da nossa meta para verificar se a cumprimos ou não.
Que evidências vai usar?
Por exemplo, uma pessoa que colocou como meta falar inglês fluente até 31/12/2010. Como pode saber que terá o inglês fluente em 31/12/2010? Ela poderá fazer um 7exame TOEFL e obter a pontuação mínima exigida para ter inglês fluente.
Recursos: Saiba exactamente o que precisa para atingir a meta. Identificar que recursos já tem e quais não tem para levá-lo do estado actual para o estado desejado.
Que capacidades e recursos eu já tenho para me ajudar a conseguir minha meta?
De que outros mais preciso? Vamos supor que um Gerente de Marketing quer concorrer à vaga de Director de Marketing. Este deverá saber o que a empresa/mercado exige que um Director de Marketing tenha. Depois disso, deverá verificar quais as capacidades que tem e quais deverá desenvolver.
Tamanho: Não se subestime. A meta precisa ser trabalhada com um enfoque de tamanho adequado. A meta grande demais precisa ser dividida em áreas a serem trabalhadas separadamente, demais?
Esse objectivo é possível de ser atingido?
Por exemplo, uma pessoa que acabou de virar gerente e coloca como meta tornar-se director em 10 anos. Será que não se está a subestimar? Uma meta pequena não promove o seu crescimento. A meta é desafiante? É grande demais?
Alternativas: Qual é o seu plano A, plano B, plano C... A sua meta precisa ter opções no plano de acções. Uma opção é limitada, duas criam um dilema e três permitem a escolha.
Qual é o seu plano de ação? Como você vai lidar com as dificuldades ou desafios?
O seu plano C poderá virar o plano A. Um executivo da área de vendas de plano de saúde pode ter como meta anual de vendas €1.000.000,00. Qual é o plano de vendas dele? Caso este plano A não seja possível ser colocado em prática, o que ele fará?
Portanto, devemos ter mais que um plano de acção para a nossa meta.
Exercício: Agora você já conhece a Meta ESPERTA, adivinhe quais das metas em baixo estão correctas e o que falta nas erradas?
• A - Ganhar mais dinheiro do que no ano passado
• B - Perder peso
• C - Melhorar o meu desempenho profissional
• D - Emagrecer 5 kg nas próximas 12 semanas e atingir 18% de gordura corporal
Respostas:
Apenas a letra D está correcta.
- Na letra A, falta especificar quanto queremos ganhar a mais do que no ano passado e também até quando esta meta deverá ser realizada.
- Na letra B, não especificamos quando e quanto gostaríamos de emagrecer. Outra sugestão é colocar a palavra “emagrecer” ao invés de “perder”.
- Na letra C, é preciso deixar claro o que é melhorar o desempenho profissional. E qual é o prazo para isso.
Exercício - II Escreva as suas metas (ESPERTA) para os próximos 6 meses nas seguintes áreas:
Saúde/Forma Física
Carreira
Desenvolvimento pessoal
Dinheiro
Inteligência Emocional – a força do século XXI

Acerca deste conceito, nunca é demais reforçar a importância do desenvolvimento da Inteligência emocional, pois cada vez mais o sucesso depende de outros factores além da inteligência e espírito de trabalho. As relações interpessoais, a capacidade de trabalho em grupo, a capacidade de ouvir e de se colocar na posição de outros, a capacidade de ouvir a nossa consciência tornaram-se fundamentais num mundo cada vez mais ligado por redes e em que cada vez mais o trabalho é tarefa de uma equipa. Para ter sucesso, além de inteligência "intelectual" é necessário ter também inteligência emocional.
A pedra basilar da inteligência emocional é a auto-consciência, isto é, o reconhecimento de um sentimento enquanto ele decorre. O sentimento desempenha um papel crucial na nossa navegação pelas decisões que temos que tomar. Todos nós sentimos por vezes sinais intuitivos sob a forma de impulsos límbicos, vindos daquilo a que António Damásio chama "balizadores somáticos". Eles são uma espécie de sinais que nos alerta para o perigo potencial mas também nos alerta para oportunidades de ouro. Segundo Goleman, "a chave para tomar boas decisões pessoais é ouvir os sentimentos".
O objectivo é o equilíbrio e não a supressão dos sentimentos. Todos os sentimentos têm o seu valor e significado. Controlar as emoções é a chave para o bem-estar emocional. Há sentimentos que destabilizam emocionalmente as pessoas, como raiva, ansiedade ou melancolia e que podem ser combatidos por exemplo, minando as suposições irreais que alimentam a raiva, ser céptico relativo às dúvidas que causam a ansiedade ou praticar exercício físico, jogos, etc, ou engendrar um pequeno triunfo, que ajudam a eliminar a melancolia.
Outro aspecto é a auto-motivação. É muito importante que as pessoas se sintam motivadas. Quanto mais motivadas e persistentes estiverem, maior capacidade e potencialidade terão para atingir os seus objectivos. O controlo emocional - adiar a recompensa e dominar a impulsividade - está subjacente a qualquer realização. Uma fonte de optimismo e persistência pode muito bem ser um comportamento inato, no entanto pode também ser adquirido pela experiência. Seja qual for a sua origem está-lhe subjaccente a ideia de auto-eficácia, a convicção que se domina os acontecimentos da própria vida e se é capaz de vencer os desafios. O desenvolvimento de uma aptidão, ao tornar a pessoa mais apta e mais disposta a correr riscos e a procurar desafios, reforça o sentimento de auto-eficácia.
Temos também o reconhecimento das emoções dos outros como um dos aspectos fundamentais, neste caso, a empatia e a habilidade de reconhecer o que os outros sentem, desempenha um papel fundamental numa vasta gama de áreas da vida. Nasce da auto-consciência. Só sendo capazes de reconhecer as próprias emoções seremos capazes de reconhecer as dos outros.
Uma vez que 90% da comunicação é não verbal, devemos estar particularmente atentos a estas pois é extremamente reveladora dos sentimentos do seu emissor. As pessoas empáticas são mais sensíveis a esses sinais que indicam aquilo de que os outros necessitam e tornam-se mais aptas para profissões que envolvam contacto e negociações com outras pessoas, tais como a gestão, por exemplo.
Por fim, o gerir relacionamentos. A arte de nos relacionarmos com os outros é também a aptidão de gerir as emoções dos outros, que está na base da popularidade, da liderança e da eficácia interpessoal. Gerir as emoções dos outros requer a maturação de duas habilidades emocionais: autocontrolo e empatia.
Além da inteligência emocional deve também existir e desenvolver-se a inteligência interpessoal. Segundo Thomas Hatch e Howard Gardner, há quatro componentes da inteligência interpessoal: organizar grupos, negociar soluções, relacionamento pessoal e análise social.
Embora muitas vezes, nem sequer nos dispomos a pensar nisto, o certo é que tudo isto poderá efectivamente fazer toda a diferença nos temos que correm, criando em cada um de nós um centro de equilíbrio que nos possibilite adaptar as constantes mudança que ocorrem à nossa volta, que se não forem geridas de forma correcta poderão levar-nos a desordem emocional e física. Por isso, aprenda a cuidar das suas emoções.
Bem hajam.
sábado, julho 03, 2010
Percepção é projecção (ecos da vida)

- Aiiiiii!!!
Para sua surpresa, escuta a sua voz a repetir-se vindo da montanha.
- Aiiiiii!!!
Curioso, o menino pergunta num grito:
- Quem é você?
E recebe como resposta:
- Quem é você?
Contrariado, grita:
- Seu cobarde!
E escuta como resposta:
- Seu cobarde!
Aflito, o menino olha para o pai e pergunta:
- O que é isso?
O pai sorri e diz:
- Meu filho, presta atenção.
Então, o pai grita em direcção da montanha:
- Eu admiro-te!
A voz responde:
- Eu admiro-te!
De novo o homem grita:
- És um campeão!
E a voz responde:
- És um campeão!
O menino fica espantado e não entende. Então o pai explica:
- As pessoas chamam de ECO, mas, na verdade, isso é VIDA. A vida dá-te de volta tudo o que dizes, tudo o que desejas de bom ou de mau aos outros. A vida devolve-te toda a blasfémia, inveja, incompreensão ou falta de honestidade. A nossa vida é simplesmente um reflexo das nossas palavras e acções. Se queres amor, compreensão, harmonia e felicidade, então cria mais amor, compreensão, harmonia e felicidade no teu coração. Se agires assim, a vida te dará tudo de volta através das pessoas que te cercam.
Adaptado de texto de autor desconhecido
Coaching (com PNL)

O que é o Coaching?
Através do processo de Coaching com PNL, o cliente aprofunda o seu conhecimento, aumenta o seu rendimento e melhora a sua qualidade de vida.
sexta-feira, julho 02, 2010
O Sapo e a Rosa

Um dia apercebeu-se que as pessoas a observavam somente ao longe e nunca se aproximavam. Deu-se então conta que isso acontecia porque um sapo grande estava sempre perto de si.
Indignada pela descoberta, ordenou ao sapo que imediatamente se afastasse dela.
O sapo, muito humildemente, disse:
- Está bem, se é assim que queres...
Passado algum tempo, o sapo passou por onde estava a rosa, e ficou surpreendido ao encontrá-la murcha, sem folhas nem pétalas. Penalizado, disse-lhe:
- Que coisa horrível, o que te aconteceu?
O sapo respondeu:
- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso é que eras a mais bonita do jardim...
Adaptado de texto de autor desconhecido